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Sobre: Elisabeth Mota

Publicados recentemente por: Elisabeth Mota

Pavimentação em Vicente Pires

Serviços foram realizados nas ruas 5 e 10

Em apoio às obras de infraestrutura do Setor Habitacional Vicente Pires, realizadas pela Secretaria de Obras, Novacap e a administração regional, o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) pavimentou as duas principais ruas da cidade – 5 e 10.

Na rua 10 o serviço foi realizado em dois meses, de maio a junho. Já na rua 5 a obra teve início em meados de setembro e foi concluída em 15 dias.

“O importante em uma obra peculiar deste porte é a parceria entre os órgãos. Não nos custava nada entrar com a pavimentação enquanto os outros órgãos dão continuidade aos outros serviços antes que as chuvas cheguem. O que está em jogo aqui é mais um ano de sofrimento para os moradores, seja em tempos de seca ou de chuva. Então unimos forças e mãos à obra”, destacou o engenheiro do DER Geraldo Jacinto.

A dona de casa Amanda Barros de Carvalho, de 31 anos, diz que a pavimentação da rua 5, em que mora, era uma demanda antiga da comunidade. “Aqui nunca tivemos sossego, porque era muita poeira no tempo seco e alagamentos no tempo chuvoso. Agora podemos enfim dizer que temos condições de moradia digna”, comemorou.

 

Fonte e Imagem: Agência Brasília

 

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Novas regras para Carta de Regularização de Habite-se

Norma, que regulamenta artigos do Código de Obras e Edificações, vale para construções erguidas e ocupadas até 26 de abril de 2018

Proprietários de casas ou prédios sem Carta de Habite-se contam com nova orientação para obter licenciamento. Publicado no Diário Oficial do DF (DODF), o Decreto nº 40.154 estabelece procedimentos e critérios para o licenciamento de imóveis construídos e ocupados até 26 de abril de 2018.

O texto atual altera outro decreto — o de nº 39.272, de 2 de agosto de 2018 — e regulamenta os artigos nº 151, 152 e 153 da Lei nº 6.138 (Código de Obras e Edificações), de 26 de abril de 2018.

O objetivo é fazer com que os responsáveis adotem as exigências de segurança e salubridade para essas construções, com o devido recolhimento de encargos e impostos previstos pela legislação.

Documentação

A Carta de Habite-se de Regularização pode ser emitida mediante apresentação de documentos de titularidade, de comprovação da ocupação em período anterior a 26 de abril de 2018 e de laudos técnicos que comprovem a estabilidade da edificação e a inexistência de riscos. Esses estudos devem ser acompanhados de documento de responsabilidade técnica.

Para prédios erguidos em área de regularização, além da documentação requerida, os interessados deverão apresentar laudos técnicos que comprovem o atendimento às normas de acessibilidade, de segurança contra incêndio – de acordo com os critérios exigidos pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) – e de solidez da edificação, conforme as regras definidas pela Defesa Civil.

No caso de edificações construídas em áreas de regularização, o licenciamento de casas e prédios só será possível em locais cujos lotes já estejam registrados em cartórios. A consulta pode ser feita por meio do Portal da Regularização.

 

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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Após cura do concreto, obra no viaduto da EPTG com a EPCT entra em nova fase

Após a conclusão do processo de cura do concreto, as obras do alargamento do viaduto da EPTG/EPCT, próximo de Taguatinga, chegam à fase de desforma dos encabeçamentos. Na sequência, será realizada a retirada das proteções laterais e, por fim, a tão esperada pavimentação asfáltica. A conclusão das obras está prevista para o mês de dezembro.

As obras de alargamento do viaduto da Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG) e da Estrada Parque Contorno (EPCT) foram retomadas em junho. Atualmente, os dois viadutos tem 60 metros de extensão, sendo três faixas em cada sentido, totalizando 20 metros de largura.

Após a conclusão dos serviços, os viadutos serão unificados e passarão a ter 41,80 metros de largura. Serão 11 faixas para a circulação de veículos, sendo cinco faixas no sentido Plano Piloto e quatro faixas no sentido Taguatinga, além de duas faixas centrais para ônibus com largura de quatro metros.

“Essa é das obras mais esperadas de Taguatinga. Estou ansioso para que seja entregue à população o quanto antes”, destaca o advogado Rony Silva.

“A conclusão do alargamento do viaduto vai desafogar o trânsito para os mais de 135 mil veículos que trafegam diariamente por este trecho. Esta é apenas uma das obras para melhorar o trânsito de Taguatinga. Outras estão previstas para saírem do papel”, pontua Izidio Santos, Secretário de Obras do DF.

DADOS DA OBRA

Volume de concreto aproximado: 2.000 m³.

Quantidade de aço aproximada: 220 toneladas.

Funcionários envolvidos diretamente na obra: 35.

Início:06/2019

Previsão de conclusão: 180 dias.

Valor: R$5.155.676,09.

 

Fonte e Imagem do texto: SODF

Imagem destaque: Internet

 

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Após a crise, o futuro: como tornar de excelência a gestão da água?

Governo planeja unificar sistemas de abastecimento e investir em tecnologia para melhorar o uso dos recursos hídricos. Por isso, quer aumentar 100% o monitoramento do consumo urbano e rural

O aumento populacional, o desmatamento e as mudanças climáticas são desafios que afetam a boa gestão dos recursos hídricos. Enfrentá-los e, ao mesmo tempo, dar uma melhor destinação ao consumo da água, é uma das missões mais difíceis de qualquer gestão governamental. No caso do Distrito Federal, o desafio é mais intenso: a capital sofreu, entre 2016 e 2018, a maior crise hídrica de sua história.

Para minimizar os problemas, elaborar e executar soluções definitivas para as consequências destes e de problemas que ainda vão surgir, é preciso muito estudo – e suor.  O Executivo local, por exemplo, estabeleceu algumas medidas e as inseriu no Plano Estratégico do DF (PEDF), documento com previsões de ações a curto, médio e longo prazo.

O abastecimento de qualidade e uso correto da água é uma das batalhas previstas no Plano Estratégico. Afinal, o DF quer ser referência no país na gestão da água. Nesse sentido, prevê três resultados-chaves:

  • triplicar a proteção de nascentes em bacias hidrográficas prioritárias;
  • aumentar em 100% o monitoramento do consumo de água nos setores urbano e rural;
  • aumentar em 100% o número de instrumentos de gestão de recursos hídricos implementados nas bacias hidrográficas

Entenda a seguir como cada um desses pontos se desdobra. Veja também o que a atual gestão realizou ao longo de 2019 nesta questão específica e o que está na esteira da previsão de realizações para os próximos anos.

Ações em curso
A continuação das obras de interligação dos sistemas Torto-Santa Maria e Sobradinho-Planaltina, a cargo da Caesb é uma das principais medidas. Ela propicia, por exemplo, maior possibilidade de manobras operacionais, diminuindo a vulnerabilidade de um sistema individualmente. As novas captações de água no ribeirão Bananal (750 L/s) e no Lago Paranoá (700 L/s), juntamente com a interligação entre os sistemas Torto/Santa Maria ao sistema Descoberto reforçam a preocupação do GDF com o tema.

Barragem do Torto – Foto: Agência Brasília/Arquivo

 Além disso, os Sistemas Sobradinho/Planaltina e São Sebastião passam por obras de interligação e melhorias das unidades operacionais para dar continuidade à prestação do serviço de abastecimento. Após a finalização das integrações, será possível a transferência de água entre os sistemas, facilitando e dando maior segurança para o abastecimento da população.

 O GDF também trabalha na finalização do sistema Corumbá IV, em parceria com a  Companhia Saneamento de Goiás (Saneago). Com capacidade de 2,8 m³/s na primeira etapa de operação, o sistema irá abastecer inicialmente as regiões do Gama, Santa Maria e Riacho Fundo II, podendo alcançar, no futuro, todas as RAs atendidas pelo sistema Descoberto.

 Há outras intervenções em andamento importantes, como a reativação de pequenas captações – a da Ponte de Terra II, Crispim e Alagado, e a implantação de uma nova Estação de Tratamento de Água Gama.

 Também foram intensificadas as ações de acompanhamento pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) do programa de combate à perda d’água da Caesb, com fiscalização das ações de setorização de redes em regiões como São Sebastião, Taguatinga e Ceilândia.

A setorização por meio da instalação de Distritos de Medição e Controle propiciam maior gerenciamento das perdas de água na rede de abastecimento, possibilitando localizar mais facilmente qualquer rompimento ou vazamento nas tubulações.

Inteligência artificial
A tecnologia é outra aliada da Adasa e Caesb. Na Adasa, o apoio da inteligência artificial permite o monitoramento de cenários e a antecipação a possíveis crises hídricas no DF. Sensores instalados em diferentes pontos medem os níveis de água em rios e reservatórios, bem como os índices de chuvas, com medições programadas para cada 15 minutos.

Essas informações se transformam em ouro para a Adasa a partir da ferramenta de análise de dados da Microsoft utilizada pela Agência. O Power BI possibilita análises programadas, tais como a comparação das medidas coletadas em tempo real, com base em dados de uma série histórica de mais de 30 anos de registros.

Os dados são compartilhados com o público em geral por meio do Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos (Sirh) do Distrito Federal, acessível no site da Adasa.

Canais subterrâneos
Na área rural, o GDF tem investido na construção de canais subterrâneos de irrigação. Além de evitar a perda de cerca de 50% do volume de água, que corria nos antigos canais a céu aberto, a nova tubulação possibilita a distribuição de forma igualitária a todos os produtores.

Azeredo, produtor rural: tubulação reduz perdas – Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Em Tabatinga, o produtor rural criador de aves José Eduardo Azeredo aprova o uso da tubulação. “Ela nos gerou economia, reduzindo perdas. A outra questão é o uso racional da água, tentar controlar e melhorar o acesso. Nossa captação, se tivesse, por exemplo, uma outorga de uso de 300 milímetro de água agora nós retiramos 150 milímetros. Passamos por uma crise e uma vez que isso acontece você automaticamente passa a economizar mais”, aponta.

Ele conta que a economia também foi adotada em casa e espera uma boa produção em 2020. “Fico melindroso com tudo, seja no uso da torneira ou chuveiro, reduzimos drasticamente. Minha conta de água está sempre dentro da cota mínima e ganho bonificação da Caesb pelo baixo consumo”. Sobre a produção ele assegura: “Com esse serviço da tubulação vamos poder investir com menor risco. Em 2020 vamos ter uma diferença na produção”, acrescenta. Eduardo cria aves e pensa, a partir do próximo ano, investir no sistema de hidroponia.

Plantio de mudas
Nem só de tecnologias modernas é feito o trabalho de preservação e melhor uso dos recursos hídricos. Na Bacia do Ribeirão Pipiripau, localizada ao nordeste do DF, o plantio de mudas colaboram para a preservação da área, bem como a  segurança hídrica e ambiental da bacia.

Foto: Agência Brasília/Arquivo

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Agência Nacional de Águas (ANA), em parceria com a Secretaria de Agricultura, tocam o projeto Produtor de Água do Pipiripau com a produção de aproximadamente 96 mil mudas de espécies nativas. A meta é a restauração florestal do lugar, área de preservação permanente e reserva legal.

 

 

Fonte e Imagens: Agência Brasília

 

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Crescimento econômico avança 0,7% em agosto, diz ”prévia do PIB”

De janeiro a agosto de 2019, a taxa acumulada mostra alta de 0,66%

O IBC-BR registrou alta de 0,7% em agosto, na comparação com o mês anterior. O índice de atividade econômica do Banco Central é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira  (14/10), pelo Banco Central. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o índice recuou 0,73%. Já no acumulado em 12 meses, o avanço é de 0,87%. De janeiro a agosto de 2019, a taxa acumulada mostra alta de 0,66%.

 

Fonte e Imagem: Correio Braziliense

 

 

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Queda de juros anunciada pelo BRB empolga setor da construção civil

Para representantes do setor, taxa de financiamento imobiliário mais baixa do país – de 6,99% – contribuirá para aumento das vendas e consequente geração de empregos no Distrito Federal. Previsão é de R$ 2,5 bilhões em vendas

Começou a valer nesta segunda-feira (14/10) a taxa de 6,99% ao ano para financiamento imobiliário para pessoa física no Banco de Brasília (BRB). A tarifa, a mais baixa entre os concorrentes e a menor registrada na história do país, anima o setor da construção civil e o mercado imobiliário. Entidades representativas da área apostam no aquecimento da economia com o incentivo à compra da casa própria e destacam que as consequências principais devem ser o crescimento das vendas e da geração de empregos.

A redução da tarifa pelo BRB, adiantada pelo Correio no domingo, segue tendência nacional. A concorrência entre as instituições financeiras e a redução da taxa básica de juros, a Selic, estimularam a derrubada dos valores em busca de potenciais clientes. Esse movimento, para representantes do setor, terá impacto rápido. “É um sinal concreto, efetivo para a área, porque não se trata de um estudo ou de uma avaliação para reduzir a tarifa, mas de uma redução, de fato, das taxas”, destaca o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Dionyzio Klavdianos.
Para ele, o fato de um banco local, como o BRB, oferecer taxa de juros menor do que a das maiores instituições do mercado estimula a população do DF a investir na compra de imóveis. “Há uma faixa muito grande dos clientes que precisam do financiamento para efetivar o negócio. Essa taxa viabiliza a compra e estimula as vendas. Consequentemente, investe-se mais em lançamentos”, acredita.
As taxas menores consolidarão um crescimento dos negócios que começou a ser percebido em 2019, avalia o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira. Segundo ele, até agosto, o valor geral de vendas alcançou R$ 1,58 bilhão. Em 2018, o número ficou em R$ 1,24 bilhão. “A nossa expectativa é de que, com esse movimento na taxa de juros, consigamos chegar ao dobro do que se conseguiu no ano passado e cheguemos aos R$ 2,5 bilhões”, prevê. A redução da taxa de juros, segundo ele, tem influência positiva no mercado, pois possibilita que mais clientes tenham acesso a casa própria. “Por isso, ampliar o número potencial de clientes se reflete diretamente no aumento de lançamentos.”
Além das grandes construtoras e incorporadoras, a queda nas tarifas tem efeito positivo para pequenas e médias empresas do ramo, avalia o presidente da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), Afonso Assad. “A redução é muito bem-vinda, porque traz de volta investimentos. Isso, indiretamente, impacta as empresas menores, como as que são associadas a Asbraco, porque elas voltam a ser contratadas pelas maiores. A consequência é o crescimento do mercado como um todo”, argumenta.
Professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Alberto Ramos concorda que a medida é positiva para o mercado em um momento em que o setor não se recuperou completamente da crise financeira. O especialista ressalta, porém, que há variáveis que precisam ser levadas em conta na projeção de crescimento. “A taxa de juros é um dos fatores importantes, mas também deve-se considerar as perspectivas das pessoas em relação ao futuro, a emprego e a salário. Vivemos um momento de incerteza, e o crescimento também depende disso”, complementa.

Condições

O diretor presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, explicou que o crédito imobiliário foi colocado como uma das prioridades da instituição, pois gera relacionamento de longo prazo com os clientes e fomenta a cadeia produtiva da construção civil. “Resolvemos ser bem agressivos”, disse em entrevista recente ao Correio para anunciar a redução.
Paulo Henrique Costa, diretor presidente do Banco de Brasília (BRB) :
Paulo Henrique Costa, diretor presidente do Banco de Brasília (BRB) : “Resolvemos ser bem agressivos”(foto: Minervino Júnior/CB/DA.Press)
O índice, de 6,99% ao ano, mais taxa referencial, será aceito para negociações pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que vale para imóveis de até R$ 1,5 milhão, e pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), em que não há limite de custo. O prazo máximo para o crédito é de 420 meses (35 anos), e até 80% do valor total do imóvel pode ser financiado.
Para ter acesso à linha de crédito, além de ter conta-corrente no banco, o cliente precisa usar outros quatro serviços da instituição: crédito mensal de salário; cartão de crédito; mobile banking ativo; descontos com débito direto em conta. A estimativa do BRB é de que R$ 250 milhões sejam aplicados em financiamentos do tipo. O crédito é direcionado para todos os clientes do banco, mas servidores públicos do GDF contam com valores pré-aprovados disponíveis no aplicativo do BRB.
A servidora pública Samara Cristina Cardoso, 26 anos, é uma das clientes que espera conseguir concretizar o sonho de ter uma casa por meio do financiamento. “Estou louca para sair do aluguel. Busco isso a minha vida inteira. Antes, quando morava com a minha mãe e agora, que estou casada também”, contou. A taxa de juros mais baixa é um estímulo a mais, diz a funcionária do GDF, que se planeja para ajustar as finanças a fim de efetivar o empréstimo.
Colaborou Rayssa Brito (estagiária sob supervisão de Guilherme Goulart)

Crédito

6,99%
Taxa mínima para o crédito imobiliário, mais taxa referencial (TR)
 
420
Quantidade máxima de meses para o financiamento
 
80%
Porcentagem máxima do valor do imóvel que pode ser financiada pelo BRB

Palavra de especialista

Efeito positivo
“A redução na taxa de juros do financiamento imobiliário tem impacto na reativação do setor da construção civil, que sofreu muito depois do agravamento da crise econômica. Esse é um espaço de retomada para a capacidade ociosa que se tem. Os bancos fizeram redução bastante expressiva nesse sentido recentemente e agora é muito importante que o BRB venha trabalhar com taxas ainda menores. O efeito econômico é altamente positivo porque o setor da construção civil gera muitos empregos. A área oferta muitos postos de trabalho que não demandam grande formação acadêmica e há muitas pessoas que precisam hoje desse tipo de vaga.”, José Luiz Pagnussat, economista e membro do Conselho Regional de Economia do DF (Corecon-DF).
Fonte e Imagens: Correio Braziliense
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GDF investe na reforma de calçadas em várias regiões administrativas

Segundo a Novacap, manutenção não era feita desde 2012. Previsão de custo para os reparos é de pelo menos R$ 23 milhões, provenientes do governo local e de emendas parlamentares

Para dar mais acessibilidade e mobilidade urbana à população do Distrito Federal, o governo local investe na reforma de calçadas espalhadas pelas regiões administrativas. De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a manutenção não era feita desde 2012. A previsão de custo para os reparos é de pelo menos R$ 23 milhões, provenientes do GDF e de emendas parlamentares.

Entre as cidades que receberam a restauração estão Mangueiral, Plano Piloto e São Sebastião. As calçadas das regiões de Águas Claras, Ceilândia Plano Piloto e Recanto das Emas estão sendo reformadas. Há previsão para que Brazlândia, Samambaia e Santa Maria também sejam contempladas com a manutenção. Nas outras cidades, as Regiões Administrativas estão colhendo informações de onde é necessário fazer a restauração para que a Novacap execute a ação.

Diretor de Urbanização da Novacap, Luciano Carvalho, afirma que a manutenção nas calçadas serão constantes. Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

O diretor de Urbanização da Companhia, Luciano Carvalho, alerta que é muito importante a população procurar a administração regional do local onde mora para pedir a reforma. “São eles que estão no dia a dia da cidade e sabem os pontos que precisam desse serviço”, explica. Os endereços e telefones dos órgãos podem ser acessados pelo site do GDF.

Carvalho acrescenta que em muitos lugares não existem calçadas ou elas estão em situação precária, O diretor diz ainda que a intenção do governo local é de que a reforma seja constante. “Principalmente quem utiliza o transporte coletivo precisa de qualidade para se locomover sem correr risco de se acidentar.”

Moradores

Morador da 206 Norte, o corretor Anderson Leôncio destacou que a obra foi concluída rapidamente e o visual impactou quem frequenta o local. “Ficou bem melhor porque estava tudo quebrado. Para caminhar estava uma sujeira e bem desnivelado. A obra terminou numa velocidade bacana. Eu costumo caminhar com meu cachorro aqui de manhã ou à noite e facilitou bastante a movimentação interna na quadra”, aponta.

“Esteticamente ficou muito bom. Isso faz diferença. Todos que conhecem a quadra batem o olho e na hora reparam que o piso foi trocado. Agora dá até para correr”, acrescenta.

Anderson Leôncio destacou que a obra foi concluída rapidamente e o visual impactou quem frequenta o local. Foto: Lúcio Bernado / Agência Brasília

Faxineiro de um dos blocos da quadra, Vandeilson Pereira dos Reis também elogiou as mudanças. Ele trabalha há cinco anos na região e não lembra de o espaço ter sido reformado. “Ficou ótimo. Os moradores estão saindo mais de suas casas. Sempre fiz a limpeza mesmo com a calçada quebrada, mas agora ficou bem melhor. Facilita nosso trabalho e a quadra fica mais bonita”, conta enquanto varria um trecho da calçada reformada próximo ao Eixo Norte.

Faxineiro de um dos blocos da quadra, Vandeilson Pereira dos Reis também elogiou as mudanças | Foto: Lúcio Bernado / Agência Brasília

Diariamente, o aposentado José Valdez caminha pela quadra, seja para passeio ou tarefas familiares, como buscar a neta na escola. Morador da 206 Norte há 22 anos, ele conta que chegou a tropeçar algumas vezes no piso desnivelado.

“Essa obra é importante, antes não podíamos andar nem direito porque estava desnivelado. Quase cheguei a me acidentar. Essa mudança motiva porque podemos passear com as crianças. Essa quadra foi feita em 1979 e com o tempo as raízes fizeram as calçadas saltarem. Tenho uma vida ativa nas intermediações e assim está melhor”, pontua.

Confira como está o andamento das reformas nas calçadas:

 

 

Fonte e Imagens: Agência Brasília

 

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PPP na Saúde: Brasília deve ganhar centro de logística de medicamentos

Secretaria de Projetos Especiais publica edital de chamamento de Parceria Público-Privada para cuidar também de hemoderivados, vacinas, soros e insumos hospitalares

O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publica, na edição desta segunda-feira (14), edital de chamamento da Secretaria de Estado de Projetos Especiais (Sepe) para obtenção de estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica, por meio de Parceria Público-Privada, na modalidade administrativa.

Objetivo é a construção de centro de distribuição, revitalização/modernização, operação e manutenção de rede logística de medicamentos hemoderivados, vacinas, soros, insumos e itens de nutrição da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.

O PMI é o instrumento que permite a interação entre o setor público e o privado, utilizado pela administração pública, antes do processo licitatório, para obtenção de estudos, levantamentos, investigações, pesquisas ou soluções tecnológicas, necessárias à implementação de PPPs, podendo participar pessoas físicas ou jurídicas, de direito privado, individualmente ou em grupo.

De acordo com secretário de projetos especiais, Everardo Gueiros, a PPP é de fundamental importância para a população do Distrito Federal e vai ao encontro de uma das missões da gestão Ibaneis Rocha de oferecer um atendimento de saúde de qualidade para a população.

Além disso, as PPPs, segundo ele, consistem numa excelente oportunidade por busca de investimentos para o desenvolvimento do DF em período de escassez de recursos.

 O DODF publica o extrato do edital e a íntegra do documento ficará disponível no site da Sepe – www.sepe.df.gov.br – a partir da sua publicação no DODF. Os interessados deverão entregar requerimento para a apresentação dos estudos até 27/11/2019, das 8h às 18h, na Secretaria, localizada no edifício anexo do Palácio do Buriti.

Fonte e Imagem: Agência Brasília

 

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Festa com 1,7 mil pessoas marca fim da Vem Brincar Comigo

Várias atrações gratuitas fizeram lotar o Parque da Cidade neste sábado (12). Espaço equestre, feira de adoção de pets e muita música foram os destaques

A Polícia Militar do Distrito Federal estima que pelo menos 1,7 mil pessoas, grande parte meninos e meninas, foram ao Estacionamento 12 do Parque da Cidade Sarah Kubitscheck neste sábado (12) para o encerramento da campanha do GDF Vem Brincar Comigo. Também, pudera: tinha atração para todos os gostos. Da banda de música do Corpo de Bombeiros Militar, que executou músicas populares infantis, à bateria da Aruc.

O objetivo da festa foi promover atividades lúdicas – do lazer à sociabilidade educativa – para as crianças. A campanha, organizada pela primeira-dama, Mayara Noronha, arrecadou mais de 30 mil itens, entre brinquedos e livros infantis, que serão doados a mais de 140 instituições de todas as regiões administrativas.

Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília

E não foram apenas os moradores de Brasília que aproveitaram o dia ensolarado do feriado dedicado à garotada. A aposentada Cleuza Borges, 73 anos, de São Luís (Maranhão), estava no parque com toda família.

Ela conta que alugou uma casa para passar o fim de semana na capital. “Amo Brasília. Viemos exclusivamente para a festa e vamos passar o dia todo aqui”, confessou, acompanhada das netas Sofia, 10 anos, e Lara, 7, que se divertiram com as brincadeiras dos palhaços e dos malabaristas, com suas pernas de pau, durante apresentações no palco montado na área central do evento.

Instalada na capital há apenas quatro meses, a bancária Cristiane Amaral veio do Rio de Janeiro foi à festa com as duas filhas. “Tudo muito bem organizado. Só lamento ter chegada atrasada. As crianças aproveitaram os brinquedos, mas perdemos muita coisa. Mas não tem problema: ano que vem estaremos aqui, com certeza!”, disse.

Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília

No palco, estavam várias autoridades –  como o vice-governador Paco Britto, com a esposa Ana Paula Hoff. Paco representou o governador Ibaneis Rocha. Ele  agradeceu o trabalho, o empenho e a parceria das equipes de todas as secretarias, administrações e órgãos do DF envolvidos na agenda da primeira-dama. “ Essa ação será estável, pois a criança é o futuro da cidade e do país”, ressaltou, indicando que a festa deverá ser realizada todo ano.

O secretário de Governo, José Humberto, parabenizou a iniciativa da primeira-dama e de todas as pessoas envolvidas no projeto, especialmente a equipe de governo que coordenou os trabalhos.

Também participaram da solenidade os secretários Gustavo Rocha (Justiça e Cidadania); Dilson Resende (Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural); Vanessa Mendonça (Turismo); Léo Bijos (Juventude); administradores regionais; servidores do GDF; entre outros.

Pelo menos seis secretarias de Estado, cinco órgãos públicos do Distrito Federal e um do governo federal desenvolveram atividades para instruir e entreter as crianças, desde o começo do dia.

O vice-governador e sua esposa percorreram os estandes da festa, que abrigaram oficinas de brinquedos recicláveis e de higiene bucal, brincadeiras populares, jogos desportivos, pinturas, distribuição de pipas, kits de escovação e exposição de efetivos do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar.

Paco também visitou uma feira montada no local, onde, entre outras coisas, foi montado um espaço equestre, que fez a alegria da garotada. Guilherme Pereira, 7 anos, foi um dos que se apressou para tirar foto montado no pônei.

Morador de Planaltina (DF), o garoto estava acompanhado da mãe Maria Cleonissa, que o levou também para visitar o estande onde havia uma feira de adoção de animais. “Ele gosta muito de animais”, justificou.

 

Fonte e Imagens: Agência Brasília

 

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Servidores são treinados para credenciar profissionais do Pequenos Reparos

Programa em parceria com a Secretaria de Educação vai agilizar a manutenção de todas as escolas públicas e creches do DF

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico já começou a treinar técnicos das Administrações Regionais encarregados pelo credenciamento dos profissionais que vão trabalhar no programa Pequenos Reparos. Parceria da SDE com a secretaria de Educação, a iniciativa do GDF prevê a contratação de pedreiros, jardineiros, eletricistas, pintores, serralheiros, bombeiros hidráulicos, técnicos em informática, chaveiros e técnicos em eletrônica para realizar obras de manutenção nas escolas públicas.

O treinamento de técnicos das administrações regionais vai possibilitar que o profissional destas especialidades interessado em participar do programa pequenos seja formalizado como Microempreendedor Individual (MEI), com a obtenção do número do CNPJ. Depois desta fase, os interessados nos serviços deverão ser cadastrados em cada administração regional e aguardar os editais das quase 700 escolas e creches para realizar os serviços. O profissional deverá comprovar experiência mínima de seis meses para ser chamado participar do programa e entregar uma lista de documentos.

O curso começou com os técnicos das administrações do Plano Piloto, Sobradinho e Lago Sul e vai até o dia 18 deste mês. Está sendo ministrado na sede da SDE, no Setor Comercial Norte, quadra 2, bloco C, número 900. O credenciamento dos profissionais também pode ser feito no Simplifica PJ, na QI 19 do Setor de Indústrias de Taguatinga, lotes 28, 30 e 32. Ou ainda pela internet.

Na prática, para cada obra serão cotados três orçamentos. Vencerá aquele que oferecer o melhor preço. O objetivo é contemplar todos os profissionais credenciados, já que o sistema funcionará forma de rodízio. “Estamos acolhendo sugestões, respondendo dúvidas e ajustando o processo de trabalho para que haja o mínimo de tempo de espera para o credenciamento nas Salas do Empreendedor”, explica o coordenador de articulação com o setor produtivo, Allex Moraes.

 Os serviços prestados serão pagos através de diárias que poderão custar entre R$ 93,64 a R$ 206,44, valores definidos pela Codeplan. As obras não poderão ultrapassar o limite de R$ 8 mil, valor que dispensa licitações como prevê a lei. Se o orçamento superar esse teto, a obra poderá ser feita por etapas e por equipes distintas.

Confira, aqui, a lista de documentos para credenciamento.

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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