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Author name: Assessoria de Comunicação Asbraco

Custo da construção civil dispara em janeiro e atinge maior patamar desde 2022

Impulsionado pela reoneração da folha e pelo novo salário-mínimo, o índice Sinapi registrou alta de 1,54% no primeiro mês do ano; mão de obra é o principal fator de pressão. RIO DE JANEIRO – O setor da construção civil brasileira iniciou 2026 enfrentando uma forte pressão nos custos. Segundo dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE, a inflação do setor saltou para 1,54% em janeiro. O número representa uma aceleração significativa em relação aos 0,51% registrados em dezembro e marca o maior avanço mensal para o setor desde junho de 2022, quando o índice foi de 1,65%. Com esse resultado, o acumulado dos últimos 12 meses subiu para 6,71%, superando os 5,63% observados até o fechamento do ano passado. Atualmente, o custo médio nacional para construir um metro quadrado chegou a R$ 1.920,74. O peso dos salários e da tributação Diferente de períodos anteriores, onde o preço dos insumos (materiais) era o grande vilão, o cenário atual é ditado pelo custo da força de trabalho. Enquanto a parcela dos materiais teve uma variação tímida de 0,27% em janeiro, a mão de obra disparou 3,22%. Essa disparidade é explicada por dois fatores centrais: “A alta na mão de obra decorre da adequação ao novo salário-mínimo em 11 das 27 unidades da federação, além do impacto da reoneração da folha de pagamento”, explicou Augusto Oliveira, gerente da pesquisa no IBGE. Raio-X dos Custos (Janeiro/2026) Componente Valor por m2 Variação Mensal Acumulado 12 meses Materiais R$ 1.081,31 0,27% 4,29% Mão de Obra R$ 839,43 3,22% 10,03% Total (Sinapi) R$ 1.920,74 1,54% 6,71% Perspectivas para o setor O salto de mais de 10% no custo da mão de obra no acumulado de 12 meses acende um alerta para o mercado imobiliário e para as obras de infraestrutura. Com insumos estabilizados, o desafio das construtoras agora reside na gestão da folha de pagamento e na absorção dos novos encargos tributários sem repassar integralmente o aumento ao consumidor final. A tendência é que, após esse pico de ajuste salarial de início de ano, o índice apresente uma acomodação nos próximos meses, a depender das negociações coletivas nas demais regiões do país que ainda não atualizaram seus pisos.

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Canteiros de obras mais caros: os vilões que impulsionaram o custo da construção em 2025

O setor da construção civil encerrou o ano de 2025 enfrentando o desafio de equilibrar as contas diante de uma pressão inflacionária persistente nos custos de produção. Dados recentes do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) revelam que, embora o setor tenha mantido um ritmo de crescimento em lançamentos, o preço final das obras foi severamente impactado por um grupo específico de insumos. Diferente de anos anteriores, onde a mão de obra foi o principal motor de reajuste, 2025 foi marcado pela volatilidade de materiais básicos e produtos tecnológicos aplicados à infraestrutura. Os protagonistas da alta De acordo com o levantamento, o aço e o cimento voltaram a figurar no topo da lista de pressões. O aço, influenciado pelas cotações internacionais do minério de ferro e pela variação cambial, registrou altas acumuladas que forçaram construtoras a renegociar contratos de longo prazo. Além dos materiais tradicionais, outros itens apresentaram variações acima da média: O fator “Mão de Obra” Apesar da predominância dos materiais, o custo do trabalho não ficou estagnado. A escassez de mão de obra qualificada em grandes centros urbanos pressionou os salários base, especialmente para funções técnicas, como operadores de máquinas pesadas e eletricistas especializados em sistemas sustentáveis. Impacto no consumidor final Para o comprador de imóveis, o cenário se traduziu em repasses de preços. Analistas do setor apontam que as margens das incorporadoras ficaram mais estreitas, o que resultou em um aumento no valor do metro quadrado tanto em novos lançamentos quanto em unidades em construção. “O setor vive um momento de ajuste. O custo dos insumos em 2025 refletiu tanto tensões geopolíticas externas quanto gargalos logísticos internos”, afirma o relatório do Radar Econômico da Veja, que serviu de base para esta análise. Perspectivas para 2026 A expectativa para o próximo ciclo é de uma estabilização gradual, condicionada à manutenção das taxas de juros e ao controle da inflação de serviços. No entanto, o setor permanece em alerta, buscando alternativas como a industrialização da construção (off-site) e o uso de novos materiais para reduzir a dependência dos insumos tradicionais que ditaram o ritmo de 2025.

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ASBRACO – Associação Brasiliense de Construtores

ASBRACO – Associação Brasiliense de Construtores A partir de agora, iniciamos a contagem regressiva para, neste ano de 2026 celebrar os 32 anos do Prêmio Master Imobiliário.  Há muito trabalho pela frente e na medida em que o Prêmio Master Imobiliário tem sido fonte valiosa de inspiração para projetos e políticas que fomentam o crescimento econômico e social do Brasil, ele também significa enorme responsabilidade para seus organizadores, ao reforçar nosso compromisso de corresponder à confiança das empresas e dos profissionais que dele participam, apoiam ou patrocinam. É neste contexto que nós da Fiabci-Brasil e do Secovi-SP estamos mobilizados e empenhados nos preparativos da 32ª edição do Prêmio Master Imobiliário, a qual certamente será uma grandiosa festa  que já se desenha, agendada para a noite de 26 de agosto, na capital paulistana.  Considerado o ‘Oscar’ do mercado imobiliário, o Prêmio Master Imobiliário atinge a marca de 32 anos consecutivos da premiação e, para que ele alcance o sucesso almejado, a FIABCI-BRASIL e o Secovi-SP esperam contar com a colaboração e o apoio de todas as entidades do mercado imobiliário nacional. Assim, viemos solicitar o apoio institucional dessa conceituada entidade no sentido de ajudar nas ações de divulgação das inscrições do 32º Prêmio Master Imobiliário em seus meios de comunicação (eletrônico), com o objetivo de estimular profissionais e empresários da área imobiliária de sua região a inscreverem seus trabalhos (cases) nas duas categorias da premiação: Empreendimento e Profissional. Diante do exposto, pedimos sua atenção à proposta que apresentamos abaixo, em que são especificadas as condições e a contrapartida para a efetivação do apoio ora solicitado, lembrando que as inscrições para concorrer à premiação vão até 13 de março de 2026. PROPOSTA DE PARCERIA DE APOIO – 32º PRÊMIO MASTER IMOBILIÁRIO: Responsabilidades da Comissão de Organização do Master Imobiliário 2026: 1.       Fornecimento de e-mail marketing (em arquivo ‘jpeg’ e hyperlink) para ser divulgado junto ao mailing de sua organização (associados, membros de sua diretoria, seus representados e outros), para o qual sugerimos dois disparos em datas a serem acordadas e sempre copiando master@fiabci.com.br. 2.       Fornecimento de banners para site, mídias sociais etc. 3.       Release com informações completas e programação. 4.       Inserção da logomarca da entidade apoiadora no site do Prêmio Master Imobiliário, com link e destacando-a como apoiadora. 5.       Concessão de um convite da cerimônia de premiação (destinado ao presidente da entidade). Responsabilidades da Entidade Apoiadora: Auxiliar na divulgação do Master Imobiliário 2026 por meio das seguintes ações: 1.       Envio de no mínimo dois e-mails marketing ao mailing da sua organização; sempre com cópia ao nosso e-mail master@fiabci.com.br. 2.       Divulgação em página específica de eventos e/ou agenda do seu site; 3.       Divulgação em newsletters e/ou publicações impressas que eventualmente a entidade possuir; 4.       Inserção de banner eletrônico em seu site e em suas redes sociais.  Por fim, esclarecemos que esta é uma proposta básica de apoio institucional ao Master Imobiliário 2026 e que estamos abertos a negociações e acertos que possibilitem nossa parceria. Confiantes do apoio desta entidade, colocamos à disposição, para informações complementares, os seguintes contatos:e-mail master@fiabci.com.br e telefones (11) 5078-7778 e 5078-6748.   Agradecemos antecipadamente e renovamos nossos votos de estima e consideração. Cordialmente,                                                                                             Flavio Augusto Ayres Amary Rodrigo Luna Presidente da FIABCI-BRASIL Presidente do SECOVI-SP eReitor da Universidade Secovi

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Setor produtivo do DF destaca relevância do BRB para fomento a projetos de infraestrutura e habitação

Em nota, entidades ressaltam importância do banco para realização do sonho da casa própria Entidades da indústria da construção civil e do mercado imobiliário do Distrito Federal emitiram nesta quarta-feira (28/1) nota pública manifestando apoio institucional ao Banco de Brasília. O documento ressalta a importância da instituição financeira, patrimônio do DF, para o setor produtivo local e para o fomento de políticas públicas habitacionais. Registra, ainda, confiança nos trabalhos de investigação séria, isenta e responsável, em meio ao grande fluxo de informações, muitas delas desencontradas. Assinam a nota o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF) e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco). A construção civil é responsável por 54% do PIB industrial do DF. “É nosso dever ressaltar o papel estratégico que esta instituição financeira desempenha como vetor de desenvolvimento”, diz a nota, ressaltando que o BRB figura entre os mais bem avaliados no país, fomentando projetos produtivos e de infraestrutura, além de garantir acesso ao crédito. “Sua presença contribui diretamente para a continuidade de investimentos que alavancam o ecossistema local”, acrescenta o documento. Para as entidades do setor produtivo, o BRB é o principal parceiro nas políticas de moradia, liderando com 62,8% de participação no mercado. A nota destaca, ainda, dados que mostram o banco na quinta posição no ranking nacional de financiamentos. “O banco é a força motriz que viabiliza o sonho da casa própria”. As entidades creem na capacidade da diretoria do banco para superar desafios momentâneos, mantendo o crescimento sustentável junto ao Governo Distrital. Segundo as signatárias do documento, preservar a imagem dessa estrutura importa à comunidade brasiliense. Elas esperam que a trajetória de modernização continue gerando resultados positivos para Brasília e o DF como um todo. “Estamos certos de que o progresso do BRB seguirá impulsionando nossa capital”, enfatiza a nota.

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Construção Civil inicia 2026 em alta: Confiança atinge maior nível em 10 meses

O setor da construção civil brasileira abriu o ano de 2026 com um fôlego renovado. Após encerrar o ano passado em trajetória de queda, o Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo FGV Ibre, registrou uma alta de 2,8 pontos em janeiro, atingindo a marca de 94,0 pontos. Este é o patamar mais elevado desde março de 2025, sinalizando uma retomada de otimismo entre os empresários do setor. Os Motores da Recuperação A melhora no sentimento do setor não é por acaso. Segundo o relatório da FGV, o crescimento foi impulsionado por uma combinação de fatores macroeconômicos e políticas habitacionais: “Tudo indica que o setor está reagindo a um cenário de maior previsibilidade e estímulos diretos”, afirma Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção do FGV Ibre. Radiografia dos Indicadores A alta de janeiro foi equilibrada, com avanços tanto na percepção do momento atual quanto nas projeções para o futuro próximo. Confira os detalhes técnicos na tabela abaixo: Indicador Pontuação (Jan/26) Variação (Pontos) Destaque ICST (Geral) 94,0 +2,8 Maior nível em 10 meses Situação Atual (ISA-CST) 93,4 +2,4 Volume de contratos cresceu 3,6 pts Expectativas (IE-CST) 94,6 +3,0 Demanda prevista saltou 5,1 pts O otimismo mais acentuado aparece no Índice de Expectativas (IE-CST), puxado pela forte demanda prevista para o próximo trimestre, o que sugere que as empresas estão se preparando para um aumento real no volume de obras. O Gargalo da Mão de Obra Apesar dos números positivos, o setor ainda enfrenta um “freio de mão” conhecido: a escassez de trabalhadores qualificados. Ana Maria Castelo alerta que esse problema não deve dar trégua ao longo do ano. Curiosamente, o Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da construção caiu 1,1 ponto percentual, fechando em 77,4%. Essa queda, que também atingiu o uso de máquinas e equipamentos, pode indicar que, embora haja otimismo e novos contratos, a execução física das obras ainda esbarra em limitações operacionais e na dificuldade de contratação imediata. O que esperar? O primeiro trimestre será o “teste de fogo” para validar se essa confiança se traduzirá em canteiros de obras mais movimentados ou se o custo e a falta de mão de obra limitarão o potencial de crescimento do PIB setorial em 2026.

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Eficiência blindada: Construção aposta em reformas e tecnologia para driblar juros em 2026

Setor busca na profissionalização e no mercado de franquias a saída para manter a atividade aquecida enquanto o crédito imobiliário permanece restrito. O ano de 2026 começa sob o signo da prudência para a construção civil brasileira. Se nos anos anteriores o “boom” imobiliário foi o protagonista, o cenário atual exige uma mudança de estratégia. Pressionado por uma taxa Selic que ainda encarece o crédito e limita novos lançamentos, o setor encontra fôlego em um nicho que exige menos capital intensivo e entrega resultados mais rápidos: as reformas e a manutenção de imóveis. A palavra de ordem nos canteiros de obra mudou. Sai a “expansão a todo custo” e entra a eficiência operacional. Com o dinheiro mais caro, o desperdício tornou-se o inimigo número um de construtoras e famílias que decidem renovar o lar. O paradoxo do crédito e a inflação da obra O cenário macroeconômico impõe desafios claros. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta os juros elevados como o principal freio de mão puxado para 2026. No entanto, o horizonte não é de estagnação, mas de ajuste. Existem dois fatores que sustentam o otimismo moderado do setor: Contudo, quem constrói sente no bolso a pressão dos insumos. O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo IBGE, encerrou 2025 com alta de 5,63%. Hoje, o custo médio nacional para se construir um metro quadrado beira os R$ 1.892,00, uma cifra que obriga o consumidor a fazer contas mais rigorosas. A ascensão do Franchising e a “Servitização” da obra Diante de custos altos e mão de obra escassa, o amadorismo perde espaço. É nesse vácuo que o modelo de franquias de construção ganha tração. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelam que o segmento de Casa e Construção cresceu mais de 8% nos últimos 12 meses, movimentando mais de R$ 20 bilhões. A lógica é simples: o consumidor prefere pagar por previsibilidade. A locação de equipamentos, por exemplo, surge como alternativa inteligente para evitar a compra de maquinário caro que ficará ocioso após a obra. “A expectativa é de um ano em que o consumidor e o profissional vão buscar mais planejamento, segurança e eficiência na execução. Quando cada dia de obra custa mais, ganhar produtividade e reduzir retrabalho vira o diferencial.” — Altino Cristofoletti Junior, fundador da Casa do Construtor. Tecnologia como redutor de custos Para 2026, a tendência é que a obra se torne cada vez mais “industrializada”. O mercado observa uma migração de métodos artesanais para processos mais técnicos, visando mitigar a falta de pedreiros qualificados e o custo dos materiais. As principais apostas para blindar o setor contra a crise incluem: O recado para 2026 é claro: o mercado imobiliário continuará forte, mas a rentabilidade migrará de quem apenas “levanta paredes” para quem oferece serviço, gestão e tecnologia. Em tempos de juros altos, a régua da qualidade subiu.

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Hoje é dia de celebrar a vida de quem cuida com tanta dedicação do Condomínio Salvador Aversa! 🎉

Parabéns, Flávia Santos! Que este novo ciclo traga ainda mais sucesso, saúde e realizações pessoais e profissionais. Agradecemos pelo seu empenho e profissionalismo. 👏🥂 Parabéns #FelizAniversário #ASBRACO #GestãoCondominial #Sucesso”

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Custo da construção registra alta em janeiro e pressiona primeira prévia da inflação de 2026

Impulsionado por reajustes salariais e alta no preço do cobre, INCC mais que dobra sua taxa de variação em relação a dezembro, sendo o principal destaque na aceleração do IGP-10. O ano de 2026 começou com sinal de alerta para o setor da construção civil. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,47% em janeiro, uma aceleração expressiva quando comparada à taxa de 0,22% observada em dezembro do ano passado. O avanço nos custos do setor foi determinante para a subida do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), divulgado nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). Enquanto o índice geral (IGP-10) avançou 0,29% no mês, revertendo a quase estabilidade do fim de 2025, foi dentro dos canteiros de obra que a pressão inflacionária se mostrou mais intensa, superando proporcionalmente as variações do varejo e do atacado. O peso da Mão de Obra A principal alavanca para a alta do INCC não veio dos materiais básicos como cimento ou aço, mas sim do custo humano. O grupo Mão de Obra saltou de uma variação de 0,28% em dezembro para 0,78% em janeiro. Segundo Matheus Dias, economista do FGV IBRE, esse movimento é característico do início de ano, mas veio com força. “A forte alta nos custos da construção em janeiro decorre dos reajustes salariais e dos acordos coletivos do setor”, explica o especialista. O impacto sazonal das negociações trabalhistas acaba sendo repassado diretamente para o custo do metro quadrado construído. O efeito do Cobre Além dos salários, os insumos também encareceram, embora em ritmo menor que a mão de obra. O grupo Materiais e Equipamentos acelerou de 0,18% para 0,26%. O destaque negativo ficou para a parte elétrica. Dias aponta que os condutores elétricos registraram um repasse significativo do aumento acumulado no preço do cobre, uma commodity que vem sofrendo oscilações no mercado internacional e impacta diretamente a cadeia de suprimentos da construção. Na contramão, o grupo de Serviços foi o único componente do INCC a apresentar alívio, recuando de 0,15% em dezembro para 0,09% em janeiro. Cenário Amplo: IGP-10 e outros índices A alta do INCC compõe um cenário de aceleração generalizada nos índices da FGV neste início de 2026: Apesar da aceleração mensal, o IGP-10 acumula uma deflação de 0,99% nos últimos 12 meses, desenhando um cenário ainda benigno no longo prazo, apesar das pressões pontuais de custo observadas neste início de ano. Resumo dos Indicadores (Janeiro/2026) Índice Variação Mensal Destaque INCC (Construção) +0,47% Forte alta em Mão de Obra (+0,78%) IPC (Consumidor) +0,39% Pressão de Educação e Vestuário IPA (Produtor) +0,24% Alta em Minério de Ferro e Etanol IGP-10 (Geral) +0,29% Aceleração frente a dez/25 (+0,04%)

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Parabéns Dr. Antônio Carlos!

Que o novo ciclo traga saúde, tranquilidade e um ano produtivo, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Que os desafios do próximo período sejam conduzidos com clareza e equilíbrio, e que possamos seguir avançando nas demandas da associação de forma responsável e organizada. Aproveite o dia ao lado das pessoas que são importantes para você e que seja um ano de boas oportunidades e decisões acertadas

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Custo da Construção Civil fecha 2025 com alta de 5,63%; Centro-Oeste registra maior acumulado do país

Dados do SINAPI apontam que a valorização da mão de obra foi o principal motor para o aumento do índice nacional. Região Centro-Oeste superou a média brasileira, acumulando alta de 6,27% no ano. O setor da construção civil encerrou o ano de 2025 com um avanço significativo nos custos. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou uma alta acumulada de 5,63% no último ano. O número representa uma aceleração em relação a 2024, superando em 1,65 ponto percentual o índice do ano anterior, que havia fechado em 3,98%. Apenas em dezembro de 2025, o índice variou 0,51%. Com esse resultado, o custo nacional da construção por metro quadrado alcançou a marca de R$ 1.891,63. Deste total, a parcela relativa aos materiais corresponde a R$ 1.078,39, enquanto a mão de obra passou a custar, em média, R$ 813,24 por metro quadrado. Mão de obra puxa a alta Ao analisar os componentes do índice, percebe-se uma disparidade entre o custo dos insumos e o da força de trabalho. Enquanto os materiais de construção tiveram uma variação acumulada de 4,20% em 2025, a mão de obra saltou 7,63%. De acordo com a gerência da pesquisa do Sinapi/IBGE, essa diferença acentuada de 2,73 pontos percentuais deve-se, em grande parte, a reajustes salariais e acordos coletivos firmados em estados com forte peso no setor, como Minas Gerais, que impactaram a média nacional especialmente na reta final do ano. Centro-Oeste lidera encarecimento no ano Para os construtores da nossa região, o cenário exige ainda mais atenção ao planejamento orçamentário. O Centro-Oeste foi a região que apresentou a maior alta acumulada do Brasil em 2025, registrando um aumento de 6,27% nos custos — bem acima da média nacional. Em contrapartida, a região Norte teve o menor acumulado (4,62%). No fechamento de dezembro, o custo do metro quadrado no Centro-Oeste ficou estabelecido em R$ 1.912,36, posicionando-se como o terceiro mais caro do país, atrás apenas do Sul (R$ 2.021,12) e Norte (R$ 1.943,65). Panorama Regional (Custo por m² em Dezembro/2025): O encerramento de 2025 reforça a tendência de valorização da mão de obra qualificada e a necessidade de as empresas do setor manterem um controle rigoroso sobre a gestão de custos para 2026, especialmente diante de um cenário onde a região Centro-Oeste desponta com a maior variação anual de custos do país.

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