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Sobre: Elisabeth Mota

Publicados recentemente por: Elisabeth Mota

Há sinais de recuperação na construção civil, diz Gerdau

São Paulo – O grupo siderúrgico Gerdau está vendo sinais de recuperação no setor de construção civil no Brasil e boas perspectivas para o crescimento no consumo de aço dos Estados Unidos em 2018, afirmou nesta segunda-feira o vice-presidente financeiro da companhia, Harley Scardoelli.

O executivo evitou comentar detalhes, mas afirmou que a empresa deve concluir 2017 com investimentos de 900 milhões de reais, após desembolsar cerca de 600 milhões nos nove primeiros meses do ano. A empresa deverá dar uma indicação de seus investimentos em 2018 apenas no início do próximo ano, afirmou.

Scardoelli participou de reunião com analistas e investidores junto com o presidente-executivo, Andre Gerdau Johannpeter, que deixará o comando da empresa no fim do ano para se tornar membro do conselho de administração. Gustavo Werneck, há mais de uma década no grupo, será o novo presidente-executivo a partir do início de janeiro.

Johannpeter, no comando da Gerdau há 11 anos, vai se dedicar aos aspectos estratégicos no grupo da família e que a empresa ainda tem “algumas etapas a completar” do plano de otimização de ativos que gerou ao grupo 3,2 bilhões de reais desde 2014, principalmente com a venda de operações menos rentáveis. A última venda aconteceu em outubro, envolvendo a totalidade das operações da empresa no Chile, por 154 milhões de dólares.

“Temos muita capacidade ainda para utilizar. Para nós, a venda de ativos leva em consideração a rentabilidade deles, queremos ter pelo menos o custo de capital mais 1 por cento”, disse Johannpeter.

Ele acrescentou que a empresa tem usado de 62 a 65 por cento da capacidade produtiva no mundo com exceção do Brasil, onde o nível de utilização é de cerca de 68 por cento.

Segundo ele, o ambiente internacional de preços de aço tem favorecido a possibilidade “de alguns reajustes em mercados domésticos”, incluindo Brasil, Peru e Argentina, mas não deu detalhes sobre os próximos movimentos do grupo.

Scardoelli afirmou que apesar de alguns indicadores de crescimento do setor industrial brasileiro, como a expansão de quase 30 por cento na produção de veículos, e do clima mais otimista para negócios, “o Brasil ainda vai sofrer muita volatilidade principalmente pelo lado político”, disse, em referência às eleições do próximo ano.

“Continuamos muito ligados ao crescimento do PIB. Se o PIB se recuperar ano que vem, isso vai fazer a demanda por aço se recuperar”, disse Scardoelli, que citou ainda o recente aumento nos lançamentos de imóveis residenciais no país.

Na semana passada, o Instituto Aço Brasil (IABr), que representa as siderúrgicas instaladas no Brasil, previu que as vendas de aço no Brasil em 2018 vão subir 4,2 por cento, para 17,4 milhões de toneladas.

Fonte: EXAME

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Adasa apresenta curva de acompanhamento do Descoberto para primeiros meses de 2018

O diretor-presidente da Adasa, Paulo Salles Foto: Tony Winston/Agência Brasília

As novas metas mensais da curva de acompanhamento para o Reservatório do Descoberto foram divulgadas pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (7). Os níveis mínimos de volume são para o período de dezembro de 2017 a maio de 2018.

Esse acompanhamento é fundamental para monitorar o abastecimento de água em Brasília. Se mantidas as atuais condições, será possível evitar o segundo dia semanal de racionamento.

As metas mensais serão:

  • Dezembro de 2017: 11%
  • Janeiro de 2018: 15%
  • Fevereiro: 32%
  • Março: 43%
  • Abril: 50%
  • Maio: 50%

A resolução que trata do volume mensal mínimo para os cinco primeiros meses de 2018 será publicada no Diário Oficial do DF nesta sexta-feira (8).

As porcentagens da curva de acompanhamento são definidas por critérios como precipitação e vazão dos afluentes, aferidas semanalmente pela Adasa.

Adasa trabalha com três cenários possíveis: um de que o ciclo de chuvas nos próximos meses seja semelhante ao dos primeiros cinco meses deste ano; um com 20% a menos de chuvas no referido período; e um com 20% a mais de chuvas.

“A quantidade que tem caído tem nos dado um um alento. No entanto, ainda estamos em dezembro e temos a expectativa de chuvas por mais quatro meses. Precisamos esperar o que virá para termos uma situação mais clara de como será a próxima seca”, destacou o diretor-presidente da Adasa, Paulo Salles.

Previsão para 2018 ainda é de chuvas abaixo do esperado

A previsão para o ano que vem ainda é de chuvas abaixo do esperado, de acordo com projeções do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Assim, mesmo no período de alta umidade, a capacidade dos reservatórios não deverá ser plenamente recuperada. Será o quarto ano hidrológico abaixo da média histórica.

A situação obriga, então, à manutenção das medidas de enfrentamento da crise hídrica, como o racionamento de água.

Desde que a Adasa determinou à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) a redução da vazão captada no Descoberto, houve uma redução de 21% na quantidade de água retirada do reservatório. O significado disso, segundo a agência reguladora, é que a população tem economizado no consumo de água.

Quanto ao segundo dia de rodízio de fornecimento, ele não está descartado. No entanto, a medida ainda não é necessária. “Estamos com 10% de volume do reservatório, e isso é muito pouco. A situação é grave, e a hora de poupar é agora. O segundo dia de racionamento depende da quantidade de água que temos no reservatório e em que momento [época do ano] estamos”, disse Paulo Salles.

Apesar desse cenário de cuidados, a capacidade do DF no enfrentamento da crise hídrica é muito maior que antes, na avaliação do diretor-presidente da Adasa. “Temos o Sistema Produtor do Bananal e do Lago Paranoá. Estamos com uma oferta maior do que a que tínhamos no ano passado”, destacou.

Ainda de acordo com Salles, os níveis para o Reservatório de Santa Maria deverão ser divulgados na semana que vem.

Fiscalização no Descoberto evitou situação hídrica ainda mais grave

Como forma de evitar o desperdício de água, a Adasa intensificou vistorias na Bacia do Descoberto. Em 2017, equipes da agência retiraram 30 captações superficiais irregulares e lacraram 12 bombas.

O balanço do ano, até o momento, foi de:

  • 419 termos de notificação
  • 8 autos de infração
  • 68 advertências
  • 39 multas

 

 

Fonte: AGÊNCIA BRASÍLIA – MARYNA LACERDA

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Homenagem aos alunos de alfabetização

A Construtora Ipê, em parceria com o Seconci-DF, mantém turma de ensino em canteiro de obra em Samambaia

Os alunos de Alfabetização do Seconci-DF, funcionários da Construtora Ipê, participaram de um café da manhã nesta quinta-feira, 7 de dezembro, onde concluíram as etapas de ensino da qual participavam. A construtora tem turma de Alfabetização e Primeiro Segmento no canteiro localizado na cidade de Samambaia. Na ocasião, estiveram presentes o diretor-presidente da Ipê, Julio Cesar Peres, o presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa, diretores da entidade, além dos gerentes e do diretor do Sindicato dos Trabalhadores (STICOMBE), João Barbosa.

As turmas de alfabetização do Seconci-DF levam ensino para os canteiros com turmas formadas por alunos que nunca estiveram em sala ou abandonaram os estudos na fase regular de ensino. Para o aluno Antonio Pereira, hoje é só gratidão. “Trabalho na construção civil há muito tempo. Desde que a escola começou na Ipê, eu estudo. Assim como a maioria, sei que a escolinha no local de trabalho é importante porque se ela não existisse, eu não estaria aqui hoje. Por isso, é muito bom saber que têm pessoas que se preocupam com a gente”, ressaltou Antonio.

O presidente da Construtora Ipê falou sobre a importância do projeto e agradeceu pela parceria com o Seconci e, principalmente, a determinação dos funcionários.

“O Seconci sempre foi parceiro da nossa empresa e todos estão de parabéns porque o intuito principal desses trabalhadores é o estudo, é a certeza de que, ao estudarem, terão um futuro próspero”, disse Julio.

As turmas de alfabetização acontecem com o apoio do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), STICOMBE, e tem o aval da Secretaria de Estado de Educação do DF (SEDF), responsável pela certificação dos alunos. Desde o início, já realizou mais de 13.500 atendimentos aos trabalhadores. Para o diretor do STICOMBE, João Barbosa, a persistência dos alunos é o que leva a mudança e o crescimento de cada um. “Vim da obra e na minha época não tinha sala de aula. Sei que estamos passando por tempos difíceis, mas quem faz a diferença aqui são os alunos e que eles não parem por aqui”, falou.

O presidente do Seconci-DF, Dey Corrêa, disse estar orgulhoso de ver o seguimento do projeto de alfabetização da entidade e as mudanças que ele proporciona.

“Eu me sinto honrado porque estamos cumprindo nosso papel social. Além disso, respeitando o que diz o artigo I da Constituição Federal que é dar dignidade à pessoa humana, e nada é mais digno do o valor do ensino”, finalizou.

Fonte e imagem: Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF 

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Feira reunirá cadeia produtiva do setor da construção em agosto de 2018 no Rio Grande do Sul

Será realizada de 1º a 4 de agosto de 2018, no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre (RS), a 21ª Construsul – Feira Internacional da Construção, consagrada por geração de negócios, congregando toda cadeia produtiva e englobando os setores de construção, acabamentos e infraestrutura. As empresas participantes englobam segmentos como: argamassas, aditivos, selantes, impermeabilizantes; Iluminação e elétrica; fechaduras, ferragens, cadeados; churrasqueiras e lareiras; revestimentos, tintas, vernizes e acessórios; portas, janelas e complementos; produtos para cozinhas e banheiros; sistemas construtivos; ferramentas manuais e elétricas; máquinas e equipamentos para construção. A realização da feira conta com apoio institucional da CBIC.

Promovida pela  S ul Eventos Feiras Profissionais, a Construsul recebe visitantes qualificados entre lojistas, construtoras, incorporadoras, empreiteiras, técnicos e trabalhadores da construção civil, engenheiros, arquitetos, decoradores, indústrias, representantes, empresas de importação e exportação, entidades, órgãos de governo, estudantes e outros.

Fonte: CBIC

Imagem: Site da CONSTRUSUL

 

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Publicadas ABNT NBR 15270:2017 Partes 1 e 2, Componentes Cerâmicos – Blocos e Tijolos para Alvenaria

A ABNT publicou no dia 29/11/17 as normas: ABNT NBR15270-1:2017 Componentes cerâmicos – Blocos e tijolos para alvenaria- Parte 1: Requisitos e ABNT NBR15270-2:2017 Componentes cerâmicos – Blocos e tijolos para alvenaria- Parte 2: Métodos de ensaios. A parte 1 tem como objetivo especificar os requisitos dimensionais, propriedades físicas e mecânicas de blocos e tijolos cerâmicos a serem utilizados em obras de alvenaria com ou sem função estrutural e executadas de forma racionalizada ou não e a parte 2, especifica os métodos para a execução dos ensaios dos blocos e tijolos cerâmicos estruturais e de vedação. Foram revisadas pelo Comitê Brasileiro de Cerâmica Vermelha (ABNT/CB-179).

Houve grande mudança nos textos normativos à medida que foram incorporadas as diretrizes normativas de Blocos e Tijolos Cerâmicos, de forma que estas novas versões foram estruturadas agregando todos Componentes Cerâmicos para alvenaria.

Estas publicações cancelam, passando a incorporar os conteúdos, as ABNT NBR 7170, ABNT NBR 6460 e ABNT NBR 8041 de Tijolos cerâmicos e a ABNTNBR15270-3 de Blocos cerâmicos. Também atualizam os textos da 15270-1 e 2 de 2005.

Um grande ganho com estas revisões foi a inclusão das diretrizes para o sistema de Alvenaria Racionalizada. Foram definidas especificações para os blocos, componentes e procedimentos normalizados, utilizados na execução da Alvenaria Racionalizada.
Ocorreu ainda a revisão da classificação de comercialização dos Blocos e Tijolos Cerâmicos, o que já deve ser observado e cumprido pelo mercado.

Ressaltamos que o Eng. Lydio Bandeira de Mello, consultor técnico do Sinduscon-Rio e representante do GANT/ COMAT participou da Comissão de Estudos que revisou a Norma.

Acesse aqui o Catálogo ABNT onde as normas já estão disponíveis para aquisição.

Fonte e imagem: CBIC

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Soluções para promoção da Sustentabilidade são discutidas na última reunião da CMA em 2017

O representante do Sebrae Nacional, Arthur Carneiro, apresentou aos membros da Comissão de Meio Ambiente – CMA/CBIC, na última reunião de 2017, realizada hoje, 6 de dezembro, na sede do SindusCon-SP, algumas iniciativas da instituição para fomento destinadas à cadeia da construção, entre elas: desenvolvimento e profissionalização da gestão empresarial, acesso à inovação, tecnologia e sustentabilidade, acesso a mercados, serviços financeiros , formação e fortalecimento de redes empresariais e atendimento inteligente. Além disso, falou sobre as diversas oportunidades para startups na cadeia da construção: gestão de estoques e fornecedores, softwares e aplicativos de gestão de projetos e canteiro de obras, tecnologias para design, plantas e projetos, gestão de risco, compliance, saúde e segurança, drones – registro fotográfico, vigilância, mapeamento de terrenos, robótica para construção, realidade aumentada, entre outros.

Entre os assuntos que foram tratados na reunião, o presidente da CMA, Nilson Sarti, apresentou o calendário das Oficinas de Capacitação EDGE: 11 de dezembro 2017 em São Paulo, 1º de março de 2018 em Fortaleza e 13 de março de 2018 no Rio de Janeiro. Foram discutidos os resultados do Workshop Técnico Workshop Técnico – Conservação e Uso de Fontes Alternativas de Água em Edificações e Preparação do Setor da Indústria da Construção para o Fórum Mundial da Água, realizado no dia 5 de dezembro, em São Paulo, que teve como principais objetivos expor os trabalhos da Comissão de Estudos e do Conteúdo das Normas ABNT de Conservação e Uso de Fontes Alternativas e cases de sucesso, como apresentado pelo Eng. Marcelo Matsusato, da Tecnisa, que apresentou uma economia potencial de 25% em um dos empreendimentos da empresa, com o uso dos dispositivos economizadores como hidrômetro, arejador de torneira, e bacia com duplo acionamento, trazendo 11% de economia para os usuários.

A primeira reunião da CMA em 2018 será realizada em março, durante as ações da CMA/CBIC em torno do Fórum Mundial da Água, maior evento sobre o tema hídrico do mundo, que será realizado em Brasília, entre os dias 18 e 23 de março de 2018. As programações da Comissão de Meio Ambiente da CBIC entre os dias 05 e 06 de dezembro tiveram a realização do SindusCon-SP e correalização do Senai Nacional.

Fonte e imagem: CBIC

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Faça o download da Coletânea BIM no site da CBIC

Composta por cinco volumes, a coletânea BIM encontra-se no site da CBIC para download. Basta preecher o cadastro com seu email e iniciar o download. Plataforma inovadora da tecnologia da informação aplicada à construção civil, o Building Information Modeling (BIM) vem se consolidando como uma revolução por oferecer novas funcionalidades na execução das obras e por romper com paradigmas de produtividade nessa atividade econômica. “Pense na possibilidade de atrelar no projeto cronogramas, orçamentos e valores. É isso que a tecnologia oferece como potencial”, explica o consultor da CBIC, Wilton Catelani, autor da coletânea, realizada pela CBIC, através da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT), com a correalização do SENAI Nacional. Clique aqui para baixar a coletânea.

Fonte e imagem: CBIC

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Coalização pela Construção leva ao presidente Michel Temer propostas para estimular a recuperação do setor e da economia nacional

Numa coalização pela construção, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e um grupo de entidades representativas da cadeia produtiva do setor apresentaram nesta quarta-feira (06/12) ao presidente da República, Michel Temer, no Palácio do Planalto, em Brasília, medidas que visam estimular a recuperação da indústria da construção e a geração de empregos, com foco no mercado imobiliário, habitação e infraestrutura. “A indústria da construção está à beira de um colapso. Se nada for feito, o setor, que é um grande gerador de empregos, pode cair 6% e puxar o PIB nacional para baixo”, alerta o presidente da CBIC, José Carlos Martins.  “Não solicitamos recursos, por que sabemos que o governo federal não tem. A ideia foi apresentar uma pauta para destravar o País e criar condições para que o investimento volte e com ele a geração de emprego e renda”, destaca.

Uma das propostas apresentadas foi uma solução imediata para capitalizar a Caixa Econômica Federal, de forma a atender adequadamente as regras de Basiléia, e voltar a ter recursos para financiar a habitação. Em 2014, por exemplo, o mercado imobiliário operou com R$ 180 bilhões e, em 2016, com cerca de R$ 80 bilhões, retração significativa. “É uma queda grande para um setor que já está tão deprimido”, menciona Martins. Além da CBIC, integram a Coalizão pela Construção o Instituto Aço Brasil; o Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA); Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco); Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat); o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon) e a Força Sindical; entidades representativas de empresas e trabalhadores na indústria da construção.

Já na área de infraestrutura, os destaques foram a necessidade de resolver questões relacionadas à falta de segurança jurídica, o aperfeiçoamento dos critérios de licenciamento ambiental e iniciar, efetivamente, o programa de apoio às concessões municipais, que pode aumentar o investimento privado nos municípios brasileiros. “Qual é o município brasileiro que não precisa de serviços?”, destacou o presidente da CBIC, lembrando que o governo federal não tem mais recursos e a insegurança jurídica tem impedido, por exemplo, apoio técnico para o desenvolvimento de PPPs e concessões para obras menores, porém necessárias, nesses municípios, como aterros sanitários, rodoviárias e praças.

A cadeia produtiva do setor também declarou apoio à Reforma da Previdência, a fim de criar o ambiente que destrave investimentos, assim como reduzir privilégios. “Para o Brasil ter investimento, ele precisa voltar a ter credibilidade e para ter credibilidade a Reforma da Previdência é inevitável para que privilégios sejam restringidos e haja um tratamento mais isonômico entre os brasileiros”, destaca o presidente da CBIC.

Fonte e imagem: CBIC

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Edital para regularizar segunda leva de lotes no Jardim Botânico do DF é publicado

 

Foi publicado nesta quarta-feira (29) o edital de venda direta de condomínios da segunda etapa do Jardim Botânico, no Distrito Federal: Estância Jardim Botânico, Estância Jardim Botânico II, Jardim Botânico I, Jardim das Paineiras, Mirante das Paineiras e Jardim Botânico 6. Serão postos à venda 1.224 lotes. Os valores vão de R$ 97,7 mil a R$ 197,8 mil.

As propostas de compra devem ser feitas a partir desta quarta até 29 de dezembro, entregues pessoalmente na Divisão de Atendimento (Diate) na sede da Terracap, próximo ao Palácio do Buriti.

É possível tirar dúvidas pelos telefones 3342-2013 e 3342-2525. Também é possível mandar e-mail para o e-mail vendadireta@terracap.gov.br.

Para quem?

Só pessoas físicas com mais de 18 anos podem participar da venda direta dos lotes nos condomínios em processo de regularização. É permitida a compra de apenas um lote por indivíduo. Os interessados devem se cadastrar no site da Terracap ou na sede da empresa pública.

São necessários estes documentos:

  • Identidade e CPF
  • Documentos que comprovem a aquisição do imóvel com data anterior a 22 de dezembro de 2016
  • Comprovante de residência
  • Certidão de regularidade na Justiça Eleitoral
  • Certidão negativa de débito de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)

Acompanhe os Editais

ESTÂNCIA JARDIM BOTÂNICO

JARDIM BOTÂNICO I

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Velocidade de vendas de imóveis novos legalizados no DF teve bom índice em setembro

As vendas de imóveis novos legalizados seguem em bom patamar, conforme indica o mais recente Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de imóveis residenciais no Distrito Federal (DF), referente a setembro. O IVV médio residencial do período foi de 5,8%, superior ao de 2015 (IVV de 3,7%) e ao de 2016 (IVV de 4,5%). O setor leva em conta que um IVV na casa dos 5% representa uma velocidade adequada para a venda de um empreendimento imobiliário.

Na comparação entre o 3º trimestre de 2015, de 2016 e de 2017, o deste ano apresentou IVV médio mais positivo: 6%; o IVV do 3º trimestre de 2015 foi de 4% e o de 2016, 4,5%.

O cálculo do IVV mensal resulta das informações sobre oferta e venda prestadas pelas empresas que respondem por 75% do mercado imobiliário legalizado do DF. A pesquisa de setembro indica que os imóveis novos residenciais com 3 quartos tiveram a maior velocidade de vendas no DF.

“Os imóveis residenciais e comerciais legalizados no DF têm sua velocidade de vendas medidas mensalmente, desde 2015, pelos empresários do setor. Dessa forma, as construtoras e imobiliárias que atuam apenas com imóveis legalizados apresentam uma referência segura de negócios para a população”, diz Paulo Muniz, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF). Além desta entidade, responde pela iniciativa o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), com apoio do Sebrae-DF. A coleta é feita pela empresa Opinião Informação Estratégica.

Ivv residencial – setembro/2017

Metro quadrado

A pesquisa mensal do IVV identificou que o preço do m² segue apresentando tendência de alta, em razão da pouca oferta de imóveis residenciais novos e dos poucos lançamentos imobiliários. A queda dos juros referenciais da economia (Selic) também atrai maior demanda por imóveis, considerado investimento seguro pela população. O valor médio do m² apurado em setembro foi de R$ 9.193,00.

O estudo apurou, em setembro, que a oferta de imóveis residenciais novos estava em 3.639 unidades, conforme informaram as 33 empresas participantes. Este total é inferior ao do mesmo período de 2016 (4.438 unidades) e de 2015 (4.663 imóveis). “O DF reúne cerca de 3 milhões de habitantes. Este total de ofertas de imóveis novos legalizados é baixíssimo e a lei de oferta e procura acaba por encarecer os produtos”, avalia Paulo Muniz.

Dados da Pesquisa IVV setembro/2017

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. Há, portanto, um IVV para imóveis residenciais e um IVV para comerciais. O IVV residencial, em setembro, foi de 5,8%. Já o dos comerciais registrou 1,3%. O gráfico da oferta de imóveis residenciais, comparativo dos anos 2015, 2016 e 2017 (a seguir), demonstra que a oferta cai seguidamente e, assim, o DF se ressente de mais lançamentos imobiliários para reequilibrar a ‘lei da oferta e procura’.

Oferta de imóveis residenciais – setembro/2017

Em setembro deste ano, estavam em oferta no mercado imobiliário 3.639 unidades residenciais novas (segundo informaram as empresas pesquisadas). Na comparação entre o 3º trimestre de 2015, de 2016 e de 2017, nota-se que a oferta caiu muito este ano. No 3º trimestre de 2015, a oferta era de 4.649 unidades; no mesmo período em 2016 era de 4.233; e no 3º trimestre de 2017, a oferta estava em 3.853 imóveis.

Oferta de imóveis residenciais por trimestre


Vendas de imóveis residenciais aceleram na comparação trimestral

As empresas pesquisadas informaram terem vendido 210 imóveis residenciais novos em setembro. Já a comparação entre o 3º trimestre de 2015, de 2016 e de 2017, nota-se que as vendas progrediram ano a ano. No 3º trimestre de 2015, a pesquisa havia registrado uma média de 188 vendas; no de 2016, uma média de 193 vendas; e este ano, a média foi de 229 vendas no 3º trimestre.


Vendas de imóveis residenciais – setembro/2017


De imóveis residenciais por trimestre

As quantidades de imóveis informadas se referem aos negociados pelas empresas participantes da pesquisa e não representam o total de imóveis em oferta ou negociados em todo o DF. Os percentuais informados podem ser projetados para representação de todo o mercado imobiliário do DF.

Valor do m² imóveis residenciais

Entre várias informações do mercado imobiliário do DF, a pesquisa do IVV aponta a variação do preço ofertado por m² dos imóveis residenciais em cada região. Em setembro, a Asa Norte registrou o maior valor de oferta: R$ 14.972,08; o mais baixo foi ofertado em Santa Maria – R$ 3.135,00.

Preço do m² – imóveis residências em oferta – setembro/2017


Ivv comercial – setembro/2017

O gráfico a seguir mostra a evolução do IVV dos imóveis comerciais novos. O IVV de setembro de 2017 foi de 1,3%.

 

Fonte e Fotos: SINDUSCON/DF

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