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Category Archives: Notícia

Campanha “Em Movimento” começa a abordar temas sobre Saneamento e Infraestrutura Básica

A ASBRACO apoia essa iniciativa.

Os temas “Saneamento e Infraestrutura Básica”, começaram a ser abordados neste último domingo (14/01). O novo vídeo integra o projeto Em Movimento, do G1, lançado em outubro de 2017.

Essa nova fase da campanha destaca que muito do que a indústria da construção constrói, as pessoas não veem, mas sentem os benefícios todos os dias.

“Movimentar é cuidar da cidade. Por traz da construção de cada casa, rua ou bairro existe uma indústria que se movimenta para cuidar da cidade, limpando, tratando, coletando, instalando, distribuindo. Construindo 602 mil km de redes de água encanada; investindo em média R$ 11 bilhões por ano; aumentando a população atendida de 39% para 50%; aumentando a produtividade; fomentando a economia; protegendo o meio ambiente”…

A campanha busca trazer os mais diferentes olhares e os vários aspectos da urbanização para o público, mostrando como essas ações são fundamentais na vida da cidade.

Para a campanha que será exibida ao longo dos próximos meses, estão previstas abordagens sobre os temas Infraestrutura de Transportes, Geração de Empregos, Saneamento, Infraestrutura Urbana, Mobilidade,  Arquitetura e Identidade Cultural.

Fonte: Com informações da TV Globo e do site da CBIC/DF

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Câmara do DF aprova R$ 1,5 bilhão em verbas para obras e contratações em 2018

Montante inclui R$ 231 milhões de precatórios e R$ 1,3 bilhão em verbas da previdência; do total, R$ 123 milhões vão para nomear concursados. Distritais fizeram sessão extraordinária nesta segunda.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta segunda-feira (15) em dois turnos, durante sessão extraordinária, o projeto de lei que destina R$ 1,5 bilhão para o orçamento deste ano. O tema ficou pendente desde a votação do Orçamento de 2018, em dezembro.

O montante abarca R$ 231 milhões de precatórios e R$ 1,3 bilhão em verbas economizadas do Iprev — o fundo de previdência dos servidores. Do total, R$ 123 milhões serão realocados para a nomeação de concursados.

Com a votação concluída, o texto deve seguir para a sanção do governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Ele pode vetar trechos da lei – neste caso, a matéria volta para a análise da Câmara, que pode manter ou derrubar os vetos.

“A partir da aprovação aqui na Câmara Legislativa será encaminhada a redação final. O Executivo terá mais ou menos 15 dias para fazer a sanção. A partir da sanção e da aprovação da lei, os recursos poderão ser usados”, afirmou a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos.

Dos 24 deputados empossados, 18 compareceram à sessão desta segunda. No primeiro e no segundo turnos, o placar registrou 17 votos favoráveis e 1 contrário, do deputado Raimundo Ribeiro (PSDB). Ao todo, seis deputados não compareceram à votação: Israel Batista (PV), Julio Cesar (PRB), Cristiano Araújo (PSD), Celina Leão (PPS), Sandra Faraj (Solidariedade) e Liliane Roriz (PTB).

Os R$ 231 milhões que serão incorporados ao orçamento surgiram após o Supremo Tribunal Federal autorizar o uso de depósitos judiciais para pagar precatórios (pagamentos que a Justiça determina ao governo).

A aprovação das verbas do Iprev atende um desejo do governador que afirmou que a quantia vai permitir, entre outros pontos, a construção de escolas, postos de saúde, ciclovias, parques e paradas de ônibus. Também vai servir para pagar UTI, serviços de limpeza, alimentação hospitalar e garante programas de assistência social.

Confira para onde deve ir o dinheiro:

  • R$ 407,8 milhões para Saúde
  • R$ 298,7 milhões para Educação
  • R$ 148 milhões para pagamento de terceirizados
  • R$ 148,6 milhões para o setor de Mobilidade
  • R$ 97,5 milhões para infraestrutura

Os distritais aprovaram também emendas. Entre as alterações propostas pelos parlamentares estão a destinação de R$ 73 milhões para o pagamento de pecúnias de servidores e de R$ 4,7 milhões para gratificações a servidores federais cedidos à saúde local.

Últimos detalhes

Para conseguir acordo com os deputados, o Palácio do Buriti se comprometeu a construir duas escolas em São Sebastião e Itapoã. A demanda surgiu durante sessões do projeto Câmara em Movimento, que promove sessões itinerantes pelo DF. O Executivo também deu sinal verde para executar R$ 10 milhões em emendas parlamentares.

O secretário de Fazenda do DF, Wilson de Paula, afirmou que, após a sanção do texto, haverá uma reunião com a governança para fechar o quadro de nomeações de servidores. A previsão, segundo ele, é que o encontro ocorra na sexta-feira (19).

“A prioridade é a saúde e, depois, educação”, disse. De acordo com o secretário, os aprovados nos concursos para os cargos de agentes socioeducativos e agentes penitenciários também serão contemplados.

Wilson de Paula também informou que o GDF conseguiu R$ 89 milhões, recursos liberados pelo Banco do Brasil, para parte das obras previstas pelo Executivo. “Em dezembro, conseguimos a certidão de adimplência dos precatórios. Estamos aptos para executar operações de crédito”, apontou.

Manhã de negociações

Mais cedo, o governador Rodrigo Rollemberg se reuniu com os parlamentares para detalhar as propostas e convencê-los da aprovação. A reunião parece ter surtido efeito. Durante a votação, não houve discussões acaloradas ou trocas de farpas entre os parlamentares, como ocorreu no ano passado em sessões que apreciaram o orçamento.

Depois do encontro com o governador, ficou acordado ainda o pagamento de 30% das pecúnias, até o final deste quadrimestre, sobre a média de repasses relativos à licença-prêmio por assiduidade no último semestre de 2017.

Na galeria da Câmara Legislativa, servidores e representantes de lideranças sindicais pronunciaram palavras de ordem, pedindo nomeações de concursados. Eles também levaram faixas e cartazes para a votação.

Categorias de funcionários públicos pressionam votação na Câmara Legislativa do DF (Foto: Letícia Carvalho/G1)

Categorias de funcionários públicos pressionam votação na Câmara Legislativa do DF (Foto: Letícia Carvalho/G1)

Votação adiada

O texto analisado nesta segunda deveria ter sido votado na última sessão de 2017. No entanto, por falta de consenso, foi adiado por diversas vezes. Assim, os distritais decidiram votar o “projeto base” em dezembro e deixaram a questão do remanejamento das verbas do Iprev para esta segunda.

A justificativa dos deputados era de que o governo apresentou de “última hora” a emenda sobre o uso do R$ 1,3 bilhão para despesas correntes. Já o governo diz que o projeto do orçamento foi apresentado à Câmara antes mesmo do projeto que autorizou a junção dos dois fundos de previdência.

Fonte e Imagens: G1

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A Green Ambiental em parceria com o SLU recolherá, de graça, embalagens de vidro de bares e restaurantes do DF

Distrito Federal descarta 150 toneladas de vidro por dia, mas não há separação e nem reciclagem. Por meio de uma parceria com o SLU, material começa a ser recolhido nos bares do Setor Bancário.

A partir de uma parceria com o Sistema de Limpeza Urbana (SLU), uma empresa privada passou a recolher garrafas de vidro em bares e restaurantes do DF, sem cobrar pelo serviço. A Green Ambiental busca o material descartado e encaminha para uma empresa em São Paulo, onde o vidro é reciclado.

Por enquanto, dez estabelecimentos do DF participam do projeto. A coleta é feita duas vezes por semana, apenas no Setor Bancário Sul. Para que o vidro seja recolhido, ele deve ser colocado dentro de tambores de plástico disponibilizados pela empresa.

“O tipo de vidro que deve ser separados são potes e garrafas . O que não pode ser descartado para o galpão são lâmpadas e vidros laminados”

Processo

O vidro recolhido no centro de Brasília é levado para um galpão na área de desenvolvimento econômico, em Águas Claras onde é separado. Depois, o material é encaminhado para São Paulo onde e entregue para uma empresa de reciclagem que paga R$ 280 por tonelada de vidro recolhido.

Vidro é recolhido em estabelecimentos do DF duas vezes na semana (Foto: Reprodução/TV Globo )

Vidro é recolhido em estabelecimentos do DF duas vezes na semana (Foto: Reprodução/TV Globo )

De acordo com o diretor da Green Ambiental Paulo Gregório, com a quantidade de bares e restaurantes em Brasília, o volume de vidro recolhido pode ser maior. “Estamos negociando para levar os coletores na sexta-feira e retirar o vidro na segunda, assim a população teria condições de colocar o material nas caçambas preparadas”, diz ele.

Sem reciclagem no DF

O Distrito Federal não tem reciclagem de vidro. O descarte do material é feito junto com o lixo orgânico. Desde outubro do ano passado, os comerciantes que produzem mais de 120 litros de lixo são responsáveis pelo próprio descarte.

O SLU só é responsável pelo recolhimento de materiais recicláveis, e o vidro não está na lista.

Cervejas artesanais, cervejaria artesanal, trina, marabaixo, neguinha, cerveja, garrafas, (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)

Cervejas artesanais, cervejaria artesanal, trina, marabaixo, neguinha, cerveja, garrafas, (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)

No ano passado, um projeto de lei chegou a ser proposto para obrigar uso de garrafas de vidro retornáveis no DF. Segundo a presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Kátia Campos, a medida era uma necessidade ambiental e econômica urgente, já que não há empresas de reciclagem do material no Distrito Federal.

Serviço:
Comerciantes que desejarem realizar o cadastro para a coleta devem entrar em contato pelo telefone (61) 3037-8027 / 3024-1448 / 98212-7769 ou pelo e-mail contato@greennambiental.com.br

 

Fonte e Imagem: G1

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Tecnologia na infraestrutura de transportes traz agilidade e segurança nas estradas

Ferramentas como pagamento automatizado de pedágio, fiscalização via satélite e cartões para caminhoneiros facilitam trabalho de logística no Brasil.

O transporte rodoviário é o principal meio de escoamento da produção de bens e matéria-prima no Brasil. Pelas estradas passam mais de 60% das cargas nacionais. E para fazer esse trabalho logístico com segurança e agilidade, facilidades tecnológicas têm tornado a rotina do caminhoneiro e das transportadoras mais ágil e seguro.

Fundamental para o setor, a pontualidade costuma ser uma preocupação para motoristas e empresários devido ao tráfego intenso e à constante necessidade de paradas. Uma das ferramentas que tem reduzido esse problema é a inteligência artificial na cobrança das praças de pedágio. Os sistemas de rádio frequência instalados em veículos fazem a leitura automática nos postos, o que tira a necessidade do motorista parar na cancela para efetuar o pagamento, que é automatizado.

A fiscalização é outro motivo de muitas paradas. Mas no Brasil está em implantação o monitoramento eletrônico de caminhões e ônibus que tem reduzido consideravelmente isso. O Canal Verde Brasil, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), é um sistema que faz a leitura eletrônica dos veículos por meio de TAGs e controla a circulação de cargas e passageiros.

Através de pontos espalhados pelas principais vias de escoamento de produção do país, são lidos dados como origem e destino dos veículos, o que é transportado e, caso necessário, aponta locais para verificação de pesos e medidas dos caminhões. E esse controle é feito de forma remota, o que também agiliza o processo. O objetivo é tornar o país mais competitivo através da redução de custos decorrente das paradas, ampliar a frequência de viagens e, como consequência, aumentar a rentabilidade dos investidores.

Monitoramento aumenta a segurança

A preocupação com a segurança nas rodovias levou a aplicação de tecnologia para monitoramento dos veículos. Equipamentos enviam informações de localização via satélite, rádio ou celular, a partir das quais é possível saber de onde ele saiu, para onde vai, o trajeto que faz, se está dentro da rota programada e se chegou ao destino. Fora isso, os dados recolhidos podem ser usados pelas empresas para otimização dos serviços.

Através dessa fiscalização, uma possível irregularidade pode ser verificada em tempo real, como um desvio de rota não previsto, e saber se há algo errado, como um assalto. Em caso de ocorrência, a empresa de segurança pode ter acesso ao sistema interno do caminhão para cortar o combustível, efetuar o travamento das portas ou emitir sinais de alerta. É possível ainda acionar a polícia e equipes de segurança para interceder.

O acesso ao GPS possibilita que os motoristas usem aplicativos de mobilidade que podem melhorar seus deslocamentos em território nacional. Através dos smartphones, eles podem acessar os programas que ajudam a seguir rotas para seus destinos, além de sugerirem alternativas mais rápidas, apontarem problemas na pista como acidentes, obras e engarrafamentos.

Cartão agiliza processos e aumenta segurança

Outra facilidade para caminhoneiros e empresas é o uso de cartões, como o Cartão Transportes Bradesco, criado para ser usado no dia a dia da estrada. Ele substitui a carta frete, facilita o pagamento em estabelecimentos conveniados da Rede Visa, que inclui o abastecimento de combustível. Também facilita o pagamento de pedágios e permite saques, consultas e extratos no Bradesco Dia & Noite.

Com o alto risco de assaltos nas estradas brasileiras, o cartão aumenta a segurança do motorista, que não precisa levar grandes quantias em dinheiro e cheques nas viagens, além de dar praticidade para as operações. Outra grande vantagem é que ele passa a ter a garantia do recebimento do frete, sem atrasos ou burocracia, e possibilita a comprovação de renda para obter linhas de crédito. Para as empresas contratantes, há a otimização dos processos e redução de custos, melhor controle e gestão através do site Transportes Bradesco, agilidade na liberação de viagens e aumento na segurança.

É a tecnologia a serviço da logística das empresas.

Fonte e Imagem: G1

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Um ano de racionamento: confira os números da crise hídrica no DF

População deixou de gastar quase 980 litros de água por segundo em 2017. Durante pior crise hídrica da história, Caesb inaugurou 12 obras; mesmo com intervenções, principal reservatório amargou índice de 5,3% em novembro.

O racionamento de água no Distrito Federal completa, nesta terça-feira (16), um ano de vigência. Desde janeiro de 2017, os 1.631.549 moradores das regiões abastecidas pelo reservatório do Descobertotiveram que se familiarizar com termos que, em anos interiores, constavam apenas nos relatórios técnicos da Companhia de Saneamento do Distrito Federal (Caesb). As frases “crise hídrica e “nível das barragens” ultrapassaram os limites dos informes da companhia e foram parar até em conversas de bar.

Pouco mais de um mês após a implementação da medida, áreas que recebem água da bacia de Santa Maria também passaram a enfrentar o rodízio. Ao todo, 557.820 pessoas tiveram que readaptar a rotina para conseguir ficar pelo menos 24 horas sem água uma vez por semana. Como o retorno é gradual, alguns imóveis sentiram o impacto por mais tempo.

A falta de água em casa e em comércios e a constante insegurança sobre o abastecimento transformaram o calendário do rodízio, divulgado pela Caesb e pela imprensa, em leitura obrigatória. Afinal, em um ano de racionamento, os candangos ficaram, em média, 2 meses sem água nas torneiras – 24 horas a cada seis dias.

Em um ano de racionamento, os moradores do Distrito Federal ficaram, em média, 2 meses sem água nas toneiras (Foto: Ilustração: Jessica Almeida/TV Globo)

Em um ano de racionamento, os moradores do Distrito Federal ficaram, em média, 2 meses sem água nas toneiras (Foto: Ilustração: Jessica Almeida/TV Globo)

Com reduções nos ciclos das máquinas de lavar roupa, banhos mais curtos, reaproveitamento de água e outras iniciativas, a população do DF deixou de gastar quase 980 litros de água por segundo em 2017 – uma redução de 12% em relação a 2016. Esse montante corresponde, em média, ao consumo de Ceilândia, que consome cerca de 830 litros por segundo.

 População do DF deixou de gastar quase 980 litros de água por segundo em 2017 – uma redução de 12% em relação a 2016. Montante corresponde, em média, ao consumo de Ceilândia (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

População do DF deixou de gastar quase 980 litros de água por segundo em 2017 – uma redução de 12% em relação a 2016. Montante corresponde, em média, ao consumo de Ceilândia (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

Investimentos

Impulsionada também pela maior crise hídrica da história do DF, a Caesb deu andamento, em 2017, a 12 obras, totalizando um investimento de R$ 133.619.259,62 no ano. As intervenções aumentaram a captação de água em 16,5%.

Segundo cálculos da própria empresa, a capacidade de puxar água da natureza passou de 9.500 litros por segundo para 11.076 litros por segundo, no auge de captação.

Caesb deu andamento, em 2017, a 12 obras, totalizando um investimento de 133.619.259,62 em 2017 (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

Caesb deu andamento, em 2017, a 12 obras, totalizando um investimento de 133.619.259,62 em 2017 (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

Pelos cálculos da Caesb, o acréscimo de 1.576 litros por segundo é suficiente para abastecer aproximadamente 880 mil habitantes – média populacional das regiões de Ceilândia, Samambaia e Recanto das Emas.

Acréscimo de 1.576 litros por segundo é suficiente para abastecer aproximadamente 880 mil habitantes no DF (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

Acréscimo de 1.576 litros por segundo é suficiente para abastecer aproximadamente 880 mil habitantes no DF (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

A maior parte dessa capacidade adicional está concentrada em duas obras de médio porte: o subsistema do Bananal e a obra emergencial de captação do Lago Paranoá. A construção do Bananal permitiu retirar uma média de 726 litros por segundo do córrego. A obra custou R$ 20 milhões, bancados pela Caesb com financiamento do Banco do Brasil, e contribuiu com o abastecimento de 170 mil habitantes de áreas como Asa Norte, Sudoeste, Cruzeiro e Noroeste.

 Capacidade de puxar água da natureza passou de 9.500 litros por segundo para 11.076 litros por segundo, no auge da captação, diz Caesb (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

Capacidade de puxar água da natureza passou de 9.500 litros por segundo para 11.076 litros por segundo, no auge da captação, diz Caesb (Foto: Jessica Almeida/TV Globo)

A obra emergencial de captação do Lago Paranoá passou a captar cerca de 700 litros por segundo do lago artificial, em uma estação no Setor de Mansões do Lago Norte. A estrutura custou R$ 42 milhões, pagos pelo Ministério da Integração Nacional, e envia água para o sistema Santa Maria/Torto.

Além dessas construções, a Caesb também fez obras para interligar os reservatórios e, assim, “desafogar” a demanda do Descoberto – principal bacia do DF. Antes da crise hídrica, o reservatório abastecia 60% dos imóveis, atualmente ele fornece água para 52. O Santa Maria passou de 21% para 29%.

Reservatórios em crise

Mesmo com o esforço dos candangos e com as intervenções da Caesb, o volume das barragens do Descoberto e de Santa Maria diminuiu mês a mês durante a seca. Em 7 de novembro, o Descoberto amargou o índice de 5,3% – o menor da história do reservatório. O mínimo atingido pelo Santa Maria em 2017 foi de 21,6%.

A queda do volume da bacia motivou a Caesb a elaborar um plano de racionamento de 48 horas consecutivas e enviá-lo à Agência Reguladora de Águas do DF (Adasa). O projeto, no entanto, acabou parado na gaveta. Em dezembro, as chuvas voltaram a cair e a capacidade do Descoberto chegou aos 30,1% no último dia do ano.

Apesar de os reservatórios terem se recuperado, 2017 terminou com o volume de precipitações 15% abaixo do esperado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A previsão era de que o ano encerrasse com o acumulado de 1.525,9 milímetros, no entanto, choveu apenas 1.304,6 milímetros.

Com base na expectativa do clima e nas captações da Caesb, a Adasa estudou três cenários possíveis para a barragem (veja no gráfico abaixo) em 2018. Segundo a agência, a projeção “mais realista” é de que o Descoberto chegue aos 50% em abril. Para isso, as chuvas teriam de repetir a intensidade registrada no ciclo hidrológico de 2016/2017 – o pior da história da capital.

Por esse cenário, se o Descoberto alcançar os 50% em abril, a interrupção de fornecimento por 24 horas a cada seis dias será mantida, no mesmo formato atual, e a ameaça de um racionamento de 48 horas segue suspensa.

Outros cenários

Além do cenário realista, outras duas possibilidades foram levantadas pela Adasa e divulgadas nesta quinta. Na apresentação, a agência reforçou a mensagem de que todas as simulações têm “alto grau de incerteza”. Os cenários alternativos são:

  • o “pessimista”, que trabalha com o reservatório do Descoberto em 34%, em abril. Neste caso, segundo o diretor-presidente da Adasa, Paulo Salles, há “possibilidade de um segundo dia de racionamento”.
  • o “otimista”, que prevê até 71% de preenchimento do Descoberto em abril. Para isso, é preciso que o ritmo de chuvas no DF tenha uma alta de 20% em relação à média histórica. Mesmo nesse caso, não há uma indicação de que o racionamento de um dia chegue ao fim.

Fonte e Imagens: G1

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Água do Lago Paranoá também vai abastecer Plano, Noroeste e Sudoeste

Com novo equipamento instalado, Caesb vai poder transferir até 270 litros por segundo de água captada no lago para as regiões.

As regiões da Asa Sul, Asa Norte, Noroeste e Sudoeste também serão abastecidas pela água do Lago Paranoá. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) inaugurou nesta segunda-feira (15/1) um equipamento que vai permitir que o recurso hídrico seja bombeado dos reservatórios do Lago Norte para a Estação de Tratamento de Água (ETA) de Brasília, no Plano Piloto.

Com o booster do Noroeste, a Caesb vai poder transferir até 270 litros por segundo de água captada no Lago Paranoá. O investimento foi de R$ 1,49 milhão. “Vamos poupar ainda mais o reservatório de Santa Maria e do Descoberto”, destacou Rollemberg. Até agora, a água do lago abastece as regiões do Lago Norte, Varjão, Paranoá e parte de Sobradinho.

No final do ano passado, o Metrópoles publicou uma série de reportagens de médicos e moradores questionando a qualidade da água do Paranoá. Registros de gastroenterite (infecção intestinal) foram registrados. Após as denúncias,  o Governo do Distrito Federal (GDF) encomendou dois laudos à Vigilância Sanitária.

Os testes, segundo o Palácio do Buriti, mostraram ausência de vários tipos de bactérias. As análises foram feitas em 20 de dezembro, em amostras colhidas em dois pontos diferentes da  Estação de Tratamento (ETA) do Lago Norte.

Isolamento acústico
O booster foi instalado no Noroeste porque fica “no meio do caminho” entre a estação que tira água do Lago Paranoá e a do Plano Piloto, localizada próximo ao Palácio do Buriti. O equipamento conta com um isolamento acústico para que o barulho das três bombas não atrapalhe os moradores, garante a  Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).

A quantidade de água captada no Lago Norte que vai para a ETA Brasília é o excedente da região abastecida pelo manancial. Os 700 litros por segundo são mais que o necessário para abastecer Asa Norte, Itapoã, Lago Norte, Paranoá, parte de Sobradinho II e Taquari.

“O que lançamos hoje aqui é uma elevatória de pressurização. Invertemos o fluxo, trazendo água do Lago Norte para o Plano Piloto e aumentando a transposição de água”, disse o presidente da Caesb, Maurício Luduvice. “Antes, a água ia da região central para o Lago Norte. Com o booster e a ETA, passa a fazer o caminho inverso.”

A inversão de fluxo citada por Luduvice já leva água para Asa Sul, Asa Norte, Noroeste e Sudoeste. Em breve, outras áreas do DF, como Águas Claras, Guará e Vicente Pires também vão poder receber recursos hídricos do Lago Paranoá. O booster entrou em funcionamento na quinta-feira (11) e hoje foi inaugurado oficialmente.

Fonte e Imagem: Metrópoles

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Empresas podem contar com Senai-DF para cumprir Lei da Aprendizagem

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) publicou, em janeiro, a programação de 2018 para turmas de aprendizagem nas três unidades – Gama, Sobradinho e Taguatinga. São 12 opções de cursos com aulas nos turnos matutino e vespertino, e início em diferentes meses do ano. O edital com todas as informações está disponível no link.

Os cursos de aprendizagem são voltados a participantes do programa Jovem Aprendiz, por meio do qual jovens de 14 a 24 anos têm a oportunidade de trabalhar em uma empresa e de estudar no Senai (leia mais abaixo). A instituição é autorizada pelo Ministério do Trabalho a ministrar esses cursos, gratuitos para os contribuintes do Sistema Indústria. A empresa arca com os custos trabalhistas e previdenciários do contrato de aprendizagem.

A escolha do aprendizé responsabilidade da empresa contratante. O processo de aprendizagem é dividido em três momentos: apenas teoria no Senai, depois um misto de teoria e prática em sala de aula e na empresa e por último um período de dedicação exclusiva ao trabalho.

As oportunidades em 2018 são para os cursos de Assistente Administrativo; Almoxarife; Auxiliar de Operações Logísticas; Instalações Prediais e Industriais; Mecânico de Manutenção; Técnico em Administração; Técnico em Comunicação Visual; Técnico em Edificações; Técnico em Logística; Técnico em Manutenção de Máquinas Industriais; Técnico em Redes de Computadores e Técnico em Segurança do Trabalho.

A empresa pode optar por contratar uma turma exclusiva para os próprios aprendizes ou apenas algumas vagas dentro de uma classe. Para contratar o serviço de aprendizagem do Senai-DF, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

Jovem Aprendiz

Estabelecimentos de médio e de grande porte, de qualquer natureza, que tenham pelo menos sete empregados devem contratar aprendizes, de acordo com o percentual exigido por lei federal nº 10.097/2000 (regulamentada pelo Decreto nº. 5.598/2005). Os contratos de trabalho desses jovens, de 14 a 24 anos, podem durar até dois anos. Durante esse período, são capacitados na instituição formadora e na empresa, combinando formação teórica e prática. A cota de aprendizes está fixada de 5%, no mínimo, a 15%, no máximo, por estabelecimento, calculada sobre o total de empregados cujas funções demandem formação profissional.

“Por meio do programa de aprendizagem, os jovens têm a oportunidade de inclusão social com o primeiro emprego e de desenvolver competências para o mundo do trabalho”, explica a coordenadora de Tecnologia e Inovação do Senai-DF, Alessandra Machado.

A aprendizagem cria oportunidades tanto para o aprendiz quanto para as empresas, pois dá preparação ao iniciante de desempenhar atividades profissionais e de ter capacidade de discernimento para lidar com diferentes situações no mundo do trabalho. Ao mesmo tempo, permite às empresas formarem mão de obra qualificada, algo cada vez mais necessário em um cenário econômico em permanente evolução tecnológica.

O objetivo é proporcionar ao aprendiz uma formação profissional básica, realizada em programas de aprendizagem organizados e desenvolvidos sob orientação e responsabilidade de instituições formadoras legalmente qualificadas. A formação técnico-profissional deve ser constituída por atividades teóricas e práticas, organizadas em tarefas de complexidade progressiva, relacionadas às atividades desenvolvidas nas empresas contratantes.

Fonte e Imagem: Sistema FIBRA
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Ministério das Cidades libera R$ 300 milhões para metrô de Samambaia e viaduto do Sudoeste

Uma boa notícia para Brasília: o Ministério das Cidades aprovou projeto do governo do Distrito Federal para expansão do Metrô de Samambaia e para modernização do sistema. Até junho, o Metrô/DF lança o edital de licitação e o contrato deve ser assinado em novembro.

Três anos a partir daí, duas novas estações de Samambaia, num novo trecho de 3,671 km de extensão, estarão em operação. Além desse projeto, o Ministério das Cidades liberou ainda o repasse de R$ 17 milhões para a construção do viaduto de interseção da Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG) com o Setor Sudoeste e o Parque da Cidade.

Evento com Temer
O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) pretende promover uma solenidade para anunciar o projeto e a liberação dos recursos federais, com a presença do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, e do presidente Michel Temer.

Trata-se de um projeto de grande visibilidade e impacto no DF porque, além de melhorar o transporte público naquela região de grande expansão populacional, a obra movimenta os setores imobiliários e de construção civil.

“Essas obras são estratégicas para Brasília. A modernização e a expansão do Metrô vão trazer benefícios enormes à população de Brasília. Estamos felizes e agradecidos com a notícia”, disse Rollemberg à coluna.

Mais duas estações para Samambaia
O projeto completo para expansão e modernização do metrô prevê investimentos de R$ 315 milhões, sendo R$ 275,5 milhões do orçamento-geral da União e R$ 40 milhões de contrapartida do GDF.

O presidente do Metrô/DF, Marcelo Dourado, estima em aproximadamente 78 mil pessoas o número de beneficiados com a obra de ampliação do metrô. “A população atual de Samambaia é estimada em 260 mil pessoas. O calculo é que 30%, em torno de 78 mil pessoas, serão direta e indiretamente beneficiadas com a expansão.”, afirma.

Os recursos serão liberados paulatinamente, à medida em que as obras avançarem. Mas o Ministério das Cidades já assumiu o compromisso oficial, o que permite a realização da licitação.

A previsão é de que a obra leve 36 meses para a construção de mais duas estações em Samambaia. Hoje a cidade já tem quatro outras estações. O Metrô conta com 24 estações, mas o governador Rodrigo Rollemberg vai inaugurar mais três ainda neste ano, na 106 Sul, 110 Sul e uma outra entre Águas Claras e Taguatinga.

Novos projetos à espera de deliberação
Aprovado agora pelo Ministério das Cidades, o projeto do Metrô/DF começou a ser trabalhado em junho de 2015. Houve várias reuniões técnicas. O governo entregou ainda propostas para expansão da via de Ceilândia e construção do trecho até a Asa Norte. Mas ainda aguarda deliberação.

Fonte e Imagem: Correio Braziliense

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Líder espiritual defende “nova revolução” contra crise hídrica mundial

O líder espiritual destacou que a água tem sido a precursora e mapeadora da jornada evolutiva do homem.

A necessidade de uma aliança global pacífica pela conservação e uso consciente dos recursos hídricos foi um dos lemas da palestra do líder espiritual brasileiro Sri Prem Baba, na noite desta quinta-feira (11), no evento Águas pela Paz – II Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade, evento preparatório para o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em março, em Brasília. Segundo a organização, mais de 600 pessoas se reuniram para ouvir o idealizador do movimento global Awaken Love.

Para Sri Prem Baba, é necessário criar uma nova revolução para enfrentar a crise hídrica mundial. “Precisamos criar uma nova revolução, mas de consciência. Temos que conseguir superar crenças limitantes que tem nos feito reféns do sofrimento. Temos que ter essa coragem de reescrever o nosso destino. Estamos no clímax dessa revolução, sinto que daqui a pouco vamos olhar para trás e não vamos reconhecer esse nosso mundo”, disse.

O líder espiritual destacou que a água tem sido a precursora e mapeadora da jornada evolutiva do homem. Prem Baba ressaltou que sociedade sempre se organizou em torno dos rios, ou seja, das águas. No entanto, segundo ele, o desenvolvimento desordenado tem afastado a sociedade dos recursos hídricos.

“Fomos nos afastando das águas e a grande maioria da população só conhece a água da torneira para dentro e desconhece o percurso da água da fonte até que ela possa chegar em casa e isso criou uma desconexão com a água e buscamos encontrar soluções apenas técnicas”, ressaltou.

A água é para todos
Para ele, é necessária a criação de uma aliança global pela conservação e uso consciente da água pelo planeta. “A água é a causa da vida e deve estar disponível para todos”, destacou. Segundo o guru, também há aspectos subjetivos que precisam ser considerados na busca por esse objetivo.

“Temos muito que aprender sobre cooperação e compartilhamento. A água enseja o diálogo, a cooperação, a paz. A água pode, de fato, nos levar a uma nova realidade da geopolítica tendo a negociação, a cooperação e o compartilhamento a base para atender o entendimento ancestral de que a água é para todos”, disse.

“Neste momento, precisamos aprender a criar comunhão. Mesmo com aquele que pensa diferente. Por trás de todas essas diferenças, somos o mesmo ser. Somos diferentes na forma”.

Mudança cultural
De acordo com Sri Prem Baba, é necessária a mudança de cultura para garantir a preservação da água no planeta. Entre os pontos fundamentais para essa transformação está a busca pelo autoconhecimento.

“Nós devemos também usar a água localmente, para isso se faz necessário uma mudança de cultura para que possamos tornar essa proposta factível. Pois isso requer plantar água e isso requer renascer alguma de nossas florestas, proteger as nascentes, gerar energia limpa e renovável, cuidar do lixo e lembrar que a água tem vida e precisa ser tratada e respeitada como uma entidade viva, como fazem muitos dos povos das antigas tradições que ainda mantém a tradição do espírito vivo”, alertou.

O autoconhecimento para ele, “começa com cuidado das suas águas interiores, dos sentimentos negados, se libertando das mágoas e ressentimentos, se harmornizando com passado para que seja livre para viver no presente. É o campo das infinitas potencialidades”. Para o líder espiritual, essa é a chave para mudança de comportamento e a garantia da manutenção do recurso hídrico pelo mundo.

Águas pela Paz
O seminário Águas pela Paz é uma atividade preparatória para o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em março, em Brasília. O seminário vai até esta sexta-feira (12). Organizado pelo Movimento Awaken Love, em parceria com o Centro Internacional de Referência e Transdisciplinaridade (Cirat), o Instituto Espinhaço, a Universidade da Paz (UniPaz), a Universidade de Brasília (UnB) e a Secretaria de Meio Ambiente do DF, o evento tem programação gratuita e é realizado no Museu da República.

 

Fonte e imagem: Metrópoles

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Inscrições abertas para 8º Fórum Mundial da Água 2018 em Brasília

Estão abertas as inscrições para o 8º Fórum Mundial da Água, o maior evento do planeta sobre o tema, que acontecerá em Brasília, entre os dias 18 e 23 de março de 2018. O Fórum transformará Brasília na capital mundial da água e deverá receber mais de 60 chefes de Estado, além dos maiores especialistas internacionais relacionados ao tema.

Para se inscrever, clique aqui. O passe que dá direito a todos os painéis tem o valor de R$ 1.138,00 (R$ 455,00 para estudantes). A participação por três dias custa R$ 680,00 (R$ 280,00 para estudantes). Há ainda a opção do passe diário, por R$ 350,00 (R$ 140,00 para estudantes).

“Compartilhar a água” é o tema central da oitava edição do evento, que reúne representantes de governos, academia, sociedade civil, empresas públicas e privadas e organizações não governamentais de diversos países.

A programação durante a semana do Fórum prevê mais de 200 debates, além de atividades educativas, informativas e culturais.

Sediado pela primeira vez no Hemisfério Sul, o Fórum Mundial da Água é um espaço de diálogo e intercâmbio de experiências e boas práticas relacionadas ao uso da água, considerada pela ONU (Organização das Nações Unidas) um direito fundamental da humanidade.

A novidade da edição brasileira será a Vila Cidadã, um espaço gratuito e aberto a toda população, que contará com arena de debates, exposições, palestras, cinema, artesanato, talk shows e espaço gourmet.

A Vila será montada no Estádio Nacional Mané Garrincha, próxima ao local dos debates, o Centro de Convenções Ulysses Guimarães. São esperados 40 mil visitantes durante o período do evento.

O foco na sustentabilidade alinha o Fórum com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para água potável e saneamento (ODS-6), agenda definida pela ONU, que propõe metas a serem atingidas globalmente até 2030.

O evento – O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos e é uma iniciativa do Conselho Mundial da Água, uma organização internacional com sede em Marselha, França, composta por representantes de governos, academia, sociedade civil, empresas e organizações não governamentais, formando um significativo espectro de instituições relacionadas com o tema água.

De acordo com o diretor executivo do 8º Fórum, Ricardo Andrade, que é governador do Conselho Mundial da Água, o evento é uma oportunidade única de mostrar ao mundo o que o Brasil tem feito em relação ao tema. “O assunto central do evento, ‘Compartilhando Águas’, significa trocar experiências entre países, boas práticas e soluções adequadas”, disse. “Pretendemos mostrar como nosso país faz gestão de recursos hídricos e como podemos fornecer alternativas capazes de garantir a segurança hídrica em outras regiões”, completou.

Andrade ressalta que um dos objetivos do Fórum é promover o engajamento da sociedade, dos gestores e do poder público. “Temos uma parcela da população que não participa desse processo e que precisa estar envolvida nele. O evento, acima de tudo, traz educação e consciência ambiental”, pontuou.

O evento é organizado pelo Conselho Mundial da Água (WWC), pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), representado pela Agência Nacional das Águas (ANA), e pelo Governo do Distrito Federal, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa). A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) é integrante do Comitê Organizador Nacional (CON).

As sete edições anteriores do evento foram realizadas em Marrakesh (Marrocos, 1997), Haia (Holanda, 2000), Kyoto (Japão, 2003), Cidade do México (México, 2006), Istambul (Turquia, 2009), Marselha (França, 2012) e Gyeongju e Daegu (Coréia do Sul, 2015).

Fonte e imagem: ABDIB

 

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