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Arquivo de categoria: MANCHETE

Presidente da Asbraco recebe “Medalha do Mérito Buriti”

Presidente da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), Afonso Assad, recebeu em homenagem, a “Medalha do Mérito Buriti”. A solenidade aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães na manhã de terça-feira, dia 3.

Estiveram presentes diversas autoridades, entre elas, o governador Ibaneis, que estava acompanhado da primeira-dama, Mayara Noronha e o vice, Paco Britto. Foram homenageadas cerca de 230 pessoas, a honraria é um reconhecimento ao trabalho de pessoas que contribuíram para melhorar a produtividade ou redução de gastos públicos do Distrito Federal.

A condecoração é destinada a agraciar agentes públicos e membros da sociedade civil pela dedicação e zelo no desempenho das funções e por relevantes serviços prestados à sociedade e ao Governo do Distrito Federal. Secretários de Estado, diretores de empresas públicas, parlamentares, representantes de instituições, empresários e servidores públicos estavam entre os homenageados. A Medalha do Mérito Buriti é uma tradição no Distrito Federal desde 1970.

O presidente da Asbraco, Afonso Assad, se sentiu honrado com a homenagem. “Estas pessoas  ajudam o Distrito Federal e hoje, eu tive a honra de ser homenageado, mostrando o nosso trabalho, e o que a Asbraco tem feito em conjunto com o DF no sentido de gerar empregos e fazer a cidade crescer, sendo um parceiro do setor produtivo e do governo”, declarou Afonso.

Também receberam a medalha o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), Dionyzio Klavdianos; o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Sistema Fibra), Jamal Jorge Bittar; o presidente do Sindicato da Indústria da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF), Ricardo de Figueiredo Caldas, dentre outros.

 

*Com informações Agência Brasília

Imagens: Elisabeth Mota/Acervo Asbraco

 

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Programa de integridade ajuda pequena empresa do DF a se adequar à lei

Legislação que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2020 exige compliance em companhias de todos os portes que prestam serviços para o governo distrital

A Lei 6.308/2019 começará a valer em 1º de janeiro de 2020 e todas empresas que têm contratos com o governo do Distrito Federal deverão implementar seus programas de integração de compliance se quiserem continuar fornecendo produtos e serviços para o poder público. Trata-se de uma atualização da Lei nº 6.112/2018, que acabou adiada para dar tempo para a iniciativa privada se adaptar. No entanto, tais programas custam caro e havia um temor de que pequenas e médias empresas pudessem perder seus contratos com o governo distrital por conta da inviabilidade econômica de implementação de planos de integridade.
Para solucionar este impasse, a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) e o Instituto Brasileiro de Integridade (IBI) criaram o Programa Brasileiro de Qualidade e Integridade (PBQ-I), com a intenção de ajudar, sobretudo pequenas e médias empresas, a se adequarem ao novo conceito de integridade do DF. Nesta semana, o presidente da Asbraco, Afonso Assad, e o presidente do IBI, Paulo Cesar, estiveram no Palácio do Buriti para apresentar o novo programa ao vice-governador, Paco Brito.

Depois da Operação Lava-Jato, o Brasil passou por uma mudança de cultura, com foco em um novo ambiente de negócios baseado em compliance. Entretanto, o que funciona bem nas grandes empresas, pode inviabilizar as pequenas, porque as exigências são elevadas. Pela lei que entrará em vigor no ano que vem no DF, a obrigatoriedade é para pessoas jurídicas com contratos acima de R$ 5 milhões e por prazo igual ou superior a 180 dias.

Exigências

 

No entender de Assad, contudo, as exigências envolvem toda a cadeia de fornecedores. “Se eu sou responsável por uma obra, eu tenho que ter R$ 5 milhões de receita. Meu prestador de serviço, por exemplo, de fornecedor de extintor de incêndio, não tem receita de R$ 5 milhões, mas têm responsabilidade solidária”, explicou o presidente da Asbraco.
Como 98% das construtoras são de médio e pequeno portes, segundo Assad, nem todos os empresários têm acesso aos escritórios para fazer programas de compliance. “Não há dúvidas de empresas que prestam serviço para o setor público precisam aplicar bem o dinheiro público, mas não dá para criar dificuldades justamente em um momento em que a economia está começando a se levantar”, justificou. “Por isso, criamos um programa acessível”, acrescentou.
Todos os associados da Asbraco, que já teve 130 sócios e hoje tem 80, trabalham com o setor público do DF. “Fizemos o programa para as empresas terem acesso e condições de resolver essa questão.Cerca de 30 empresas já estão começando a implementar o PBQ-I.
Conforme Assad, alguns programas de compliance podem custar até R$ 50 mil e são aplicados ao longo de dois a três anos. “As empresas têm, em média, 25 a 30 funcionários. Nem todas podem investir esse montante. Por isso, o programa oferece custos menores, com implantação em três meses”, afirmou. O IBI tem 20 consultores cadastrados, está com o programa funcionando e pode ser implementado por cerca de R$ 7 mil. Valor que cabe no bolso de quem fatura R$ 1 milhão ou R$ 2 milhões por ano”, ressaltou.
Para o presidente da Asbraco, a construção civil vem mudando seus preceitos para desenvolver cada vez mais a cultura da integridade. Sobre o encontro com o vice-governador, Assad disse: “Ficou claro que o setor vem se mobilizando, atuando e preparando as empresas para o novo cenário”.
MATÉRIA PRODUZIDA E PUBLICADA PELO CORREIO BRAZILIENSE
Imagem: Acervo Asbraco
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Palestra – Nova Lei de Licitações

Palestra: A Nova Lei de Licitações
Data: 13/11/2019
Horário: 8h00 Café | 8h30 Início da palestra
Local: Auditório da Asbraco | SIA/SUL Tr. 04 lote 2000 Bloco F – Cobertura
Confirmar presença: 3361-6595 | asbracodf@gmail.com
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Asbraco e Sinduscon promovem debate entre Governo e empresários para tratar sobre obras no DF

A Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) promoveram na noite de hoje (24), na sede da associação, importante debate sobre “Perspectivas de Obras para o final de 2019 e o ano de 2020 no Distrito Federal”.

Estiveram presentes no debate o Presidente da Asbraco, Afonso Assad; o  Vice-Presidente do Sinduscon/DF, Pedro Henrique de La Rocque, o Secretário de Governo, José Humberto Pires; o Secretário de Obras, Izídio Santos Júnior; o Diretor de Urbanização da Novacap, Luciano Carvalho de Oliveira; o Diretor de Edificações, Francisco das Chagas Lima Ramos; Superintendente de Obras do DER/DF, Cristiano Alves Cavalcante; o Presidente do Sencoci/DF, Marcelo Guimarães; a Presidente do CREA/DF, Fátima Có; a Secretária de Articulação da Casa Civil, Luciane Rodrigues, dentre vários outros.

Cerca de 90 empresários do setor produtivo do Distrito Federal, puderam discutir, opinar e fazer sugestões aos palestrantes, que trouxeram informações como: investimentos de R$10 Bilhões de reais somente em obras públicas e infraestrutura para os próximos anos, sendo destes, R$ 3 bilhões diretamente do DER/DF.

O encontro foi bastante positivo entre os presentes, que puderam tirar dúvidas e rebater pontos polêmicos que de certa forma travam as relações entre o setor público e privado.

Acompanhe a matéria completa amanhã (25).

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Entidades unidas no combate ao desemprego

Durante reunião realizada nesta última quarta-feira (16) entre o Secretário de Obras do DF, Izidio Santos, o Secretário do Trabalho, João Pedro Ferraz, juntamente com os representantes da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi/DF), Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), foi solicitado o apoio do Setor da Construção Civil para o Programa de Desemprego do Distrito Federal através do Sistema Nacional de Emprego (SINE), para que as empresas associadas possam se cadastrar, oferecendo vagas a serem preenchidas.

Hoje o SINE, somente na área da Construção Civil, tem cerca de 42 mil profissionais cadastrados, que estão à espera de um novo emprego e o Governo esperar reduzir significativamente esse número com a ajuda do setor que mais emprega no Brasil e no DF.

Para o presidente da Asbraco, Afonso Assad, as entidades têm a oportunidade de alavancar a economia do DF com esse apoio. “Esta parceria será de extrema importância não só para o setor, mas também para o DF, representa uma grande mudança para economia local, com mais empregos, mais arrecadação de impostos e mais riqueza para a cidade, em um curto e médio prazo”, afirmou Assad.

Como vai funcionar

Empregador:

As agências possuem atendentes captadores de vagas, que entram em contato com o empregador ou o empregador entra em contato com a agência para informar sobre a vaga disponibilizada, após esse primeiro contato, preenche-se um formulário com os requisitos da vaga, depois de preenchido o formulário, essa vaga é lançada no sistema e fica disponível para todas as agências, surgindo algum trabalhador apto à vaga, será dada baixa da vaga no sistema e no cadastro do trabalhador.

CENTRAL DE ATENDIMENTO AO EMPREGADOR:

3255-3771/3255-3738/3255-3834/3255-3812

Trabalhador: 

Cadastramento e Encaminhamento do Trabalhador a vaga de Emprego:

O trabalhador pode preencher o cadastro diretamente na Agência mais próxima ou pela Agência Virtual, site: www.agenciavirtual.df.gov.br;

Documentação Necessária:

  • Carteira de Trabalho da Previdência Social – CTPS;
  • RG; CPF; PIS;
  • Comprovante de residência;
  • Referência, caso tiver.

– Custo do Serviço: Gratuito

– Forma de Atendimento: Por senha

Etapas do Atendimento:

O Trabalhador será cadastrado, caso queira ter acesso às vagas disponíveis, fornecerá um e-mail, receberá neste e-mail uma senha de acesso para entrar no site: maisemprego.mte.gov.br, nesse endereço de e-mail verificará as vagas disponíveis para o seu perfil. Tendo alguma vaga disponível, imprimirá uma carta de encaminhamento e levará até o empregador, sendo aceito a empresa encaminha uma carta informando a Agência que o trabalhador foi aceito, para que possa ser dada baixa tanto na vaga quanto no cadastro do Trabalhador.

Após o trabalhador ser cadastrado, caso haja uma vaga de emprego que solicite os requisitos que ele possui, receberá uma carta de encaminhamento para ir até a empresa, onde passará por uma entrevista, sendo aceito a empresa encaminha uma carta informando a Agência que o trabalhador foi aceito, para que possa ser dada baixa tanto na vaga quanto no cadastro do Trabalhador.

Prazo para execução da prestação do serviço:

  • Tempo Máximo de Espera: 1h30min (uma hora e trinta minutos).
  • Tempo Máximo de Atendimento: 20 (vinte) minutos
  • Lei de Tempo de Espera, Lei Distrital n. 2.547/2000.

Atendimento Preferencial:

Quando é retirada a senha no Totem de distribuição de senha, têm a opção para solicitar o atendimento preferencial.

Quem tem direito ao atendimento Preferencial:

  • Pessoas portadoras de deficiência,
  • Idosos com idade igual ou superior a 60 anos,
  • Gestantes, lactantes e às pessoas acompanhadas por crianças de colo;

Todas as Agências do Trabalhador possui esse tipo de atendimento, conforme previsto na LEI No 10.048, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2000., que confere atendimento preferencial a determinado grupo de pessoas, o que foi regulamentado pelo Decreto nº 5.296/04, sendo também estabelecidas prioridades pela Lei nº 12.008/09, e, no que se refere especificamente as pessoas idosas, pela Lei nº 10.741/03 (Estatuto do Idoso)

*Com informações da Secretaria do Trabalho (SETRAB)

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IGP-M acumula inflação de 3,33% em 12 meses

O indicador acumula taxas de 4,98% no ano e de 3,33% em 12 meses, segundo a FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,85% na segunda prévia de outubro. A taxa é superior à observada na prévia de setembro, que havia registrado deflação (queda de preços) de 0,28%. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O indicador acumula taxas de 4,98% no ano e de 3,33% em 12 meses, segundo a FGV. A alta da taxa de setembro para outubro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que teve inflação de 1,29% na segunda prévia de outubro, ante uma deflação de 0,52% em setembro.
Por outro lado, a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,67% para 0,10% no período.
O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, manteve a mesma taxa nos dois períodos: deflação de 0,05%.
Fonte e Imagem: Correio Braziliense
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EPI: conheça os equipamentos de proteção individual fundamentais em um canteiro de obras

Todo colaborador deve fazer uso de EPI. Especialmente na construção civil, que é marcada por operações complexas e funções que exigem a máxima redução de riscos. É direito de qualquer profissional exigir os Equipamentos de Proteção Individual adequados, em bom estado de conservação e com certificado de aprovação.

No mesmo sentido, os empregadores devem exigir o seu uso, assim como devem fornecer manutenção e treinamento para sua utilização.

A seguir, entenda o que torna o EPI tão importante, quais são de uso obrigatório pelas construtoras e como vencer os principais desafios para o uso correto.

Qual a importância do EPI para a segurança no canteiro de obras?

Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho de 2017, mais de 30.025 acidentes ocorreram na construção civil. O que corresponde a 5,46% de todos os acidentes de trabalho no Brasil. Se levarmos em conta esse dado, é fácil entender porque segurança é o foco principal nos canteiros de obras.

Sem os devidos cuidados, esses eventuais acidentes podem comprometer a segurança dos colaboradores, o bem-estar no ambiente de trabalho. E, mais do que isso, até colocar vidas em risco.

A fim de reverter esse quadro e minimizar os acidentes, a Norma Reguladora 18 do Ministério do Trabalho agrega requisitos sobre saúde e segurança no setor construtivo.

Na NR 18, é caracterizado o Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. O qual precisa ser elaborado por qualquer empresa com mais de 20 funcionários.

Além de contemplar as exigências da NR 18, o PCMAT ainda deve respeitar os parâmetros da NR 09, que trata sobre Prevenção de Riscos Ambientais.

O documento deve estar sempre presente na obra, à disposição da fiscalização regional promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A implementação do Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho deve ser garantida pelos proprietários da construtora. Mas sua elaboração precisa ser feita por um profissional habilitado na área de segurança do trabalho, respeitando as peculiaridades de cada edificação.

Entre aquilo que necessariamente deve constar no PCMAT, estão questões como:

  • Especificações técnicas sobre proteções individuais e coletivas que serão utilizadas;
  • Programas educativos sobre prevenção de acidentes e doenças do trabalho;
  • Cronograma de implementação das medidas previstas no PCMAT, de acordo com as etapas de execução do projeto;
  • Layout do canteiro de obras com dimensionamento das áreas de vivência;
  • Memorial completo sobre as condições e o ambiente de trabalho.

Mesmo que o cuidado humano seja o foco da segurança nos canteiros de obras, vale ressaltar que essas situações também geram prejuízos e podem comprometer cronogramas inteiros.

Para evitá-las, além de todas as medidas descritas até aqui, o uso de EPI ocupa um papel central e decisivo na prevenção de acidentes ou doenças laborais. Saiba mais no próximo tópico!

Quais os principais tipos de EPI usados pelas construtoras?

Conforme mencionado no item anterior, são as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho que estipulam os principais parâmetros de segurança a serem seguidos pelo setor construtivo.

Em relação ao uso de EPI, é a NR6 que versa as situações em que as empresas precisam fornecê-lo.

Isso inclui todos os casos em que os padrões gerais de segurança não garantem a total proteção dos indivíduos. Tanto durante a implementação das medidas de proteção coletiva quanto no atendimento de emergências.

Segundo os termos da NR 6, o EPI é  “todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaça à segurança e saúde no trabalho.”

Os Equipamentos de Proteção Individual devem ser fornecidos gratuitamente por qualquer empresa. De acordo com o item 6.6.1 da norma, cabe aos empregadores:

  • Adquirir o EPI alinhado aos riscos de cada atividade;
  • Exigir e garantir o seu uso pelos empregados;
  • Trabalhar apenas com EPIs aprovados pelo órgão competente;
  • Fornecer treinamentos quanto ao uso adequado de cada EPI;
  • Substituir o EPI imediatamente, em qualquer caso de extravio ou dano;
  • Fornecer manutenção periódica e higienização;
  • Registrar o seu fornecimento aos empregados.

Os trabalhadores, por sua vez, também acumulam responsabilidades em relação aos EPIs. São elas:

  • Utilizar o equipamento apenas para a finalidade a que se destina;
  • Se responsabilizar quanto à sua conservação e guarda;
  • Comunicar aos empregadores quando um dano ou alteração afetar seu uso;
  • Seguir todas as determinações dos empregadores sobre o seu uso.

Como superar os principais problemas na sua implementação?

Por mais básico que seja o uso dos itens mencionados acima, é indiscutível que, em um ambiente com tantas pessoas, se torna difícil garantir que todos o façam do modo correto.

O primeiro passo, portanto, é treinar a todos os profissionais, assegurando não só que cada um deles faça o uso adequado do EPI, mas que também compreenda a sua importância.

Mesmo com esse cuidado, é preciso ter em mente que nem todos têm esse compromisso. E que basta apenas uma pessoa desprotegida para que a segurança do ambiente esteja em risco.

Assim como você preza pelo controle de estoque para otimizar os seus insumos, estabeleça também um monitoramento da distribuição e uso de EPI para melhorar a segurança!

Uma boa forma de garantir o pleno uso do Equipamento de Proteção Individual é por meio da Ficha de EPI. Ela reúne dados como nome e assinatura do colaborador, data de retirada e devolução do material, certificado de aprovação, equipamentos retirados, motivos para entrega, entre outros.

Nas grandes obras, porém, a ficha de EPI física está se tornando um tipo de controle obsoleto. Dado o grande número de pessoas e, consequentemente, de EPIs, o que dificulta o controle manual.

Sendo assim, cada vez mais construtoras estão apostando na tecnologia, que proporciona um controle por meio de wearables, capazes de gerar registros e consultas mais inteligentes e em tempo real.

Dessa maneira, o controle dos Equipamentos de Proteção Individual nas grandes obras é garantido. Com o diferencial de agregar registros ainda mais fiéis, ágeis, minuciosos e alinhados às principais exigências legais e do setor.

Quer saber ainda mais sobre como fazer a implementação correta e eficiente de EPI na sua construtora? Não perca o webinar gratuito do Módulo de Segurança Mobuss Construção!

 

Fonte e Imagem: Mobuss Construção

 

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Últimos dias para se inscrever ao Prêmio de Responsabilidade Social

Termina no próximo dia 12 de setembro o prazo de inscrição para o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social. Podem concorrer projetos e práticas de responsabilidade social desenvolvidos no âmbito da construção civil e do mercado imobiliário nas categorias Empresa, Entidade, Seconci, Reconhecimento Social e Medalha de Práticas Proativas sobre o tema Práticas Trabalhistas. Inscreva-se!

A premiação fortalece e estimula o desenvolvimento de projetos de responsabilidade social nos segmentos da indústria da construção e do mercado imobiliário, criando um mecanismo de reconhecimento dos esforços conjuntos do setor na busca por uma sociedade com melhor qualidade de vida.

Podem concorrer à premiação projetos e programas sociais desenvolvidos no ano base de 2018 e anos anteriores por:

  • Empresas de qualquer porte, filiadas às entidades de classe associadas à CBIC que desenvolvam projetos de responsabilidade social
  • Entidades de classe ligadas ao setor da indústria da construção e do mercado imobiliário filiadas à CBIC, que desenvolvam projetos de responsabilidade social
  • Serviços Sociais da Industria da Construção – Seconcis

Os interessados podem concorrer com projetos de responsabilidade social em seis diferentes temas:

  • Direitos humanos
  • Práticas Trabalhistas
  • Meio Ambiente
  • Práticas Leais de Operação
  • Questões relativas a consumidores
  • Envolvimento e desenvolvimento comunitário

O Prêmio CBIC de Responsabilidade Social é realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio da Comissão de responsabilidade Social (CRS), com a correalização do Sesi Nacional e com base na Norma ISO 26000 – Lei de Responsabilidade.

Participe!

Para mais informações acesse o regulamento.

 

Fonte e Imagens: CBIC

 

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