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Arquivo de categoria: Notícia

RECEITA PAGA LOTE RESIDUAL DE RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA

A Receita Federal irá restituir hoje (15) mais de R$ 210 milhões para 102.361 contribuintes referentes ao Imposto de Renda de 2008 a 2017. Os valores serão corrigidos pela Selic, a taxa básica de juros da economia. A consulta ao lote residual foi aberta no último dia 8.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Segundo a Receita, a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Caso haja, o contribuinte poderá fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora. As consultas podem ser feitas pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. (ABr)

 

Fonte e Imagem: Diário do Poder

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CORTES NA SELIC PODEM SER INTERROMPIDOS COM EXPECTATIVA DE INFLAÇÃO EM 4,2%

O ciclo de cortes da taxa básica de juros, a Selic, pode ser interrompido na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), em março. De acordo com a ata da última reunião, divulgada nesta quinta (15), o Copom afirma que “caso o cenário básico evolua conforme esperado, o comitê vê, neste momento, como mais adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”, ou seja de redução da Selic. Na reunião realizada nos dias 6 e 7 deste mês, a taxa básica foi reduzida para 6,75% ao ano, no 11º corte seguido.

Entretanto, o Copom ressalta que essa “visão para a próxima reunião” pode se alterar e levar a uma redução moderada adicional na taxa, se houver mudanças na evolução do cenário básico e do balanço de riscos. O Copom afirmou que seus próximos passos continuam dependendo da evolução da atividade econômica e das expectativas para a inflação.

Para o Copom, a inflação deve ficar em torno de 4,2%, em 2018 e 2019. A meta de inflação para 2018 é 4,5% e para 2019, 4,25%. Nos dois anos, há um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima do centro da meta. Em 2017, a inflação fechou o ano abaixo do centro da meta (4,5%) e do limite inferior (3%), em 2,95%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa a Selic. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

“Todos [os membros do Copom, composto pela diretoria do BC] concordaram que a recuperação da economia apresenta maior consistência. Nesse contexto, entendem que, à medida que a atividade econômica se recupera, a inflação tende a voltar para a meta”, diz a ata. O Copom reiterou que devido aos atuais níveis de ociosidade da economia, revisões pequenas na intensidade de recuperação do país não levariam a mudanças na trajetória esperada para a inflação.

Na análise para decidir sobre a taxa Selic, o Copom informou que levou em consideração as oscilações recentes dos preços de energia elétrica e dos combustíveis.

O comitê também avaliou que “uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas” como a da Previdência” e “ajustes necessários” na economia brasileira podem afetar prêmios de risco (retorno adicional aos investidores por correr maior risco de calote) e elevar a trajetória da inflação.

Cenário externo

No debate sobre os próximos passos, o comitê avaliou, na reunião, que a interrupção do processo de cortes da Selic seria favorecida não só pela “recuperação mais consistente da economia” brasileira, mas também por “uma piora no cenário internacional”.

Os membros do comitê avaliaram que, no mundo, há perspectivas de retorno das taxas de inflação para patamares mais próximos da meta, em países países centrais (que comandam a economia mundial), além de elevação de salários nessas economias. Para o Copom, isso reforça o cenário de continuidade do processo de normalização das taxas de juros desses países, como os Estados Unidos. A expectativa é que isso ocorra de forma gradual. “Mas a trajetória prospectiva da inflação de preços e salários pode tornar esse processo mais volátil [com fortes oscilações] e produzir algum aperto das condições financeiras globais”, disse.

Uma elevação das taxas de juros nos Estados Unidos estimula os investidores a vender ações na bolsa de valores e a comprar títulos do Tesouro norte-americano, considerados os papéis mais seguros do planeta. Dessa forma, propiciam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, para cobrir prejuízos em mercados de economias avançadas.

Mas os membros do Copom destacaram a capacidade da economia brasileira de “absorver eventual revés no cenário internacional, devido à situação robusta de seu balanço de pagamentos e o ambiente com inflação baixa, expectativas ancoradas e perspectiva de recuperação econômica”. (ABr)

 

Fonte e Imagem: Diário do Poder

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Índice Nacional da Construção Civil sobe 0,27% em janeiro

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou elevação de 0,27% em janeiro, superando a taxa apurada no último mês de 2017, de 0,18% de aumento, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador tem alta acumulada de 3,71% nos 12 meses encerrados em janeiro, inferior aos 3,82% registrados nos 12 meses encerrados em janeiro, inferior aos 3,82% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2016, houve elevação de 0,38%.

No primeiro mês de 2018, o custo nacional da construção por metro quadrado foi de R$ 1.069,61, sendo R$ 547,70 relativos aos materiais e R$ 521,91 referentes à mão de obra. Em dezembro de 2017, esse custo era de R$ 1.066,68.

Material de construção tem alta de 0,50%

Os dados do IBGE mostram ainda que a inflação foi mais intensa para os materiais de construção, que variaram 0,50%. Para a mão de obra, o índice de preços variou 0,04%, com uma queda de 0,18 ponto percentual em relação a dezembro de 2017.

Em doze meses, no entanto, a mão de obra acumula variação de 9,45% e os materiais, de 2,98%. Considerando a desoneração da folha de pagamentos do setor, o índice mensal de preços de janeiro foi mais alto na Região Sudeste, onde a inflação da construção civil foi de 0,46%.

Em 12 meses, o Sudeste acumula alta de 3,81%. O Nordeste (4,21%) e o Centro-Oeste (4,11%) tiveram maior encarecimento de preços. A Região Norte registra tanto o menor Sinapi mensal, com 0,12%, quanto o menor valor anual, com 1,67%.

Fonte: EBC

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CNJ aproveita Carnaval para informar população sobre seus direitos

Usando a hashtag “#carnavalmaisjusto”, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançará, no próximo dia 9/2 até o dia 14/2, a semana de Carnaval, uma campanha nas redes sociais para conscientizar a população sobre diversos direitos e deveres sociais, a questão da ingestão de álcool antes de dirigir, o assédio sexual, os cuidados com as crianças, a doação de sangue, a importância do uso da camisinha e a proibição de urinar em espaços públicos.

No período do feriado, a cada dia será abordado um tema, com links para leis, penalidades e locais para denúncia.

As redes sociais do CNJ são os canais de comunicação com os mais diversos públicos. Tendo em vista a missão institucional de dar transparência aos atos do Poder Judiciário, atuar como mais um canal de informação de utilidade pública, todo ano o CNJ lança uma campanha de Carnaval diferente.

Atualmente a página do CNJ no Facebook possui mais de 1,8 milhão de seguidores. Já o perfil no Twitter tem  699 mil seguidores. No Instagram são mais de 287 mil seguidores.

Fonte e Image: Agência CNJ de Notícias

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Governo destinará mais R$ 50 milhões para obras em viadutos e pontes

Verba é oriunda da reserva de contingência, e aplicação prioritária será nos trabalhos do Eixão Sul. Medida foi anunciada nesta quarta (7) pelo governador Rodrigo Rollemberg e faz parte de um conjunto de ações, como a contratação de empresas para monitorar esse tipo de estrutura e elaborar projetos de recuperação.

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O governo de Brasília destinará R$ 50 milhões da reserva de contingência para obras necessárias em viadutos e pontes, com prioridade para as intervenções na Galeria dos Estados, onde parte do viaduto caiu na manhã dessa terça (6).

A verba se soma a outras rubricas já disponíveis no orçamento. O anúncio foi feito pelo governador Rodrigo Rollemberg, no Palácio do Buriti, na tarde desta quarta-feira (7), em entrevista coletiva.

Na ocasião, ele também informou mudança no comando do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Henrique Luduvice será substituído por Márcio Buzar, atual diretor de Edificações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Além disso, o chefe do Executivo determinou:

  • Que a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) vistorie até sexta-feira (9) os viadutos e pontes listados em relatório do Tribunal de Contas do DF
  • A contratação emergencial de empresa especializada para monitorar permanentemente viadutos, passarelas e pontes
  • A contratação de empresa para, com os diagnósticos, elaborar projetos de recuperação de viadutos e pontes

Aguarde mais informações.

 

 

Fonte e Imagem: Agência Brasília

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Ritmo de vendas de imóveis novos em 2017 supera desempenho de 2016 e de 2015 no DF

Índice médio anual de velocidade de vendas foi 24% maior do que o de 2016 e 57% superior ao de 2015. Empresas do setor imobiliário observam demanda aquecida e projetam crescimento de vendas em 2018.

As condições para a compra do imóvel novo no Distrito Federal têm melhorado nos últimos meses. As empresas do setor encerraram 2017 observando velocidade média de vendas 57% superior a 2015 (4%) e 24% maior em relação a 2016 (5,1%), para imóveis residenciais novos.

Somente em dezembro, o Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de unidades residenciais foi de 7,3%, situado entre os melhores de todo o ano de 2017 (veja gráfico abaixo). Tanto que dezembro foi o segundo melhor mês em vendas de residenciais novos no DF em 2017. Os dados são da pesquisa mensal do IVV.

Para compreender a importância do desempenho do IVV em 2017, é preciso levar em conta que o setor considera que um IVV na casa dos 5% representa uma velocidade adequada para a venda de um empreendimento imobiliário.

Evolução do IVV residencial 2015 – 2017



IVV residencial cresce nos dois últimos meses de 2017
Conforme o gráfico, as vendas de imóveis residenciais novos apresentaram IVV crescente nos últimos meses de 2017: 6,5% em novembro e 7,3% em dezembro. Para os empresários do ramo imobiliário, esse bom desempenho resulta de alguns fatores, tais como a melhora paulatina dos indicadores econômicos, a queda da taxa referencial de juros (Selic) – que conduziu investidores do mercado financeiro para o setor imobiliário –, a redução drástica da oferta de alguns tipos de imóveis novos no DF, entre outros.

Outros sinais de que os negócios imobiliários se tornaram mais atrativos no DF é que há maior demanda por imóveis para moradia e, novamente, para investimento – esta modalidade tem estimulado vendas de imóveis na planta, ou seja, antes da fase de construção. As compras à vista também voltaram ao cenário, atestam alguns empresários.

Venda líquida mostra solidez do mercado imobiliário

Uma informação apurada na pesquisa do IVV tranquiliza tanto os empresários do setor quanto os compradores de imóveis: as vendas líquidas melhoraram sequencialmente desde o 3º trimestre de 2017. Este dado leva em consideração as vendas efetivadas e também os distratos, que caíram substancialmente no DF. No 3º trimestre, as vendas líquidas de residenciais novos totalizaram 82%. Ou seja, a cada 100 unidades negociadas, 82 foram efetivamente vendidas; no 4º trimestre o valor subiu para 86%, dado considerado “excelente” pelo setor.

Mais vendas e mais negócios na cadeia produtiva em 2018

“Para 2018, temos convicção que a compra de imóveis será o melhor negócio para se realizar no Distrito Federal. Estamos muito confiantes, em razão dos indicadores sólidos de que dispomos e que dividimos com a sociedade por meio da pesquisa do IVV”, avalia Paulo Muniz, presidente da Ademi-DF.

Muniz acrescenta que os negócios mais volumosos no segmento imobiliário já aquecem as vendas na cadeia produtiva no atacado e no varejo e também na prestação de serviços. “A venda de um imóvel faz com que uma série de empresas, em especial de micro e pequeno porte, observem aumento na demanda por serviços e produtos em todo o DF”, afirma Muniz.

Para Luiz Carlos Botelho, presidente do Sinduscon-DF, o ano de 2018 será alvissareiro para o mercado imobiliário. “Há razões para otimismo, trazido pela clara retomada das vendas, como mostra nossa pesquisa”, explica. “Com as soluções propostas pelas novas leis distritais, vamos obter mais celeridade na aprovação de projetos, emissão de alvarás e cartas de Habite-se. O número de lançamentos vai aumentar e o mercado vai aquecer”, acrescenta.

Pesquisa mensal

A evolução do IVV no DF são divulgados mensalmente pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) em conjunto com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), com o apoio do Sebrae-DF. A coleta de dados é feita pela empresa Opinião Informação Estratégica. Participaram do estudo realizado em dezembro 33 das principais empresas atuantes no mercado imobiliário do DF.

Oferta de imóveis novos cai e pressiona preço do m²

Após meses com vendas retraídas, o mercado imobiliário vivencia novo impulso na valorização dos imóveis novos. Isso porque não ocorreram lançamentos de acordo com a perspectiva de demanda nos últimos anos. Com a diminuição da oferta e o crescimento da demanda, os preços do m2 por região sofrem pressão por valorização. Em 2017 foram apenas 12 lançamentos imobiliários no DF.

A pesquisa do IVV revela que as empresas ouvidas registravam, em dezembro de 2016, oferta de 4.333 unidades residenciais; no mesmo mês de 2017, esta oferta já havia caído para 3.858 unidades. Águas Claras é a região administrativa com mais oferta de imóveis novos, tendo 1335 disponíveis em dezembro último, sendo 1.060 de um quarto, o que demonstra certo desequilíbrio na oferta de imóveis de maior metragem.

“Há bons negócios e a preços convidativos no mercado de imóveis novos no DF. É preciso aproveitar o momento porque, no geral, esperamos valorização no preço do m2”, aconselha Paulo Muniz.

“A retomada, em 2018, não é futuro, já é presente. E, com a Reforma Trabalhista, há um direcionamento legal, uma indução, para a participação direta de microempreendedores nas obras de grande porte. Isto também se dará pela Terceirização. Assim, criaremos um mercado de trabalho fortalecido, oportunizado pela democracia econômica. Ou seja, teremos espaço para todos”, defende Luiz Carlos Botelho, presidente do Sinduscon-DF.

Dados da pesquisa – Dezembro 2017

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. Há, portanto, um IVV para imóveis residenciais e um IVV para imóveis comerciais. O IVV dos imóveis residenciais em dezembro de 2017 foi de 7,3% e o IVV dos comerciais foi de 1,4%.

Ofertas totais de imóveis residenciais (em unidades)

Em dezembro, foram ofertadas 3.858 unidades residenciais e vendidas 285 pelas empresas que participaram da pesquisa do IVV; também foram ofertadas 2.118 unidades comerciais e 12 vendidas. As quantidades de imóveis informadas nos gráficos a seguir se referem aos negociados pelas empresas participantes da pesquisa e não representam o total de imóveis em oferta ou negociados em todo o DF. Os percentuais informados podem ser projetados para a representação de todo o mercado imobiliário do DF.

Valor do m² imóveis residenciais

Entre várias informações do mercado imobiliário do DF, a pesquisa aponta a variação do preço ofertado por m² dos imóveis residenciais em cada região, em dezembro. Na Asa Norte foi registrado o maior valor de oferta: R$ 14.950,80; o mais baixo foi ofertado em Santa Maria – R$ 2.923,38.

Vendas totais de imóveis residenciais (em unidades)

IVV comercial

O gráfico a seguir mostra a evolução do IVV dos imóveis comerciais.

Clique aqui e acesse a apresentação de Alexandre Garcia, da Opinião Consultoria.
Clique aqui e acesse os dados apresentados pelo presidente da CII/Cbic, Celso Petrucci.
Fonte: ADEMI/DF
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Excelência em gestão é diferencial na área de Infraestrutura

Empresários da construção poderão se destacar no mercado com workshop sobre gestão de negócios promovido pela CBIC

Situações de dificuldade e crise podem ser encaradas como um momento propício para o florescimento da criatividade e o incentivo ao avanço. Não poderia ser diferente no setor da construção civil, especialmente em se tratando de Infraestrutura, área que tem sofrido nos últimos anos com o enxugamento orçamentário governamental, mas que se prepara para viver um recrudescimento a partir do crescente cenário de concessões e parcerias público-privadas (PPPs) no Brasil.

Com a capacidade de investimentos bastante enfraquecida por parte da União, dos estados e municípios, a iniciativa privada – notadamente as empresas construtoras – precisam se reinventar, estabelecendo novas relações no mercado e empregando novas posturas empresariais. As organizações passaram a atuar diretamente com outros players, como investidores e operadores; e temas como Compliance e eficiência estão na pauta do trabalho, tornando-se um diferencial no mercado para a conquista de oportunidades de contratos.

A excelência na gestão de negócios e a boa governança corporativa formam outro componente para o sucesso e são tópicos que não podem mais ser ignorados pelos empresários da construção civil. Com o objetivo de contribuir com o setor para que se prepare adequadamente para essa conjuntura, o Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), promove novo curso sobre a temática. Trata-se do 2º workshop “Excelência em Gestão na Construção”, que acontecerá no dia 27 de fevereiro, em Goiânia.

“As empresas que operam na área da Infraestrutura atravessam uma crise, sem precedentes, de retração de mercado e oportunidades, tendo reflexo, evidentemente, na estrutura administrativa dessas organizações”, afirma Carlos Eduardo Lima Jorge, presidente da Comissão de Infraestrutura (COP) da CBIC.

Preocupada em capacitar o setor e tendo em vista os objetivos do projeto “Melhoria da competitividade e ampliação de mercado na infraestrutura” – também correalizado pelo Senai Nacional –, a CBIC buscou especialistas para responder a seguinte pergunta: Que ferramentas estão disponíveis para aumentar a eficiência das construtoras de forma a obter melhores resultados financeiros? “Fizemos esse desafio e, como resultado, temos o workshop e um estudo que é apresentado no evento, discutido e distribuído aos participantes como material de referência”, ressalta Lima Jorge.

ESTRUTURA DO WORKSHOP

O objetivo do workshop é compartilhar conhecimento sobre gestão com empresas do setor da construção civil, em um contexto de crise econômica, apresentando metodologias e ferramentas que auxiliem na obtenção desses melhores resultados financeiros.

Henrique Massa, sócio do Instituto Aquila, responsável pela apresentação do workshop, explica: “O curso é estruturado aos associados da CBIC de tal forma que a gente consiga disponibilizar conteúdos que são muito específicos, porém importantes para as empresas do setor, visto as dificuldades que hoje existem no mercado da construção em geral. Entendemos a complexidade técnica do setor e tentamos mesclar, ao longo do workshop, a demonstração teórica dos temas com exercícios práticos, para que as pessoas consigam absorver o conhecimento adquirido de forma mais pragmática”.

São três as ferramentas destacadas no curso e utilizadas, cada vez mais, em soluções gerenciais: 1- Redução de Custos e Despesas por Meio da Base Zero, cuja função é buscar a melhor eficiência para os recursos da empresa a partir da reflexão dos processos; 2- Gerenciamento Prático de Projetos, que é a estruturação e o acompanhamento da implantação de um novo projeto, buscando a execução dentro do prazo, com a qualidade e os custos esperados; e 3- Gestão de Processos por Meio de Fábricas Virtuais, para o mapeamento dos principais processos da empresa, colocando-se indicadores de desempenho e aplicando a metodologia de gestão.

Para a área de Infraestrutura, segundo Massa, a excelência em gestão é um diferencial devido ao momento atual de muita restrição de recursos. “É muito importante você ter gestão para ser cada vez mais eficiente e viabilizar econômica e financeiramente os projetos”, alerta.

O workshop conta com o conhecimento e a experiência do Instituto Aquila para instruir e direcionar os empresários da construção nesse desafio. O instituto é uma consultoria internacional, especializada em soluções gerenciais, que atua em 15 países e 120 segmentos dos setores público e privado. São mais de 800 projetos em carteira e 400 profissionais na equipe.

TRABALHO DA COP/CBIC

O primeiro workshop “Excelência em Gestão na Costrução” foi realizado em São Paulo, em julho de 2017, e contou com a participação de 45 empresas do setor, incluindo proprietários, dirigentes, executivos, técnicos e prestadores de serviços. O presidente da COP comenta que, desde a primeira apresentação, várias empresas buscaram aprimorar e incorporar em suas rotinas o que foi visto no encontro: “Vimos que muitos empresários perceberam as novidades que estavam disponíveis e poderiam ser aplicadas sem muita dificuldade dentro das empresas a fim de ter melhores benefícios financeiros, evitando perdas e otimizando resultados”.

Esta é mais uma das inúmeras ações desenvolvidas pela CBIC para criar condições efetivas de negócios para o maior número de empresas. Questões como PPPs, concessões, locação de ativos, financiabilidade, segurança jurídica e Matriz de Riscos também estão na agenda da comissão. “Ao mesmo tempo em que a COP vem trabalhando na melhoria das condições de mercado, agora se volta também para dentro das empresas, tentando colocar à disposição delas alguns métodos e ferramentas para melhorar a gestão de seus contratos”, reforça Lima Jorge.

2º workshop “Excelência em Gestão na Construção”

Data: 27 de fevereiro, terça-feira

Horário: das 14h às 18h

Local: sede do Sinduscon-GO (Rua João de Abreu, nº 427, Setor Oeste – Goiânia)

As inscrições são gratuitas, mas com vagas limitadas. Para se inscrever, acesse aqui.

Mais informações pelo e-mail comunidadedaconstrucao@sinduscongoias.com.br

ou pelo telefone (62) 3095-5178 – falar com a engenheira Daniela Castro.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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CUB-DF/m² apresenta alta no primeiro mês de 2018

Indicador de janeiro registra valor de R$ 1.146,25

O Custo Unitário Básico (CUB), importante indicador da construção civil, é calculado mensalmente pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscons) de todo o país. O cálculo do Distrito Federal fica por conta do Sinduscon-DF, com base em dados fornecidos por empresas do setor.

O índice pode servir como mecanismo de reajuste de preços em contratos de compra de apartamentos em construção e como indicador macroeconômico da evolução de custos no setor. Por meio dele, é possível realizar o registro das incorporações imobiliárias. O CUB é considerado, pela Receita Federal do Brasil, em Brasília, como base de cálculo para a emissão da Certidão Negativa de Debito (CND) de obras da construção civil, bem como é utilizado pela Caixa Econômica Federal e demais bancos atuantes no sistema de financiamento imobiliário.

O Sinduscon-DF reforça que, quanto mais empresas participarem, informando os dados para cálculo do resultado mensal do CUB/m², mais forte o indicador se torna, colaborando, inclusive, indiretamente, com a regulação de preços do mercado.

Em janeiro, tanto o Custo Unitário Básico quanto o Desonerado apresentaram uma variação positiva. Confira:

CUB-DF/m² de janeiro (R8-N): R$ 1.246,25 (variação positiva de 0,06%)

CUB-DF/m² desonerado de janeiro (R8-N): R$ 1.168,22 (variação positiva de 0,07%)

A metodologia usada no CUB-DF/m² Desonerado é a mesma do CUB-DF/m², com a ressalva de que o desonerado não considera a incidência dos 20% referentes à Previdência Social.

Vale ressaltar que, para se ter o valor real do metro quadrado de uma obra, além do CUB-DF/m², deve-se considerar os demais custos como, por exemplo: projetos, fundações, elevadores, instalações de ar-condicionado, impostos, taxas, entre outros.

Para obter este resultado mensal, o CUB-DF/m² inclui a avaliação de um grupo de materiais com 29 itens, além de mão de obra de servente e pedreiro; despesas administrativas referentes ao salário mais encargos sociais pagos ao engenheiro; e equipamento, representado pelo aluguel de betoneira.

O R8-N refere-se a residência multifamiliar, padrão normal. Clique aqui e confira os demais projetos-padrão do mês.

Fonte: SINDUSCON/DF

Imagem: Internet

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Licitação do Centro de Convenções de Brasília é adiada de fevereiro para março

Prazo acabaria na próxima terça, mas vai ficar para 21 de março. Foi necessário fazer ajuste para esclarecer termos de concessão, diz subsecretário.

O governo do Distrito Federal decidiu adiar a licitação do Centro de Convenções, informou nesta sexta-feira (2) ao G1 o subsecretário de Parcerias Público-Privadas, da Secretaria de Fazenda, Rossini Dias. O prazo acabaria na próxima terça-feira (6), mas vai ficar para 21 de março.

Empresas interessadas na concessão questionaram uma lista de eventos agendados para ocorrer no local. Alguns desses eventos já tinham pagado a taxa de uso do Centro de Convenções, o que geraria falsa impressão de arrecadação para as empresas. Por isso, foi feita uma nova lista com os futuros eventos, mas retirando aqueles que já pagaram o governo para usar o espaço.

“Aquela lista tinha sido publicada em dezembro e não foi atualizada. Como alguns já pagaram [a taxa], não é a receita real que a empresa vai ter. Por isso, a legislação diz que se há qualquer item que possa alterar a proposta ou gerar questionamento, o prazo terá de ser prorrogado para esclarecimentos”, afirmou Dias.

A taxa de uso do Centro de Convenções depende do tamanho do espaço a ser usado – pode ser só o auditório como o prédio todo. Na lista de eventos agendados, os preços vão de R$ 20 mil a R$ 380 mil.

Com a concessão por 25 anos do estádio, o governo do DF pretende receber R$ 2,6 milhões como outorga – sem contar o lance inicial de R$ 3,8 milhões. Se a lucratividade ultrapassar as estimativas, o Buriti tem direito a 15% sobre esse lucro extra.

Para o subsecretário, a ideia, além de melhorar a arrecadação, é “fomentar a atividade econômica”. “Queremos que isso permita uma ocupação maior, a exemplo do que se tem em outros locais do país, e que acabe repercutindo na economia do segmento.”

Fonte e Imagem: G1

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Artigo – Construção civil e retomada

Mais de um milhão de postos de trabalho foram fechados desde 2014, empurrando para a incerteza trabalhadores e suas famílias e comprometendo a economia.

A indústria da construção se encontra numa encruzilhada: estimulada, será a nova âncora da recuperação da economia; esquecida, será a pedra que poderá adernar a embarcação.

Não é mais possível ignorar o papel estratégico que esse setor desempenhará para recolocar o Brasil na trilha do desenvolvimento.

Grande geradora de emprego e renda, elo entre o cidadão e o sonho da moradia digna, a indústria da construção tem uma vocação econômica e social que não pode ser negligenciada — é nos momentos de crise que nosso setor dá sua contribuição mais efetiva.

O PIB da indústria da construção encolheu 6% em 2017, no quarto ano de retração consecutiva do setor. Não pedimos benesses nem facilidades. Queremos, isto sim, um ambiente de negócios seguro e transparente e projetos que permitam a recuperação.

Muito fizeram o Poder Executivo e o Congresso Nacional para fomentar um novo ciclo de crescimento e sepultar de vez a crise que assola o Brasil desde 2014. Foram produzidos avanços de relevância, como a criação de um teto para os gastos públicos, a redução continuada dos juros e a aprovação da reforma trabalhista e da terceirização.

Tudo isso criou um novo ambiente e recuperou a credibilidade e o otimismo entre empreendedores. Essa reação está refletida no desempenho do Produto Interno Bruto, que saiu da estagnação.

É preciso sensibilidade para criar as condições para que a retomada que observamos não seja ameaçada. O agronegócio, que deu grande contribuição para a reação, já dá sinais de desaceleração. Está na indústria da construção o combustível que fará avançar esse movimento.

Essa é a mensagem que no final do ano passado levamos ao presidente da República, Michel Temer. Junto com outras entidades da cadeia produtiva da construção, criamos uma coalizão para recuperar o nosso setor. Não é tarefa difícil — e os resultados serão inestimáveis para o momento que vive o país.

Há que fomentar o investimento, criando as condições para que a iniciativa privada execute os projetos que os cofres públicos não mais poderão custear. É preciso não perder de vista o essencial: construção é investimento e não existe investimento sem confiança no futuro.

Há que destravar projetos de infraestrutura que, além de garantir competitividade à economia, ajudarão a gerar milhares de novos empregos. É o momento de iniciar os projetos do programa de apoio às concessões municipais, que farão uma revolução nas cidades, levando emprego, renda e melhores serviços à população.

Há que recuperar o financiamento do mercado imobiliário e restabelecer a segurança jurídica tão necessária.

Há, por fim, mas não menos importante, que aprovar a reforma da Previdência, cujo impacto na economia é imediato, pois reduz a incerteza do investidor em relação ao futuro.

Chegou o momento da virada!

José Carlos Martins é presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção

 

Fonte: O GLOBO

Imagem: Internet

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