A Reunião de Diretoria da Associação Brasiliense de Construtores (ASBRACO), realizada nesta última quinta-feira (07), contou com a participação do Secretário de Economia do Distrito Federal, André Clemente que pontou sobre os “IMPACTOS ECONÔMICOS DA CRISE DO COVID-19 NO DISTRITO FEDERAL”.

O encontro foi realizado virtualmente e de forma ampla, onde o secretário pode dialogar com todos os membros da diretoria sobre o orçamento do DF em face da pandemia e os impactos da Covid-19 separados por setor, contextualizado por índices que demonstram, queda do faturamento, taxa de desemprego, repasse de receitas, dentre outros. A apresentação estará disponível somente para os associados.

Após sucinta explanação, o secretário dialogou com os presentes e frisou que o setor da construção é um dos mais importantes para a retomada da economia do DF. “Estamos empenhados em manter o setor, por se tratar de um serviço essencial para Brasília. Estamos com diversas reformas em andamento na área hospitalar, além de novas construções, nossa meta é chegar a 830 UTIs. Quando tudo isso passar, a Saúde no DF não será mais um problema, deixaremos um legado para Brasília”, pontuou André Clemente, que respondeu a todos os questionamentos e se disponibilizou em ajudar o setor da construção.

Diversos temas foram abordados durante a reunião, tais como saldo orçamentário nos contratos de manutenção, principalmente, na área de educação e saúde; garantia para os empenhos e testagem para Covid-19 dentro das empresas associadas, que sobre este último, o presidente, Afonso Assad, anunciou a possibilidade de se fechar uma parceria com um laboratório.

O presidente Afonso ainda falou sobre o último relatório da Sondagem da Industria da Construção, promovido pela CBIC em parceria com a CNI, que igualmente aborda, nacionalmente, os impactos negativos da pandemia que já atingiram o setor e sobre a importância de uma retração rápida e intensa na construção. “Este relatório apresenta números preocupantes, a atividade da indústria da construção, recuou para 25,5 pontos. É o segundo menor valor da série, só supera os 25,3 pontos observados em fevereiro de 2016, porém este número é nacional, devido as ações tomadas no DF pelo governador Ibaneis Rocha, não acredito que os índices do DF serão iguais. Se traçarmos uma boa estratégia, poderemos passar por esse período de forma uma pouco mais branda” afirmou Assad.

A próxima reunião está previamente agendada para o dia 20/05 com a presença da presidente do CREA/DF Fátima Có, para debater sobre a atuação do Crea nos serviços de engenharia da capital.