fbpx

Skip to Content

Blog Archives

“O crescimento do setor da construção civil como impulso para a economia brasileira.

O retorno das feiras é uma das iniciativas que chega para contribuir com este avanço

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

Apesar da pandemia da Covid-19 e os desafios enfrentados desde o início de 2020, como o contínuo aumento nos custos dos materiais e a falta de mão de obra, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) tem a expectativa de subir de 2,5% para 4% o crescimento do setor da construção civil em 2021.

A projeção é do estudo de Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2° trimestre deste ano, realizado pela CBIC. Esse é o maior crescimento previsto desde 2013. Todos estes números vêm de encontro também com o momento em que estamos vivenciando, visto que as pessoas ficaram mais tempo em suas casas e começaram a investir mais em conforto e bem-estar.

Desde então, a demanda por novas moradias e por reformas nos lares já existentes, têm crescido constantemente. Outro fator que também segue essa mudança no mercado, é a arquitetura. A pandemia trouxe novas necessidades às pessoas, como ter um local adequado para o home office, um espaço de higienização na entrada de casa, a natureza junto dos móveis e a automação residencial, são algumas dessas apostas.

Feiras como impulso da economia na região sul

Desde o avanço da vacinação na população contra a Covid-19 e a queda no número de casos, aos poucos, os eventos estão sendo retomados. Seguindo as medidas necessárias no momento, como número simultâneo de participantes e os protocolos de segurança, está se aproximando a data da 18ª Feira CasaPronta, que acontecerá na cidade de Criciúma, entre os dias 06 e 10 de outubro, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti.

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

evento une os setores de construção, decoração e mobiliário e já se tornou uma exposição tradicional na região sul de Santa Catarina. Além da venda direta para aqueles que desejam construir o seu próprio imóvel, o Salão de Negócios da Acomac é o espaço direcionado para que a indústria também possa expor os seus produtos diretamente para os lojistas.

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

Segundo Gilson Godinho, presidente da Acomac-Sul (Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção da Região Sul de Santa Catarina), a troca disponibilizada pela feira, possibilita um momento extremamente produtivo para o setor. “Assim como as indústrias apresentarão os seus produtos e farão o relacionamento de negócios, fica o nosso convite para que os lojistas participem, pois haverá condições especiais e as empresas estão voltadas para fechar bons negócios”, frisa Gilson.⠀

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

O espaço como vitrine para divulgação dos produtos

Feira CasaPronta possibilita a venda direta entre lojista e o público e também da própria indústria com o lojista, com preços e condições especiais preparadas especialmente para o evento. É por isso que, de acordo com a diretora da NossaCasa Feiras & Eventos e organizadora da CasaPronta, Jaqueline Backes, tudo o que é preciso para construir ou decorar um imóvel, as pessoas encontram na exposição.

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

“A variedade de produtos e de linhas nos setores da construção, mobiliário e decoração, é uma das marcas da feira. E, além de impulsionar a economia dos setores na região, também é uma ótima vitrine de divulgação”, acrescenta Jaqueline.

As projeções já apontavam que 2021 traria um avanço significativo para o setor da construção civil, e os dados demonstram que o ramo fechará o ano com uma das perspectivas mais positivas em relação à economia do Brasil.

fonte: ND+

READ MORE

“Construção Civil será beneficiada por desoneração de folha de pagamento PL permite que empresas paguem alíquotas de 1 a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre a folha de salários.”

“A Construção Civil será um dos 17 setores da economia beneficiados pelo Projeto de Lei nº 2.541/21, que prorroga de dezembro de 2021 para dezembro de 2026 a desoneração da folha de pagamento. A matéria foi aprovada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados para tentar melhorar o cenário desses segmentos, fortemente prejudicados pela pandemia no que se refere à geração de emprego e renda.

A iniciativa permite que as empresas paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre a folha de salários. Os setores beneficiados dizem que isso ajuda a manter 6 milhões de empregos. Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Pará (Sinduscon/PA), Alex Carvalho, o setor, um dos mais importantes na garantia de mão de obra, precisa, com urgência, de reduções significativas de desoneração da folha de pagamento.

“Não só essa da desoneração da folha, mas precisamos que haja, ao longo dos próximos meses, o quanto antes, na verdade, um processo drástico de desoneração da folha de pagamento para poder facilitar a geração de empregos e criar um mecanismo de aceleração contundente e permanente de geração de novos empregos. Sem isso, o sobe e desce na geração de empregos continuará frequente”, avaliou.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista e dos Lojistas de Belém (Sindilojas), Joy Colares, afirma que, indiretamente, o setor é beneficiado pela medida, já que o comércio está com dificuldades de manter os empregos de seus funcionários. “O setor não está diretamente beneficiado, mas como beneficia o setor da indústria, que são consumidores do varejo, é importante para o setor do comércio, porque são empregos não perdidos. São segmentos que empregam bastante gente. Como estamos com dificuldade de gerar emprego, dada a economia não ter se recuperado, se ainda tivermos esse aumento no custo vai ser pior. Que fique como está e seja estendido a mais setores”, declarou.

Projeto de Lei

Os setores beneficiados pelo projeto e considerados alguns dos mais intensivos em mão de obra são: calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, TI (tecnologia da informação), TIC (tecnologia de comunicação), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

A comissão acolheu parecer favorável do relator, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). “A extinção da desoneração da folha representaria obstáculo à manutenção e à geração de empregos, pois agravaria custos de contração para os importantes setores da indústria, dos serviços, dos transportes e da construção”, disse.

A matéria altera a Lei 12.546/11, que trata de temas tributários. O texto também eleva em um ponto percentual a alíquota de Cofins-Importação para um conjunto de produtos, de forma a equilibrar os custos entre bens produzidos no Brasil e no exterior.

Em 2020, Bolsonaro vetou a prorrogação, até o próximo dia 31 de dezembro, da desoneração da folha para os mesmos 17 setores. O Congresso, no entanto, derrubou esse veto. Na Câmara dos Deputados foram 430 votos a 33 em defesa da desoneração. No Senado, 64 votos a 2.

Segundo o governo, a desoneração até o final deste ano custará R$ 10 bilhões aos cofres públicos. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.”

 

FONTE:O LIBERAL

READ MORE

Índice Nacional da Construção Civil avança 0,99% em agosto

O número recuou em relação à taxa observada em julho, que foi de 1,89%, e representa também a menor variação desde agosto de 2020

Índice Nacional da Construção Civil

O custo do m² na construção foi de R$ 1.463,11  (Foto: winnievinzence/Shutterstock)

– Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou alta de 0,99% no último mês de agosto. O número recuou em relação à taxa observada em julho, que foi de 1,89%, e representa também a menor variação desde agosto de 2020. O indicador atingiu 22,74% no acumulado de 12 meses e neste ano o crescimento é de 14,61%.

Já o custo do m² na construção foi de R$ 1.463,11 em agosto de 2021. Desse total, R$ 866,89 correspondem aos materiais e R$ 596,22 são relativos à mão de obra – considerando a desoneração da folha de pagamento. Em julho, o valor havia ficado em R$ 1.448,78.

Para Augusto Oliveira, gerente do Sinapi, alguns dissídios pesaram nos resultados. “No caso da mão de obra, houve dissídios em Santa Catarina e no Ceará, locais com as maiores taxas, 3,65% e 2,5%, respectivamente”, diz. Nos demais estados, a variação ficou em torno de 1%.

O índice que não considera a desoneração da folha de pagamento fechou o mês de agosto a R$ 1.554,73/m², com alta de 0,94% em relação ao mês anterior. Em 12 meses acumulados, a alta registrada foi de 21,63%. Considerando apenas 2021, o aumento é de 14,05%.

Números regionais

Em agosto, a maior variação foi observada no sul do país. O índice de 1,71% pode ser explicado pela alta na parcela dos materiais em todos os estados da região e pelo acordo coletivo em Santa Catarina. Já no restante do país, a taxa foi de 1,23% no Centro-Oeste; 1,03% no Nordeste; 0,90% no Norte; e 0,68% no Sudeste.

Em relação ao custo por metro quadrado, o Sul registrou R$ 1.547,75; o Sudeste R$ 1.526,39; o Centro-Oeste R$ 1.424,02; o Norte R$ 1.413,47; e o Nordeste R$ 1.378,49.

fonte:AECWEB

READ MORE

“DF: após conter incêndio, Hospital de Santa Maria retoma atendimento.

Com a situação normalizada após um princípio de incêndio atingir o subsolo do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, determinou a retirada da bandeira negra decretada na tarde dessa quinta-feira (9/9). O atendimento aos pacientes no pronto-socorro adulto foi normalizado, e aqueles que têm consultas agendadas podem comparecer normalmente para serem atendidos no Ambulatório.

READ MORE

“O tema do Quintas da CBIC.”

O tema do Quintas da CBIC mudou!

O bate-papo sobre a reforma do IR e o lançamento do 93º Enic foram adiados devido aos acontecimentos dos últimos dias.

Hoje, às 17h, vamos promover uma conversa sobre a repercussão dos atos de 7 de setembro no país.

Até lá!

Garanta já o seu lugar: http://bit.ly/quintascbic-0909

READ MORE

“GDF ANUNCIA O FIM DO TOQUE DE RECOLHER.”

A partir da próxima quarta-feira(8), o Distrito Federal já não terá mais restrições de horário no comércio nem de toque de recolher para a população. A decisão foi autorizada ontem pelo governador do DF, Ibaneis Rocha, e publicada em edição extra do Diário Oficial.
As restrições, porém, permanecem para shows que exijam a autorização do Executivo para acontecerem. Casamentos, batizados, e a venda de bebidas alcoólicas também
não têm mais restrições. De acordo com Ibaneis, as flexibilizações são possíveis devido às baixas taxas de mortalidade e internações pela covid-19 no Distrito Federal. “O momento nos permite essa abertura. Avançamos na vacinação
e estamos com uma boa quantidade de leitos na rede hospitalar. Se houver qualquer agravamento, voltamos a restringir”, afirmou

READ MORE