Horário de Funcionamento

Author name: Assessoria de Comunicação Asbraco

Hoje celebramos a vida e a trajetória de José Eustáquio Ferreira, proprietário da Basevi Construções e associado da ASBRACO.

Receba nossos cumprimentos e votos de muita saúde, felicidade, prosperidade e novas realizações. Que este novo ciclo seja marcado por grandes conquistas e momentos especiais. Parabéns, José Eustáquio Ferreira! ASBRACO – Associação Brasiliense de Construtores ASBRACO #Parabéns #JoséEustáquioFerreira #BaseviConstruções #ConstruçãoCivil #Brasília

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🏗️ FÓRUM DE GOVERNANÇA TÉCNICA E JURÍDICA NA CONSTRUÇÃO CIVIL

O setor da construção civil enfrenta desafios cada vez mais complexos, que exigem integração entre aspectos técnicos, jurídicos e de governança. Pensando nisso, o Conselho de Construção Civil e Imobiliário da ACDF, em parceria com o CREA-DF, convida você para um encontro que reunirá especialistas, profissionais, empresários e representantes de instituições para debater temas atuais e relevantes para o mercado. 📅 Data: 18 de agosto🕕 Horário: A partir das 18h📍 Local: Auditório do CREA-DFSGAS Quadra 901, Conjunto D, Brasília/DF 🎟️ As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Sympla:https://www.sympla.com.br/evento/forum-de-governanca-tecnica-e-juridica-na-construcao-civil/3505815?share_id=copiarlink Esperamos você para uma noite de muito conhecimento, networking e debates de alto nível sobre os rumos da construção civil.

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Palavra do Presidente

Palavra do Presidente | Afonso Assad As mudanças climáticas já impõem novos desafios à construção civil. Ondas de calor, chuvas intensas, secas prolongadas e eventos extremos exigem obras mais resistentes, cidades mais preparadas e soluções cada vez mais eficientes. Nesse cenário, a inovação deixa de ser apenas um diferencial e passa a ser uma necessidade. Eficiência energética, uso racional da água, novos materiais, drenagem adequada, áreas verdes e planejamento urbano são caminhos fundamentais para garantir mais segurança, durabilidade e qualidade de vida. A construção civil tem papel estratégico nessa transformação. Investir hoje em infraestrutura resiliente é reduzir riscos, evitar custos futuros e contribuir para cidades mais sustentáveis. A construção é parte da solução para a crise climática. ASBRACO — Associação Brasiliense de Construtores ASBRACO #PalavraDoPresidente #ConstruçãoCivil #Sustentabilidade #Inovação #MudançasClimáticas #CidadesResilientes #Infraestrutura #Engenharia #Brasília #Se

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Falta de recursos limita adaptação das cidades aos eventos climáticos extremos

Construção civil avança no uso de materiais mais resistentes, soluções sustentáveis e tecnologias de previsão, mas investimentos insuficientes ainda dificultam a preparação dos municípios brasileiros. O aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos tem exigido mudanças na forma como as cidades brasileiras são planejadas e construídas. Diante desse cenário, empresas e profissionais da construção civil vêm ampliando o uso de materiais de maior resistência, técnicas sustentáveis e ferramentas tecnológicas capazes de reduzir os impactos de enchentes, ondas de calor e outros fenômenos. Apesar dos avanços, a falta de recursos destinados à adaptação urbana continua sendo um dos principais obstáculos enfrentados pelo país. A avaliação é de Nilson Sarti, representante da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que defende uma abordagem mais ampla para tornar as cidades mais resilientes. Segundo Sarti, o debate não deve se limitar à proteção individual das edificações. É necessário considerar toda a infraestrutura urbana, incluindo sistemas de drenagem, pavimentação, pontes, encostas, rios, áreas verdes, redes de energia e equipamentos públicos. Entre as referências internacionais citadas pelo representante da CBIC está o programa Making Cities Resilient 2030, conhecido como MCR2030, iniciativa das Nações Unidas que reúne diretrizes para auxiliar os municípios na prevenção de riscos e no fortalecimento da capacidade de resposta a desastres. Novos materiais e soluções baseadas na natureza A engenharia exerce papel estratégico na preparação das cidades para as mudanças climáticas. Entre as soluções que vêm sendo estudadas ou implementadas estão os asfaltos modificados, os concretos de alto desempenho e os pavimentos refletivos, que podem contribuir para aumentar a durabilidade das estruturas e reduzir a absorção de calor. Também ganham relevância as chamadas soluções baseadas na natureza. Elas incluem a criação e ampliação de áreas verdes, a recuperação de cursos d’água, a reabertura de rios canalizados e a preservação de lagos e áreas de drenagem natural. Essas medidas podem melhorar a absorção da água da chuva, reduzir alagamentos e diminuir as temperaturas em regiões densamente urbanizadas. Além dos materiais e das técnicas construtivas, novas tecnologias estão sendo utilizadas para simular cenários climáticos futuros. A inteligência artificial, por exemplo, pode ajudar engenheiros e gestores públicos a analisar grandes volumes de dados e prever o comportamento de chuvas, rios e sistemas de drenagem. Os modelos tradicionais, geralmente elaborados a partir de registros históricos, já não seriam suficientes para representar a nova realidade climática. Em muitas cidades, estruturas de contenção e reservatórios foram dimensionados para volumes de chuva inferiores aos registrados nos últimos anos. Tragédias expõem vulnerabilidade da infraestrutura As enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul foram citadas como exemplo da necessidade de revisar os parâmetros utilizados no planejamento urbano e na execução de obras. Além das perdas humanas e dos danos às residências, as inundações provocaram a paralisação de empresas instaladas em áreas atingidas, comprometeram equipamentos de tecnologia e afetaram estruturas essenciais para o funcionamento das cidades. Pontes e outras obras de infraestrutura também sofreram danos ou desabaram diante de níveis de água superiores aos considerados nos projetos originais. Para o setor da construção, episódios como esse mostram que as decisões de engenharia precisam incorporar projeções climáticas mais rigorosas. A preparação das cidades deverá incluir não apenas a execução de novas obras, mas também a revisão e o reforço de estruturas existentes. Licitações ainda ignoram novos parâmetros climáticos No campo regulatório, a Lei nº 14.904, sancionada em julho de 2024, estabeleceu diretrizes para a elaboração de planos de adaptação às mudanças climáticas. A legislação é considerada um avanço, mas sua aplicação ainda enfrenta dificuldades. De acordo com Sarti, diversos processos de contratação e concorrência pública continuam utilizando critérios tradicionais, sem incorporar integralmente os novos cenários de risco climático. A ausência desses parâmetros pode resultar na contratação de projetos que não estejam preparados para chuvas mais intensas, temperaturas elevadas e alterações no comportamento de rios e encostas. O setor também espera avanços relacionados ao licenciamento ambiental, de maneira que haja maior segurança jurídica para a aplicação de tecnologias sustentáveis e soluções voltadas à resiliência urbana. Municípios enfrentam restrições orçamentárias Embora existam tecnologias disponíveis e exemplos de iniciativas bem-sucedidas, a capacidade financeira dos municípios ainda representa uma barreira significativa. Grande parte das prefeituras enfrenta dificuldades para financiar obras de drenagem, contenção de encostas, recuperação ambiental, reforço de pontes e modernização de sistemas de alerta e defesa civil. Algumas cidades têm desenvolvido projetos específicos. Salvador, por exemplo, foi mencionada pelas ações voltadas ao reforço de encostas e à estruturação da defesa civil. Contudo, a avaliação é de que os investimentos não podem ocorrer apenas após tragédias ou situações emergenciais. A adaptação climática exige planejamento permanente, manutenção das estruturas e recursos previstos nos orçamentos públicos. Poder público deve liderar transformação Para a CBIC, os governos também precisam assumir papel de liderança ao incorporar soluções sustentáveis em prédios e obras públicas. Edificações pertencentes ao poder público poderiam servir como referência por meio do uso de energias renováveis, materiais mais resistentes e projetos que priorizem o conforto térmico e acústico. Além de reduzir gastos operacionais no longo prazo, essas medidas poderiam estimular a adoção de novos padrões construtivos pelo setor privado. O desafio, no entanto, permanece amplo. Sem recursos contínuos, atualização dos processos de contratação e integração entre planejamento urbano, engenharia e gestão ambiental, as cidades brasileiras continuarão vulneráveis a eventos climáticos cada vez mais severos.

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Custo da construção civil registra maior alta em quase quatro anos

Sinapi avançou 1,19% em junho, elevando o custo médio nacional para R$ 1.976,37 por metro quadrado; mão de obra e materiais pressionaram o indicador O custo da construção civil brasileira voltou a ganhar força em junho de 2026. O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) apresentou alta de 1,19% no mês, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde agosto de 2022, quando desconsiderado janeiro deste ano, período impactado pela reoneração gradual da folha de pagamento. A variação de junho ficou 0,83 ponto percentual acima da registrada em maio, quando o índice havia subido 0,36%. Com o novo resultado, o custo médio nacional da construção passou de R$ 1.953,08 para R$ 1.976,37 por metro quadrado. No primeiro semestre de 2026, o Sinapi acumulou crescimento de 4,48%. Já nos últimos 12 meses, a elevação chegou a 7,26%, superando os 6,93% registrados no período imediatamente anterior. Em junho de 2025, o avanço mensal havia sido de 0,88%. Materiais e mão de obra pressionam os custos Do custo total apurado por metro quadrado em junho, R$ 1.114,74 correspondem aos materiais utilizados nas obras. Outros R$ 861,63 estão relacionados às despesas com mão de obra. Os materiais de construção ficaram 0,92% mais caros no mês, maior variação registrada em 2026. Em maio, essa parcela havia avançado 0,53%, enquanto em junho do ano passado a alta havia sido de 0,41%. Entre janeiro e junho, os preços dos materiais acumularam crescimento de 3,39%. Considerando os últimos 12 meses, a elevação alcançou 5,54%. A continuidade dos reajustes nos insumos pode afetar o planejamento financeiro de construtoras, incorporadoras e empresas responsáveis por obras de infraestrutura. Dependendo dos contratos firmados, parte dessa pressão também pode ser incorporada ao preço final dos empreendimentos. Acordos coletivos elevam custo da mão de obra A mão de obra apresentou alta ainda mais expressiva, de 1,55%, também a maior taxa observada no ano. O resultado foi influenciado por acordos e convenções coletivas firmados em diferentes estados. Em maio, os custos trabalhistas haviam aumentado apenas 0,14%. Na comparação com junho de 2025, quando a variação foi de 1,52%, o índice atual ficou 0,03 ponto percentual acima. No primeiro semestre, o custo da mão de obra acumulou crescimento de 5,96%, percentual superior ao registrado pelos materiais. Em 12 meses, a elevação chegou a 9,59%. Os dados mostram que, embora os insumos continuem pressionando os orçamentos, os reajustes salariais e demais custos trabalhistas tiveram participação relevante na aceleração do indicador em junho. Nordeste apresenta maior avanço regional Todas as regiões brasileiras registraram aumento no custo da construção durante o mês. O Nordeste apresentou a maior variação, com alta de 1,45%, influenciada principalmente pelos reajustes salariais ocorridos no Ceará e em Pernambuco. O Sudeste ficou na segunda posição, com crescimento de 1,33%. No Centro-Oeste, o aumento foi de 0,91%, enquanto o Sul registrou avanço de 0,86%. A menor variação regional foi observada no Norte, onde o custo da construção subiu 0,58%. Pernambuco lidera aumento entre os estados Entre as unidades da Federação, Pernambuco registrou o maior crescimento mensal, de 2,98%. O resultado foi provocado pela combinação entre reajustes da mão de obra, definidos em acordo coletivo, e aumento nos preços dos materiais. Rondônia apresentou a segunda maior variação do país, com alta de 2,63%. Em seguida apareceram Ceará, com 2,52%, e São Paulo, com avanço de 2,34%. Os resultados estaduais reforçam o peso dos reajustes profissionais e das diferenças regionais no comportamento do custo da construção. Estados que tiveram negociações coletivas no período apresentaram variações significativamente superiores à média nacional. Indicador orienta obras públicas e privadas Criado em 1969, o Sinapi acompanha os preços de materiais, serviços e mão de obra empregados na construção civil em todo o país. O indicador é utilizado como referência para a elaboração, análise e acompanhamento de orçamentos de obras públicas e privadas. Seus resultados também ajudam empresas e órgãos públicos a avaliar reajustes contratuais e mudanças nos custos dos projetos. A divulgação do Sinapi referente a julho de 2026 está prevista para 11 de agosto.

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Hoje celebramos a vida de Empresário Ibaneis Rocha.

Ao longo de sua trajetória, Governador Ibaneis Rocha ,construiu uma história de atuação na vida pública, dedicando-se à gestão do Distrito Federal e ao desenvolvimento de Brasília, sempre presente em importantes decisões e iniciativas voltadas à população. A ASBRACO deseja um feliz aniversário, com muita saúde, sabedoria, prosperidade e novas realizações. Que este novo ciclo seja marcado por conquistas, alegrias e pela continuidade de seu compromisso com Brasília e com o Distrito Federal. Parabéns, Governador Ibaneis Rocha! ASBRACO – Associação Brasiliense de Construtores

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Palavra do Presidente |

A inflação da construção civil acende um sinal de atenção para todo o setor. A alta dos materiais, o aumento dos custos das obras e o impacto sobre os imóveis na planta exigem planejamento, eficiência e inovação por parte das empresas. Em um cenário de juros elevados e pressão sobre o orçamento das famílias, a construção civil precisa seguir atuando com responsabilidade, previsibilidade e capacidade de adaptação. Mais do que enfrentar custos, o desafio é preservar o ritmo das obras, fortalecer a cadeia produtiva e garantir que o setor continue cumprindo seu papel no desenvolvimento econômico e social do país. Planejar melhor, inovar nos processos e buscar eficiência são caminhos essenciais para manter a construção civil forte e preparada para os próximos desafios. ASBRACO — Associação Brasiliense de Construtores #ASBRACO #PalavraDoPresidente #ConstruçãoCivil #MercadoImobiliário #INCC #SetorProdutivo #Brasília #Desenvolvimento #Engenharia #construçãocivildf23 min

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Alta dos custos da construção acende alerta para preço dos imóveis na planta

Pressão sobre materiais, juros elevados e reajuste pelo INCC podem encarecer obras, reduzir margens das construtoras e dificultar a compra da casa própria A nova rodada de alta nos custos da construção civil voltou a preocupar o mercado imobiliário brasileiro. Depois de um período em que o setor esperava uma trajetória mais controlada para os preços dos insumos, a escalada de materiais básicos reacendeu o alerta entre construtoras, incorporadoras e compradores de imóveis na planta. O principal ponto de atenção está no avanço do Índice Nacional de Custo da Construção, o INCC, usado como referência para acompanhar a variação dos custos de materiais, serviços e mão de obra no setor. Segundo a Fundação Getulio Vargas, o INCC é um dos principais indicadores para medir a evolução dos preços da construção residencial no País. Em junho, o INCC-M acumulava alta de 6,71% em 12 meses, após variações mensais de 1,04% em abril, 0,77% em maio e 0,85% em junho. A pressão ocorre em um momento delicado. O mercado imobiliário já convive com juros altos, crédito mais caro e maior dificuldade de financiamento para famílias de renda média. Agora, com materiais como aço, cimento, concreto, tubos, conexões e argamassas mais caros, o custo das obras tende a ficar acima do previsto nos orçamentos elaborados pelas empresas. Para as construtoras, o impacto depende do estágio de cada empreendimento. Obras mais avançadas e unidades já vendidas tendem a ter menor exposição à alta repentina dos insumos. Já projetos em fase inicial ou com orçamento calculado em cenário de inflação mais baixa podem sofrer maior pressão nas margens. O efeito também chega ao consumidor. Nos imóveis comprados na planta, as parcelas normalmente são corrigidas pelo INCC durante o período de construção. Quando o índice sobe acima da inflação geral, o comprador sente o reajuste no bolso, especialmente em um ambiente de renda pressionada e financiamento mais restritivo. Esse descolamento entre a inflação geral da economia e a inflação específica da construção é considerado um dos maiores desafios do momento. Em condições ideais, os custos do setor deveriam caminhar próximos aos índices que corrigem salários e renda. Quando a construção sobe mais rápido, a capacidade de pagamento das famílias fica mais apertada. A situação preocupa principalmente a classe média, faixa que já vinha apresentando maior dificuldade para comprar imóveis novos por causa dos juros elevados. No maior mercado imobiliário do País, São Paulo, dados do Secovi-SP indicaram comercialização de 9.588 unidades residenciais novas em abril de 2026, com forte participação dos imóveis compactos nas vendas e nos lançamentos. Apesar do alerta, especialistas do setor avaliam que o cenário ainda não representa uma crise generalizada. O aumento dos custos exige acompanhamento, revisão de orçamentos e maior eficiência na gestão das obras, mas não necessariamente indica paralisação ou atraso em larga escala. O problema é mais sensível nos empreendimentos voltados ao Minha Casa, Minha Vida. Como os valores dos imóveis enquadrados no programa seguem limites previamente definidos, a possibilidade de repasse integral dos custos é menor. Com isso, a alta dos insumos pode reduzir ainda mais a margem das empresas que atuam nesse segmento. Diante desse cenário, construtoras buscam alternativas para reduzir perdas. Entre as saídas estão a renegociação com fornecedores, compras em maior escala, revisão de métodos construtivos, industrialização de processos e uso de tecnologia para melhorar previsibilidade de prazos e custos. A inteligência artificial também começa a aparecer como ferramenta de apoio à construção. Plataformas digitais já prometem auxiliar na cotação de materiais, planejamento de obras e redução de desperdícios, buscando entregar projetos com maior controle financeiro. Mesmo assim, o setor ainda enfrenta uma limitação estrutural: a concentração de fornecedores em alguns insumos básicos. Em produtos como aço, concreto e tubos, há pouca margem para substituição, o que reduz o poder de negociação das empresas quando os preços sobem. A avaliação predominante é que 2026 será um ano de atenção redobrada para o setor. A construção civil segue com demanda relevante, especialmente nos segmentos de moradia e infraestrutura urbana, mas o aumento dos custos exige cautela. Para as empresas, o desafio será preservar margens sem travar vendas. Para o consumidor, será acompanhar de perto o impacto do INCC antes de assumir um compromisso de longo prazo. No fim, a alta da inflação da construção mostra que o preço final do imóvel não depende apenas da demanda ou da localização. O custo dos materiais, a disponibilidade de fornecedores, os juros e a capacidade de pagamento das famílias passam a pesar cada vez mais na decisão de construir, vender e comprar.

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“Quando a confiança entra em colapso.”

Mais do que o resultado de uma eleição, o que está em jogo é a credibilidade de um sistema que deveria ser exemplo de transparência, imparcialidade e respeito aos seus associados. Quando surgem dúvidas sobre a condução do processo, o verdadeiro derrotado não é um candidato, mas a confiança de toda uma categoria. É preocupante que uma instituição responsável pela guarda de dados pessoais e obrigada a cumprir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) seja alvo de questionamentos relacionados ao tratamento dessas informações durante um processo eleitoral. O debate não pode ser reduzido a vencedores e vencidos. A questão central é saber se todos concorreram em condições de igualdade e se as regras foram efetivamente respeitadas. Durante o processo eleitoral, diversos associados encaminharam relatos, mensagens e registros questionando o disparo de mensagens automatizadas no próprio dia da votação. Esses relatos merecem apuração séria e imparcial pelos órgãos competentes, pois a transparência é indispensável para preservar a legitimidade de qualquer eleição. Também foram relatados episódios de ataques a entidades parceiras e de condutas consideradas incompatíveis com o ambiente democrático. Caso confirmados, esses fatos representam um grave desrespeito ao processo eleitoral e às instituições envolvidas. Independentemente do resultado das urnas, começa agora o verdadeiro papel da sociedade: fiscalizar. Cabe aos profissionais, associados e entidades acompanhar os atos da gestão, documentar eventuais irregularidades e encaminhar denúncias às autoridades competentes sempre que houver indícios de ilegalidade. Instituições fortes não temem a fiscalização; ao contrário, fortalecem-se por meio dela. Transparência, prestação de contas e respeito à legalidade não são favores, mas deveres de qualquer gestão. A pergunta que permanece é simples e necessária: quando a confiança é colocada em dúvida, quem realmente vence uma eleição? A resposta depende da transparência, da investigação dos fatos e do compromisso inegociável com a legalidade.

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Setor aquecido aumenta cobrança por cumprimento de prazos na construção civil

Com o mercado imobiliário em expansão, a decisão de compra de um imóvel passou a envolver mais do que localização, metragem, projeto arquitetônico ou condições de pagamento. Para compradores e investidores, o histórico de entrega das construtoras tem se tornado um dos principais critérios de avaliação antes da assinatura do contrato. O movimento acompanha o bom desempenho da construção civil nos últimos meses. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, o setor cresceu 2,9% no primeiro trimestre de 2026, impulsionado pelo volume de lançamentos imobiliários e por investimentos em infraestrutura. A entidade também aponta que, em 2025, os lançamentos chegaram a 471.769 unidades, enquanto as vendas alcançaram 433.681 unidades comercializadas. Esse cenário positivo, no entanto, também amplia a responsabilidade das empresas. Em um mercado mais competitivo e com consumidores mais atentos, cumprir o cronograma deixou de ser apenas uma obrigação contratual e passou a representar credibilidade, organização e capacidade de gestão. Para quem compra imóvel na planta, o prazo de entrega interfere diretamente no planejamento familiar e financeiro. Mudanças, contratos de aluguel, financiamento, venda de outro imóvel e até investimentos futuros dependem da previsibilidade da obra. Quando há atraso, o impacto pode ultrapassar o campo econômico e atingir a confiança do cliente na empresa responsável pelo empreendimento. Especialistas do setor avaliam que a escolha de uma construtora deve considerar não apenas o preço ou o padrão do empreendimento, mas também a reputação da empresa, sua experiência em obras anteriores, a comunicação com os clientes e a transparência durante todas as etapas do projeto. A alta nos custos, os juros elevados e a necessidade de mão de obra qualificada seguem como desafios para a construção civil. Ainda assim, as projeções para 2026 indicam continuidade do crescimento, embora em ritmo moderado. Estudo citado pelo SindusCon-SP, com base em análise da FGV Ibre, estima avanço de 2,7% no PIB da construção neste ano. Nesse ambiente, empresas que conseguem aliar qualidade, planejamento e entrega dentro do prazo tendem a ganhar vantagem competitiva. Mais do que vender unidades, o mercado passa a valorizar construtoras capazes de entregar segurança ao comprador. Com a expansão do setor, a pontualidade se consolida como um indicador de confiança. Para o consumidor, olhar o histórico de entregas é uma forma de reduzir riscos. Para as construtoras, cumprir prazos é uma estratégia essencial para fortalecer a marca e manter espaço em um mercado cada vez mais exigente.

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