Skip to Content

Arquivo de categoria: Notícia

Proposta para o Desenvolvimento Industrial do DF

 

O documento é resultado de consultas ao setor industrial, gerando propostas de ações que poderão refletir positivamente na economia local.  A Federação entende que o fortalecimento da indústria no DF pode ser considerado uma chave para o crescimento e o desenvolvimento econômico e social local, atendendo as novas demandas por emprego, mais renda e qualidade de vida.

As ações que constam no documento estão divididas em oito grandes desafios a serem superados e 20 ações a serem tomadas em conjunto pelo poder público e pela iniciativa privada, cujo foco é melhoria do ambiente de negócios e o aumento da competitividade das empresas que compõe o parque fabril brasiliense. Segundo propõe a Fibra, estes são os oito desafios que, se vencidos, promoverão o desenvolvimento da indústria local:

  1. Governança: Implantar e fortalecer soluções de governança necessárias ao desenvolvimento produtivo e à melhoria do ambiente de investimentos;
  2. Urbanismo e Infraestrutura: Adotar critérios de urbanismo e de infraestrutura adequados à implantação e à ampliação de empreendimentos industriais nas Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs);
  3. Educação: Ampliar a oferta de educação profissional;
  4. Arranjos produtivos locais: Identificação e promoção de APLs industriais;
  5. Agilização e racionalização do licenciamento ambiental: Reduzir prazos e etapas de licenciamento ao mesmo tempo em que se aumenta a segurança jurídica de todos os envolvidos;
  6. Simplificação e racionalização tributária: Promover a simplificação e a racionalização da legislação tributária do DF;
  7. Desenvolvimento tecnológico e Inovação: Promover ambiente favorável à inovação e à digitalização do setor industrial;
  8. Crédito e financiamento: Ampliação das opções de linhas de crédito e financiamento voltados para a indústria.

 Proposta para o Desenvolvimento Industrial do DF

O documento está disponível para download aqui!

Fonte: Sistema FIBRA

 

LEIA MAIS

ATENÇÃO! Licitações da NOVACAP

Concorrência nº 017 – 12/12/2017
Objeto Para execução de drenagem pluvial, pavimentação asfáltica e ajardinamento no SHTN, Setor de Hotéis e Turismo Norte – Trecho 1 Projeto Orla – Pólo III Complexo da Concha Acústica em Brasília – DF – processo nº 112.000.659/2017 – Diretoria de Urbanização – 
Preço do edital GRATUITO
Valor estimado da obra R$ 5.121.396,13

 

Concorrência nº 018 – 12/12/2017
Objeto Contratação de empresa de engenharia para Conclusão da Obra do CASE de Brazlândia, localizado na RA IV, BR 080, em Brazlândia – DF – processo nº 112.000.519/2017 – Diretoria de Edificações – DE.
Preço do edital GRATUITO
Valor estimado da obra R$ 3.580.466,52

 

Concorrência nº 019 – 07/12/2017
Objeto construção de Unidade Básica de Saúde, situada na Área Especial 09-A – Setor Norte, em Planaltina – DF – processo nº 112.001.434/2017 – Diretoria de Edificações – DE.
Preço do edital GRATUITO
Valor estimado da obra R$ 3.280.158,12

 

Concorrência nº 022 – 19/12/2017
Objeto  Conclusão da obra do novo Edifício Sede da Procuradoria Geral do DF, situado no Setor de Administração Municipal – SAM – Projeção “I”, em Brasília – DF – processo nº 112.001.957/2017 – Diretoria de Edificações – DE.
Preço do edital GRATUITO
Valor estimado da obra R$ 7.210.577,64
LEIA MAIS

Casas flutuantes são resistentes a furacão, alimentadas por energia solar e coletam água da chuva

Imagem: Arkup

Devido a grande ocorrência de furacões no atlântico arquitetos e planejadores urbanos estão tentando cada vez mais criar cidades à prova de tempestade para minimizar a perda de vidas e a perda de propriedades. Novas tecnologias e processos serão necessários para proteger a terra e a infra-estrutura da poderosa água e vento associada a esses eventos climáticos catastróficos.

O arquiteto, Koen Olthuis está desenvolvendo uma casa à prova de furacão, que as valas aterrissem a favor de um local aquático. O conceito de acomodação de luxo foi projetado para flutuar em vias navegáveis ​​próximas, como baías e rios. A colaboração também afirma que a nova ideia de habitação é a prova de furacão. Chamados de “iates habitáveis” por seus criadores, as casas são capazes de sobreviver mesmo ao clima mais extremo, ela possui um sistema hidráulico que ancora o prédio no fundo do mar e ao mesmo tempo eleva-lo acima do nível normal da água para evitar inundações.

Os “iate” são alimentados por energia solar e coletam água da chuva para reutilização a bordo. Ainda não há muitos detalhes de como funciona a acomodação móvel, mas o conceito será lançado no Fort Lauderdale International Boat Show no final deste mês.

A Startup Arkup descreve a visão de sua empresas dizendo: “O crescimento urbano, o aumento dos mares e a independência energética são desafios importantes para nossa geração. Nossa solução é um conceito de vanguarda exclusivo da vida na água. Uma combinação de pesquisa em energias renováveis, inovação tecnológica e design e estilo de ponta situa sua nova casa entre o mar e a cidade”.

O primeiro protótipo do projeto poderá ser visitado no próximo ano no rio Miami, com vendas esperadas para começar o verão de 2018. As casas serão vendidas por cerca de 2 milhões de dólares.

Achou útil essa informação? Compartilhe com seus amigos! xD

Fonte: Engenharia É

LEIA MAIS

Inovações ampliam a participação de mulheres na construção civil

As mulheres estão cada vez mais presentes na construção civil mineira. De acordo com levantamento do Sindicato da Indústria da Construção de Minas Gerais (Sinduscon-MG), com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego, em 2015, existem aproximadamente 27 mil trabalhadoras no setor. Com isso, a participação feminina em relação ao total de empregados do segmento é de 10% no mesmo período. Além do aumento da oferta de empregos, que tem atraído a mão de obra masculina para outros setores, a modernização da construção civil também ajuda a explicar a “invasão” feminina aos canteiros de obras.

Graças ao surgimento de novas formas de construir, o trabalho braçal tem sido substituído por processos mais industriais e tecnológicos, abrindo mais espaço para o “sexo frágil”.

A Precon Engenharia é um exemplo disso. Hoje, na empresa, em torno de 30% do seu quadro de funcionários é de mulheres, com destaque especial para a linha de produção da Fábrica. Isso se dá devido ao processo produtivo ser mais rápido, ergonômico, não demandar muita força física e pelas mulheres serem mais cuidadosas e atenciosas, o que aumenta a qualidade do produto. Além disso, a empresa busca sempre por melhorias das condições de trabalho para conseguir incluir cada vez mais mulheres na sua equipe.

Uma das mulheres que se destaca na empresa é a Welzeli Lana de Souza, que trabalha há cinco anos na Precon Engenharia como auxiliar de produção e hoje é lider de produção de fábrica, respondendo por uma equipe de mais de 50 pessoas, onde 18 delas são mulheres.

O mundo corporativo muda com o tempo, e uma das marcas mais significativas disso é o aumento da participação feminina no mercado. A sociedade patriarcal, juntamente com o estereótipo de família predominante até meados dos anos 50, com mãe dona de casa e pai provedor, contribuiu para a ausência da mulher no mercado de trabalho formal por décadas. A inserção do sexo feminino nas indústrias e empresas foi gradativa, e ocorreu principalmente pela condição econômica desfavorável do pós-guerra em todo o mundo.

O tempo passou, e hoje em dia elas não somente estão presentes no mercado de trabalho, como ocupam cargos tradicionalmente masculinos. Ainda há muito preconceito, mas as mulheres estão conseguindo se inserir e se destacar em áreas antes pouco povoadas pelo sexo feminino.

Fonte: Site TERRA

LEIA MAIS

SLU abre cadastro on-line para transportadores de resíduos da construção civil e volumosos

 

Registro é necessário para que possam destinar esse tipo de material ao lixão da Estrutural a partir de 21 de janeiro de 2018. Comitê gestor publicou resolução com regras, como o padrão de sinalização dos veículos

Apenas transportadores cadastrados poderão coletar resíduos da construção civil e volumosos e destiná-los ao aterro controlado do Jóquei, conhecido como lixão da Estrutural.

A previsão é que a medida passe a valer a partir de 21 de janeiro de 2018, após o fechamento do espaço, que ficará restrito para o descarte desse tipo de resíduo.

O cadastro deve ser feito on-line, por meio do Sistema para Gestão dos Resíduos de Construção Civil, no portal do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

Pelo sistema, os cadastrados poderão emitir o controle de transporte de resíduos (CTR). O documento precisará ser retirado para cada carga, e o transportador deverá portá-lo — em formato digital ou físico — durante o transporte.

Ao se cadastrar, os transportadores deverão relacionar os veículos e equipamentos removíveis que utilizarão. Assim, além de um código de identificação da empresa, haverá um código para cada equipamento e veículo.

Os procedimentos do cadastro e as regras de sinalização, estabelecidos pelo Comitê Gestor do Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil e Volumosos do Distrito Federal, por meio de resolução, foram publicados no Diário Oficial do DF de 6 de novembro.

Segundo o coordenador do comitê e subsecretário de Acompanhamento Ambiental e Políticas de Saneamento, da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, Diego Bergamaschi, o objetivo da medida é impedir o descarte irregular de lixo.

“A partir do momento que começarmos a controlar, vamos saber quais são as caçambas, onde buscaram e deixaram o lixo. Isso dos regulares. Teremos de ter uma ação forte de fiscalização para coibir os irregulares”, avalia.

Pontos sujos do DF foram mapeados pela Agefis

Mapeamento da Agência de Fiscalização do DF (Agefis) mostra que há 892 pontos sujos no DF — terrenos baldios onde as pessoas descartam lixo.

A Agefis, o SLU, a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) trabalharão conectados para controlar a destinação correta dos resíduos da construção civil e dos chamados resíduos volumosos.

Esses últimos se referem a materiais de volume superior a 1 metro cúbico e que não se enquadram como resíduos industriais nem são recolhidos na coleta pública rotineira — sofás, geladeiras e máquinas de lavar, por exemplo.

O coordenador do comitê gestor destaca, contudo, que há ainda duas possibilidades de descarte desses materiais, dentro do limite de 1 metro cúbico. “Deixando em um papa-entulho, o SLU absorve isso. Algumas administrações também coletam.”

O diretor adjunto do SLU, Silvano Silvério, explica que a data prevista para a aplicação das novas regras é 21 de janeiro – após o fechamento do lixão da Estrutural – por questão de logística.

“Recebemos no aterro do Jóquei aproximadamente 2 mil toneladas por dia de resíduos domiciliares. O fluxo de entrada de veículos é alto”, pondera.

Após essa data, o espaço ficará disponível apenas para resíduos da construção civil e volumosos. Somente os transportadores cadastrados, o SLU, as administrações regionais e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) poderão descartar lixo no local.

Ainda de acordo com Silvério, as empresas que prestam esse tipo de serviço, assim como representantes dos órgãos públicos ligados ao tema, já foram capacitados para utilizarem o sistema.

Fonte: AMANDA MARTIMON – AGÊNCIA BRASÍLIA

LEIA MAIS

Sinduscon-SP promove workshop sobre Eficiência Energética no próximo dia 22 de novembro

 

O SindusCon-SP e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH realizam no próximo dia 22 de novembro, das 8h30 às 13h, na sede do sindicato, em São Paulo, o Workshop Técnico “Eficiência energética em edificações – contribuição das soluções passivas e subsistemas da edificação”. O objetivo é discutir a importância das soluções passivas para a eficiência energética nas edificações, em especial o uso de esquadrias eficientes. As palestras visam, além da apresentação por parte de profissionais de grande conhecimento e experiência nesta área, proporcionar o debate e a discussão com os participantes acerca das soluções aplicáveis nos empreendimentos.

Na programação, destaque para palestras sobre “Projetos arquitetônicos e soluções passivas”, “Envoltória, ventilação natural e desempenho energético de edificações”, “Eficiência energética – esquadrias”, “Desempenho das Esquadrias Conforme ABNT NBR 10821-4” e “UNICAMP / University Of Hamburg / Giz – Retrofit de Edifícios visando o uso de Ventilação Natural no Brasil”. O debate será moderado pela coordenadora Técnica do Comitê de Meio Ambiente (Comasp) do SindusCon-SP, Lilian Sarrouf. O evento é gratuito. Para se inscrever, clique aqui.

EVENTO GRATUITO

Serviço:

“Eficiência energética em edificações – contribuição das soluções passivas e subsistemas da edificação”
Data: 22 de novembro
Horário: das 8h30 às 13h
Local: Rua Dona Veridiana, 55 – Santa Cecilia, São Paulo – SP, 01238-010

 

 

LEIA MAIS

Setor da construção trabalha para implementação das regras da reforma trabalhista

 

Os sindicatos da indústria da construção já estão trabalhando para a implementação das novas regras da legislação trabalhista, que entrou em vigor no último sábado (11/11), atualizando mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), para adequar a legislação às novas relações de trabalho. A lei amplia a negociação entre patrões e empregados em torno de alguns direitos. Em Pernambuco, por exemplo, a negociação da Convenção Coletiva de Trabalho entre o sindicato laboral e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE) já contempla algumas das situações previstas na Lei 13.467, de 13 de julho de 2017, como a da Comissão de Conciliação Prévia para quitação das verbas rescisórias para contratos com mais de um ano e a da exclusão do número de serventes para cálculo da cota de aprendiz nas empresas do setor da construção.

“Pela Comissão, que será instalada fora do sindicato, passarão todos os contratos de trabalho com duração superior a um ano”, diz o vice-presidente do Sinduscon-PE, Érico Furtado. Segundo ele, a inclusão desse item na Convenção Coletiva, nos termos da nova lei, foi possível porque a data base do setor, que era em outubro, passou a ser em maio, prolongando sua vigência para 19 meses (maio/2018). Como contrapartida, as empresas terão que quitar todas as verbas trabalhistas dos contratos. Na convenção constará que as verbas pagas são quitadas e não poderão ser ajuizadas. “Isso vai mitigar um grande número de processos judiciais”, acredita.

Já sobre a exclusão do número de serventes no cálculo para o cumprimento da cota de aprendiz, o representante do Sinduscon-PE reforça que Pernambuco é o primeiro Estado a incluir em convenção essa deliberação. “Como o acordado vale sobre o legislado e já existia essa reivindicação do setor, conseguimos incluir”, destaca Érico Furtado.

Com a entrada em vigor da Lei da Reforma Trabalhista, alterada pela edição da Medida Provisória nº 808, de 14 de novembro de 2017, o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CPRT/CBIC), Fernando Guedes, alerta que o passo agora é avaliar as novas regras com as convenções coletivas que ainda estão em seu prazo de vigência, mas que podem conter pontos diferentes da reforma. “Como a reforma prevê a prevalência do negociado sobre o legislado, o que consta em convenção ou acordo coletivo se sobrepõe à lei.”, diz Guedes.

Regras da Reforma Trabalhista são alteradas por Medida Provisória

Fernando Guedes também chama a atenção para o fato de que a Medida Provisória nº 808/2017, editada três dias após a entrada em vigor da Reforma Trabalhista, trouxe alterações que têm relevância para o setor, como a que altera as regras para o pagamento de prêmio sobre o desempenho dos trabalhadores sem a incidência de encargos trabalhistas e previdenciários. A Lei 13.467/2017, em seu texto original, previa que as empresas poderiam estipular o pagamento mensal, por exemplo, desses prêmios. “Agora não há mais essa flexibilidade. A MP o limitou a duas vezes por ano”, diz.

Segurança Jurídica e Processos Trabalhistas

Um dos pontos importantes da MP 808/2017 é a inclusão de disposição, que deixa claro que as regras da reforma trabalhista serão aplicadas na integralidade aos contratos de trabalho vigentes. “Isso dá mais segurança à aplicação das regras”, reforça Fernando Guedes.

Nos processos judiciais, a reforma trabalhista já produz efeitos: “As mudanças advindas com a reforma trabalhista serão sentidas ao longo do tempo, mas já há decisões de primeira instância condenando o reclamante a pagar encargos previstos na nova legislação, como custas, honorários e multas por litigância de má-fé”, diz Fernando Guedes. Isso ocorre, segundo ele, porque um dos espíritos da reforma é evitar a chamada lide temerária, quando não há cuidado na verificação do direito que é pleiteado nas ações judiciais, com valores e pedidos exorbitantes. “A Justiça do Trabalho está sobrecarregada por causa desse tipo de ação. Importante atentar para o fato de que a lei não restringe o direito do trabalhador a buscar a ação judicial, mas vai inibir que se ajuízem ações sem fundamento, que agora terão consequências. O que a lei faz é equilibrar a relação processual.”, completa.

O prazo para apresentação de emendas à MP nº 808/17 termina no dia 20/11. Para acessá-la, clique aqui.

Fonte: CBIC

LEIA MAIS

Articulação da Comissão de Meio Ambiente da CBIC garante inclusão da plataforma EDGE no decreto da revisão do IPTU Verde na cidade de Salvador (BA)

 

 

 

A cidade de Salvador, Bahia, é a primeira cidade brasileira a instituir a Plataforma EDGE (Excellence in Design For Greater Efficiencies)  no cálculo do IPTU e da Outorga Verde, para incorporadores. No último dia 7 de setembro, foi publicado decreto que regulamenta a Lei 8.474/2013, e institui o Programa de Certificação Sustentável IPTU Verde, no qual a utilização da certificação chancelada pelo IFC  (International Finance Corporation) – braço financeiro do Banco Mundial – garante benefícios fiscais. Para acessar o decreto, clique aqui.

A determinação da Prefeitura de Salvador é uma conquista da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CMA/CBIC), que articulou ações, através da assinatura em agosto de 2017, do Memorando de Entendimento com a Corporação Financeira Internacional (IFC) do Banco Mundial cuja missão é promover investimentos sustentáveis no setor privado em países em desenvolvimento. “O objetivo dessa cooperação é difundir o programa Edge no Brasil entre os empresários do setor da construção”, afirma José Carlos Martins, presidente da CBIC. O EDGE é uma certificação que simplifica o processo para obter as credenciais de um edifício sustentável. A base é um sistema online, de fácil utilização e de livre acesso, que permite a rápida avaliação da performance do edifício nas três áreas mais importantes: energia, água e energia embutida nos materiais.

Seguindo essa diretriz do acordo firmado entre a CBIC e o IFC, o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Nilson Sarti, recomendou à Prefeitura de Salvador que incluísse à plataforma EDGE na revisão do IPTU Verde da cidade. Sarti esteve na assinatura do decreto e comemorou a ação da capital baiana. “A iniciativa é de grande importância para o setor de construção civil, pois garante ações estruturadas para facilitar os projetos em conformidade com as leis ambientais, graças a programas como o IPTU Verde e a Outorga Verde”, comemora Sarti. “A plataforma EDGE pretende reduzir 20% o consumo de água , 20% do consumo de  energia e 20% de energia embutida na fabricação de materiais de construção”, completa.

SUSTENTABILIDADE COMO NEGÓCIO – Impulsionada pela alta competitividade do mercado atual, as incorporadoras buscam cada vez mais construir de maneira sustentável. “Isso fará com que Salvador passe a ser a cidade com o maior número de empreendimentos sustentáveis, erguidos com essa preocupação de ter cuidados com o meio ambiente, com a redução das emissões de carbono e o uso de energias renováveis”, completou Sarti.

Segundo o secretário de Cidades Sustentáveis e Inovação de Salvador, André Fraga, a Outorga Verde foi um grande avanço, já que mercado imobiliário vivencia um mal momento. “É um instrumento que só tem em Salvador e veio para complementar o IPTU Verde e para dar um estímulo a mais ao incorporador investir em edifícios sustentáveis”, disse Fraga. O secretário avisa que alguns empreendimentos em Salvador já possuem certificação ambiental, como a AQUA e LEED. “Através dessa revisão, pretendemos fazer com que o IPTU Verde e a Outorga Verde fiquem ainda mais populares”, explica André. “Nós estamos fazendo uma parceria com a CBIC, Sinduscon-BA e Ademi-BA para que possamos potencializar a divulgação e a integração da plataforma EDGE”, completa.

A Comissão de Meio Ambiente pretende iniciar a disseminação da Plataforma EDGE através da realização de oficinas de capacitação a partir do mês de dezembro, com correalização do Senai Nacional. A primeira oficina será realizada no dia 11 de dezembro de 2017, na sede do Sinduscon-SP e ainda com previsão de organização de mais três  capacitações nas cidades de Fortaleza,  Rio de Janeiro e Salvador em 2018. A iniciativa é mais uma inovação da IFC, em parceria com a CBIC, apresenta às entidades a ferramenta EDGE, simplificada e de ágil transformação do mercado de massa que permitirá o Brasil — e outros mercados emergentes ao redor do mundo — aumentar o estoque de edifícios eficientes de maneira rápida, simples e acessível.

A conteúdo programático da Oficina abordará os seguintes temas: visão geral do EDGE; o processo EDGE de auto avaliação e certificação; vivência prática usando o software EDGE; dicas e recursos para apoiar a comercialização do EDGE a incorporadoras e proprietários. A Oficina ainda auxiliará equipes de projeto a entender a certificação EDGE, utilizar o software, e navegar pelo processo de certificação. Ele também qualifica e prepara candidatos à EDGE Experts para a realização do Exame EDGE.

Fonte: CBIC

LEIA MAIS

1ª edição do Ciclo de Debates “Caminhos para Brasília” acontece dia 28 de novembro

A iniciativa do Sinduscon-DF busca debater futuro da capital federal com chefes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de membro do Ministério Público do DF. Evento acontece em parceria com o jornal Correio Braziliense

 

Discutir caminhos para o desenvolvimento sustentável da capital do país, do ponto de vista político e econômico. Com esta ideia, o Sinduscon-DF dará início ao Ciclo de Debates “Caminhos para Brasília”, no próximo dia 28 de novembro, das 19h às 22h, no auditório do sindicato. O evento de estreia contará com as presenças do governador da capital, Rodrigo Rollemberg; do presidente da Câmara Legislativa do DF, Joe Valle; e do professor e atual procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bessa. O debate será realizado em parceria com o jornal Correio Braziliense, com mediação da jornalista Ana Maria Campos. Entre os membros da mesa, também haverá a presença do presidente da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), Guilherme Costa.
O “Caminhos para Brasília” tem como objetivo trazer nomes relevantes para o cenário político e econômico do DF. Além disso, busca promover um debate para que se possa traçar um paralelo entre o cenário atual e o futuro, criando subsídios fundamentados e alinhados, voltados à gestão pública.

“O Brasil vive um momento de profundas mudanças, marcado não apenas por uma forte crise econômica, mas, principalmente, pela inadiável repactuação dos princípios e práticas que norteiam as relações entre o público e o privado”, afirma o presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho. Segundo ele, diante desta realidade, são necessárias discussões sérias para o desenvolvimento do DF. “Estes encontros têm o propósito de promover um debate aberto e democrático, sem, no entanto, estabelecer nenhum vínculo ou conexão político-partidária”, garante Botelho.

Os temas selecionados para a primeira edição do debate foram previamente definidos. São eles: O Futuro da Previdência; Regularização Fundiária Urbana e Rural do Distrito Federal; Reordenamento das Normas Legais e Desenvolvimento do Distrito Federal via Setor Produtivo.

Participe do Ciclo de Debates “Caminhos para Brasília”! Será um grande encontro entre o setor produtivo e os líderes dos poderes no DF, bem como uma oportunidade única para discutir Brasília em um fórum isento e qualificado. Inscrições gratuitas. Clique aqui.

Acesse o site do evento: www.caminhosparabrasilia.org.br.

Fale conosco: contato@caminhosparabrasilia.org.br 

Serviço:

Ciclo de Debates “Caminhos para Brasília”
Data: 28 de novembro (terça-feira)
Horário: das 19 às 22h
Local: Auditório do Sinduscon-DF | SIA Trecho 2/3 Lote 1.125 – 3º andar
LEIA MAIS

Aposentados da construção civil conheceram a última morada de JK

 

Uma viagem ao passado, à vida do ex-presidente Juscelino Kubitschek e daqueles que viveram em seu tempo. Esse foi o mote da visita realizada pelo Espaço de Convivência do Trabalhador Aposentado da Construção Civil nesta última quinta-feira, 16 de novembro, na Fazendinha JK, em Luziânia. Durante todo o dia, ex-trabalhadores que ajudaram erguer a Capital conheceram a última residência onde Juscelino viveu. “A Fazendinha foi comprada em 1984 e a intenção nossa em mantê-la com as características da época em que ele morou é para reforçar sua importância como um dos principais estadistas do país, além contar sua história para os jovens”, explica Antonio Henrique Belizário Servo, administrador do local.

A família preserva o local com todos os detalhes da época e os visitantes são guiados pelos cômodos na presença de um guia que explica as características do ambiente, móveis, dos gostos e peculiaridades de JK. Entre os aposentados no passeio, a emoção falou mais alto para o ex-pedreiro José Bartolomeu da Silva, 83 anos.

“O primeiro contato que tive com ele foi no Rio de Janeiro quando ele foi apresentado como candidato. Naquele dia, ele estava acompanhado da esposa, das filhas e havia uma multidão presente no comício realizado no centro do Rio”, conta.

Bartolomeu participou da construção de prédios e monumentos importantes de Brasília como o Hospital de Base, a Catedral Metropolitana e o Palácio do Itamaraty. “Cheguei em 10 de janeiro de 1958 transferido para trabalhar na construção da capital”, explica. Assim como Bartolomeu, o mestre de obras aposentado Luiz Alves Ferreira, 72 anos, também se lembra do ex-presidente com satisfação.

“Ele era um homem muito simples. Chegava na obra e conversava com todo mundo”, enfatiza Ferreira.

A Fazendinha está localizada a 60 Km de Brasília e foi a última morada de JK. Além disso, é o único projeto realizado por Oscar Niemeyer na zona rural e conta com paisagismo de Burle Marx. Os interessados podem passar o dia no local onde é servido almoço, lanche e ainda curtir um ambiente tranquilo e sossegado. A visita contou também com a presidente do Sindicato de Guias de Turismo do DF, Maria José Carvalho e o presidente do STICMB, Raimundo Salvador.

Sobre o Espaço de Convivência do Trabalhador Aposentado da Construção Civil: o Espaço foi criado pelo Seconci-DF, STICMB e Sesi-DF e oferece diversas atividades àqueles que já deram sua contribuição ao setor. Ele funciona na sede do STICMB, de segunda a sexta, de 14h as 17h e conta com atividades culturais, de saúde, passeios, entre outros. “Esse foi o primeiro passeio realizado pelo Espaço e nossa intenção é levar os participantes para que conheçam mais sobre a história de Brasília e que eles possam reviver momentos marcantes como aconteceu nessa visita à Fazendinha”, explica Maythê Gonçalves, assistente social do Seconci-DF.

Para saber mais informações sobre o Espaço de Convivência, ligue: (61) 3349-2165 (Maythê Gonçalves).

Para saber mais sobre a Fazendinha JK: ligue (61) 99845-9030/98247-0397.

 

Fonte: José Sidney Rocha – SECONCI/DF

LEIA MAIS