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Recent Posts by Elisabeth Mota

Nova NR 18 estabelece Plataforma Elevatória Móvel de Trabalho (PEMT)

A nova NR 18, que entra em vigor em 2021, tende a se alinhar com as normas técnicas vigentes. Com isso, buscou na NBR 16776 as exigências para tornar mais abrangente o conceito de Plataforma de Trabalho em Altura (PTA), que passará, a partir de então, a ser denominada Plataforma Elevatória Móvel de Trabalho (PEMT).

A NR 18 estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização para implementação e controle de medidas de segurança na indústria da construção civil. Além de abordar questões próprias e específicas da atividade da construção civil, como escavações, demolições, soldagem, corte, telhados, entre muitos outros, a NR 18 ainda descreve as instruções para outras situações relacionadas ao canteiro de obras, como os alojamentos e áreas de vivência para os trabalhadores, proteção contra incêndios, entre outros.

A divulgação das principais mudanças soma esforços ao e-book ‘As novas NRs e a Indústria da Construção’ da CBIC, em correalização com o Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).

Acompanhe quinzenalmente a campanha realizada pela CBIC, em correalização com o Sesi, nas redes sociais da entidade. A iniciativa integra o projeto ‘Elaboração e Divulgação de Material(is) Orientativo(s) sobre as Atualizações das Regras Trabalhistas e/ou de Segurança e Saúde no Trabalho, para a Indústria da Construção’, desenvolvido pela CBIC com o Sesi Nacional.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Parlamentares defendem desburocratização via lei geral do licenciamento ambiental

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional) realizaram, nesta terça-feira (20), um debate sobre a Nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental. O foco desta edição, que contou com a participação de parlamentares de Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, foi a região centro-oeste e o andamento da lei, as expectativas para aprovação e os pontos de interesse do setor da construção.

Com a participação de empresários da indústria da construção e especialistas sobre o tema, o evento reforçou o apoio do setor ao Projeto de Lei 3729/04, que tramita na Câmara Federal há 15 anos. “Com o projeto queremos transparência, uniformização de exigências, simplificação, segurança jurídica e segurança para quem assina (funcionários públicos). O investidor precisa saber que as regras estão muito claras para que ele possa ter segurança. Estamos evoluídos no tema no Congresso, apenas precisando incluí-lo na pauta, porque a lei está pronta e é boa”, frisou o presidente da Comissão de Meio Ambiente (CMA) da CBIC, Nilson Sarti.

Renato de Sousa Correia, vice-presidente da região centro-oeste regional da CBIC, mediou o debate e acredita que o projeto está bastante evoluído. “Houve um grande envolvimento da sociedade, incluindo os setores produtivos, órgãos de defesa do meio ambiente, ONGs e entidades representativas que trabalham para que a lei seja aprovada o quanto antes”, afirmou.

O consultor da CBIC, Marcos Saes, traçou um panorama do andamento da lei e destacou a conscientização do setor formal da construção preocupada com o assunto, debatendo junto aos representantes do governo essa questão fundamental para conseguir desenvolvimento sustentável. “A lei uniformiza o licenciamento ambiental brasileiro. Hoje o que temos é um furacão de mais de 50 mil normas, sem ter uma regra geral para o país para fazer com que esse instrumento ocorra de forma adequada”, disse.

Segundo Saes, outro ponto importante diz respeito à alteração do sistema de licenciamento brasileiro, pois as normas válidas hoje são das décadas de 80 e 90,  o que comprova que estão obsoletas. “Precisamos de uma atualização que viabilize as mesmas regras para todos, a modernização do sistema, simplificação e segurança jurídica. Tão grave quanto a falta de estrutura operacional pública para o setor de licenciamento ambienta é a notória insegurança jurídica em que vive o setor. Não é questão de diminuir as regras, mas de simplificar o caminho para elas”, frisou, reforçando que “agora está nas mãos dos parlamentares que mensagem vamos passar para o mundo em termos de sustentabilidade”.

O deputado federal Tadeu Filippelli (MDB-DF) acredita que o tema é multidisciplinar e é preciso uma conscientização maior sobre ele. “Os parlamentares devem estar cercados por boas assessorias e pessoas que militam no movimento ambiental, que possam ajudar a construir a lei. Unindo as regionalizações se constrói uma norma muito mais completa do que a de hoje. Temos que buscar a consciência e compromisso do engajamento sobre o tema, pois a demora na aprovação da lei prejudica o país”, ressaltou.

A criação de um ambiente de estratégia sobre a pauta é fundamental e de acordo com o deputado federal Humberto Rezende Pereira (PSDB-MS), a CBIC vem realizando uma mobilização que vai ao encontro do que os parlamentares pensam. “A entidade é uma das norteadoras da nossa atuação, nos ajudando a criar, em conjunto, um planejamento”. O deputado alertou ainda sobre a importância de fazer ações para tentar mobilizar e trazer de novo atratividade para os investimentos em um cenário pós pandemia. “Com a desburocratização da lei ambiental é notório que vamos conseguir ser mais competitivos. E isso não pode soar como afrouxamento das regras, e sim como uma melhoria com a parametrização das regras, levando para estados diferentes essa uniformização”, disse.

Luís Eduardo Costa, secretário municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana de Campo Grande (MS) concorda com o parlamentar ao associar a desburocratização com o avanço do país. “Esse emaranhado de legislações atrasa o Brasil. Precisamos ter parâmetros claros para que engenheiros e arquitetos possam agir sem interferências. E isso só é viável com leis claras e transparentes que promovam a inserção de tecnologias no processo de licenciamento”, afirmou.

Francisco Rodrigues Vale Júnior, deputado federal (PSD-GO), considera o tema como um dos prioritários do Brasil. “O assunto é urgente. Me incomoda discutir licenciamento num país onde o problema é a falta dele, pois graças a burocracia os licenciamentos não desenvolvem. O grande ponto é optar pelo equilíbrio e bom senso, mas com olhares diferentes para cada licenciamento”, ressaltou.

De acordo com o deputado, sem tratar os aspectos objetivos e claros da lei, existe o risco de continuar como estamos hoje. “O que emperra o processo é a falta de clareza. A legislação tem que informar o que é possível fazer, não perdendo tempo com longas discussões. Pois não existe negociação para o que pode, e sim para os termos da implantação. Além de simplificar, devemos tirar a subjetividade para conseguir criar uma legislação objetiva onde os atores consigam entender o que está sendo pedido, a partir de um ponto de partida e de chegada que deixa claro os parâmetros e limites para liberar ou impedir um licenciamento”, alertou.

Andréa Vulcanis, secretária do Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás explicou que o estado adota várias ferramentas de gestão, a partir de uma lei geral já consolidada e questionou sobre uma possível guerra ambiental entre regiões. “A guerra ambiental que pode acontecer diz que os estados que conseguirem se estabelecer vão atrair mais investimentos em detrimento dos que não o façam.  Hoje vários estados já avançaram no tema. Por exemplo, o Pará passou Minas Gerais em termos de mineração em função da facilidade de licenciamento. Precisamos entender se existe uma especulação de que a nova lei pode engessar alguns estados que já avançaram ou não”, questionou.

A secretária apontou também que a lei federal precisa absorver a corresponsabilidade. “O órgão ambiental avaliza os projetos, e por medo de assinar sem segurança jurídica, faz que o processo demore. A corresponsabilidade significa que o empreendedor também se comprometa, o que é fundamental”.

Já Antônio Terra, assessor especial da superintendência de licenciamento do IBRAM-DF, acredita que é preciso uma referência nacional, via marco geral do licenciamento, para ter simplificação e segurança jurídica maior dentro de cada órgão ambiental. “A nova lei é importante para dar um foco ao tema, cuja redação já teve muitas propostas. A aprovação não vai solucionar todos os gargalos, mas vai operacionar e regulamentar o licenciamento dentro de cada esfera, o que é importante para que a lei seja aplicada com os resultados esperados”, concluiu.

A região Centro-Oeste é a segunda a receber o webinar, que já passou pelo Sul. A iniciativa tem interface com o projeto ‘Melhorias do Mercado Imobiliário’ realizado pela CBIC, por meio das Comissões da Indústria Imobiliária (CII), de Habitação de Interesse Social (CHIS) e de Meio Ambiente (CMA), com a correalização do Serviço Nacional da Indústria (Senai).

 

Fonte e Imagens: CBIC

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CBIC divulga boletim com alterações das Normas Técnicas ABNT/Construção

As normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em consulta nacional, publicadas e canceladas no período de setembro/outubro de 2020, podem ser acessadas no Boletim de Normas, elaborado conjuntamente pela Câmara Brasileia da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), com a correalização do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

As informações estão atualizadas no Portal CBIC de Normas Técnicas da Construção e podem ser obtidas/consultadas. Cadastre gratuitamente e fique por dentro dos processos de normalização da ABNT.

Normas em Destaque

Consulta Nacional

  • ABNT/CB-018 – Norma ABNT NBR 16886, que trata de Concreto — Amostragem de concreto fresco (até 27/10/2020)
  • ABNT/CB-018 – Norma ABNT NBR 16889, que trata de Concreto — Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone (até 27/10/2020)
  • ABNT/CB-002 – Norma ABNT NBR 6492, que trata de Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos – Requisitos (até 29/10/2020)
  • ABNT/CB-022 – Norma ABNT NBR 15487, que trata de Membrana de poliuretano para impermeabilização (até 09/11/2020)

… mais 16 norma em Consulta Nacional.

Normas Publicadas

ABNT/CEE-221 – Norma ABNT NBR 16903, que trata de Solo — Prova de carga estática em fundação profunda (29/09/2020)

ABNT/CB-002 – Norma ABNT NBR 5626, que trata de (Errata 2020) Sistemas prediais de água fria e água quente – Projeto, execução, operação e manutenção (30/09/2020)

…mais 9 normas em Publicadas.

O acompanhamento de normas é parte integrante do ‘Projeto Inovação e Tecnologia’ da CBIC com a correalização do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Quintas da CBIC debate caminhos para implementação da LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) afetará empresas e entidades de todos os portes. Pensando nisso, o ‘Quintas da CBIC’ desta semana vai promover um debate sobre o caminho para iniciarmos sua implementação. O evento será na quinta-feira (22), às 17h.

Com mediação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, o evento contará com a participação do defensor público do Estado do Rio de Janeiro e especialista em LGPD, Felippe Borring Rocha, do presidente do Conselho Jurídico da CBIC, José Carlos Gama, e do presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas da CBIC, Fernando Guedes.

O evento é realizado pela CBIC com correalização do Senai Nacional.

Faça já sua inscrição e garanta sua vaga.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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VI Encontro de Construtores e Incorporadores será no dia 28/10

‘O que veio para ficar? – Lições aprendidas com a pandemia’ é o tema do VI Encontro de Construtores e Incorporadores que reunirá representantes de empresas incorporadoras, construtoras e de projetos para debater as mudanças e as tendências no setor na era pós-pandemia  no dia 28/10, das 16h às 18h30, em um evento 100% online. Entre os assuntos desta edição estão o novo perfil dos edifícios, contratos digitais e aspectos jurídicos que se consolidaram com a pandemia, entre outros. Confira! A abertura contará com as participações de Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, e de Jorge Batlouni Neto, vice-presidente de Tecnologia, Qualidade e Meio Ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP). Entre os palestrantes convidados estão:

  • Saulo Suassuna, CEO da Molegolar Habitação Modular, que abordará o ‘Perfil dos edifícios pós-Covid-19 e o case Pandebuilding no âmbito da incorporação e da construção’
  • Carlos Del Mar, membro do conselho jurídico da presidência do Secovi-SP, que falará sobre ‘Contratos digitais e outros aspectos jurídicos que se consolidaram com a pandemia’
  • Milton Bigucci Jr, diretor técnico da Construtora MBigucci, que comandará um debate entre os participantes

“Nossa proposta é reunir empresas e profissionais envolvidos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários para discutir os impactos e os novos rumos do setor pós-pandemia, demostrando que é possível inovar mesmo em situações de crise”, explica Carlos Borges, do Secovi-SP. O evento é uma correalização com o SindusCon-SP. Inscreva-se e participe!

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Caixa libera financiamento habitacional via aplicativo

A Caixa Econômica Federal disponibiliza a partir desta segunda-feira (19) para clientes de todo o Brasil a possibilidade de contratar financiamento habitacional pelo app Habitação Caixa. O usuário terá acesso a um serviço interativo, que abrange todas as fases do financiamento, desde o cadastro, até a aprovação.

A alternativa traz comodidade ao cliente, que poderá acompanhar de perto todas as etapas do seu processo habitacional de forma simples e intuitiva e, se necessário, resolver pendências pelo próprio aplicativo. Com todas as etapas concluídas na plataforma digital, o usuário precisará ir até uma agência da Caixa apenas uma vez, para a assinatura do contrato. A ideia principal é facilitar o processo de contratação para o cliente e trazer mais agilidade e segurança ao processo de financiamento habitacional.

Contratação do financiamento

Para solicitar um financiamento, basta o cliente baixar o aplicativo, efetuar a simulação de crédito e escolher a melhor condição apresentada. Nessa etapa, ele pode ajustar os valores de entrada, o prazo, o indexador da taxa de juros, o sistema de amortização e a prestação máxima pretendida.

Na sequência, o usuário realiza seu cadastro e dos demais participantes da proposta, informa o município e o valor do imóvel. O envio de todos os documentos necessários à operação é feito pela plataforma, bem como a escolha do canal de atendimento, que poderá ser a Agência Digital ou um Correspondente Caixa Aqui. A agência física onde será assinado o contrato também é escolhida pelo cliente via app.

Em seguida, o cliente envia sua proposta para a Caixa e acompanha todo o processo no ambiente virtual.

De olho no processo

No aplicativo, o cliente pode verificar se a sua proposta foi recebida, a ocorrência de pendências documentais e o resultado de sua avaliação de crédito. Também é possível acessar o boleto para pagamento da tarifa inicial de avaliação do imóvel pretendido e conferir o resultado do laudo.

O usuário pode acompanhar de forma online a liberação dos recursos da sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em caso de utilização como entrada no financiamento, bem como a data prevista para assinatura do contrato.

O app Habitação Caixa está disponível para os sistemas operacionais Android e IOS, pode ser baixado gratuitamente nas lojas GooglePlay ou AppStore.

Outros serviços para contrato habitacional no app

  • Emissão de boleto
  • Alteração de dados do contrato
  • Amortização do financiamento
  • Inclusão de débito automático
  • Liquidação antecipada
  • Uso do FGTS
  • Declaração de quitação anual de débitos
  • Demonstrativo de valores pagos
  • Extrato para Imposto de Renda

 

 

Fonte e Imagem: CBIC com informações da Caixa

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31 instrumentos sobre reajustes salariais foram firmados até setembro

O levantamento mensal divulgado nesta segunda-feira (19) no Radar Convenções Coletivas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) indica que, dos 31 reajustes salariais verificados nas convenções coletivas firmadas pelos sindicatos associados à CBIC entre janeiro e setembro deste ano, 13 foram iguais à inflação, cinco acima, oito abaixo da variação do INPC e em cinco convenções assinadas não foi concedido reajuste para salários acima do piso. A edição de outubro contempla informações sobre as negociações referentes às datas-bases de janeiro a setembro de 2020, cujas convenções coletivas ou aditivos tenham sido celebrados até setembro deste ano.

Da última edição, em setembro/2020, até o momento foram firmados sete instrumentos normativos, sendo um relativo à data-base março, três relativos à maio, um à junho, um à julho e um à data-base setembro.

Assim, do total de 51 negociações com data-base entre janeiro e setembro, 31 foram concluídas, o que significa 61% do total. Das novas convenções coletivas firmadas desde o último informativo até o momento todas possuem prazo de vigência de um ano (2020- 2021).

Das sete negociações concluídas em setembro, somente uma refere-se à data-base no próprio mês. As demais são relativas às negociações de datas-bases março, maio, junho e julho.

Pelo levantamento, foi identificado um tempo médio de três meses de negociações para a celebração dos instrumentos normativos e a grande maioria das negociações concluídas foram na região Sul.

O radar também indica aumento no número de negociações coletivas concluídas e traz informações sobre:

  • Tempo médio de negociações para a celebração dos instrumentos normativos.
  • Negociações por regiões
  • Ganho real
  • Reajustes diferenciados por faixa de salário
  • Pisos salariais
  • Principais Benefícios

Convenções Coletivas

De periodicidade mensal, o Radar Convenções Coletivas tem por objetivo dar um panorama geral dos principais dados extraídos das convenções coletivas firmadas pelos sindicatos associados à CBIC e está disponível no site da entidade.

Utiliza como critério de análise as convenções coletivas firmadas pelo sindicato associado à CBIC, cuja categoria seja a indústria da construção, que estejam disponibilizadas no Sistema Mediador da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho ou no sítio eletrônico da entidade empresarial e, ainda, que tenham como abrangência territorial a cidade sede da entidade.

O informativo integra o projeto ‘Monitoramento de Normativos e Dados de SST/RT – Radar Trabalhista’, realizado pela CBIC, por meio da sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional).

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Mais segurança para as ruas do SIA

Investimentos do GDF em câmeras de videomonitoramento fazem comerciantes e frequentadores da região se sentirem mais seguros

Do alto e de maneira silenciosa, elas vigiam em 360º todos os cantos, 24 horas por dia e sete dias por semana. Espalhadas pelas ruas do Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), as novas câmeras de videomonitoramento auxiliam o trabalho de segurança pública e ordenamento urbano da região, atendendo a uma antiga demanda dos empresários, funcionários e frequentadores da região, uma das mais movimentadas do DF.

O investimento na instalação dos equipamentos foi de R$ 365 mil, oriundos de emenda parlamentar do deputado distrital Rodrigo Delmasso. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi a responsável pela instalação das câmeras, que são de alta resolução e transmitem as imagens em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne órgãos, instituições e agências do GDF.

A definição dos locais em que os equipamentos foram instalados seguiu levantamentos realizados pela SSP com base nas “manchas criminais”, estudos que mensuram e detectam padrões de incidência de crimes por dias, horários e localização. Além de serem fundamentais para a segurança, as câmeras também acompanham e controlam o fluxo de veículos e pessoas da região.

914 É o número de câmeras de videomonitoramento instaladas no DF

A administradora regional do SIA, Luana Machado, ressalta a importância do reforço das câmeras na segurança da região por conta do intenso fluxo de pessoas que trabalham ou visitam a RA. “Qualquer benfeitoria que se faz aqui, vamos atender o DF como um todo, sejam comerciantes, empresários, funcionários ou clientes. Nosso trabalho na Administração Regional é propiciar um lugar de segurança, por isso fomos atrás da instalação das câmeras de videomonitoramento e, também, da melhoria na iluminação pública”, ressalta.

Para o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, o uso de tecnologia no trabalho da pasta tem sido cada vez mais necessário. “Precisamos dar um retorno cada vez mais rápido e eficiente para a sociedade e o uso das câmeras de videomonitoramento amplia a capacidade de atuação das policiais Civil e Militar, bem como dos atendimentos do Corpo de Bombeiros e do Detran. Queremos oferecer o melhor serviço à população, e nossa meta é que o DF seja a primeira unidade da federação a ter todo o território monitorado”, destaca.

Com os equipamentos do SIA, o número de câmeras de videomonitoramento fixas e móveis instaladas por todo o DF aumentou para 914, o que representa um crescimento de 51% desde janeiro de 2019, quando o número era de 584. A SSP esclarece que não detalha, por questões de estratégia de planejamento de segurança, a localização das câmeras bem como a distribuição por região administrativa.

Empresários comemoram

O reforço das câmeras de videomonitoramento pelas ruas do SIA foi motivo de celebração por parte dos comerciantes da região, principalmente da Feira dos Importados, local visitado pelo governador Ibaneis Rocha no início do mês. “A sensação é de mais segurança, passa mais tranquilidade para os empresários e para os clientes que visitam o SIA. estavam ocorrendo muitos furtos ao redor da Feira. Agradeço ao GDF por essa conquista”, afirma o presidente da Cooperativa da Feira dos Importados, Bebeto Soares.

Outro local muito beneficiado com o novo método de vigilância e controle urbano são as Centrais de Abastecimento do DF (Ceasa), também localizadas no SIA. O presidente da Ceasa, Onélio Torres, destaca a seriedade da instalação das câmeras pela SSP, que não divulgou os locais onde foram posicionadas, e que elas foram bem recebidas pelos frequentadores. “O povo quer segurança, saber que estão sendo monitorados, e a Ceasa sente uma satisfação muito grande por esse monitoramento”, ressalta.

Mais um aliado

Além dos equipamentos de vigilância, a segurança pública no SIA também vai ganhar um importante complemento: a eficientização da iluminação pública, procedimento no qual as lâmpadas de vapor metálico dos postes, de luz amarelada e passíveis de constantes problemas, são substituídas por outras feitas por LED, mais econômicas e mais potentes. Ao todo, a Administração Regional está investindo R$ 1,65 milhão na troca de toda a iluminação do SIA.

Fonte e Imagem: Agência Brasília com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Participe da 3ª edição do Café com Governança e Compliance

Evento terá a participação do Secretário de Economia, do Controlador-Geral e do Secretário de Gestão do Ministério de Economia

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) realizará a 3ª edição do Café com Governança e Compliance, evento mensal transmitido pelo canal do Youtube da CGDF, com o tema “Governança como ferramenta na implementação das Políticas Públicas”.

O evento será no dia 22, às 16h30 e contará com a presença do secretário de Economia, André Clemente, do secretário de Estado da Controladoria-Geral do DF, Paulo Martins e do secretário de Gestão no Ministério da Economia, Cristiano Heckert, com mediação da subcontroladora de Governança e Compliance da CGDF, Joyce de Oliveira. Não é preciso se inscrever, basta acessar o canal.

Os convidados debaterão sobre as ferramentas que a governança proporciona na implementação das políticas públicas, as ações que o Governo Federal e o Distrito Federal vêm desenvolvendo no âmbito da governança, e como é possível avançar com a agenda das políticas públicas para melhorar a entrega à população.

“O debate será promissor porque teremos a visão do Governo Federal na figura do secretário de Gestão no Ministério da Economia, Cristiano Heckert, que nos trará sua visão sobre planejamento estratégico, desenvolvimento de lideranças e centro de governo. Já o secretário de Economia do DF, André Clemente, nos explanará sobre as ações que a Secretaria vem desenvolvendo com o avanço do planejamento estratégico como uma boa prática de governança no DF. Será uma rica troca de experiência que ajudará na busca da maturidade e capacidade institucional dos órgãos”, afirma o controlador-geral do DF, Paulo Martins.

Currículos dos convidados

André Clemente Lara de Oliveira – Secretaria de Economia do Distrito Federal

Graduado em Direito pela Universidade Católica de Brasília (2006) e em Ciências Contábeis pelo Centro Universitário de Brasília (1994). É pós-graduado em Auditoria Interna e Externa. É servidor público, auditor da Receita do Distrito Federal. Atualmente é secretário de Estado de Economia do Distrito Federal. Já ocupou cargos relevantes dentre os quais foi secretário de Fazenda; secretário de Planejamento; secretário do Entorno; secretário da Representação do Estado de Goiás; presidente do Conselho de Administração da BRB Corretora de Seguros S/A; presidente do Conselho de Administração do Banco de Brasília – BRB. Tem larga experiência em Administração Pública; Finanças Públicas; Direito Tributário; Direito Administrativo; Processo Legislativo; Auditoria Contábil e Fiscal.

Cristiano Heckert – secretário de Gestão no Ministério da Economia

Graduado, mestre e doutor em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público federal da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG). Atualmente é secretário de Gestão no Ministério da Economia. Já ocupou cargos relevantes dentre os quais foi secretário de Modernização e Gestão Estratégica no Ministério Público Federal (2016-2017), secretário de Logística e Tecnologia da Informação no Ministério do Planejamento (2015-2016) e secretário de Gestão Estratégica no Conselho Nacional do Ministério Público (2012-2015). Professor, conferencista e autor do livro “Contratações de TI: O Jogo”, com Antônio F. S. Netto.

3ª edição do Café com Governança e Compliance

Tema: Governança como ferramenta na implementação das Políticas Públicas

Dia: 22/10 – quinta-feira

Horário: 16h30

Transmissão: Canal no Youtube da Controladoria-Geral do DF

Participantes:

Paulo Martins – Secretário de Estado da Controladoria-Geral do DF

André Clemente – Secretário de Economia do DF

Cristiano Heckert – Secretário de Gestão no Ministério da Economia

Mediadora:

Joyce de Oliveira – Subcontroladora de Governança e Compliance

 

Fonte e Imagem: Agência Brasília com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal

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Construção civil lidera a geração de emprego em 12 estados do país

A construção civil gerou, de janeiro a agosto de 2020 em todo o País, 58.464 novas vagas com carteira assinada. Esse é o resultado da diferença de 996.579 admissões e de 938.115 demissões. Nesse período, somente a Agropecuária (98.320 vagas) e a Construção (58.464 vagas) apresentaram resultados positivos, segundo dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia. O mercado de trabalho no setor foi destaque em 18 estados, em 12 deles ocupando o primeiro lugar na geração de empregos no período.

Além dos 12 estados da federação – Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná e Distrito Federal – em que a construção civil foi o setor que mais gerou vagas com carteira assinada nos meses de referência, em outros seis – Acre, Amazonas, Maranhão, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul – o setor foi o segundo maior responsável pela geração de novos empregos.

De acordo com o novo Caged, considerando todas as atividades, o País contabilizou um saldo negativo de 849.387 postos de trabalho, ou seja, as demissões (10.030.084) foram superiores às admissões (9.180.697).

“Os números demonstram que a construção civil ajudou a evitar resultados ainda piores no mercado de trabalho nacional nos primeiros oito meses do ano”, destaca a economista do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos.

Os resultados demonstram a importância do segmento no processo de retomada da economia nacional. Evidenciam, ainda, que o incremento das atividades do setor não está restrito a uma região, mas têm acontecido de forma mais generalizada no País.

“As atividades da construção estão em expansão e o setor é um dos líderes da recuperação do mercado de trabalho do País. O ritmo de suas atividades precisa ser mantido”, defende Vasconcelos, ressaltando como positivas, neste sentido, iniciativas como a redução da taxa de juros na linha de crédito do financiamento habitacional e a prorrogação até o fim do ano da possibilidade de carência para o início do pagamento das parcelas dos novos contratos imobiliários, anunciadas recentemente pela Caixa Econômica Federal.

Por outro lado, destaca que o setor enfrenta desafios, como o incremento dos seus custos e a possibilidade do fim da desoneração da folha de pagamentos. “Num cenário ainda caracterizado por incertezas com a pandemia do novo coronavírus e com a questão fiscal em evidência, o protagonismo da construção civil como segmento capaz de liderar a recuperação da economia fica cada vez mais claro. Em função disso, o setor precisa, necessariamente, estar na agenda de prioridades do País”, frisa.

Veja a íntegra da análise sobre o novo Caged no Informativo Econômico do Banco de Dados da CBIC.

Fonte e Imagem: CBIC

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