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Arquivo de categoria: Notícia

Publicadas ABNT NBR 15270:2017 Partes 1 e 2, Componentes Cerâmicos – Blocos e Tijolos para Alvenaria

A ABNT publicou no dia 29/11/17 as normas: ABNT NBR15270-1:2017 Componentes cerâmicos – Blocos e tijolos para alvenaria- Parte 1: Requisitos e ABNT NBR15270-2:2017 Componentes cerâmicos – Blocos e tijolos para alvenaria- Parte 2: Métodos de ensaios. A parte 1 tem como objetivo especificar os requisitos dimensionais, propriedades físicas e mecânicas de blocos e tijolos cerâmicos a serem utilizados em obras de alvenaria com ou sem função estrutural e executadas de forma racionalizada ou não e a parte 2, especifica os métodos para a execução dos ensaios dos blocos e tijolos cerâmicos estruturais e de vedação. Foram revisadas pelo Comitê Brasileiro de Cerâmica Vermelha (ABNT/CB-179).

Houve grande mudança nos textos normativos à medida que foram incorporadas as diretrizes normativas de Blocos e Tijolos Cerâmicos, de forma que estas novas versões foram estruturadas agregando todos Componentes Cerâmicos para alvenaria.

Estas publicações cancelam, passando a incorporar os conteúdos, as ABNT NBR 7170, ABNT NBR 6460 e ABNT NBR 8041 de Tijolos cerâmicos e a ABNTNBR15270-3 de Blocos cerâmicos. Também atualizam os textos da 15270-1 e 2 de 2005.

Um grande ganho com estas revisões foi a inclusão das diretrizes para o sistema de Alvenaria Racionalizada. Foram definidas especificações para os blocos, componentes e procedimentos normalizados, utilizados na execução da Alvenaria Racionalizada.
Ocorreu ainda a revisão da classificação de comercialização dos Blocos e Tijolos Cerâmicos, o que já deve ser observado e cumprido pelo mercado.

Ressaltamos que o Eng. Lydio Bandeira de Mello, consultor técnico do Sinduscon-Rio e representante do GANT/ COMAT participou da Comissão de Estudos que revisou a Norma.

Acesse aqui o Catálogo ABNT onde as normas já estão disponíveis para aquisição.

Fonte e imagem: CBIC

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Soluções para promoção da Sustentabilidade são discutidas na última reunião da CMA em 2017

O representante do Sebrae Nacional, Arthur Carneiro, apresentou aos membros da Comissão de Meio Ambiente – CMA/CBIC, na última reunião de 2017, realizada hoje, 6 de dezembro, na sede do SindusCon-SP, algumas iniciativas da instituição para fomento destinadas à cadeia da construção, entre elas: desenvolvimento e profissionalização da gestão empresarial, acesso à inovação, tecnologia e sustentabilidade, acesso a mercados, serviços financeiros , formação e fortalecimento de redes empresariais e atendimento inteligente. Além disso, falou sobre as diversas oportunidades para startups na cadeia da construção: gestão de estoques e fornecedores, softwares e aplicativos de gestão de projetos e canteiro de obras, tecnologias para design, plantas e projetos, gestão de risco, compliance, saúde e segurança, drones – registro fotográfico, vigilância, mapeamento de terrenos, robótica para construção, realidade aumentada, entre outros.

Entre os assuntos que foram tratados na reunião, o presidente da CMA, Nilson Sarti, apresentou o calendário das Oficinas de Capacitação EDGE: 11 de dezembro 2017 em São Paulo, 1º de março de 2018 em Fortaleza e 13 de março de 2018 no Rio de Janeiro. Foram discutidos os resultados do Workshop Técnico Workshop Técnico – Conservação e Uso de Fontes Alternativas de Água em Edificações e Preparação do Setor da Indústria da Construção para o Fórum Mundial da Água, realizado no dia 5 de dezembro, em São Paulo, que teve como principais objetivos expor os trabalhos da Comissão de Estudos e do Conteúdo das Normas ABNT de Conservação e Uso de Fontes Alternativas e cases de sucesso, como apresentado pelo Eng. Marcelo Matsusato, da Tecnisa, que apresentou uma economia potencial de 25% em um dos empreendimentos da empresa, com o uso dos dispositivos economizadores como hidrômetro, arejador de torneira, e bacia com duplo acionamento, trazendo 11% de economia para os usuários.

A primeira reunião da CMA em 2018 será realizada em março, durante as ações da CMA/CBIC em torno do Fórum Mundial da Água, maior evento sobre o tema hídrico do mundo, que será realizado em Brasília, entre os dias 18 e 23 de março de 2018. As programações da Comissão de Meio Ambiente da CBIC entre os dias 05 e 06 de dezembro tiveram a realização do SindusCon-SP e correalização do Senai Nacional.

Fonte e imagem: CBIC

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Faça o download da Coletânea BIM no site da CBIC

Composta por cinco volumes, a coletânea BIM encontra-se no site da CBIC para download. Basta preecher o cadastro com seu email e iniciar o download. Plataforma inovadora da tecnologia da informação aplicada à construção civil, o Building Information Modeling (BIM) vem se consolidando como uma revolução por oferecer novas funcionalidades na execução das obras e por romper com paradigmas de produtividade nessa atividade econômica. “Pense na possibilidade de atrelar no projeto cronogramas, orçamentos e valores. É isso que a tecnologia oferece como potencial”, explica o consultor da CBIC, Wilton Catelani, autor da coletânea, realizada pela CBIC, através da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT), com a correalização do SENAI Nacional. Clique aqui para baixar a coletânea.

Fonte e imagem: CBIC

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Coalização pela Construção leva ao presidente Michel Temer propostas para estimular a recuperação do setor e da economia nacional

Numa coalização pela construção, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e um grupo de entidades representativas da cadeia produtiva do setor apresentaram nesta quarta-feira (06/12) ao presidente da República, Michel Temer, no Palácio do Planalto, em Brasília, medidas que visam estimular a recuperação da indústria da construção e a geração de empregos, com foco no mercado imobiliário, habitação e infraestrutura. “A indústria da construção está à beira de um colapso. Se nada for feito, o setor, que é um grande gerador de empregos, pode cair 6% e puxar o PIB nacional para baixo”, alerta o presidente da CBIC, José Carlos Martins.  “Não solicitamos recursos, por que sabemos que o governo federal não tem. A ideia foi apresentar uma pauta para destravar o País e criar condições para que o investimento volte e com ele a geração de emprego e renda”, destaca.

Uma das propostas apresentadas foi uma solução imediata para capitalizar a Caixa Econômica Federal, de forma a atender adequadamente as regras de Basiléia, e voltar a ter recursos para financiar a habitação. Em 2014, por exemplo, o mercado imobiliário operou com R$ 180 bilhões e, em 2016, com cerca de R$ 80 bilhões, retração significativa. “É uma queda grande para um setor que já está tão deprimido”, menciona Martins. Além da CBIC, integram a Coalizão pela Construção o Instituto Aço Brasil; o Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA); Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco); Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat); o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon) e a Força Sindical; entidades representativas de empresas e trabalhadores na indústria da construção.

Já na área de infraestrutura, os destaques foram a necessidade de resolver questões relacionadas à falta de segurança jurídica, o aperfeiçoamento dos critérios de licenciamento ambiental e iniciar, efetivamente, o programa de apoio às concessões municipais, que pode aumentar o investimento privado nos municípios brasileiros. “Qual é o município brasileiro que não precisa de serviços?”, destacou o presidente da CBIC, lembrando que o governo federal não tem mais recursos e a insegurança jurídica tem impedido, por exemplo, apoio técnico para o desenvolvimento de PPPs e concessões para obras menores, porém necessárias, nesses municípios, como aterros sanitários, rodoviárias e praças.

A cadeia produtiva do setor também declarou apoio à Reforma da Previdência, a fim de criar o ambiente que destrave investimentos, assim como reduzir privilégios. “Para o Brasil ter investimento, ele precisa voltar a ter credibilidade e para ter credibilidade a Reforma da Previdência é inevitável para que privilégios sejam restringidos e haja um tratamento mais isonômico entre os brasileiros”, destaca o presidente da CBIC.

Fonte e imagem: CBIC

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Edital para regularizar segunda leva de lotes no Jardim Botânico do DF é publicado

 

Foi publicado nesta quarta-feira (29) o edital de venda direta de condomínios da segunda etapa do Jardim Botânico, no Distrito Federal: Estância Jardim Botânico, Estância Jardim Botânico II, Jardim Botânico I, Jardim das Paineiras, Mirante das Paineiras e Jardim Botânico 6. Serão postos à venda 1.224 lotes. Os valores vão de R$ 97,7 mil a R$ 197,8 mil.

As propostas de compra devem ser feitas a partir desta quarta até 29 de dezembro, entregues pessoalmente na Divisão de Atendimento (Diate) na sede da Terracap, próximo ao Palácio do Buriti.

É possível tirar dúvidas pelos telefones 3342-2013 e 3342-2525. Também é possível mandar e-mail para o e-mail vendadireta@terracap.gov.br.

Para quem?

Só pessoas físicas com mais de 18 anos podem participar da venda direta dos lotes nos condomínios em processo de regularização. É permitida a compra de apenas um lote por indivíduo. Os interessados devem se cadastrar no site da Terracap ou na sede da empresa pública.

São necessários estes documentos:

  • Identidade e CPF
  • Documentos que comprovem a aquisição do imóvel com data anterior a 22 de dezembro de 2016
  • Comprovante de residência
  • Certidão de regularidade na Justiça Eleitoral
  • Certidão negativa de débito de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)

Acompanhe os Editais

ESTÂNCIA JARDIM BOTÂNICO

JARDIM BOTÂNICO I

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Velocidade de vendas de imóveis novos legalizados no DF teve bom índice em setembro

As vendas de imóveis novos legalizados seguem em bom patamar, conforme indica o mais recente Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de imóveis residenciais no Distrito Federal (DF), referente a setembro. O IVV médio residencial do período foi de 5,8%, superior ao de 2015 (IVV de 3,7%) e ao de 2016 (IVV de 4,5%). O setor leva em conta que um IVV na casa dos 5% representa uma velocidade adequada para a venda de um empreendimento imobiliário.

Na comparação entre o 3º trimestre de 2015, de 2016 e de 2017, o deste ano apresentou IVV médio mais positivo: 6%; o IVV do 3º trimestre de 2015 foi de 4% e o de 2016, 4,5%.

O cálculo do IVV mensal resulta das informações sobre oferta e venda prestadas pelas empresas que respondem por 75% do mercado imobiliário legalizado do DF. A pesquisa de setembro indica que os imóveis novos residenciais com 3 quartos tiveram a maior velocidade de vendas no DF.

“Os imóveis residenciais e comerciais legalizados no DF têm sua velocidade de vendas medidas mensalmente, desde 2015, pelos empresários do setor. Dessa forma, as construtoras e imobiliárias que atuam apenas com imóveis legalizados apresentam uma referência segura de negócios para a população”, diz Paulo Muniz, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF). Além desta entidade, responde pela iniciativa o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), com apoio do Sebrae-DF. A coleta é feita pela empresa Opinião Informação Estratégica.

Ivv residencial – setembro/2017

Metro quadrado

A pesquisa mensal do IVV identificou que o preço do m² segue apresentando tendência de alta, em razão da pouca oferta de imóveis residenciais novos e dos poucos lançamentos imobiliários. A queda dos juros referenciais da economia (Selic) também atrai maior demanda por imóveis, considerado investimento seguro pela população. O valor médio do m² apurado em setembro foi de R$ 9.193,00.

O estudo apurou, em setembro, que a oferta de imóveis residenciais novos estava em 3.639 unidades, conforme informaram as 33 empresas participantes. Este total é inferior ao do mesmo período de 2016 (4.438 unidades) e de 2015 (4.663 imóveis). “O DF reúne cerca de 3 milhões de habitantes. Este total de ofertas de imóveis novos legalizados é baixíssimo e a lei de oferta e procura acaba por encarecer os produtos”, avalia Paulo Muniz.

Dados da Pesquisa IVV setembro/2017

A pesquisa do IVV tem o objetivo de aferir os negócios de imóveis novos residenciais e comerciais no DF e se a velocidade com que são vendidos está de acordo com as expectativas. Há, portanto, um IVV para imóveis residenciais e um IVV para comerciais. O IVV residencial, em setembro, foi de 5,8%. Já o dos comerciais registrou 1,3%. O gráfico da oferta de imóveis residenciais, comparativo dos anos 2015, 2016 e 2017 (a seguir), demonstra que a oferta cai seguidamente e, assim, o DF se ressente de mais lançamentos imobiliários para reequilibrar a ‘lei da oferta e procura’.

Oferta de imóveis residenciais – setembro/2017

Em setembro deste ano, estavam em oferta no mercado imobiliário 3.639 unidades residenciais novas (segundo informaram as empresas pesquisadas). Na comparação entre o 3º trimestre de 2015, de 2016 e de 2017, nota-se que a oferta caiu muito este ano. No 3º trimestre de 2015, a oferta era de 4.649 unidades; no mesmo período em 2016 era de 4.233; e no 3º trimestre de 2017, a oferta estava em 3.853 imóveis.

Oferta de imóveis residenciais por trimestre


Vendas de imóveis residenciais aceleram na comparação trimestral

As empresas pesquisadas informaram terem vendido 210 imóveis residenciais novos em setembro. Já a comparação entre o 3º trimestre de 2015, de 2016 e de 2017, nota-se que as vendas progrediram ano a ano. No 3º trimestre de 2015, a pesquisa havia registrado uma média de 188 vendas; no de 2016, uma média de 193 vendas; e este ano, a média foi de 229 vendas no 3º trimestre.


Vendas de imóveis residenciais – setembro/2017


De imóveis residenciais por trimestre

As quantidades de imóveis informadas se referem aos negociados pelas empresas participantes da pesquisa e não representam o total de imóveis em oferta ou negociados em todo o DF. Os percentuais informados podem ser projetados para representação de todo o mercado imobiliário do DF.

Valor do m² imóveis residenciais

Entre várias informações do mercado imobiliário do DF, a pesquisa do IVV aponta a variação do preço ofertado por m² dos imóveis residenciais em cada região. Em setembro, a Asa Norte registrou o maior valor de oferta: R$ 14.972,08; o mais baixo foi ofertado em Santa Maria – R$ 3.135,00.

Preço do m² – imóveis residências em oferta – setembro/2017


Ivv comercial – setembro/2017

O gráfico a seguir mostra a evolução do IVV dos imóveis comerciais novos. O IVV de setembro de 2017 foi de 1,3%.

 

Fonte e Fotos: SINDUSCON/DF

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Indústria da construção segue com dificuldades, revela sondagem do setor

Dados da Sondagem Indústria da Construção de outubro, divulgados nesta terça-feira (28/11) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), revelam as dificuldades que a indústria da construção tem enfrentado para se recuperar. De acordo com Sondagem, o indicador de nível de atividade manteve-se abaixo da linha divisória dos 50 pontos, apontando queda do nível de atividade do setor em relação ao mês anterior. Já o indicador de número de empregados, que também situa-se abaixo da linha divisória, intensificou seu ritmo de queda em outubro. Na comparação com o mesmo mês de 2016, contudo, ambos mostram crescimento, 6,9 e 5,4 pontos, respectivamente.

Os indicadores de nível da atividade em relação ao usual e utilização da capacidade de operação cresceram em outubro, mas ainda mostram que a indústria da construção opera abaixo do usual e com alta ociosidade. Ao mesmo tempo que os indicadores de expectativa apontam, em sua maioria, para estabilidade.

No entanto, o índice de confiança do empresário da indústria da construção e o índice de intenção de investimento cresceram pelo quarto mês consecutivo. O primeiro reflete que os empresários estão mais confiantes e o indicador encontra-se acima da média histórica, já o segundo mestra a intenção de investir está se recuperando, mas ainda em níveis muito baixos. A mostra da pesquisa foi realizada junto a 601 empresas, sendo 197 pequenas, 273 médias e 131 grandes, no período de 1º a 14 de novembro. Clique aqui para acessar a íntegra da pesquisa.

 

Fonte e Foto: CBIC

 

 

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Firjan promove encontro de relacionamento entre empresas de TIC e da cadeia do setor de construção civil

 

O Sistema FIRJAN promove, nesta quarta-feira (29/11), a quinta edição do Conexão TIC, o ponto de encontro entre demanda e soluções. Desta vez, CEOs de empresas e da cadeia produtiva do setor de construção civil apresentarão as oportunidades e necessidades do setor para os fornecedores de produtos e serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)/Telecom. As empresas âncoras já confirmadas são: Multibloco, Concremat, Gafisa, Fabrimar, ArcelorMittal e SNIC.

De acordo com a especialista setorial do Sistema FIRJAN, Carolina Jaguaribe, o encontro é uma oportunidade para as empresas fornecedoras de TIC/Telecom conhecerem melhor as demandas do setor de construção. “O Conexão TIC aproxima os dois setores para que, no futuro, ocorra o fomento de negócios. Com as empresas de TIC conhecendo melhor a realidade dos outros setores, essas podem desenvolver soluções adequadas para a prestação de serviços e produtos para os setores demandantes”, explica Carolina.

O evento gratuito ocorre a partir das 9h na sede da Federação (Av. Graça Aranha 1, Centro do Rio).  Para mais informações e inscrições, clique aqui. 

 

Fonte e Foto: CBIC

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Seconci Itinerante leva saúde e atendimento social para a construção civil do DF

Em 6 anos de existência, programa já realizou mais de 9 mil atendimentos aos trabalhadores do setor

Cuidar da saúde dos trabalhadores é o propósito do programa Seconci Itinerante. Há 6 anos, uma equipe formada por técnicos de Enfermagem e assistente social percorre obras do DF para realização de exames como pressão arterial, glicemia capilar, acuidade visual, peso e altura para o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) e atendimento social por meio de entrevista com a assistente social do Seconci-DF. Nesta entrevista são colhidos dados que traçam o perfil social de quem atua no setor da construção civil.

Nesses anos, o programa já realizou mais de 9 mil atendimentos aos trabalhadores, seja nos canteiros ou nos escritórios. A recompensa por este trabalho está na mudança de hábitos daqueles que têm alguma alteração nos exames realizados. “Depois do programa, os funcionários começaram a cuidar mais da alimentação e também da saúde com a realização de atividades físicas. Tivemos, por exemplo, uma funcionária que perdeu 10 quilos depois que participou dos exames na empresa”, conta a coordenadora de recursos humanos da Apex Engenharia, Deusilene Bidô, ao receber a equipe na empresa pela terceira vez.

O gerente médico do Seconci-DF, Daniel Honda, explica a importância do programa e como os procedimentos realizados podem influenciar no dia a dia de trabalho dos funcionários. “Os exames realizados pela equipe funcionam como um check-up para o trabalhador. Quando detectada alguma alteração, há orientação sobre os cuidados gerais e, havendo necessidade, o encaminhamento para o posto de saúde para um atendimento mais específico”, explica Daniel.

Assim como a parte de Medicina, a presença da assistente social reforça a importância do Seconci como serviço social na resolução das possíveis demandas encontradas. A assistente social explica como é desenvolvido o questionário respondido durante as visitas e o que é feito após a presença da equipe nos canteiros. “É realizado um relatório com todos os dados mensurados, tanto da equipe de enfermagem, quanto do questionário social para que a empresa tenha acesso as demandas apresentadas pelos colaboradores. Oferecemos acompanhamento pós-itinerante e, havendo necessidade, serão realizadas visitas domiciliares e encaminhamentos para que o trabalhador possa ter acesso às políticas públicas disponíveis”, finaliza Maythê.

As empresas de construção civil que queiram solicitar os serviços oferecidos pelo Seconci Itinerante podem ligar para a entidade no telefone (61) 3399-1888 ramal 257 e agendar uma visita. Os profissionais vão às empresas e canteiros sempre às terças e quintas-feiras no período da manhã. Vale ressaltar que não há nenhum custo por este serviço. Solicite este programa e promova a responsabilidade social na sua empresa.

Seconci Itinerante

Agendamento: (61) 3399-1888 ramal 257
Visitas: terças e quintas-feiras pela manhã

Fonte: SECONCI/DF

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Setor da construção se prepara para o Fórum Mundial da Água e realiza workshop técnico no próximo dia 5

 

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com a correalização do Senai Nacional, e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), por meio dos Comitês de Meio Ambiente e de Tecnologia e Qualidade, realizará o Workshop Técnico: Conservação de Água e Uso de Fontes Alternativas de Água em Edificações, e Preparação da Indústria da Construção para o 8º Fórum Mundial da Água, no dia 5 de dezembro de 2017, das 8h às 18h, no auditório do SindusCon-SP – Rua Dona Veridiana, 55 – Santa Cecília – São Paulo/SP.

O workshop tem três objetivos: discutir a importância da conservação de água e o correto uso de fontes alternativas de água nas edificações; apresentar os projetos de normas da ABNT que darão embasamento técnico à tomada de decisão para implantação de sistemas eficientes, seu uso, operação e manutenção; e preparar a indústria da construção para participação no 8º Fórum Mundial da Água, a ser realizado em março de 2018, em Brasília. Será apresentado o Projeto Legado da Agência Nacional de Águas, que visa o aperfeiçoamento da Política Nacional de Recursos Hídricos.

As palestras visam, além da apresentação por parte de profissionais de grande conhecimento e experiência nesta área, proporcionar o debate e a discussão com os participantes acerca das boas práticas e soluções para a conservação da água.

 

Fonte e Foto: CBIC

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