Horário de Funcionamento

Author name: Assessoria de Comunicação Asbraco

Hoje é dia de celebrar a vida de quem cuida com tanta dedicação do Condomínio Salvador Aversa! 🎉

Parabéns, Flávia Santos! Que este novo ciclo traga ainda mais sucesso, saúde e realizações pessoais e profissionais. Agradecemos pelo seu empenho e profissionalismo. 👏🥂 Parabéns #FelizAniversário #ASBRACO #GestãoCondominial #Sucesso”

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Custo da construção registra alta em janeiro e pressiona primeira prévia da inflação de 2026

Impulsionado por reajustes salariais e alta no preço do cobre, INCC mais que dobra sua taxa de variação em relação a dezembro, sendo o principal destaque na aceleração do IGP-10. O ano de 2026 começou com sinal de alerta para o setor da construção civil. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,47% em janeiro, uma aceleração expressiva quando comparada à taxa de 0,22% observada em dezembro do ano passado. O avanço nos custos do setor foi determinante para a subida do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), divulgado nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). Enquanto o índice geral (IGP-10) avançou 0,29% no mês, revertendo a quase estabilidade do fim de 2025, foi dentro dos canteiros de obra que a pressão inflacionária se mostrou mais intensa, superando proporcionalmente as variações do varejo e do atacado. O peso da Mão de Obra A principal alavanca para a alta do INCC não veio dos materiais básicos como cimento ou aço, mas sim do custo humano. O grupo Mão de Obra saltou de uma variação de 0,28% em dezembro para 0,78% em janeiro. Segundo Matheus Dias, economista do FGV IBRE, esse movimento é característico do início de ano, mas veio com força. “A forte alta nos custos da construção em janeiro decorre dos reajustes salariais e dos acordos coletivos do setor”, explica o especialista. O impacto sazonal das negociações trabalhistas acaba sendo repassado diretamente para o custo do metro quadrado construído. O efeito do Cobre Além dos salários, os insumos também encareceram, embora em ritmo menor que a mão de obra. O grupo Materiais e Equipamentos acelerou de 0,18% para 0,26%. O destaque negativo ficou para a parte elétrica. Dias aponta que os condutores elétricos registraram um repasse significativo do aumento acumulado no preço do cobre, uma commodity que vem sofrendo oscilações no mercado internacional e impacta diretamente a cadeia de suprimentos da construção. Na contramão, o grupo de Serviços foi o único componente do INCC a apresentar alívio, recuando de 0,15% em dezembro para 0,09% em janeiro. Cenário Amplo: IGP-10 e outros índices A alta do INCC compõe um cenário de aceleração generalizada nos índices da FGV neste início de 2026: Apesar da aceleração mensal, o IGP-10 acumula uma deflação de 0,99% nos últimos 12 meses, desenhando um cenário ainda benigno no longo prazo, apesar das pressões pontuais de custo observadas neste início de ano. Resumo dos Indicadores (Janeiro/2026) Índice Variação Mensal Destaque INCC (Construção) +0,47% Forte alta em Mão de Obra (+0,78%) IPC (Consumidor) +0,39% Pressão de Educação e Vestuário IPA (Produtor) +0,24% Alta em Minério de Ferro e Etanol IGP-10 (Geral) +0,29% Aceleração frente a dez/25 (+0,04%)

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Parabéns Dr. Antônio Carlos!

Que o novo ciclo traga saúde, tranquilidade e um ano produtivo, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Que os desafios do próximo período sejam conduzidos com clareza e equilíbrio, e que possamos seguir avançando nas demandas da associação de forma responsável e organizada. Aproveite o dia ao lado das pessoas que são importantes para você e que seja um ano de boas oportunidades e decisões acertadas

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Custo da Construção Civil fecha 2025 com alta de 5,63%; Centro-Oeste registra maior acumulado do país

Dados do SINAPI apontam que a valorização da mão de obra foi o principal motor para o aumento do índice nacional. Região Centro-Oeste superou a média brasileira, acumulando alta de 6,27% no ano. O setor da construção civil encerrou o ano de 2025 com um avanço significativo nos custos. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou uma alta acumulada de 5,63% no último ano. O número representa uma aceleração em relação a 2024, superando em 1,65 ponto percentual o índice do ano anterior, que havia fechado em 3,98%. Apenas em dezembro de 2025, o índice variou 0,51%. Com esse resultado, o custo nacional da construção por metro quadrado alcançou a marca de R$ 1.891,63. Deste total, a parcela relativa aos materiais corresponde a R$ 1.078,39, enquanto a mão de obra passou a custar, em média, R$ 813,24 por metro quadrado. Mão de obra puxa a alta Ao analisar os componentes do índice, percebe-se uma disparidade entre o custo dos insumos e o da força de trabalho. Enquanto os materiais de construção tiveram uma variação acumulada de 4,20% em 2025, a mão de obra saltou 7,63%. De acordo com a gerência da pesquisa do Sinapi/IBGE, essa diferença acentuada de 2,73 pontos percentuais deve-se, em grande parte, a reajustes salariais e acordos coletivos firmados em estados com forte peso no setor, como Minas Gerais, que impactaram a média nacional especialmente na reta final do ano. Centro-Oeste lidera encarecimento no ano Para os construtores da nossa região, o cenário exige ainda mais atenção ao planejamento orçamentário. O Centro-Oeste foi a região que apresentou a maior alta acumulada do Brasil em 2025, registrando um aumento de 6,27% nos custos — bem acima da média nacional. Em contrapartida, a região Norte teve o menor acumulado (4,62%). No fechamento de dezembro, o custo do metro quadrado no Centro-Oeste ficou estabelecido em R$ 1.912,36, posicionando-se como o terceiro mais caro do país, atrás apenas do Sul (R$ 2.021,12) e Norte (R$ 1.943,65). Panorama Regional (Custo por m² em Dezembro/2025): O encerramento de 2025 reforça a tendência de valorização da mão de obra qualificada e a necessidade de as empresas do setor manterem um controle rigoroso sobre a gestão de custos para 2026, especialmente diante de um cenário onde a região Centro-Oeste desponta com a maior variação anual de custos do país.

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Confiança da Construção recua e fecha o ano de 2025 em queda

O paradoxo do mercado: enquanto canteiros de obras operam em alta capacidade, juros e falta de mão de obra derrubam o otimismo dos empresários para 2026. Por Redação 06 de janeiro de 2026 O ano de 2025 terminou com um gosto amargo para o planejamento estratégico das construtoras brasileiras. Dados divulgados recentemente pela Fundação Getulio Vargas (FGV) revelam que o Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou para 91,4 pontos em dezembro. Este número representa mais do que uma simples oscilação mensal; é o menor nível registrado desde maio de 2021, transportando o sentimento do setor de volta aos tempos de incerteza da pandemia. Se você atua na área, deve estar se perguntando: “Como a confiança caiu se vejo obras por todo lado?”. A resposta está em um descompasso entre a atividade atual e as expectativas futuras. O tripé que freou o otimismo Apesar dos investimentos em infraestrutura e do aquecimento provocado pelo programa Minha Casa, Minha Vida, o setor enfrentou uma “tempestade perfeita” de três fatores que impediram uma recuperação consistente da confiança ao longo do ano: Segundo a coordenação de Projetos da Construção do FGV IBRE, o setor passou 2025 inteiro sem conseguir engatar dois meses seguidos de melhora na confiança. A percepção dominante para 2026 é de que o mercado de trabalho continuará pressionado, mantendo o “sinal amarelo” ligado nos escritórios de engenharia. Juros altos: O inimigo do investimento Para economistas, a matemática é simples: juros altos funcionam como um freio de mão puxado. Carlos Eduardo Oliveira Júnior, do Conselho Regional de Economia de SP, alerta que o custo do dinheiro inibe o investimento. Sem crédito acessível, a demanda cai. E sem demanda garantida no horizonte, a confiança do empresário para iniciar novos empreendimentos despenca. O Lado Positivo: Máquinas a todo vapor Apesar do pessimismo quanto ao futuro, o presente mostra um setor resiliente e ativo. O dado positivo do relatório da FGV foi o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), que subiu para 78,5% em dezembro. O que isso significa na prática? Significa que as construtoras não estão paradas. Pelo contrário, estão usando intensamente seus equipamentos e equipes para entregar o que já foi vendido. O problema não é a falta de trabalho hoje, mas o medo de que o ambiente de negócios piore nos próximos meses. O que esperar de 2026? O cenário exige cautela e planejamento financeiro rigoroso. Com a previsão de continuidade na dificuldade de contratação e um cenário macroeconômico desafiador, as empresas que investirem em retenção de talentos e gestão eficiente de custos sairão na frente neste novo ciclo.

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Recesso – Férias Coletivas

Informamos que nos encontramos em férias coletivas no período de 23/12/2025 a 05/01/2026. Os trabalhos foram encerrados hoje, dia 23/12/2025, e serão retomados normalmente a partir do dia 06/01/2026. Agradecemos a compreensão e aproveitamos para desejar a todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo, com muita saúde, paz e realizações. Atenciosamente, Sandra BarbosaGerente Geral

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Novacap lança licitação para ampliar e recuperar calçadas em cinco regiões do DF

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) anunciou a abertura de uma licitação voltada à reconstrução e à implantação de calçadas em diferentes pontos do Distrito Federal. As intervenções estão previstas para as regiões do Park Way, Riacho Fundo, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). O certame será realizado na modalidade de pregão eletrônico, com julgamento pelo menor preço, e tem valor estimado em cerca de R$ 8,1 milhões. A sessão pública está marcada para o dia 5 de janeiro de 2026, às 14h, em ambiente virtual. Empresas interessadas poderão consultar o edital e seus anexos nas plataformas oficiais da Novacap e do sistema de licitações. De acordo com a estatal, o contrato prevê a execução de aproximadamente 31 mil metros quadrados de calçadas e cerca de 6 mil metros lineares de meios-fios. Além da construção e reconstrução dos passeios, os serviços incluem adequações de acessibilidade, correção de desníveis e pequenos ajustes no sistema de drenagem, sempre que identificada a necessidade. Segundo o diretor de Obras da Novacap, André Luiz Oliveira Vaz, a iniciativa busca padronizar e qualificar as rotas destinadas aos pedestres. “O objetivo é garantir mais segurança, conforto e acessibilidade, especialmente em áreas com grande circulação de pessoas. As calçadas precisam acompanhar o crescimento das cidades e receber manutenção contínua”, destacou. A definição dos trechos que receberão as melhorias será feita a partir das demandas encaminhadas pelas administrações regionais e pela própria comunidade. A ata de registro de preços terá validade de 12 meses, permitindo que as ordens de serviço sejam emitidas de forma gradual, conforme a disponibilidade orçamentária e as prioridades estabelecidas. Os projetos seguirão as diretrizes da norma técnica NBR 9050, que estabelece critérios de acessibilidade em espaços urbanos, incluindo a largura mínima de 1,20 metro para calçadas, assegurando condições adequadas de circulação para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Com a nova licitação, a Novacap reforça a estratégia de investir na mobilidade urbana e na melhoria da infraestrutura para pedestres em diferentes regiões do Distrito Federal.

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Construção civil registra uma das menores variações do ano em novembro, aponta levantamento

Os custos da construção civil no Brasil avançaram de forma moderada em novembro, indicando um ritmo mais lento de crescimento nos preços do setor. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,25%, ligeiramente abaixo do resultado de outubro (0,27%) e próximo ao menor índice de 2025, registrado em fevereiro (0,23%). No acumulado dos últimos 12 meses, o Sinapi atingiu 5,31%, praticamente estável em relação ao período imediatamente anterior (5,30%). Em novembro de 2024, o indicador havia ficado em 0,24%, mostrando que o setor mantém comportamento relativamente constante. Custo por metro quadrado sobe para R$ 1.882,06 O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 1.877,29, em outubro, para R$ 1.882,06 em novembro. Desse valor, R$ 1.075,50 correspondem aos materiais de construção, enquanto R$ 806,56 estão relacionados à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou aumento de 0,38%, ritmo superior ao observado no mês anterior (0,31%), embora tenha ficado abaixo do resultado de novembro do ano passado (0,41%). Já a mão de obra registrou 0,09%, o menor avanço do ano — reflexo direto da baixa incidência de novos acordos coletivos no período. De acordo com Augusto Oliveira, gerente da pesquisa, o comportamento mais tímido da mão de obra explica parte da desaceleração do índice geral. “Apenas um acordo coletivo foi captado em novembro, o que levou a uma variação menor nesse componente”, afirmou. Material e mão de obra acumulam altas distintas no ano Entre janeiro e novembro, os materiais subiram 3,92%, enquanto a mão de obra acumulou valorização de 6,75%. No acumulado de 12 meses, esses percentuais ficaram em 4,26% e 6,81%, respectivamente. Sul e Sudeste lideram as altas regionais As regiões Sul e Sudeste registraram a maior variação mensal do país, ambas com 0,34%, impulsionadas por aumentos em todos os estados. No Norte, a taxa ficou em 0,17%, seguida por 0,16% no Nordeste e 0,14% no Centro-Oeste. Roraima tem maior avanço entre os estados Roraima foi o destaque do mês, com alta de 1,74%. O resultado foi influenciado por novos acordos coletivos firmados por categorias profissionais do estado. Sobre o Sinapi Criado em 1969, o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) fornece informações essenciais para orçamentos, acompanhamento de custos e planejamento no setor. Trata-se de uma das principais referências para obras públicas e privadas em todo o país. Se quiser, posso adaptar a matéria para um estilo mais formal, mais leve, mais técnico ou para publicação institucional.

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Em noite de celebração, ADEMI DF reconhece 10 personalidades que impulsionaram o mercado imobiliário em 2025

A Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) reuniu, na noite desta quinta-feira (4/12), empresários, autoridades e representantes do setor da construção civil para a entrega do Prêmio Mérito Imobiliário 2025. A cerimônia, realizada em Brasília e restrita a convidados, destacou o trabalho de profissionais, entidades e líderes públicos cuja atuação contribuiu diretamente para o fortalecimento do mercado imobiliário no Distrito Federal. Ao todo, dez personalidades foram homenageadas em seis categorias, refletindo a pluralidade de atores que influenciam o setor — da comunicação à gestão pública, passando por iniciativas privadas e projetos sociais. Reconhecimento ao impacto e dedicação O presidente da ADEMI DF, Celestino Fracon Júnior, conduziu o evento ressaltando a importância de celebrar trajetórias que ajudam a moldar o desenvolvimento urbano da capital federal. Para ele, o prêmio reforça o compromisso da entidade em valorizar quem trabalha para gerar oportunidades, movimentar a economia e atender à crescente demanda por moradia no DF. “Esse é um momento de reconhecimento e gratidão. As pessoas que homenageamos hoje têm contribuído de maneira real para transformar o mercado imobiliário e, consequentemente, a vida da população”, afirmou Fracon. A cerimônia contou com a presença de empresários do mercado imobiliário, dirigentes de entidades da construção, parlamentares e representantes do Governo do Distrito Federal. O chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, destacou o papel do setor na geração de empregos e no dinamismo econômico. Ao lado do secretário de Governo, José Humberto Pires, reforçou o compromisso do Executivo em aprimorar o ambiente de negócios. “Nosso esforço é para que empreendedores encontrem cada vez menos barreiras e mais soluções. A criação do Na Hora Empresarial é um passo importante nessa direção”, afirmou Rocha. Um ano desafiador, mas de resultados expressivos Em seu discurso, Fracon também fez um balanço do ano. Apesar da instabilidade fiscal no país e da taxa de juros mantida em 15%, o mercado imobiliário do DF seguiu aquecido. Segundo ele, as empresas têm assumido margens menores para garantir oferta de moradias, mantendo a atividade e atendendo à forte demanda do consumidor. Os números confirmam essa resiliência: o Salão do Imóvel ADEMI BRB, realizado em novembro, recebeu mais de 1.600 visitantes na edição presencial e ultrapassou 1,5 milhão de visualizações em sua plataforma digital. Para 2026, a expectativa é ainda mais positiva. A entrada em vigor do novo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), a licitação dos lotes do Setor Habitacional Jóquei Clube e a possível queda da taxa básica de juros são fatores que devem impulsionar o desempenho do setor. Os homenageados de 2025 O Prêmio Mérito Imobiliário ADEMI DF reconheceu profissionais e instituições que se destacaram em diversas frentes: Profissionais de Comunicação Empresas e Entidades Profissionais Ações e Projetos Destaques Nacionais Poder Público Uma homenagem que carrega a identidade de Brasília O troféu entregue aos premiados também foi pensado para valorizar a cultura local. Desenvolvido pela Lavanda Digital, em parceria com a URB Memórias, o design reproduz um fragmento do Teatro Nacional — uma das obras mais emblemáticas da arquitetura brasiliense — confeccionado em concreto e acompanhado por placa personalizada. Mais do que celebrar conquistas individuais, a noite reforçou o papel da colaboração entre empresas, imprensa, governo e sociedade na construção de uma Brasília mais dinâmica, sustentável e preparada para os desafios do futuro.

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Ciclovia entra na fase de pavimentação e acrescenta 2,1 km à malha de Ceilândia

Em Ceilândia, o novo trecho da ciclovia da via M2 Sul avança em ritmo acelerado. As equipes já iniciaram a fase de aplicação da massa asfáltica, seguindo rigorosos padrões técnicos para assegurar mais qualidade, durabilidade e segurança ao trajeto que beneficiará milhares de moradores. A nova ciclovia terá 2,1 quilômetros de extensão e vai se integrar às rotas já existentes, conectando o centro de Ceilândia à Avenida Elmo Serejo e às estações de metrô Centro Metropolitano, Ceilândia Centro, Guariroba e Ceilândia Sul.Obra já começou a receber massa asfáltica dentro dos padrões de qualidade para garantir maior durabilidade do pavimento Com essa expansão, a cidade passa a contar com 37 quilômetros de ciclovias, fortalecendo a malha cicloviária da cidade e ampliando as opções de deslocamento seguro para ciclistas e pedestres. “Brasília está assumindo a liderança nacional em infraestrutura cicloviária”Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade A obra faz parte do programa Vai de Bike, coordenado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e executado pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF). O investimento é de aproximadamente R$ 660 mil, dentro de um contrato que prevê mais de R$ 18,5 milhões para implantação de novas ciclovias em diversas regiões do Distrito Federal. Preservação ambiental Em pontos específicos, houve necessidade de supressão vegetal para viabilizar o traçado da ciclovia. Todo o processo segue normas ambientais rígidas, com compensação prevista, incluindo o plantio de novas espécies e a manutenção de árvores no Parque Urbano do Setor O. O objetivo é garantir equilíbrio entre infraestrutura, sustentabilidade e preservação ambiental. “Ceilândia está crescendo e precisa acompanhar esse ritmo com infraestrutura moderna”, ressalta o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “A nova ciclovia é um incentivo à mobilidade sustentável, à prática de esportes e à qualidade de vida da população.”A ampliação da malha cicloviária coloca o Distrito Federal cada vez mais próximo de consolidar uma das maiores redes do país. Hoje, há ciclovias e ciclofaixas distribuídas pelas 32 regiões administrativas, de acordo com a Semob. Com as frentes de trabalho em execução, o território avança rumo ao objetivo de ultrapassar a marca de mil quilômetros dedicados à mobilidade por bicicleta. “Brasília está assumindo a liderança nacional em infraestrutura cicloviária”, reforça o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. “Já alcançamos 727 quilômetros e, com os 300 quilômetros previstos em novos projetos, vamos ultrapassar a marca de mil quilômetros, levando essa estrutura também para além do Plano Piloto.”  *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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