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Sobre: Elisabeth Mota

Publicados recentemente por: Elisabeth Mota

BRB lança aplicativo para abertura de conta de pessoa jurídica

Ferramenta, denominada BRB Conta, pode ser utilizada por empresas que queiram aderir ao Supera-DF, programa lançado para minimizar impactos econômicos da crise do coronavírus

O BRB atualizou o aplicativo BRB Conta, incluindo a opção para abertura de contas de clientes enquadrados na categoria de pessoa jurídica. Disponível na versão Android desde segunda-feira (30) e, a partir desta terça (31), em IOS, o app simplifica o processo de atendimento de novos clientes, especialmente os que queiram aderir ao Supera-DF. Este programa, lançado na semana passada para minimizar os impactos financeiros ocasionados pela crise do coronavírus, tem entre suas ações a concessão de até R$ 1 bilhão para a cadeia produtiva.

R$ 1 bilhãoValor até o qual pode chegar a concessão de crédito para a cadeia produtiva, por meio do programa Supera DF

“Poder disponibilizar o aplicativo em meio à pandemia do coronavírus foi um esforço adicional para atender às empresas em meio à crise da Covid-19”, destaca o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. “A ferramenta complementa nosso portfólio e reforça o compromisso de o BRB ser, cada vez mais, um banco moderno, completo e inovador.”

Por meio do app, os novos clientes enquadrados na categoria Pessoa Jurídica (PJ) passam a ter, na palma da mão, todo o processo de abertura de conta, fornecimento da documentação necessária e acompanhamento da aprovação do crédito totalmente pelo canal digital.

Outra importante medida que faz parte do programa Supera-DF é a oferta de carência de 90 dias para pagamento de crédito imobiliário e outras linhas de crédito, inclusive a modalidade consignada. Para isso, os cientes precisam estar adimplentes ou com atraso a partir de 18 de março.

Com informações do BRB

Imagem: Internet

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Novo preço para destinação de resíduos de construção é adiado

Suspensão da cobrança do reajuste de valores foi motivada pela situação provocada pelo coronavírus

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) adiou para 1º de outubro a vigência dos novos preços públicos a serem cobrados pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para disposição final de grandes volumes de resíduos da construção civil, podas e galhadas.

Os novos valores entrariam em vigor em 1º de abril, mas devido ao agravamento da situação econômica do país, decorrente do coronavírus, foram adiados. A decisão foi tomada nesta última segunda-feira (30/3), na primeira videoconferência da diretoria colegiada do órgão regulador, que está trabalhando em regime remoto. A resolução que estabelece o adiamento está publicada hoje no Diário Oficial do DF.

A gestão de resíduos sólidos da construção civil e de resíduos volumosos no Distrito Federal segue determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010. Desde junho de 2018, após regulamentação da Adasa, o serviço passou a ser cobrado pelo SLU.

Mas por decisão do Tribunal de Contas do DF (TCDF) os valores por resíduo segregado ou não, incluindo podas e galhadas, foram fixados provisoriamente em R$ 10,92 por tonelada, até a revisão dos preços pela Agência, que passariam a vigorar a partir de abril.

Os novos valores foram definidos pela Adasa com base em metodologia de cálculo, que levou em consideração alterações ocorridas na contratação, pelo SLU, da empresa para a operação da Unidade de Recebimento de Entulho (URE) – localizada no antigo Lixão.

Apesar de serem inferiores aos inicialmente estabelecidos pela Agência, em 2016, os valores revisados são maiores do que o praticado atualmente. Para a disposição final de resíduos segregados da construção civil o preço foi reajustado em 9%, para os não segregados, 92% e para podas e galhadas, 70%.

Em outras unidades da Federação, as atividades de disposição final dos resíduos da construção civil e de sua reciclagem são tipicamente exercidas pela iniciativa privada. Mas no DF, os resíduos estão sendo depositados no antigo Lixão da Estrutural, até que sejam instaladas as Áreas de Transbordo e Tratamento de Resíduos da Construção Civil pela iniciativa privada.

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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Seduh concede 368 alvarás de construção de casas no 1º trimestre

Rito simplificado estabelece que documento seja emitido em até sete dias. Equipe técnica atua em teletrabalho

Nos primeiros 90 dias de 2020, a Central de Aprovação de Projetos emitiu 368 alvarás de construção para casas pelo rito simplificado. Conhecido também como alvará de construção em até sete dias, o procedimento visa a facilitar o acesso da população aos serviços públicos e à desburocratização do licenciamento de obras.

Proporcionalmente, é como se a CAP emitisse quatro alvarás a cada dia – considerando inclusive sábados, domingos e feriados. Essa média evidencia que a rotina de trabalho não foi impactada pelas mudanças de controle da disseminação do novo coronavírus no Distrito Federal. Isso porque a equipe técnica segue em teletrabalho neste período, conforme Decreto nº 40546, de 20 de março de 2020.

Importante destacar que esse total se refere às solicitações que apresentaram toda a documentação necessária e, com isso, tiveram o alvará emitido no prazo.

O rito simplificado entrou em vigor em dezembro do ano passado e é um dos compromissos assumidos pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação no início desta gestão.

Para tanto, a CAP se vale da responsabilização técnica do autor do projeto e do proprietário da obra, prevista no Código de Obras e Edificações. A apresentação de informações corretas é garantida por meio do preenchimento do Termo de Responsabilidade e Cumprimento de Normas (TRCN).

O termo garante a responsabilização administrativa, disciplinar, civil e criminal caso proprietário e profissional que assinam o projeto apresentem declarações falsas. Além disso, fica estabelecido que, em caso de falta de conformidade com a legislação e das adequações necessárias ao projeto, o alvará de construção pode ser cassado.

* Com informações da Seduh

Imagem: Internet

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Seconci orienta empresas sobre prevenção do COVI-19

O Seconci-DF, preocupado com a segurança e saúde dos trabalhadores da construção civil, está disponibilizando uma equipe formada por profissionais de Medicina e Segurança do Trabalho para orientar às empresas quanto aos cuidados necessários para evitar a disseminação do CORONAVÍRUS pelos canteiros de obras.

A primeira visita ocorreu na manhã desta sexta-feira no canteiro da Construtora Faenge, localizada no setor Noroeste. Um médico do trabalho, um técnico de enfermagem do trabalho e um técnico de segurança do trabalho estiveram no local para verificar as medidas tomadas pela empresa e orientar os gestores sobre outras ações que podem ser aliadas no combate ao vírus. A entidade ressalta que toda a equipe está treinada e obedecendo às determinações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde.

Durante a visita, foi observado que a empresa está tomando várias medidas nas questões relacionadas à higiene, tais como, disponibilização de álcool em gel, torneiras, medição da temperatura, cuidados e atendimento das recomendações quanto ao grupo de risco, entre outras. O gestor da Construtora Faenge, Alysson Cabral, disse que são vários os cuidados como a higienização na entrada dos canteiros com a instalação de torneiras, disponibilização de álcool em gel, higienização dos EPIs, aumento do turno do almoço, fixação de cartazes pela obra, entre outras. “A nossa preocupação com a higiene sempre existiu. Com as novas determinações, os cuidados foram redobrados para que todos estejam protegidos”, disse Alysson.

As empresas do setor também estão atentas e alteraram a rotina dentro dos canteiros a fim de aumentar a segurança no ambiente de trabalho. “Nosso intuito é orientar os gestores quanto aos cuidados para evitar a disseminação do coronavírus. Para isso, formulamos um check-list com condutas simples que podem reforçar os cuidados já feitos e também servir como melhoria para que os cuidados possam surtir um efeito de prevenção ainda maior”, explica o gerente de medicina do Seconci-DF, Daniel Tutida Honda.

A equipe visitará as empresas que solicitarem o serviço, que é gratuito para as associadas ao Seconci, e, além das orientações e do check-list, serão entregues cartazes orientativos para fixação nas obras.

Para receber a visita do médico e dos técnicos, basta entrar em contato pelo telefone (61) 98565-0509

 

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Fonte, imagem e vídeo: Seconci/DF

 

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01/04 Transmissão ao vivo – Asbraco, Ademi/DF e Sinduscon/DF conversam com o BRB

AO VIVO – O Sinduscon-DF, a Ademi-DF e a Asbraco realizarão live com o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, para tratar sobre as ações do banco para o setor produtivo e combate aos efeitos da crise do Coronavírus.

Programe-se!

A transmissão será na quarta-feira, 1º de abril, às 10h.
No dia e horário marcado, acesse: https://bit.ly/3akkhJD

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Como a pandemia da Covid-19 pode afetar a sua empresa e os impactos jurídicos e trabalhistas

Entidades do setor construtivo de Brasília tem buscado as melhores alternativas para auxiliar empresários e outras instituições no enfrentamento da pandemia da Covid-19. Por isso, diversas videoconferências têm sido organizadas e realizadas ao logo dessa semana para debaterem o assunto e quais opções estratégicas para lidar com a situação, visando o equilíbrio entre os empresários e funcionários do setor, afim de manter a economia local.

Na última quinta-feira (26), o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) realizou sua primeira videoconferência para debater o impacto da pandemia do coronavírus no setor e abordou outros temas, como as questões trabalhistas, escritórios e canteiros de obras no enfrentamento ao Covid-19.

Mais de 50 pessoas participam desta primeira transmissão ao vivo que contou com a participação dos assessores jurídico e trabalhista, respectivamente, de algumas entidades do setor, como o Sinduscon e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), os senhores Rafael Mota e Fernando Russomano. O objetivo era trazer lucidez e entendimento às principais dúvidas das empresas associadas e outras instituições, sobre a Covid-19 e qual plano adotar dentro das empresas.

O presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, foi o mediador do debate que durou cerca de uma hora e meia. Os participantes puderam tirar suas dúvidas sobre quais decisões podem ser tomadas tanto no setor trabalhista, quanto na área jurídica, em razão da pandemia do coronavírus. Alguns dos pontos mais questionados foram sobre banco de horas, atestados, estagiários e jovens aprendizes, férias coletivas e individuais.

Segundo o Dr. Rafael Mota, a pandemia trouxe uma significativa repercussão em 6 esferas dentro do setor. Questões trabalhistas, relações com os fornecedores, consumidores, com a administração pública, com os bancos e com o governo propriamente dito em relação aos impostos.

Todas as questões trabalhistas foram tratadas pelo Dr. Fernando Russomano. Durante a transmissão houveram diversos questionamentos sobre o que fazer e como proceder com os funcionários durante esse período da Covid-19. Melhores esclarecidos podem ser encontrados nas cartilhas:  Questões trabalhistasEscritórios e Canteiros de obras.

Para o presidente da Asbraco, Afonso Assad, estas ações irão nortear os empresários do setor que, no momento, estão necessitando de orientações concretas diante de tantas informações.

As orientações compartilhadas pelo Dr. Rafael abrangem:

Fornecedores – que se tente negociar as relações contratuais, pois esse será o entendimento jurídico. Não havendo acordo entre as partes, que os empresários façam uma notificação documentando a tentativa de acordo para uma eventual ação judicial;

Consumidores – deve haver uma relação transparente, com comunicação baseada na boa fé para se evitar alguns prejuízos, mantendo um bom convívio, pactuando a forma e o responsável pelos prejuízos. Os empresários deverão fazer notificações dos andamentos das obras por problemas decorrentes da Covid-19 que poderão ocasionar atrasos nas obras;

Administração pública com a declaração de Estado de Calamidade foi determinada a possibilidade de dispensa de licitações, por isso a orientação é que as empresas que eventualmente façam contrato com a administração pública sem a licitação, documentem profundamente e com a justificativa dos preços, pois essas obras serão auditadas posteriormente;

Bancos – é importante que se registrem todas as tratativas com os bancos, para o caso de não se chegar a um acordo haverá toda documentação comprovando esses entendimentos visando o resguardo para uma possível discussão judicial;

Governo – recomendam-se que as empresas imprimam suas certidões negativas, pois a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou recentemente uma portaria conjunta permitindo que essas certidões passem a valer por até 90 dias, podendo ser prorrogado.

“Resumidamente, para que o empresário possa se sentir seguro, a orientação é negociar com os fornecedores, consumidores, bancos e toda a cadeia produtiva, documentando contabilmente, mostrando o real prejuízo de forma clara para que, se levado à justiça, o empresário tenha provas desse prejuízo, além de se resguardar por meio de um assessor jurídico profissional e gabaritado na área”, afirmou Rafael.

Como resultado da videoconferência, o Sinduscon-DF lançou mais uma nova cartilha com sete possíveis ações para a construção civil diante do cenário da pandemia (Covid-19), incluindo medidas que os empresários podem adotar para evitar prejuízos em contratos com fornecedores, consumidores e entes públicos.

*Com informações do Dr. Rafael Mota e do Sinduscon-DF

Imagem: Sinduscon-DF

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Mudanças no COE simplificam aprovação de projetos para unidades de saúde

Rito para aprovação de projetos de equipamentos públicos passa a dispensar fase de habilitação. Decreto publicado nesta quarta-feira -feira (25) estabelece que procedimento passe à expedição do alvará de construção quando projeto for voltado à saúde, educação e segurança

Com o objetivo de promover alterações ao Código de Obras e Edificações (COE), foi publicado o Decreto nº 40.558 em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (24) A norma modifica o decreto regulamentador do COE e busca desburocratizar procedimentos para licenciar de projetos de arquitetura de equipamentos públicos.

Uma das principais novidades é a que dá maior celeridade aos processos de licenciamento de obras de interesse público. Isso porque a nova redação do Código dispensa a necessidade da fase de habilitação de projeto dos equipamentos públicos de saúde, educação e segurança pública.

Na prática, o decreto publicado hoje define que, tão logo seja dada entrada aos projetos que se enquadrem nessa hipóteses, o alvará de construção será emitido. A emissão do documento é condicionada à responsabilidade técnica do autor do projeto.

A medida é fundamental para acelerar a construção de unidades de saúde, principalmente nesse momento de combate ao novo coronavírus.

Experiência diária indicou necessidade de atualizar a norma

As melhorias no COE ocorrem pouco mais de um ano de vigência da norma e são fruto da experiência dos analistas da Central de Aprovação de Projetos durante o período. “As mudanças resultam de situações, no dia-a-dia, em que percebemos que o rito poderia ser mais simples”, explica o subsecretário da Central de Aprovação de Projetos, Ricardo Noronha.

As melhorias vinham sendo debatidas há seis meses no âmbito da Comissão Permanente de Monitoramento do Código de Obras e Edificações (CPCOE). O órgão colegiado é formado por representantes do Governo do Distrito Federal e de organizações da sociedade civil.

A dispensa da fase de habilitação ocorre para novos projetos e para os que já estejam tramitando na CAP e sejam de interesse público. “Valerá tanto para escolas e postos de saúde quanto para batalhões de polícia. Todos as tipologias e todos os portes, para saúde, educação e segurança, são contemplados”, detalha Noronha. A norma entra em vigor imediatamente.

Essa é a segunda mudança pela qual passa o decreto regulamentador do COE, o de nº 39.272, de 2 de agosto de 2018. As alterações propostas em 2 de julho de 2019 trataram da possibilidade de fazer correções simples no projeto sem a necessidade de pagamento de taxas em duplicidade. A atualização também tratou de tabelas e correções relacionadas à acessibilidade em prédios.

Fonte: SEDUH

Imagem: Internet

 

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Covid-19: para não deixar a economia parar, GDF mantém 82 obras

Enquanto as aulas estiverem suspensas para barrar o avanço do novo coronavírus, o Governo do Distrito Federal (GDF) fará manutenção em 40 escolas públicas com sérios problemas de infraestrutura. Serão investidos, aproximadamente, R$ 7,7 milhões.

Segundo o secretário de Governo, José Humberto Pires, o GDF não quer deixar a cidade “parar” durante a crise. Por isso, 82 obras públicas não serão interrompidas, incluindo a construção de sete Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

“É preciso ter um olho no peixe e outro na frigideira. O problema principal hoje é o coronavírus. Outro é a atividade econômica, que não pode entrar em depressão plena. Precisa de equilíbrio e um olhar para a sobrevivência do emprego”, assinalou.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) autorizou os reparos nas escolas com problemas críticos de infraestrutura. “Estamos aproveitando este período sem aulas, sem alunos, sem professores para fazer essa manutenção. O objetivo é chegar a 40”, disse José Humberto.

A manutenção das escolas será dividida entre dois pacotes com 20 unidades. O primeiro lote custará R$ 3.570.000,00. O levantamento prévio do segundo aponta investimento de R$ 4.146.000,00. O recurso está no orçamento da Secretaria de Educação do DF.

“As 20 primeiras [escolas] estão em Taguatinga, Asa Sul, Recanto das Emas, Samambaia, Gama, Ceilândia, Planaltina e Sobradinho, conforme levantamento apresentado pelo secretário de Educação, João Pedro Ferraz”, afirmou José Humberto.

UPAs

No caso da Secretaria de Saúde do DF e do Instituto de Gestão Estratégica da Saúde do DF (Iges-DF), o GDF colocará em marcha a construção de sete UPAs. Serão investidos aproximadamente R$ 34,2 milhões no total.

Dentro dos próximos dias, o GDF vai começar a construção da unidade de Brazlândia. O governo também planeja erguer novas UPAs em Ceilândia, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo II, Paranoá e Planaltina.

Segundo José Humberto, todas as construções estavam previstas no orçamento do GDF, com financiamento externo, convênios e emendas parlamentares distritais e federais. Ou seja, não se tratam de obras novas.

Lançamentos

Dentro do pacote, o GDF deverá começar a obra de infraestrutura da Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) do Gama. O investimento será de R$ 3,8 milhões, “por determinação do governador Ibaneis”, ressaltou o secretário.

Também está no horizonte a construção do Terminal Rodoviário de Santa Maria. Nesse caso, a obra terá investimento de R$ 4,7 milhões.

O GDF pretende seguir em frente com a revitalização da Avenida W3 Sul. Serão aplicados R$ 2,3 milhões para a renovação do trecho entre as quadras 509 e 510. E a previsão de entrega da Ligação Torto-Colorado e do Trevo de Triagem Norte é em julho deste ano.

Saúde do trabalhador

A lista de obras do GDF inclui a 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga); a Praça da Juventude, no Itapoã; e o complemento do Eixão em direção ao Aeroporto de Brasília, com a construção de pista de concreto. As estações do Metrô da 106 Sul e 110 Sul também estão no pacote.

José Humberto destacou o cuidado do GDF com a saúde dos trabalhadores nos canteiros de obras. A determinação do governo é que as empresas obedeçam as recomendações de segurança dos órgãos de saúde.

“A gente não pode deixar a cidade parar, mas temos que ter uma responsabilidade muito grande com a questão da proteção das pessoas. A vida tem um valor maior do que qualquer obra ou atitude focada na economia”, ponderou.

Setor produtivo

Houve ajustes nos canteiros, como a redução e o revezamento de funcionários em pelo menos 30%. Passaram a ser fornecidos equipamentos de proteção individual, tais como máscaras e álcool em gel. Foi estabelecida também a distância de 1,5 metro entre os profissionais nas estações de trabalho.

Neste contexto, o governo fez reuniões com o setor produtivo, buscando a continuidade das obras da iniciativa privada no DF. Ou seja, pedindo que os canteiros não parem, mas que não deixem de seguir as orientações da saúde pública.

“Os recursos hoje estão focados em salvar vidas. Nós falamos de obras cujos recursos não vão atrapalhar nem conflitar com os recursos da saúde. Não são obras novas. São a continuidade daquilo que já estava acontecendo”, frisou José Humberto.

 

Fonte e Imagem: Metrópoles

 

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Construção civil continua no DF, mantendo a economia local

Medida definida pelo Governo decide que setor deve continuar trabalhando para manter a economia

O Brasil praticamente parou em função do Covid-19. Comércios, academia, restaurantes e bares estão, em muitos estados, fechados e assim devem ficar enquanto o vírus for uma ameaça. Porém, existe um setor que continua funcionando: a construção civil. No Distrito Federal, os pedreiros, eletricistas, engenheiros e demais profissionais da área seguem trabalhando.

Segundo o economista de São Carlos (SP), Sérgio Perussi Filho, é necessário o funcionamento do setor de construção civil.  Para ele, a atividade precisa se manter viva neste período. “As decisões de alguns governadores de não parar o setor da construção civil durante esses meses iniciais de pandemia é importante porque o setor gera mais de 10 milhões de empregos no Brasil e representa 22% do Produto Interno Bruto (PIB) da economia que o país consegue produzir durante um ano. Também paga muitos impostos para o Governo Federal, uma carga tributária de 34%”, explicou.

O governador Ibaneis Rocha (MDB-DF) se antecipou e foi o primeiro a decidir pelo fechamento de estabelecimentos, suspensão das aulas e de diversas outras atividades para conter a pandemia de coronavírus.

O decreto que determinou o fechamento de boa parte do comércio e de serviço, o governador excluiu serviços considerados essenciais: clínicas médicas, laboratórios, farmácias, supermercados  e produtos para casas atacadistas e varejistas, minimercados, mercearias e afins, padarias, açougues, peixarias, postos de combustíveis e operações de delivery. Na mesma categoria, foram incluídas as empresas de construção civil e lojas de materiais de construção.

Desta maneira, as obras seguem e os operários continuam se locomovendo para o ambiente de trabalho. “As empresas estão tomando todos os cuidados para que isso ocorra. Não há registro de qualquer caso [de contágio nas obras]”, afirmou o governo através de sua assessoria de imprensa.

O especialista ressalta a importância de cuidar dos trabalhadores neste momento. “É importante também tomar algumas decisões para cuidar da saúde dos trabalhadores na construção civil, principalmente a logística, o transporte desses trabalhadores e também atividade que desenvolvem nas obras, cuidar para que tenham um controle sanitário, para que possam ter sua higiene bem cuidada para trabalhar e não se contaminar e transferir o vírus para outros colegas do trabalho”, disse Fiho.

Também através da assessoria, o governo do DF explicou que o trabalho ao ar livre oferece muito menos riscos de contágio. “O objetivo do governo é manter a economia funcionando; com a retirada de milhares de carros da circulação, os trabalhadores da construção civil podem seguir normalmente em suas funções”, disse.

São Paulo

O Distrito Federal não é um caso isolado. Em São Paulo, o governador João Doria teve entendimento similar. “Não podemos ter paralisação do setor e nem mesmo em obras. As obras do metrô, de prontos-socorros e de hospitais, de rodovias e de ferrovias, obras que estão em curso e que atendem a necessidade da população, assim como obras de recuperação necessárias ao perfeito funcionamento de municípios e obras de manutenção, não podem ser interrompidas”, completou.

Novo cenário

O setor de construção civil abriu 2020 com perspectivas de crescimento. Para a câmara brasileira da indústria da construção, o setor poderia crescer 3% neste ano, o que representa um potencial para criação de 150 mil a 200 mil postos de trabalho formais até o final do ano. Diante da pandemia, todo cenário poderá ser alterado.

“É um setor muito importante da economia, é importante que ele permaneça em atividade neste momento, mas não podemos descuidar do cuidado com os trabalhadores, dependendo deste tipo de obra, os trabalhadores ficam em contato mais próximo, é importante criar uma condição de administração do processo de produção pelos coordenadores, engenheiros para que possam trabalhar, produzir e ao mesmo tempo tomar cuidado com relação a contaminação”, finalizou o especialista.

Com informações dos sites: Congresso em Foco e A cidade On

Imagem: Internet

 

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Doria diz que fábricas e construção civil não podem parar

“Se as fábricas pararem, teremos colapso no abastecimento”, disse

Em coletiva realizada no início da tarde de hoje (23), o governador de São Paulo, João Doria, reforçou a necessidade de funcionamento das fábricas no estado e do setor de construção civil. “Não podemos ter colapso na produção do país”, disse. “Se as fábricas pararem, teremos colapso no abastecimento, não só de alimentos, como de produtos básicos para a população de São Paulo e do país”, acrescentou.

Doria disse ainda que a construção civil também deve continuar operando. “Sigam os critérios sanitários que estamos determinando. Mas não podemos ter paralisação do setor e nem mesmo em obras. As obras do metrô, de prontos-socorros e de hospitais, de rodovias e de ferrovias, obras que estão em curso e que atendem a necessidade da população, assim como obras de recuperação necessárias ao perfeito funcionamento de municípios e obras de manutenção, não podem ser interrompidas.”

O governador defendeu que borracharias e oficinas mecânicas estejam abertas durante esse período para atender, principalmente, os carros das áreas de segurança e ambulâncias.

Postos e caminhoneiros

Ele pediu que os prefeitos não bloqueiem estradas e mantenham abertos os postos de combustíveis.“Pedimos uma especial atenção aos caminhoneiros. São Paulo é o maior centro de abastecimento do país. Por isso, prefeitos, não limitem estradas e não limitem funcionamento de postos de combustível fundamentais para o que o serviço de transporte continue a ser feito regularmente. As estradas e as nossas fronteiras devem permanecer abertas para não ocorrer desabastecimento.”

A partir de quarta-feira (25), segundo Doria, policiais militares e bombeiros fardados terão acesso gratuito ao transporte público municipal e intermunicipal dentro do estado de São Paulo. A medida valerá até o dia 30 de julho.

Ele também anunciou que a Companhia de Gás de São Paulo (Comgas) irá suspender o corte de fornecimento de consumidores residências, comerciais e hospitalares até o dia 31 de maio de 2020. “Nenhuma residência ou centro de consumo de gás encanado da Comgas poderá ser sustado ou interrompido”, ressaltou.

Também será suspensa a multa para as indústrias que não utilizarem a cota mínima de gás que estava fixada em contrato.

 

Fonte e Imagem: Agência Brasil

 

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