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Category Archives: Notícia

Congresso poderá derrubar veto ao Refis das MPE

Enquanto governo analisa impacto orçamentário da medida, empresários notificados devem parcelar débitos nas condições atuais para permanecer no Simples.

Empresários de micro e pequenas empresas que possuem débitos tributários devem procurar a Receita Federal até o dia 31 de janeiro para parcelar as dívidas e permanecer no Simples Nacional. O alerta é do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Após reunião com o presidente Michel Temer nesta sexta-feira (5), em São Paulo, Afif avisou que o Governo Federal vai vetar o Refis dos pequenos negócios. O projeto, que estende aos pequenos negócios os benefícios concedidos às grandes empresas para o parcelamento de débitos com o fisco, foi aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro.

“O Refis foi aprovado com ampla maioria. O veto não é por questões políticas, mas um veto por questões técnicas. Sanado o problema, a vontade política continua”, afirmou Afif, em referência aos cálculos que serão feitos pela equipe econômica do governo para medir o impacto orçamentário do Refis.

O presidente do Sebrae ressaltou que, em função da disposição do governo em aplicar os benefícios do parcelamento aos pequenos negócios, o Congresso deverá derrubar o vetono retorno do recesso, em fevereiro.

“De qualquer forma, as empresas têm até o dia 31 de janeiro para solicitar o refinanciamento nas condições antigas, que não são tão favoráveis, mas deve ser feito para que não sejam eliminadas do Simples”, alertou. “E precisam aguardar o mês de fevereiro, quando o Congresso deverá derrubar esse veto. Com isso, as empresas poderão migrar para uma condição mais favorável de parcelamento e continuar no regime”.

Com foco em todas as empresas do Simples, o Refis beneficiaria especialmente com condições mais favoráveis cerca de 600 mil empresas, que devem aproximadamente R$ 20 bilhões à União e foram notificadas pela Receita Federal. Caso não negociem o parcelamento até o fim de janeiro, nas condições atuais, elas serão excluídas do Simples Nacional. Por meio do Refis, o parcelamento das dívidas poderá ser feito em até 180 vezes, com redução expressiva de juros e multas.

Fonte: SEBRAE

Imagem: Internet

 

 

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Descoberto: Caesb fará novo processo para obra de captação do volume morto

A Caesb rejeitou as duas empresas que participaram do pregão concluído nesta terça-feira.

30/11/2017. Credito: Ed Alves/CB/D.A. Press. Brasil. Brasilia – DF. Aumento do nivel da Barragem do Santo Antonio do Descoberto.

Nenhuma empresa foi selecionada para executar a obra que permitirá a captação do volume morto do reservatório do Descoberto. O pregão foi aberto na segunda-feira (8/1) com propostas apresentadas por duas interessadas. Como ambas foram rejeitadas pela Companhia de Saneamento Básico do Distrito Federal (Caesb), um novo edital vai ser aberto.

A primeira candidata lançou o valor de R$ 435 mil para a realização do serviço, preço abaixo do previsto pela Caesb, que era de R$ 494,5 mil. No entanto, a empresa foi considerada incapaz tecnicamente de executar a obra, já que não comprovou experiência com perfuração em tubos de aço com diâmetro mínimo de 40 polegadas.

No caso da segunda empresa, a eliminação se deu por conta do alto lance proposto: R$ 870 mil, valor 56,83% acima do investimento previsto pela estatal. Esse resultado e as justificativas para o desfecho do pregão sem vencedor devem ser publicados no Diário Oficial de sexta-feira.

Proposta será refeita 

De acordo com a Caesb, agora será necessário refazer a proposta, com reavaliação de preços e custos que possibilitem conseguir mais adesões.

A expectativa da companhia era que a obra estivesse pronta até maio. No entanto, a empresa afirma que a utilização do volume morto só será feita em caso de necessidade.

O volume morto representa a parte mais profunda do reservatório e apresenta água de qualidade inferior, com baixa oxigenação. A Caesb, no entanto, garante ter tecnologia e capacidade para tratar o líquido e torná-lo próprio para consumo.

Fonte e imagem: Correio Braziliense

 

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Rollemberg encaminha aos distritais reforço de R$ 1,5 bi ao orçamento do DF

Liberação precisa ser aprovada pela Câmara Legislativa. Valor corresponde a destinação da quantia poupada com reforma da Previdência.

A quatro dias da votação do crédito suplementar referente ao valor poupado com a reforma da Previdência na Câmara Legislativa, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) apresentou, nesta quinta-feira (11/01), a proposta que descreve a destinação da verba. Serão encaminhados à Casa dois projetos de lei: um que destina R$ 1,4 bilhão para custeio e investimento, e outro de R$ 123 milhões, para pessoal.

A proposição complementa a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, aprovada pelo Legislativo local em 19 de dezembro. Os setores prioritários são saúde, com R$ 407 milhões; educação, que receberá R$ 298 milhões; e mobilidade urbana, com R$ 148 milhões. Os R$ 123 milhões, por sua vez, serão aplicados a nomeações de aprovados em concursos públicos.

A apreciação dos créditos ficou marcada para a próxima segunda-feira (15/1) por conta de um impasse nas últimas sessões legislativas de 2017. Isso porque a emenda que discriminava o uso do R$ 1,3 bilhão foi encaminhada à Casa às vésperas da votação da LOA.

De acordo com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o crédito “é 99% parecido” com a emenda encaminhada em dezembro. “As únicas alterações aconteceram por demandas da própria Câmara Legislativa, que exigiu a construção de duas escolas, e pelo incremento do valor previamente estimado”, destacou.

O chefe do Palácio do Buriti refere-se ao fato de o montante de R$ 1,3 bilhão economizado com a união dos fundos de previdência ter recebido um incremento relativo a recebimentos judiciais. A estimativa inicial do governo com a arrecadação de precatórios era de R$ 110 milhões, mas subiu para R$ 231 milhões. Assim, cifra total da recomposição atingiu R$ 1,5 bilhão.

A secretaria de Planejamento, Leany Lemos, afirmou que, após a aprovação da matéria, o governo construirá o cronograma de nomeações de servidores. “Tinhamos R$ 50 milhões e agora há um reforço de mais R$ 123 milhões. Estamos mapeando a demanda das áreas, mas daremos prioridade para educação e saúde”.

Impasse entre governo e distritais

Em dezembro, distritais da oposição alegaram que a polêmica emenda do valor poupado com a reforma da Previdência havia chegado “na surdina” e a destacaram — ou seja, a apreciaram em separado do projeto principal. O placar ficou empatado em 10 x 10 e, com o voto de minerva, o presidente da Casa, Joe Valle (PDT), derrubou a alteração.

Líder do governo na Câmara Legislativa, Agaciel Maia (PR) explicou, à época, que o Palácio do Buriti realizou a alteração porque, quando enviou a LOA à Casa, ainda não havia aprovado a reforma da Previdência e, portanto, não tinha certeza sobre a economia.

Dessa vez, o chefe do Executivo local afirmou na coletiva desta quinta-feira que tem convicção de que a proposta será aprovada pela Câmara na próxima segunda-feira. “Falamos de recursos de interesse da população. É estamos cumprindo rigorosamente o acordo feito com a Câmara Legislativa”, frisou.

Confira o destino da verba que o GDF pretende obter com o crédito suplementar

  • Saúde – R$ 407,8 milhões
  • Educação – R$ 298 milhões
  • Nomeações – R$ 123 milhões
  • Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão – R$ 198 milhões
  • DFTrans – R$ 108,6 milhões
  • Secretaria de Segurança Pública e Paz Social – R$ 61 milhões
  • Secretaria de Mobilidade – R$ 21,5 milhões
  • Companhia de Desenvolvimento de Brasília – R$ 27,9 milhões
  • Secretaria de Infraestrutura – R$ 37,8 milhões
  • Secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos – R$ 35 milhões
  • Companhia Urbanizadora da Nova Capital – R$ 23,8 milhões
  • Secretaria da Criança – R$ 21,5 milhões
  • Metrô – R$ 18,4 milhões
  • Secretaria de Justiça – R$ 13 milhões
  • Secretaria de Esportes – R$ 5 milhões

 

Fonte e imagem: Correio Braziliense

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Industriais encerram 2017 com a maior confiança em quatro anos

Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-DF) alcançou em dezembro 58 pontos, o patamar mais alto desde abril de 2013 (54,9 pontos). Isso representa aumento de 1,8 ponto em comparação a novembro. Em relação a dezembro de 2016, a elevação é ainda maior: 10,6 pontos. Desde abril, a confiança do industrial brasiliense está acima dos 50 pontos, o que indica otimismo.

O Icei-DF é composto pelas seguintes variáveis: as condições atuais e as expectativas quanto à economia nacional, à economia do DF e à própria empresa. A alta em dezembro foi puxada principalmente pela avaliação dos empresários sobre a melhora nas condições atuais (52 pontos). Em novembro, o item condições atuais foi de 48,9 pontos. Esse componente do índice não passava dos 50 pontos desde fevereiro de 2013.

Parte dessa recuperação da confiança se deve às mudanças estratégicas promovidas pelo governo do Distrito Federal, que adotou medidas, em especial na área econômica, voltadas para a melhoria de negócios, como a reativação do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Pró-DF), o impulso nos trabalhos do Comitê de Financiamento à Atividade Produtiva do DF (Cofap) e do Conselho de Gestão do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Copep), a retomada da execução do Programa de Desenvolvimento Econômico do DF (Procidades), a redução da carga tributária para a aquisição de insumos nas empresas industriais de micro e pequeno porte (diferencial de alíquota) e a ampliação das possibilidades de aproveitamento do crédito de ICMS.

O indicador de expectativas (outra variável do Icei-DF) também alcançou o melhor resultado do ano: 61,2 pontos em dezembro, aumento de 1,2 ponto na comparação com o mês anterior. A melhora está relacionada a iniciativas como a Lei Complementar nº 160/2017, que entrou em vigor em agosto e iguala as condições entre as unidades da Federação para a concessão de benefícios fiscais. Apesar de a validação dos incentivos ocorrer só a partir do ano que vem, a lei já tem trazido segurança jurídica e confiança para os industriais.

Para a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), a escalada positiva do otimismo indica que os empresários estão mais dispostos a investir, criando empregos e contribuindo para a retomada do crescimento econômico. “Estamos em um processo de recuperação moderada, mas consistente”, afirma o presidente da Federação, Jamal Jorge Bittar.

Icei-DF
O Icei-DF ajuda a antecipar tendências de investimentos na indústria. A pesquisa é realizada mensalmente pela Fibra em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-DF).

A variação do Icei-DF é de 0 a 100 pontos, sendo que indicadores acima de 50 pontos representam confiança do industrial. A pesquisa foi feita de 1º a 13 de dezembro.

Fonte: Sistema FIBRA

Imagem: Internet

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Desenvolvimento Industrial

A Assessoria de desenvolvimento Industrial (ADI) atua na formulação e acompanhamento das estratégias e projetos voltados para a expansão da indústria, principalmente nas áreas de políticas envolvendo crédito e financiamento, incentivos fiscais e econômicos e polos fabris.
Em sua estrutura, a ADI faz a gestão da Representação da Fibra em órgãos e colegiados externos, apoiando os representantes com a disponibilização de dados e informações capazes de orientar a defesa dos interesses da indústria. Além disso, a ADI se responsabiliza pela atualização, articulação e acompanhamento da evolução da Pauta da Indústria.

Pauta da Indústria
A Pauta da Indústria é uma publicação bianual e representa a visão do setor acerca do conjunto de políticas e ações públicas prioritárias para a promoção do desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal. A seleção dos assuntos e das ações é feita principalmente com base no Plano Plurianual do Governo do Distrito Federal (PPA). Acesse aqui!

Gestão de Representantes em Colegiados Externos
Refere-se à gestão da participação dos representantes externos, em nome da indústria do DF, relacionados aos processos de tomada de decisão, no âmbito de instâncias no Governo de Brasília, ou por outros atores políticos, legitimando decisões.

Perfil do Executivo
É uma publicação que traz informações acerca dos integrantes de alto escalão do governo local. Seu objetivo é facilitar o relacionamento do Sistema Fibra com os representantes das diversas Secretarias de Estado. Acesse aqui!

Guia do Representante
É um documento que aponta os mecanismos de apoio que a Fibra disponibiliza para assegurar transparência, objetividade e eficácia no posicionamento sobre temas de interesse do setor industrial.

Análises Conjunturais, Estudos Econômicos e Tributários
Os estudos e as análise realizadas pela ADI têm como objetivo acompanhar e avaliar a conjuntura industrial e a implementação de ações e políticas, com reflexo no nível de atividade industrial. Para isso, a assessoria utiliza-se dos seguintes instrumentos:

Sondagem Industrial do DF: pesquisa de opinião empresarial realizada mensalmente, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Instituto Euvaldo Lodi do DF (IEL-DF), para monitorar a evolução da atividade industrial, do sentimento do empresário e, consequentemente, da evolução futura da indústria. As pesquisas atualizadas estão disponíveis aqui!

Sondagem da Construção do DF: pesquisa de opinião empresarial realizada mensalmente, em parceria com a CNI e o Instituto IEL-DF, para monitorar a evolução da atividade de construção, do sentimento do empresário e, consequentemente, da evolução futura da indústria da construção. As pesquisas atualizadas estão disponíveis aqui!

Índice de Confiança Empresarial Industrial do DF: é um indicador antecedente, utilizado para identificar mudanças na tendência da produção industrial. O índice aponta o quanto o empresário está confiante em aumentar sua produção no curto prazo, tendo em vista suas expectativas de crescimento da demanda. Essa confiança é um forte indicador da intenção do empresário quanto aos futuros investimentos. São investigadas as seguintes variáveis “economia brasileira”, “economia do DF” e “empresas”. Os indicadores atualizados estão disponíveis aqui!

Notas Econômicas: periodicamente são elaboradas notas técnicas que têm como objetivo a análise dos principais aspectos da conjuntura macroeconômica da indústria local. São abordados temas como atividade econômica, mercado de trabalho, inflação, políticas públicas industriais, entre outros. Para acessar os arquivos, clique aqui!

Dados Socioeconômicos: bimestralmente são disponibilizados os principais dados socioeconômicos do DF relacionados ao mercado de trabalho, índices de inflação, balança comercial, consumo de energia, entre outros. Os dados atualizados podem ser encontrados aqui!

Destaque Econômico: divulgado semanalmente, o Destaque Econômico traz informações e análises das principais ações e medidas implementadas na área da política econômica e industrial, capazes de influenciar o ambiente de negócios e, assim, intervir na tomada de decisão por parte dos empresários do setor.

Cenários: a Assessoria de Desenvolvimento Industrial elabora trimestralmente cenários econômicos com o objetivo de prever a antecipação de fenômenos ocasionados por mudanças na política econômica que tenham repercussão na atividade industrial. Esses cenários auxiliam no planejamento de ações de defesa de interesse e estratégicas por parte da Fibra.

Perfil da Indústria do DF: reúne os principais dados e informações acerca do setor relacionadas com o número de empresas e empregados, distribuição espacial dos estabelecimentos, participação na economia e as vocações e oportunidades do setor. Tem como principal objetivo subsidiar a tomada de decisão dos investimentos produtivos.
Acesse o site Perfil da Indústria nos Estados (CNI) e confira os dados.

Incentivos e Linhas de Fomento

Visando atrair empreendimentos estratégicos para a economia brasiliense, o Distrito Federal oferece um conjunto de incentivos e de linhas de financiamento. São eles:
Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal – PRO-DF: tem como objetivo incentivar a atração de empreendimentos produtivos com capacidade de geração de oportunidades de trabalho, renda, desenvolvimento tecnológico de caráter estratégico para o DF.

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO): o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal, mediante financiamentos direcionados aos setores econômicos industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços.

 

Fonte e Imagens: Sistema FIBRA

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BÉLGICA CONSTRÓI ESTRADA MAIS SILENCIOSA DO MUNDO

Tecnologia desenvolvida ao longo de 20 anos chegou a um modelo de pavimento rígido que reduz poluição sonora gerada pelos veículos

Desde 2002, a União Europeia vem tomando medidas para reduzir a poluição sonora nas rodovias com tráfego intenso. As barreiras acústicas têm sido a melhor solução, até que a Bélgica passou a estudar a origem dos ruídos mais intensos. A investigação detectou que os altos níveis de decibéis não vêm dos motores ou do atrito das carrocerias dos veículos com o ar, mas da rolagem dos pneus no pavimento. Isso desencadeou outra pesquisa: a busca por um tipo de revestimento que gerasse o menor ruído no contato com os compostos de borracha.

Antes de iniciar o estudo para encontrar o pavimento mais silencioso, os pesquisadores da FEBELCEM (Federação das Indústrias de Cimento da Bélgica) se aprofundaram na investigação dos ruídos gerados pelos veículos. Descobriram que a partir dos 40 km/h um automóvel pequeno gera 1 decibel a mais de ruído cada vez que sua velocidade aumenta 5 km/h. No caso dos veículos pesados, o mesmo ganho de velocidade gera 3 decibéis de ruído. Para o ouvido humano, um aumento de 10 decibéis faz com que o som dobre de amplitude.

Exemplificando: quando um carro de pequeno porte sai de 40 km/h para 90 km/h, ele duplica a emissão de ruído captado pelo ouvido humano. No caso de um veículo de grande porte, isso acontece quando ele parte de 40 km/h para 70 km/h. A pesquisa descobriu ainda que a calibragem e o desenho dos sulcos dos pneus também influenciam na emissão de ruído. Esses dados foram repassados para as indústrias de pneumáticos, enquanto as outras informações, utilizadas para desenvolver um pavimento de concreto que ajudasse a reduzir os ruídos em até 5 decibéis.

A primeira conclusão da pesquisa é que as estrias transversais (grooving), apesar de darem ao pavimento de concreto um gripping melhor que o do asfalto, proporcionam altos níveis de ruídos. Os laboratoristas da FEBELCEM concluíram que o nivelamento excelente do piso, combinado com a distribuição homogênea de agregados miúdos (até 10 milímetros) na superfície, substituindo as estrias transversais, trariam melhores resultados para a pista.

Custo ainda é alto

Nas autopistas belgas – a maioria com pavimento de concreto – o nível médio de ruído chega a 103 decibéis. Boa parte foi construída no final dos anos 1970 e foram usados agregados com dimensões de 32 mm a 40 mm. Na estrada silenciosa, os técnicos da FEBELCEM optaram por fazer um pavimento em duas camadas. Na inferior, usaram agregados graúdos com dimensão entre 20 mm e 31 mm. Na superior, foram aplicados os agregados uniformes de 10 milímetros, o que gerou um concreto mais flexível e, consequentemente, capaz de gerar menos ruídos.

Os estudos são de longo prazo. Começaram em 1996. Em 2002, foram feitos os primeiros testes em um trecho de 1.250 metros na estrada N511, ligando as cidades belgas de Estaimpuis a Dottignies – distantes 6 quilômetros uma da outra. Os resultados conseguiram diminuir o volume de ruídos em 2 decibéis. Em 2007, os avanços chegaram à redução de 3,5 decibéis, o que estimulou a troca de pavimento nos 6 quilômetros da estrada. O próximo passo era alcançar um trecho de autopista, o que ocorreu em 2016.

A escolhida foi a E313, que liga o interior da Bélgica à Antuérpia. Em um traçado de quase 150 quilômetros foi aplicado o novo pavimento. O resultado, com os veículos trafegando a 90 km/h, foi que a redução de ruídos chegou a 5 decibéis, baixando de 203 dB para 198 dB. Agora, a Bélgica planeja estender a qualidade do pavimento para as rodovias que ligam o país com a França, a Holanda e a Alemanha, atraindo parcerias com esses países. O objetivo é dividir custos, já que o quilômetro do pavimento silencioso não sai por menos de 500 mil euros (aproximadamente R$ 2 milhões).

Confira aqui o estudo completo da FEBELCEM.

 

Fonte e Imagem: Projeto Concreto

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Crédito pessoal BRB

Pensando em atender as necessidades dos nossos clientes, o BRB disponibiliza uma linha de crédito simples, rápida e sem burocracia. O valor é liberado em conta-corrente e as parcelas são debitadas automaticamente, na data do pagamento do cliente. O crédito não tem destinação específica, ou seja, o cliente utiliza como desejar, seja para planejar uma viagem, pagar suas contas ou simplesmente reorganizar o orçamento.

Prazo de até 58 meses*
Liberação: nas agências, nos terminais de Autoatendimento, no BRB Banknet ou no BRB Telebanco** (61 3322 1515 – DF, 4002 6161 – cidades do Rio de Janeiro e Goiânia ou 0800 613030 – demais localidades, opção 9 e sub opção 9).

*Prazo máximo para servidores do GDF. O prazo máximo para demais clientes é de 36 meses.
**Limite pré-aprovado sujeito à sujeito à aprovação, alterações sem aviso prévio e demais condições do produto.

Fonte e Imagem: BRB

 

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CONCRETO PERMITE TORRES DE 140 M PARA CAPTAR ENERGIA EÓLICA

Peças pré-fabricadas, desenvolvidas na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, possibilitam alcançar ventos de alta velocidade

Batizado de Hexcrete, por causa do formato hexagonal de suas estruturas, a tecnologia em concreto pré-fabricado desenvolvida na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, vai permitir que os geradores eólicos captem ventos a uma altitude de 140 metros. Atualmente, as maiores torres em concreto alcançam no máximo 80 metros, enquanto as em aço podem atingir 120 metros.

“É justo dizer que fizemos grandes progressos na validação de um novo conceito de uso de concreto pré-fabricado para torres de turbinas eólicas para grandes altitudes“, diz Sri Sritharan, professor de engenharia da construção da Universidade de Iowa, e pesquisador de energia eólica.

Os pesquisadores estão usando concreto de ultra-alto-desempenho (CUAD) – cuja resistência pode chegar a 800 MPa – para produzir as peças pré-fabricadas que, encaixadas umas nas outras, possibilitam erguer as superestruturas. A torre tem uma base mais larga e vai afunilando até o topo, o que oferece maior sustentação ao equipamento. Além disso, os módulos podem ser transportados em caminhões, facilitando a montagem. Outro ponto positivo é que, em alturas maiores, os geradores podem carregar turbinas com capacidade de até 2,3 megawatts.

”São colunas e painéis pré-fabricados facilmente transportáveis. As peças são ligadas por cabos para formar células hexagonais que podem ser empilhadas verticalmente para formar torres de 140 metros”, explica Sri Sritharan.

 O engenheiro que coordena o projeto afirma que o Hexcrete está em fase de teste de fadiga. “Não foram detectados danos após quase 200 mil ciclos de carga”, afirma Sri Sritharan. O próximo passo da equipe é construir uma torre-protótipo em Iowa. “Agora, nosso objetivo é identificar parceiros que possam trabalhar conosco neste projeto. Também trabalhamos para desenvolver um plano de comercialização”, diz o pesquisador-chefe, que avançou na pesquisa do Hexcrete com recursos do departamento de energia dos EUA, do Iowa Energy Center e de cimenteiras da região. Ao todo, o projeto já consumiu US$ 1,102 milhão.

Ventos com 80 km/h 

O projeto para construir torres que conseguem captar ventos de alta velocidade começou em 2010. “Durante muito tempo, os fabricantes de turbinas têm aspirado construir torres mais altas, pois os recursos de vento são mais consistentes e confiáveis ​​em altitudes mais elevadas. Este projeto tem um grande potencial para tornar este plano realidade”, comenta Kurt Bettenhausen, chefe de automação e tecnologia do campo do departamento de energia dos EUA. Através da pesquisa liderada por Sri Sritharan chegou-se, ao que tudo indica, à solução. “A chave para as torres mais altas é construir com concreto em vez de aço”, acrescentou o engenheiro.

Os ventos que os pesquisadores buscam podem alcançar até 80 km/h. Por isso, o Hexcrete é feito com estruturas maciças de concreto pré-fabricado, cada uma medindo 4,5 metros de altura e 2 metros de largura. O formato hexagonal permite que uma se una à outra, formando a estrutura principal. Individualmente, cada peça consome 120 m³ de concreto.

“Com essa modulação, as células podem ser montadas em vários arranjos, de acordo com os objetivos da torre”, conclui Sri Sritharan.

Fonte: Projeto Indicadores do Concreto 

Imagem: Iowa State University

 

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Lideranças preveem um 2018 com potencial para a retomada da economia

Construção civil, além de bares e restaurantes, reúnem os dados mais positivos para o período

17/02/2017. Credito: Marcelo Ferreira/CB/D.A. Press. Brasil. Brasilia – DF . Liberação de financiamento para imoveis nos valores de ate 1 milhão e meio de reais. Obras de predios residenciais no Setor Noroeste.

O setor produtivo do Distrito Federal prevê um 2018 de recuperação econômica. De acordo com especialistas e lideranças sindicais e de federações, com a queda da taxa de juros para 7%, a expectativa é de um ano melhor do que o anterior. Além disso, a corrida do período eleitoral pode ser vantajosa para algumas áreas específicas, como bares e restaurantes. “Apesar da base ruim, de quase três anos de recessão, estamos em uma curva ascendente. As pessoas fizeram uma reavaliação do planejamento de compras e retornaram ao mercado. Houve uma retomada na confiança dos consumidores”, explica Adelmir Santana, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio/DF).

Conforme análise de Jamal Jorge Bittar, presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), a construção civil é o setor mais promissor para 2018. “A área é uma empregadora de modo extensivo, com contratações imediatas. Os índices estão muito baixos, então, eu não vejo espaço para que caia ainda mais”, avalia. Ele associa o crescimento ao maior investimento do Executivo local, principalmente em mobilidade urbana, como obras de passarelas e obras no anel viário.
“Se tivermos um governo comprometido com reformas, inovação e desenvolvimento, 2018 será o ano da grande virada”, Adelmir Santana, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio-DF)
A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do DF mostra que, entre outubro e novembro, o índice de trabalho na construção civil subiu 8,2%. Com a regularização definitiva do Setor Noroeste, por exemplo, a quantidade de canteiros aumenta, assim como o índice de ocupação. “O investimento na construção civil é a primeira necessidade das pessoas, mas é a mais difícil de ser adquirida”, aponta Bittar.
Apesar da perspectiva positiva para 2018, o índice de desocupação ainda é alto na cidade. A PED de novembro indica uma diminuição em comparação a outubro, mas o total ainda atinge 18,4%, taxa que engloba cerca de 300 mil brasilienses. Em 365 dias, a quantidade de desempregados caiu apenas 0,1%, sendo que, em novembro de 2015, o índice era de 14,2%. O mês que apresentou o maior índice de 2017 foi março, com 2,3 ponto percentual a mais do que o apresentado no encerramento do ano.

Consciência

Contudo, a melhora nos negócios está diretamente ligada a medidas governamentais. “A recuperação depende da continuidade das reformas estruturais, como da Previdência e a tributária, e das microrreformas. Isso aumentará a confiança dos investidores para sairmos dessa crise duradoura e terrível”, aponta Adelmir Santana. Na indústria, a tendência de crescimento é visível no Índice de Confiança do Empresário Industrial (Ipei/DF) de dezembro, que atingiu 58%, valor 10,6 pontos maior do que o mesmo período do ano anterior. “Esse otimismo nos investimentos gera emprego de modo direto”, enfatiza Bittar, da Fibra.
Para ele, as eleições são positivas, pois dinamizam os debates e a criação de soluções para a situação local. O momento deve ser positivo para restaurantes e bares. “É onde as pessoas vão discutir política e fazer reuniões”, destaca Jael Antônio da Silva, presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (Sindhobar).
Os especialistas destacam as escolhas conscientes nas urnas. “A população precisa começar a pensar sobre o país que quer, se é um onde o cidadão volta a ter mais poder de decidir sobre as próprias coisas ou um Estado-pai”, opina Rodrigo Freire, à frente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no DF. Para o responsável pela Fecomércio/DF, uma preocupação com o período eleitoral se refere aos candidatos que tomam medidas irresponsáveis para ganhar popularidade e se reeleger.

Profissionalização

Além do maior investimento governamental, a profissionalização tem sido outro ponto positivo na capital federal. Mais de 60 mil brasilienses buscaram cursos e oficinas no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do DF (Sebrae/DF) em 2017. “Percebemos uma procura muito grande de pessoas que têm o sonho de montar o próprio negócio”, revela o gerente de Atendimento Personalizado da entidade, Ary Ferreira Júnior. Os indicadores de inovação, gestão, desempenho e consultoria também reforçam as expectativas positivas para 2018.
Brasília conta com mais de 200 mil pequenas empresas em funcionamento, sendo que cerca de 70 mil proprietários se profissionalizaram no Sebrae no último ano. O gerente nota uma mudança de cultura de empresários instalados e potenciais. “Eles buscam alternativas para o orçamento e passaram a monitorar e a pesquisar as tendências dos clientes para ter assertividade com preço acessível, qualidade melhor e facilidade de acesso”, analisa.
Fonte e Imagens: Correio Braziliense

 

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Operação tapa-buraco é intensificada no período de chuvas

A intensificação da operação tapa-buraco em Brasília até o fim do período de chuvas foi anunciada, na tarde desta última sexta-feira (29/12), pelo governador Rodrigo Rollemberg. Poda de árvores e roçagem estão também entre as prioridades durante a estação.

Para assegurar o êxito da missão e valorizar o esforço coletivo, o chefe do Executivo autorizou o pagamento de horas extras às equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)envolvidos na operação.

Enquanto as chuvas não acabarem, eles trabalharão também aos sábados. Além disso, a usina de massa asfáltica da companhia começará a funcionar uma hora mais cedo para produzir mais asfalto.

O anúncio foi feito em reunião com representantes das administrações regionais do DF no Palácio do Buriti. “O objetivo é alinhar o trabalho dos administradores com o da Novacap para que eles redobrem os esforços na limpeza pública e na tapagem de buracos em vias”, explicou o governador.

Também presente à reunião, o presidente da Novacap, Júlio Menegotto, esclareceu que, com as horas extras, será possível aumentar a quantidade de buracos tapados pela empresa pública. “Nossa usina produz até 600 toneladas de massa asfáltica por dia. Com um dia de trabalho a mais, teremos uma produção semanal substancialmente elevada.”

Efetivos de poda e roçagem serão corrigidos

Também fez parte do anúncio do governador a correção da quantidade de equipes que fazem poda e roçagem em Brasília. “Tivemos um problema com o fim de contratos de empresas licitadas, mas já corrigimos. Temos terceirizadas prontas para atuar em todas as regiões administrativas.”

Com isso, houve um atraso de 20 dias no cronograma de poda de árvores, o que resultou em crescimento da vegetação. “Fizemos um pregão eletrônico por R$ 128 milhões, mas as empresas fecharam por R$ 63 milhões, o que gerou uma economia de R$ 65 milhões ao ano”, detalhou o presidente da Novacap.

Como o contrato é anual e vale por cinco anos renováveis, a economia final estimada para o governo de Brasília será de pelo menos R$ 325 milhões.

Com a assinatura do primeiro termo em dezembro, 600 homens trabalham atualmente no serviço. A previsão é que o efetivo suba para 800 trabalhadores até o fim de janeiro de 2018. Nessa data, o atraso da poda de áreas verdes deve estar coberto pela correção do efetivo.

Novacap lançará aplicativo da operação

Ainda na parte de tapagem de buracos, Menegotto disse que há outros esforços por parte da Novacap. “Já na primeira semana de janeiro, lançaremos um aplicativo que permite à população nos informar quando encontrar buracos na rua”, descreveu.

De acordo com ele, o usuário consegue determinar no programa a localização do buraco e enviar uma foto para a Novacap. Com isso, a empresa é capaz de determinar a prioridade a ser atendida com base no dano da via e na circulação de veículos por ela.

Na mesma semana, a companhia lançará uma licitação para aumentar o número de lotes para empresas terceirizadas fazerem o serviço de tapagem de buracos. Subirá de 11 para 14. “Hoje, o contrato cobre 5% da malha viária do DF. Com a nova contratação, subirá para 15%.”

Apesar de o serviço triplicar, Menegotto garante que não haverá aumento no custo devido a um novo método usado pela Novacap. Antes, todo buraco era completamente coberto com massa asfáltica.

Agora, o buraco deve ser complementado com outros materiais, como brita, até chegar ao padrão definido pela Novacap. “Com isso, ampliamos o atendimento e diminuímos o volume de asfalto usado.”

Fonte e Imagem: Agência Brasília

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