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Arquivo de categoria: Notícia

Seconcis participam do Dia Nacional da Construção Social 2019

O Dia Nacional da Construção Social é o mais importante evento do setor voltado à promoção da responsabilidade social empresarial. Realizada desde 2007, a iniciativa acontece anualmente em todo o país e reúne empresas, entidades, líderes setoriais, trabalhadores e seus familiares em um grande evento que promove qualidade de vida por meio de ações em saúde, educação, lazer e cidadania.

Em 2019, o evento acontecerá no dia 17 de agosto, em diversas localidades por todo o Brasil.

O Seconci Brasil é parceiro da Cbic na realização e promoção do evento. Para saber mais, clique aqui.

Fonte e Imagem: Seconci Brasil

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Palestra no Sinduscon-DF sobre a ” Reforma Tributária e seu Impacto na Construção Civil

O Sinduscon-DF receberá o consultor jurídico e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público, Everardo Maciel, para debate sobre a reforma tributária e seu impacto na construção civil. A medição será do advogado Mateo Scudeler, do escritório ATKR advogados e professor da Universidade de Brasilia.
Faça sua inscrição: https://bit.ly/2Z5lkGO

 

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Plataforma gerará recursos para defesa da indústria da construção

Portal CBIC Serviços foi lançado nesta quarta-feira (14/08), durante a conferência ‘Novos Marcos Regulatórios de Interface com a Construção Civil’, realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em Brasília. O objetivo é oferecer uma consultoria especializada em seguros, usando uma única plataforma, onde o associado poderá cotar de forma rápida a melhor opção em seguros para seu empreendimento, empresa e funcionários.

A CBIC Serviços contempla serviços e seguros desenhados especialmente para atender a cadeia produtiva da construção civil. “A plataforma marketplace visa aproximar pessoas de produtos. Toda vez que as entidades associadas fizerem uma aquisição, via plataforma, estarão apoiando o setor a ter uma fonte de receita para defender as empresas da indústria da construção”, destaca o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

Vantagens da CBIC Serviços

  • Representatividade – Reúne a CBIC e 92 sindicatos e associações patronais do setor da construção, presentes nas 27 unidades da Federação.
  • Equipe especializada – Profissionais capacitados para avaliar os riscos e necessidades das empresas, além de auxiliar durante o processo de abertura de sinistro junto à seguradora, quando necessário.
  • Comodidade e agilidade – Possibilidade de contratação de todos os seguros voltados para o setor em um único lugar.

Produtos ofertados:

  • Plano Odontológico
  • Seguro de Vida
  • Fiança Locatícia
  • DFI – Danos Físicos ao Imóvel
  • Garantia Executante Construtor
  • Garantia Licitante
  • Garantia Recursal
  • MIP – Morte ou Invalidez Permanente do Mutuário
  • Multirrisco Condomínios
  • Multirrisco Empresarial
  • Responsabilidade Civil Profissional
  • Riscos de Engenharia
  • Riscos Diversos de Equipamentos
  • Seguro Automóvel Frota
  • Seguro Residencial

Ferramenta facilita a contratação de seguros

Segundo o gerente comercial da CBIC Serviços, Sérgio Resende, que apresentou a ferramenta aos participantes da conferência, foi feita uma pesquisa com alguns playersdo mercado da construção para entender quais as maiores dificuldades percebidas relacionadas aos seguros que precisam contratar. “Por meio dessa parceria, pudemos solucionar pontos como: gerenciar os prazos de vencimento das apólices e reduzir o prazo de cotação e custo dos seguros”. Também participou do evento, o superintendente da plataforma, Maurício Barros.

Vantagens da Garantia Recursal Trabalhista

Ao citar o Garantia Recursal Trabalhista, Resende destaca que ela é a alternativa mais vantajosa nos casos em que a empresa reclamada fica obrigada a dispor do valor para o depósito recursal.

“A apólice contratada é dada como garantia do valor que ficaria parado no depósito, sendo essa garantia dada pela seguradora. Em contrapartida, a empresa reclamada paga à seguradora o prêmio (preço) do seguro, que é um valor muito menor que o depósito solicitado”, diz Resende.

Segundo ele, se futuramente o valor do depósito for efetivamente devido, a empresa reclamada deverá pagá-lo. Contudo, até lá poderá contar com esse recurso para outras oportunidades, não se descapitalizando e não agravando seu balanço.

Acesse o Portal CBIC Serviços, no link: https://www.cbicservicos.com.br/

 

Fonte e Imagem: Agência CBIC

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Curso: Programa Brasileiro de Qualidade e Integridade PBQ-I

SERVIÇO

Data: 29 e 30 de Agosto

Horário: 09h às 17:30h

Local: Auditório na sede da Asbraco | SIA/SUL TR. 4 QD. 3 LT. 2000 Bl. F cobertura.

Contato: 3361-6595

 

Inscrições

https://forms.gle/rKobm9BbVeqnnhEh7

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Nova lei facilita regularização para casas de famílias de baixa renda

O Diário Oficial da União publicou na última sexta-feira (9) a Lei 13.865/19, que dispensa o “habite-se” para a averbação de casa unifamiliar de um só pavimento finalizada há mais de 5 cinco anos, predominantemente da população de baixa renda.

O habite-se é a autorização dada pela prefeitura para a ocupação de uma moradia. Já a averbação é o registro cartorial obrigatório de qualquer alteração no imóvel, como ampliação ou demolição.

A nova lei visa regularizar a situação de imóveis de famílias de baixa renda que passaram por reformas ou expansões no decorrer dos anos sem autorização da prefeitura. Muitas das obras são realizadas na informalidade, pelas próprias famílias ou mutirões de vizinhos. A regularização permitirá que o proprietário obtenha financiamento e possa vender o imóvel.

A lei, que altera a Lei de Registros Públicos (6.015/73), é oriunda de projeto apresentado pelo então deputado federal, e atual senador, Irajá  Abreu (PSD-TO). A proposta foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Fonte e Imagem: Agência CBIC

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Setor da construção é essencial para a recuperação da economia do país

Nos 10 anos que compreenderam 2004 e 2013, o PIB da construção civil no Brasil apresentou decréscimo em apenas dois deles: 2005 e 2006. Também nesse período, por seis anos, o PIB do setor foi maior do que os próprios índices do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Desde 2013, no entanto, o segmento amarga números negativos. No primeiro trimestre deste ano, também registrou queda de 2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em Caxias do Sul ontem (12/08), onde palestrou na reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC), o presidente da CBIC, José Carlos Martins, reconheceu a fase difícil do setor, que, segundo ele, é essencial para a própria recuperação da economia do país.

“O Brasil não vai sair desse buraco se não for via construção civil, que tem a capacidade de gerar emprego, capacidade rápida de dar resposta. Pela capacidade e pelo tamanho da cadeia produtiva, que envolve 62 outros setores. Quando coloco um imóvel na rua, estou vendendo cachorro quente, caminhão, pneu, é um mundo de coisas. Mas no momento, somos diabéticos em uma loja de doce”, comentou Martins.

Embora tenha elogiado as intenções e propostas de reforma do governo federal, na opinião de Martins, somente com a criação de programas e estímulos para os setores produtivos é que o país poderia retomar a estabilidade econômica.

“Não dá para apostar somente com mercado financeiro para tirar país do buraco. Se não tiver estímulos, programa, não vamos conseguir sair desta condição”.

Entre as necessidades do setor, ele aponta como possíveis soluções a retomada de obras paralisadas, a melhoria de crédito imobiliário e um novo programa habitacional. Também critica a suposta burocratização dos processos e a rigidez de órgãos fiscalizatórios.

“O Brasil virou uma grande repartição. Hoje você não consegue a assinatura de ninguém porque ele morre de medo pelo terrorismo que foi implantado através de mecanismos como licenciamento ambiental, controle, órgãos de fiscalização, Ministério Público. Não é que eles não possam existir, só que o terrorismo que foi criado impede que o Brasil avance”, ressalta. 

“Perdeu três jogos está na rua”

Martins afirmou depositar confiança no Governo Bolsonaro.

“Esse governo, de alguma forma, tenho boa impressão. Tem muita boa vontade, idealismo inacreditável”, elogiou.

Ainda assim, apesar de exaltar a iniciativa de encaminhar as reformas, ele ressaltou que tudo vai depender do “dia seguinte”, ou seja, de como a economia irá se comportar diante das mudanças.

“Não há time de futebol com treinador que tenha perdido três rodadas e não seja mandado embora. Não adianta planejar time, perdeu três jogos está na rua. Vão ter que, em determinado instante, fazer esse país voltar a crescer”, disse.

 Obras públicas paradas

Martins também apontou a necessidade de retomada do grande número de obras públicas paradas no país. Com base em dados do governo federal, há quase 4,7 mil obras interrompidas no País atualmente.

“Foram investidos R$ 70 bilhões (nessas obras), que estão se deteriorando ao tempo. Precisaria de R$ 40 bilhões para terminar, quem seria louco de achar que o Estado tem esse recurso? É óbvio que precisa de parceria público-privada. Só essas 4,7 mil obras gerariam 500 mil empregos diretos e 1,5 milhão de empregos diretos e indiretos”, afirmou.

 Obras paradas

  • 669 obras paralisadas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
  • 38% são obras até R$ 500 mil
  • 13% acima de R$ 15 milhões
  • 36% das obras são UBS
  • 20,8% são creches e pré-escolas
  • 11% (548 obras) na Região Sul

Fonte e Imagem: Agência CBIC 

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GDF lança licitação para construção de viaduto no Sudoeste

Negociação para liberação dos recursos, na ordem de R$ 21 milhões, foi iniciada na gestão Ibaneis ainda no governo de transição

O governo do Distrito Federal (GDF) se prepara para lançar a licitação para construção do viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) — que vai ligar o Sudoeste, na altura da Avenida das Jaqueiras, ao Parque da Cidade (veja mais no vídeo abaixo). Os recursos, na ordem de R$ 21 milhões, foram liberados pelo Ministério de Desenvolvimento Regional e, por ordem do governador Ibaneis Rocha, a Secretaria de Obras começa a providenciar imediatamente os trâmites para o lançamento do edital da concorrência pública.

Do total de R$ 21,4 milhões estimados como custo da obra, R$ 3,8 milhões são contrapartida do GDF. A negociação para a liberação dos recursos para a execução da obra teve início na gestão Ibaneis ainda no governo de transição. “Semana passada conseguimos o aval do Ministério do Desenvolvimento Regional e do agente financeiro para licitar a obra. E assim tem sido desde que assumimos a gestão. Temos trabalhado diuturnamente para garantir os recursos necessários para o crescimento da cidade”, afirma o secretário de Obras, Izídio Santos Júnior.

Assista ao vídeo:

Devido aos prazos da licitação e aos procedimentos de liberação de recursos, as obras devem demorar de 120 a 150 dias para serem lançadas, ou seja, devem começar entre dezembro de 2019 e janeiro de 2020. Depois de iniciados os trabalhos, o prazo para o término da construção da estrutura é de 12 meses.

O viaduto será construído na intersecção da Epig com o Sudoeste e o Parque da Cidade – local por onde passam, em média, 22 mil veículos por dia. O objetivo é retirar os semáforos que interferem no fluxo de veículos. Hoje, quem passa pela Epig no sentido Plano Piloto é obrigado a parar em dois semáforos: um para a passagem de pedestres em frente ao Complexo da Polícia Civil e outro logo em frente à saída de carros do Parque da Cidade.

O mesmo acontece no sentido contrário. Quem vai do Plano Piloto sentido Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) precisa parar no semáforo para a passagem dos automóveis que saem do Parque da Cidade (estes ou seguem pela EPIG sentido Taguatinga ou viram à direita rumo ao Sudoeste). Quem toma a primeira opção – rumo a Taguatinga – se depara logo à frente com o semáforo diante da Polícia Civil.

Nó no trânsito

Quem sai do Parque da Cidade pega um sinal e quem retorna na Epig para em outro sinal. A abertura e o fechamento de tantos semáforos contribui para dar um nó no trânsito na região, principalmente no começo da manhã e no final da tarde. Os trevos na Epig serão feitos em trincheiras, ou seja, de forma subterrânea, de modo que os veículos permaneçam no nível da via.

“Se estou no parque e quero ir para Taguatinga, vou passar por baixo da Epig, fazer uma tesourinha e ir para Taguatinga. Se quero ir para o Sudoeste, também passo por baixo e sigo reto, em vez de fazer a tesourinha”, explica o assessor da Secretaria de Obras Maurício Canovas.

“O mesmo acontece no outro sentido. Quem está no Sudoeste e quer ir para o Parque da Cidade passa por baixo e não precisa ir lá na frente para fazer o retorno. Quem vem de Taguatinga e quer ir para o Sudoeste, passa por cima do viaduto”, acrescenta.

A reclamação dos motoristas que passam por ali é justamente a demora dos semáforos. Gilvan Júnior Rodrigues da Silva, 27 anos, trabalha na 504 Sul e mora em Taguatinga Sul. No caminho de casa, ele passa todo dia pela saída do Parque da Cidade para pegar a Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG). E conta que demora cerca de dez minutos para passar pelo semáforo na saída do parque.

“O sinal demora e o fluxo de carros é muito grande. Hoje está mais tranquilo, tem dia que é mais cheio, especialmente às sextas-feiras. Um viaduto aqui vai ajudar muito”, diz.

Corredor Eixo-Oeste

O projeto do viaduto faz parte do Corredor Eixo-Oeste, via de ligação entre o Sol Nascente e o Plano Piloto, passando por Taguatinga. Com 38,7 quilômetros de extensão e orçado em R$ 750 milhões (valores de 2015), o projeto prevê alargamento de pistas e construção de faixas exclusivas nas principais vias do trajeto, como a Hélio Prates, a Epig (chegando ao Eixo Monumental) e a Estrada Parque Polícia Militar (ESPM), que passa pelo Setor Policial até o Terminal da Asa Sul.

As obras são feitas por trechos para aproveitar os recursos à medida que eles são liberados. E também porque seria inviável fazer as intervenções de uma só vez no trânsito.

Esse será o primeiro conjunto de viadutos de um total de três previstos para a Epig. Segundo Canovas, a ideia é acabar com os semáforos na via. Um outro viaduto será feito na chegada à Octogonal e um terceiro na altura dos postos de combustíveis na chegada ao Setor de Indústrias Gráficas. Quando o Corredor EIxo-Oeste estiver concluído, toda a Epig terá quatro faixas em cada sentido, uma delas exclusiva para o BRT.

Licitação revogada

Em agosto de 2014, o governo chegou a publicar o edital de licitação para a construção do viaduto, mas ela foi questionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por causa dos recursos federais, e por grupos de ciclistas. Assim, a obra acabou revogada.

“Os ciclistas queriam que tivesse uma ciclovia no viaduto e o TCU questionou o remanejamento de uma adutora da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) que passa pelo local. Pelo projeto, a empresa que fosse construir o viaduto faria o remanejamento, mas o tribunal alegou que a empresa não poderia ser a mesma”, lembra Maurício Canovas.

Segundo ele, a Secretaria de Obras fez as devidas alterações e o novo projeto foi aprovado pela Caixa Econômica Federal e pelo então Ministério das Cidades. “A Caesb fez uma licitação a parte e mudou a rede de abastecimento de água de lugar. Com os ciclistas fizemos uma série de reuniões e chegamos ao consenso de que a ciclovia não precisa passar em cima do viaduto, elas vão ser nas marginais e vão se integrar com as ciclovias do Parque da Cidade”, acrescenta.

Fonte: Agência Brasília 

Imagem: Gizella Rodrigues

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Terracap lança edital com mais de cem terrenos

Interessados em comprar imóveis para investimento ou moradia têm que pagar caução até dia 29 de agosto e participar da licitação, que será realizada no dia 30 deste mês. Lotes custam a partir de R$ 57 mil

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) lançou um novo edital de licitação de imóveis. Responsável por gerir grande parte do patrimônio imobiliário público da capital federal, a Terracap possui muitas opções de terrenos para quem planeja morar ou abrir um novo negócio no DF. São 105 oportunidades, em 12 regiões administrativas, com lotes a partir de R$ 57 mil.

Os interessados devem ficar atentos aos prazos: caução até dia 29 de agosto e licitação em 30 de agosto. O documento, com a lista dos imóveis disponíveis para a venda, pode ser acessado aqui. As condições de pagamento são: 5% de caução, entrada (com abatimento da caução) e o restante em até 180 meses, a depender do imóvel escolhido.

Águas Claras tem um mercado potencial em expansão. A região administrativa soma mais de 160 mil moradores, segundo levantamento da Companhia de Planejament do Distrito Federal (Codeplan). A população jovem e de classe média alta garante ao investidor a possibilidade de desenvolver um mix de projetos, desde comércio à residência. O oitavo edital traz um lote de seis mil m², com alto potencial construtivo e localização privilegiada, na Avenida Jequitibá.

Os pequenos investidores também são contemplados neste edital. Em Samambaia, por exemplo, os imóveis ofertados têm foco nos micro e pequenos empresários que atuam nos setores de comércio e serviços. Na região, 42 dos 28 lotes têm área de 176 m², preços e condições de pagamento acessíveis para quem quer começar um negócio

Guará

Com grande procura nos editais anteriores, outras oportunidades para investidores foram disponibilizadas no Guará. As unidades comerciais, com metragem de 625 m² a 1,6 mil m², estão localizadas nas adjacências de um mercado consumidor consolidado, com influência direta da população residente no Guará II, Setor Habitacional Bernardo Sayão, Candangolândia e Park Way.

A poucos quilômetros dali, no SIA Trecho 17, há um terreno de 2,8 mil m², com destinação para implantação de diversas atividades econômicas: indústria, prestação de serviços ou comércio.

Lotes residenciais

Lotes com destinação residencial unifamiliar também são ofertados. No Guará II, há mais de 20 oportunidades nas QEs 48, 50 e 52, com áreas de 162 m² a 298 m² e entradas de R$ 11,5 mil a R$ 18, 8 mil. Já no Jardim Botânico, são cinco imóveis disponíveis para a venda, de 782 m² a 948 m². Neste caso, as entradas são a partir de R$ 21,1 mil e R$ 23,6 mil.

Alguns cuidados são necessários para participar da licitação.  Veja o passo a passo:

– Leia atentamente o edital disponível ao site da Terracap;

– Escolha o imóvel e faça uma visita no local;

– Preencha a proposta de compra – disponível no site da Terracap (http://comprasonline.terracap.df.gov.br/);

– Recolha a caução de 5% correspondente ao valor do lote, que funciona como garantia para habilitação na licitação. O valor deve ser recolhido em uma agência do BRB, mediante depósito identificado, transferência eletrônica (TED) ou pagamento de boleto expedido no site da Terracap, em nome do licitante ou de seu legítimo procurador, até dia 29 de agosto. A não apresentação da procuração implica em desclassificação automática do licitante. A licitação ocorrerá no dia subsequente (30/8);

– Entregue a proposta. Há duas opções: ir à Terracap e depositar o documento preenchido na urna da Comissão de Licitação, no dia 29 de agosto, entre 9h e 10h, ou optar pela proposta on-line, anexando o comprovante de pagamento de caução. Neste caso, a proposta também deve ser enviada eletronicamente no mesmo dia e horário.

Serviço:

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones: (61) 3342-2013/3342-2525 ou pelo e-mail terracap@terracap.df.gov.br. Para atendimento presencial, o edifício-sede da Terracap está localizado no Bloco “F”, Setor de Áreas Municipais (SAM) – atrás do anexo do Palácio do Buriti.

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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Indústria de materiais de construção registra crescimento em julho

Após retração do faturamento em junho, o Termômetro da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), divulgado na última sexta-feira (09/08), indica crescimento de 3,1% no faturamento da indústria de materiais de construção de julho comparado ao mesmo mês do ano anterior. O sétimo mês de 2019 apresentou faturamento 6,1% maior se comparado ao resultado de junho.

De acordo com a pesquisa de opinião realizada com as lideranças da associação, analisando o faturamento acumulado em 2019 – janeiro a junho –, o desempenho foi 2,3% superior ao mesmo período de 2018. Na comparação dos últimos 12 meses, a indústria de materiais de construção apresentou crescimento de 1,6% no faturamento.

Quanto às vagas de emprego no setor, o resultado observado em 2019 segue estável e positivo. Entre junho e julho, foi observado 0,2% de crescimento nas vagas do setor. O ano de 2019 sustenta crescimento acumulado de 0,7% na oferta de empregos em relação ao mesmo período de 2018.

“Os resultados e estimativas refletem um aumento do grau de otimismo, já previamente apontado pela nossa pesquisa do Termômetro. O andamento de pautas estruturantes, as reformas, assim como algumas medidas pontuais de estímulo à economia, surtem efeito positivo.”, aponta o presidente Executivo da Abramat, Rodrigo Navarro.

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Mulheres buscam espaço e melhor remuneração na cadeia produtiva da Construção Civil da PB

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), o valor recebido por mulheres é em média, 33% menos que os homens, no Brasil.

O carregamento e montagem das peças de um andaime são as primeiras atividades de um dia de trabalho de Valéria Araújo, 38 anos, ao chegar a uma instituição de ensino público onde presta serviço na área central de João Pessoa.

A pintura da área interna e da fachada da Escola Estadual Epitácio Pessoa é realizada por uma equipe incomum no cenário da Construção Civil nacional. Entre o grupo de cinco trabalhadores, três são mulheres. O pequeno índice de mulheres na cadeia produtiva do setor é comprovado pelo Sintricom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil, Mobiliário e Montagem Industrial). Segundo órgão, apenas 5% da categoria é formada por mulheres, aproximadamente 1,5 mil, entre a base dos serviços em obras e escritórios administrativos do ramo na Paraíba. Há 18 anos, filha de um mestre de obras, Valéria iniciou o curso na Oficina-Escola de Revitalização do Patrimônio Cultural, no bairro do Varadouro, que desenvolve ações pedagógicas baseadas na formação prática e teórica, em obras de restauração do patrimônio histórico e locais públicos, vinculada a um projeto do governo espanhol. Valéria recebeu a reportagem do Portal T5 no começo do dia do trabalho e se escondeu atrás da timidez por pouco tempo. Logo ela contou sobre o primeiro desafio enfrentado ao entrar na profissão, o preconceito. “Eu nunca baixei a cabeça, sempre levantada, lutando pelo meu espaço”, disse.

” Eu ouvia que mulher não foi feita para trabalhar na Construção Civil. Foi feita para pilotar fogão ou trabalhar em casa de família. Mas eu acredito que não, a mulher cada vez mais mostra que tem espaço”. Valéria Araújo – pintora.

Casada e mãe de uma menina de quatro anos, além de cuidar da casa e da família, a mulher dá o exemplo desde cedo da igualdade e pertencimento ao mercado de trabalho quase dominado pelos homens. “Antes de vir para cá eu a deixo na creche para poder trabalhar e sei que ensino sobre a conquista de nosso espaço”, contou orgulhosa. Ao lado da profissional, Jair Batista, 45 anos, divide espaço no andaime com outras companheiras de trabalho, como Simone, com quem aprendeu ofício na mesma turma. Para ele, é comum encontrar mulheres na profissão que exerce há mais de 10 anos. “Elas são mais cuidadosas, atenciosas e detalhistas. É de grande valor trabalhar com mulher. Elas são rosas em nosso jardim”, disse.

Remuneração – Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), o valor recebido por mulheres é em média, 33% menos que os homens, no Brasil. O setor, no entanto mostra, que apesar da diferença na remuneração, a presença das mulheres no ramo cresceu 120% em pouco mais de 10 anos. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2007 havia 109.006 trabalhadoras registradas. Em 2018, eram 239.242.

Fonte: T5 Paraíba 

Imagem: Dennison Vasconcelos

 

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