Os pavimentos de concreto são utilizados em Brasília desde sua fundação, em 1960. A tecnologia está presente em diversas vias, como o ‘’Buraco do Tatu’’, Avenida L2 no trecho sob o Eixo Monumental.

Com vida útil estimada entre 25 e 30 anos e, por possuir maior resistência, e absorver menos o calor, distribui bem as cargas sem se deformar necessitando de ações mais simples e espaçadas de correção.

Por ser clara e possuir capacidade de reflexão da luz, a pavimentação de concreto requer menos iluminação nas vias, o que contribui para redução nas contas de energia pública e melhor visibilidade ao motorista.

Pela menor espessura das camadas de base e a possibilidade de reciclagem dos materiais empregados, esta tecnologia requer menor quantidade de materiais granulares extraídos para sua construção, o que a torna favorável no quesito sustentabilidade.

Para os usuários, apresenta uma série de vantagens. Além da melhor visibilidade, mais segurança na frenagem e nas mudanças de direção sem existir aquaplanagem, conforto de rolamento e redução drástica da temperatura ambiente nas áreas pavimentadas.

O cimento é o material essencial para a execução com qualidade da pavimentação de concreto. Existem 100 fábricas de cimento no Brasil, com uma capacidade produtiva instalada de 100 milhões de toneladas por ano, hoje com 45% de ociosidade. Aqui no DF, estão localizadas a Ciplan e Cimento Tocantins. Essas empresas produzem mais de seis milhões de toneladas de cimento e são uma fonte de arrecadação de impostos para o governo, além de gerar empregos diretos e indiretos na região.

A tecnologia foi assunto do Minuto do Sinduscon-DF, quadro semanal do sindicato. Clique aqui e assista.

Fonte e Imagem: Sinduscon/DF