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Asbraco participa de palestra sobre a importância da infraestrutura e da engenharia para o desenvolvimento do Brasil

Nesta última quinta-feira (22/10), aconteceu, virtualmente, o APRIMORA + do Crea-DF, que abordou a palestra sobre o tema “A importância da infraestrutura e da engenharia para o desenvolvimento do Brasil”, ministrada pelo Diretor-Presidente da Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias SA, o engenheiro civil André Kuhn.

O evento contou com a presença da presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF), Fátima Có e dos debatedores, o Presidente da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), Afonso Assad, do Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) , Dionyzio Klavdianos e da coordenadora-adjunta da Câmara Especializada em Engenharia Civil, Geologia, Minas e Agrimensura (CEECGMA), a engenheira civil Mara Meuer. O debate foi mediado pelo secretário de Relações Institucionais do Crea-DF, Gilberto Campos.

Para o Presidente da Asbraco, Afonso Assad, o evento foi um bom bate papo sobre infraestrutura e engenharia no Brasil. “As obras da Valec irão contribuir de forma exponencial para o desenvolvimento do país, com geração de novos empregos, mostrando que a infraestrutura e a engenharia estão caminhando juntas para o crescimento do Brasil, construindo novas oportunidades de trabalho para as empresas e empregos para os engenheiros” declarou Assad.

O Presidente da Valec comentou e apresentou diversos projetos que vem agregar para o desenvolvimento do país, fomentando empregos e serviços de engenharia, evidenciando o crescimento necessário para que se possa atingir os objetivos de um futuro melhor no período de pós pandemia.

Para o conselheiro da Asbraco, Diretor de Assuntos de Desenvolvimento Tecnológico da Fibra e um dos vice-presidentes do Sinduscon-DF, Graciomario Queiroz, o debate promovido com o Presidente da VALEC foi de extrema importância e bastante proveitosa para o setor da Construção Civil.

Para Graciomário a Indústria da Construção tem impacto direto no PIB do Distrito Federal. “O setor está bem longe da chamada Fronteira Tecnológica no Brasil. Tal distanciamento se deve pela falta de investimentos nas áreas de pesquisa e capacitação de profissionais, voltados para o setor da Engenharia e Infraestrutura”, ressaltou o conselheiro da Asbraco, enfatizando a necessidade de mudar este cenário.

Em resposta a abordagem do senhor Graciomário, o Presidente da VALEC, André Khun, respondeu que a pretende desenvolver política de investimentos em Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico dentro da própria empresa, além de fiscalizar, de forma mais detalhada, a aplicação dos recursos das concessionárias nesta área, para os contratos que já contemplem esta recomendação.

O presidente da VALEC ainda se colocou à disposição das entidades, juntamente com a coordenação do CREA-DF, para analisar o assunto de desenvolvimento tecnológico de forma mais detalhada, inclusive com a aplicação do Sistema BIM de orçamento e acompanhamento de obras.

Segundo a Presidente do CREA-DF, Fátima Có o debate foi fundamental para fortalecer a engenharia e trazer a importância da questão técnica para dentro das discussões sobre infraestrutura de forma nacional. “O presidente da Valec trouxe para apresentação uma visão ampla de toda a parte logística e de infraestrutura, além de expor o entendimento do governo sobre a importância do investimento público para o incentivo do desenvolvimento do nosso país. Ele mostrou muita confiança de que vai dá certo, mesmo com contenção e escassez de recurso”, afirmou Fátima.

A proposta do evento inclui um Plano Nacional para integrar e aprimorar todas as estratégias do governo, inclusive de forma pré pandemia.

O Presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, destacou a importância das falas do engenheiro André Kuhn. “As obras da ferrovia Leste-Oeste caminham a todo o vapor. Trata-se de modal determinante para o desenvolvimento da nossa economia, notadamente da região central do Brasil. Os benefícios advindos são imensuráveis e projetos similares devem ter prosseguimento”, pontou Dionyzio.

 

 

Fonte: Assessoria Asbraco

Imagem: Assessoria CREA/DF

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GDF aprova projeto de criação da Praça e do Parque Urbano Internacional da Paz

Inclusão dos espaços no projeto do setor estava prevista para a 2ª etapa e foi publicada no Diário Oficial do DF desta sexta-feira (23/10)

O Governo do Distrito Federal aprovou o projeto de parcelamento da segunda etapa do Setor de Embaixadas Norte (SEN). De acordo com decreto publicado no Diário Oficial do DF desta sexta-feira (23/10), passam a fazer parte da iniciativa a Praça e o Parque Urbano Internacional da Paz.

Os documentos urbanísticos referentes à aprovação do projeto estão disponíveis no site da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

Setor de Embaixadas Norte

Em 2017, o GDF aprovou o projeto urbanístico de parcelamento para a segunda etapa do SEN. São 21 novos lotes, 18 de uso institucional destinados a embaixadas e outros órgãos e três com uso comercial.

A Praça e o Parque Urbano Internacional da Paz estavam previstos para segunda etapa do projeto. O parque, de 65,3 mil m², será rodeado por uma ciclovia. Na área interna, haverá uma bacia de contenção para águas pluviais e um espaço dedicado a esculturas.

Fonte e Imagem: Correio Braziliense
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Edição virtual do 92º ENIC contará com pauta imperdível na área de infraestrutura

92ª edição do Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) – O Futuro em Construção, maior evento do setor na América Latina, terá uma agenda totalmente virtual nos dias 2 e 3 de dezembro e envolverá 51 reuniões sobre os mais diversos temas de grande interesse para o setor, como os da área de infraestrutura, além de palestras exclusivas nos ‘Quintas da CBIC’ dos dias 5, 12, 19 e 26/11 e 10/12 para os participantes inscritos.

Uma das novidades do evento é que as reuniões e palestras serão gravadas e ficarão disponíveis para os inscritos assistirem quando quiserem.

Na imperdível pauta preparada pela Comissão de Infraestrutura (Coinfra) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para as empresas da área, destaque para os seguintes temas:

  • O labirinto das obras públicas
  • Convênios e contratos de repasse da Caixa
  • FEP e PPI: concessões municipais
  • Novo Marco Legal do Saneamento

 

Os valores para inscrição são bem acessíveis. Confira:

Até dia 30/10, R$ 147,00 (em até 3x)

Após dia 30/10, R$ 294,00 (em até 3x)

Inscrições

Para quem adquiriu o ingresso para o 92º ENIC presencial, que seria realizado em maio/2020, em Brasília, os ingressos já comprados serão transformados em ingressos para a edição de dezembro deste ano. Em caso de dúvidas, e-mails devem ser enviados para enic@cbic.org.br.

Inscreva-se já!

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Participe da pesquisa sobre transformação digital e ajude a mapear o setor

Sabemos que a transformação digital é uma demanda ativa e constante dentro do mercado. Por isso, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio do Grupo CBIC Jovem, e com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional), lançou a pesquisa ‘Transformação Digital na Indústria da Construção’ para fazer um mapeamento e entender o grau de digitalização de construtoras e incorporadoras no Brasil.

Participe e dê um ‘start’ no futuro de sua empresa.

O objetivo é ajudar no próximo passo da digitalização de construtoras, incorporadoras e empresas ou startups de todo o Brasil que ofereçam soluções tecnológicas para o setor. “Hoje, quem não interage digitalmente perdeu ou perderá competitividade. Essa é a nossa realidade. Vamos juntos transformar a construção”, afirma o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

As construtoras e incorporadoras que contribuírem com a pesquisa receberão um relatório personalizado com informações sobre seu nível de digitalização e indicação de soluções digitais que podem auxiliá-las a evoluir seu nível atual, além de dados gerais de empresas de mesmo porte, segmento, cidade, estado ou região do país para comparação.

Além disso, as empresas e startups de soluções digitais que participarem terão uma conexão mais direta com a demanda por digitalização de construtoras e incorporadoras, facilitando o entendimento, a escolha e o acesso pelas empresas.

Não perca a oportunidade! O questionário pode ser respondido até o dia 6/11 e os resultados serão divulgados durante o 92º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), nos dias 2 e 3 de dezembro de 2020.

Por que a digitalização é importante?

“O mundo daqui para frente será das empresas rápidas e que se ajustam rapidamente aos cenários econômicos e as novas exigências dos seus clientes. A digitalização permite o aumento da velocidade da percepção da realidade para gerar produtos e projetos mais consistentes, construções mais produtivas, controles de qualidade e custo mais confiáveis e tudo mais para manter ou aumentar a competitividade das empresas. Esse trabalho do CBIC Jovem além de medir o estágio desse processo nas empresas, também aproximará os desenvolvedores de produtos digitais às empresas do setor da construção imobiliária”, diz Luiz Henrique Ceotto, consultor do estudo.

A pesquisa integra o projeto ‘Desenvolvimento de Lideranças’ da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da CBIC, com a correalização do Sesi Nacional.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Construção em container e realidade aumentada são destaques da Construtech Week

A Contrutech Week, do Sinduscon Paraná Norte, realiza nesta sexta-feira (23), das 9h às 17h, o evento ‘Construindo o futuro’, painel online e gratuito sobre as principais inovações no mercado da construção civil. As  inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla.

Dentre os destaques, a participação do profissional que despontou na área da arquitetura modular ao construir a própria casa. Felipe Savassi, que há quatro anos desenvolveu o projeto da Casa Brise usando um container.

“Eu vejo que cada vez mais esse sistema construtivo é uma alternativa para um sistema tão antigo e arcaico como a construção em alvenaria, feita da mesma forma há séculos. A Construção Modular, off site, é a que mais cresce no mundo. É o que vou abordar no evento, porque é uma tendência. Em outros países está bem mais consolidada, cresce três vezes mais que a construção tradicional”, destacou Savassi, que é reconhecido internacionalmente por trazer conceitos sustentáveis em seu trabalho.

Outro convidado para palestrar é o desenvolvedor do aplicativo Augin, Juan Carlos Germano. O app possibilita a visualização de projetos 3D em realidade aumentada. A proposta é que o profissional enxergue como o projeto ficaria no ‘mundo real’ com o uso de um dispositivo móvel.

O aplicativo é gratuito. “Hoje nossa plataforma de realidade aumentada está chegando a 100 mil usuários em mais de 170 países. “Será um prazer compartilhar aos participantes um pouco da trajetória do Augin, desde a concepção da ferramenta até como ela foi se espalhando pelo mundo”, comentou Germano.

Construindo o Futuro

Meetup: 9h às 12h

  • Exposição de projetos, produtos e serviços inovadores;

 1ª palestra: 14h às 15h

  • A Revolução da Arquitetura Modular – Arquiteto Felipe Savassi

 2ª palestra: 16h às 17h

  • Augin App – Aplicativo de realidade aumentada para a construção civil – Engenheiro Juan Carlos Germano

Inscreva-se e participe!

 

Fonte e Imagem: CBIC

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A sustentação da política de desconto no programa Casa Verde e Amarela

Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves é conselheira do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)     

O “Desconto”, legalmente autorizado, tem dois significados para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O primeiro é social. Corresponde ao aporte de recursos para viabilizar o acesso das famílias de menor capacidade de pagamento ao imóvel próprio.

O segundo é econômico. Para assegurar a execução orçamentária anual do FGTS, o Desconto assume a condição de alavancar a aplicação dos recursos que garantem a remuneração e correção das contas dos trabalhadores, por ampliar a base de famílias atendidas, sem romper com as diretrizes de enquadramento da política pública de habitação.

O “Desconto” é classificado como despesa para o FGTS. Não sendo despesa obrigatória dependerá sempre de haver espaço no orçamento e, portanto, de resultado positivo no exercício anterior. Para além do “Desconto” o resultado positivo do exercício anterior deverá ser atender ao compromisso do Conselho Curador de garantir que a remuneração das contas dos trabalhadores seja, no mínimo, igual a IPCA mais 0,5% (meio por cento).

As receitas do FGTS são oriundas das aplicações financeiras dos valores não aplicados, da arrecadação liquida quando está positiva e da taxa de retorno do estoque e dos fundos com participação de seus recursos.

No cenário atual a receita financeira está prejudicada em razão da redução do montante aplicado e das taxas praticadas pelos títulos públicos federais de aplicação obrigatória. A arrecadação liquida positiva que poderia favorecer a um aumento do montante de recursos a serem aplicados não está prevista para os próximos exercícios em razão do reflexo da pandemia e da estabilização das novas modalidades de saque criadas em dezembro de 2019.

Finalmente, a receita mais estável é a taxa de retorno do estoque sabendo que 89,7% (2019) correspondem à área de habitação. Esta taxa está estimada para 2021 em 5,102%. Considerando as novas taxas do programa Verde e Amarelo, prazo médio da carteira de 17 anos, em 2035 ela está estimada em 4,351%. Em 2024 o custo estimado do FGTS é de 4,13%, o que demonstra uma razão de preocupação. Esta é mais uma questão a ser enfrenta pelo Conselho Curador do Fundo.

Acompanhando o FGTS há 30 anos, a constatação mais evidente é de que esse Fundo sempre nos surpreende positivamente. Passou pelo descontrole das aplicações (Governo Collor de Melo); pelos expurgos inflacionários (LC 110 de 2001), pelos saques de Inativas (2016), saque emergência (2019) pelo saque calamidade (2020) e outros efeitos da pandemia e ainda tem vigor para projetar sem decréscimo os orçamentos de contratação até 2024.

*Artigos divulgados neste espaço são de responsabilidade do autor e não necessariamente correspondem à opinião da entidade.

 

 

Fonte e Imagem: CBIC

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‘QUINTAS DA CBIC’ DE NOVEMBRO E DEZEMBRO SERÃO VINCULADOS AO 92º ENIC

Estão abertas as inscrições para a 92ª edição do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic)que será realizada nos dias 2 e 3 de dezembro com uma agenda de eventos online. Reconhecido como o mais importante fórum de debates dos temas estratégicos e da agenda nacional da construção, assim como espaço preferencial para a realização de negócios, troca de conhecimento e networking, o evento de 2020 contará, além da programação dos dois dias, com debates exclusivos nos ‘Quintas da CBIC’ de novembro e dezembro para s participantes inscritos.

Confira a agenda do Quintas da CBIC:

– Mulheres Empreendedoras – 05/11, das 18h às 19h

– Habitação de Interesse Social – Experiência de outros países – 12/11, das 17h às 18h

– Compras Associativas – 12/11, das 18h às 19h

– Construção Pós Covid-19 no Mundo – 19/11, das 17h às 18h

– Integrador de Sistemas Pós BIM – 19/11, das 18h às 19h

– Pequenos Construtores – Como estão Organizados nos Estados Unidos – 26/11, das 17h às 18h

– Registro de Imóveis em outros Países – 26/11, das 18h às 19h

– Valorização da Engenharia no Brasil – 10/12, das 17h às 18h

Os interessados podem se inscrever pelo site do 92º ENIC. Confira os valores:

– Até o dia 30/10 – R$ 147,00 ou 3x R$ 49,00

– Após o dia 30/10 – R$ 294,00 ou 3x R$ 98,00

Para quem adquiriu o ingresso para o ENIC presencial, que seria realizado em maio/2020, em Brasília, os ingressos já comprados serão transformados em ingressos para a edição de dezembro deste ano. Em caso de dúvidas, e-mails devem ser enviados para enic@cbic.org.br.

 Inscreva-se já!

 

Fonte e Imagem: CBIC

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IVV DE AGOSTO CONSOLIDA AQUECIMENTO DO MERCADO IMOBILIÁRIO NO DF

O mercado imobiliário do Distrito Federal fechou agosto consolidando a trajetória de aquecimento, sinalizando que o ano de 2020 pode ser fechado com resultados positivos apesar dos efeitos econômicos da pandemia pelo novo coronavírus. Em agosto, o setor registrou Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de 10,2% no segmento residencial, o lançamento de dois novos empreendimentos e a comercialização de 353 unidades. Entre janeiro e agosto foram registrados 22 lançamentos. Em 2020, a velocidade de vendas registrada em agosto é quase 20% maior que a observada no mês de julho. Quando comparado com o mesmo período de 2019, houve aumento de 41% no volume de vendas.

“O mercado imobiliário vive um momento virtuoso no DF, de recuperação consistente e em bases sólidas, diferente do que aconteceu em outros períodos de crise”, avalia Eduardo Aroeira Almeida, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF). “Até dezembro teremos novos lançamentos. Nossa expectativa é fechar o ano com desempenho positivo, preparando uma arrancada segura para 2021”.

“Com as taxas de juros mais baixas da história fica mais barato comprar um imóvel e menos rentáveis os investimentos tradicionais. Nesse cenário, o momento tem sido ideal para compra de imóvel, seja para morar ou investir”, acrescenta o vice-presidente do SINDUSCON-DF, Adalberto Valadão Júnior.

O IVV acompanha o desempenho do mercado imobiliário do Distrito Federal. Iniciativa conjunta da ADEMI DF com o SINDUSCON-DF, a pesquisa é realizada pela Opinião Informação Estratégica. A coleta de dados é mensal, junto às construtoras e incorporadoras mais representativas do mercado. Quanto mais alto o índice, menor o tempo para vender as unidades dos empreendimentos.

Estoques em queda – A última rodada da pesquisa mostra o lançamento de dois novos empreendimentos e uma oferta acumulada de 3.476 unidades residenciais em todo o DF. Em julho, o mercado contava com 3.691 imóveis.

“A busca por imóveis prontos cresceu durante a pandemia, uma tendência que permanece”, explica o presidente da ADEMI DF. Segundo ele, a necessidade do isolamento social, uma das principais medidas de prevenção à COVID-19, tem estimulado a procura por imóveis maiores e já entregues. Em agosto, a velocidade de vendas do imóvel pronto alcançou 12,2%. Imóveis em obra registram IVV de 9,6%.

“A baixa oferta aliada com alto volume de vendas vai pressionar os preços para cima. Para os consumidores, a hora é de se adiantar e aproveitar a valorização que vem por aí”, alerta o vice-presidente do SINDUSCON-DF.

Em agosto, o Noroeste foi a região com maior volume de vendas, respondendo por 33,5% das 353 unidades comercializadas no Distrito Federal. Em seguida, estão as regiões de Santa Maria (18,8%) e Samambaia (11,2%).

 

Fonte e Imagens: Sinduscon/DF

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Iges-DF quer captar R$ 160 milhões em emendas

Instituto vai apresentar às bancadas distrital e federal 35 projetos estratégicos para melhorar e ampliar o atendimento na rede pública

O total de R$ 161 milhões é quanto o Instituto de Gestão Estratégica de saúde do Distrito Federal (Iges-DF) pretende captar em emendas parlamentares para viabilizar, no próximo ano, 35 projetos considerados prioritários para a melhoria do atendimento na rede pública de Saúde e nas unidades administradas pela instituição.

Com esse objetivo, na próxima semana o presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva, irá apresentar aos deputados distritais, federais e senadores a carteira de projetos do instituto para 2021. A estimativa é conseguir R$ 58 milhões em emendas da bancada distrital e cerca de R$ 103 milhões do bloco federal.

Os recursos das emendas parlamentares são fundamentais para melhorar e ampliar o atendimento nas seis unidades que estão sob a gestão do Instituto: o Hospital de base, o Hospital Regional de Santa Maria e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho e Recanto das Emas.

Entre os projetos a serem apresentados, destacam-se a construção de mais quatro UPAs – que são as de Planaltina e Vicente Pires (obras já em execução) e as de Arniqueiras e da Estrutural (novas unidades que podem ser implantadas) – além da ampliação das áreas de Emergência e Pronto Socorro do Hospital de Base e a renovação do parque tecnológico do centro cirúrgico do Hospital Regional de Santa Maria.

Emendas

Os recursos das emendas parlamentares também vão atender outras demandas da rede pública, mantida pela Secretaria de Saúde, da qual o Iges-DF é parceiro. Será possível, por exemplo, abastecer o estoque de medicamentos de tratamento de câncer, modernizar os laboratórios e investir em ensino e pesquisas.

Atualmente, cada deputado distrital tem direito a destinar, no orçamento do GDF para 2021, cerca de R$ 19,7 milhões em emenda parlamentar para obras e serviços no DF. Já para deputados federais e senadores, o limite é de cerca de R$ 16,3 milhões para cada, incorporados ao orçamento geral da União. Em ambos os casos, a regra diz que 50% do valor apresentado terão que ser destinados à Saúde.

 

 

Fonte e Imagem: Agência Brasília com informações do Iges-DF

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Decreto reforça papel essencial da Infraestrutura para a retomada da economia

O governo federal publicou nesta quarta-feira (21), no Diário Oficial da União (DOU), importante ato no campo da infraestrutura, que reforça a relevância do segmento para a retomada econômica do país. O Decreto 10.526/20 institui o Comitê Interministerial e o Plano Integrado de Longo Prazo da Infraestrutura no âmbito federal.

“Entendemos como muito positivo a edição do Decreto 10.526/20”, destaca o presidente da Comissão de Infraestrutura (Coinfra) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Carlos Eduardo Lima Jorge, salientando os seguintes aspectos:

1 – Ao envolver no Comitê Interministerial de Planejamento da Infraestrutura todos os órgãos ligados direta ou indiretamente a essa área, sob a coordenação da Casa Civil da Presidência da República, o governo reforça seu entendimento sobre o papel essencial da Infraestrutura para a retomada da economia.

2 – O Comitê terá a importante função de compatibilizar as diversas ações na área da Infraestrutura, desenvolvidas pelos diferentes ministérios, o que sem dúvida poderá resultar em maior eficiência nos programas/projetos.

3 – O decreto valoriza um procedimento que não tem merecido a devida atenção pela Administração Pública: o Planejamento a médio e longo prazos, importante fator para decisões dos diversos players do setor privado.

Veja a íntegra do Decreto 10.526/20.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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