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Governo prepara novo leilão do Aeroporto de Brasília com pacote de 10 terminais regionais

O Governo chegou a um acordo para colocar em leilão a concessão do Aeroporto de Brasília ainda este ano, em um pacote com outros dez terminais menores.

A medida foi autorizada pelo Tribunal de Contas da União após um acordo entre o governo, a atual concessionária e órgãos reguladores para repactuar o contrato do terminal brasiliense. A nova concessão terá validade até 2037 e prevê investimentos significativos em infraestrutura aeroportuária. (Serviços e Informações do Brasil)

O Governo Federal aprovou um acordo para realizar um novo leilão do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek, que deverá ocorrer ainda este ano. A concessão será ofertada em um bloco que inclui também dez aeroportos regionais, com o objetivo de ampliar investimentos e fortalecer a conectividade aérea em diferentes regiões do país. (Passageiro de Primeira)

Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a empresa vencedora do leilão deverá investir cerca de R$ 1,2 bilhão no aeroporto de Brasília ao longo do período de concessão. Entre as melhorias previstas estão a construção de um novo terminal internacional, um edifício-garagem, novas vias de acesso e a modernização de equipamentos de segurança e inspeção de passageiros e bagagens. (Serviços e Informações do Brasil)

Além do principal terminal da capital, a concessionária também assumirá a administração de dez aeroportos regionais, em estados do Centro-Oeste, além de unidades no Paraná e na Bahia. A proposta faz parte do programa federal que busca fortalecer aeroportos menores ao vinculá-los a concessões maiores, garantindo investimentos e melhoria na operação desses terminais. (Passageiro de Primeira)

Atualmente, o aeroporto da capital federal é administrado pelo consórcio privado Inframerica, que deverá participar obrigatoriamente da nova disputa. Caso vença novamente o processo, continuará responsável pela gestão do terminal. (Passageiro de Primeira)

Com o novo modelo, o governo espera aumentar a eficiência da gestão aeroportuária, ampliar a infraestrutura e melhorar a conectividade aérea em diversas regiões do Brasil, fortalecendo o papel estratégico de Brasília como um dos principais hubs de aviação do país. (Passageiro de Primeira)