A Galeria dos Estados está inteiramente revitalizada e pronta para receber público e lojistas a partir desta quarta: foram investidos R$ 5 milhões na recuperação do espaço

Os lojistas que tinham comércio na Galeria dos Estados podem retornar de forma definitiva após quase três anos da queda do viaduto. A ordem de serviço que determina o retorno das atividades foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (26/8). Ao todo, cerca de R$ 5 milhões foram investidos só na reforma interna do local.

A passagem subterrânea entre o Setor Comercial Sul e o Setor Bancário Sul passou por serviços de recuperação, manutenção, impermeabilização e acessibilidade. A galeria teve as lojas reformadas, ganhou pisos de granito, revestimentos nas paredes e tetos, cabeamento para internet, banheiros públicos, circuito interno de segurança e iluminação.

A Galeria dos Estados é um dos mais importantes espaços de comércio e deslocamento de pessoas na área central de Brasília. Segundo o presidente da Associação de Cidadãos Lojistas e Usuários da Galeria dos Estados (Aclug), Gabriel Melo, o trânsito de pessoas no corredor de circulação ainda vai demorar para voltar ao normal. Em circunstâncias habituais, mais de 200 mil pessoas passam todos os dias pelo local.

“Acreditamos que não volte ao normal tão cedo, o povo vai ter que se readaptar à situação e, além disso, estamos vivendo uma pandemia que está gerando transtornos no mundo inteiro”, comentou.

Em fevereiro de 2018, parte do viaduto sob a Galeria dos Estados desabou. A obra de recuperação do viaduto teve início em setembro do mesmo ano, mas tomou corpo e foi acelerada em janeiro de 2019 – à época estava com 24% de execução –, sendo entregue em junho do mesmo ano.

As intervenções dentro da Galeria dos Estados, orçadas em R$ 5 milhões, tiveram início em fevereiro de 2019. Já a revitalização da área externa, avaliada em R$ 2 milhões, com a criação da Praça dos Estados, foi determinada pelo governador Ibaneis Rocha (MBD) em janeiro deste ano e entregue seis meses depois.

 

Fonte e Imagem: Correio Braziliense