Horário de Funcionamento

Author name: Assessoria de Comunicação Asbraco

Edifícios contra o clima: como a construção civil precisa se reinventar diante do aquecimento global

Relatório internacional revela que adaptação das edificações é urgente; no Brasil, habitações populares já apresentam sinais de defasagem térmica O aquecimento global não ameaça apenas ecossistemas naturais e safras agrícolas. Ele já bate à porta — literalmente — de casas, escritórios e edifícios ao redor do mundo. Um relatório internacional recente, produzido por especialistas do setor de construção e meio ambiente, joga luz sobre um problema que ainda recebe pouca atenção: a necessidade urgente de adaptar as edificações aos efeitos das mudanças climáticas. O documento parte de um dado alarmante. As projeções mais severas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) indicam que a temperatura média do planeta pode subir até 4,4°C até o final deste século. Quanto maior esse salto térmico, mais frequentes e intensos serão os eventos climáticos extremos — e mais vulneráveis ficarão as construções que abrigam bilhões de pessoas. Danos visíveis e invisíveis Enchentes, deslizamentos e incêndios são os exemplos mais evidentes de como o clima pode destruir edificações. Porém, o relatório chama atenção para impactos menos óbvios, classificados como “silenciosos, mas transformacionais”. O aumento constante das temperaturas eleva drasticamente o consumo de energia para refrigeração e compromete o conforto de quem ocupa esses espaços. Chuvas mais intensas desafiam a capacidade de drenagem dos edifícios e podem comprometer suas estruturas ao longo do tempo. Ventos mais fortes exigem revisões nas premissas de projeto estrutural. E a escassez hídrica crescente pode tornar regiões inteiras inadequadas para ocupação humana. O cenário norte-americano ilustra a gravidade do problema. Somente em 2020, mais de seis milhões de propriedades nos Estados Unidos foram atingidas por granizo, gerando prejuízos bilionários. Em Los Angeles, os incêndios de 2025 afetaram milhares de estruturas, com estimativas de perdas que podem ultrapassar a casa das centenas de bilhões de dólares. Não por acaso, o custo dos seguros imobiliários é, atualmente, a despesa que mais cresce para proprietários de edifícios naquele país — com alta de 88% nos prêmios comerciais em apenas cinco anos. Uma janela de oportunidade para países emergentes Um dado do relatório merece atenção especial do setor construtivo brasileiro: em mercados emergentes, cerca de 70% das edificações existentes hoje não estarão mais de pé em 2050. Isso significa que a maior parte do estoque construído será renovada nas próximas décadas — uma oportunidade concreta para incorporar soluções de resiliência climática desde a fase de projeto. Em contrapartida, nos mercados desenvolvidos, 80% dos edifícios atuais ainda estarão em uso, o que torna o retrofit uma necessidade incontornável. Entre as alternativas já disponíveis, o estudo destaca pavimentos permeáveis e jardins de chuva para lidar com o excesso de precipitação, telhados verdes que retêm água e retardam o escoamento, sistemas de envoltório térmico e vidros com controle solar para enfrentar temperaturas mais altas, além de barreiras contra inundação e persianas resistentes a tempestades para situações de ventos extremos. São tecnologias que, segundo o relatório, nasceram como soluções de nicho, mas vêm ganhando aceitação comercial crescente. O documento ainda reforça um paradoxo importante: os próprios edifícios contribuem para agravar o problema que os ameaça, ao intensificar o efeito de ilhas de calor urbanas. Adaptar o que já existe e repensar o que será construído são tarefas simultâneas e igualmente urgentes. Minha Casa, Minha Vida: conforto com prazo de validade? No Brasil, uma pesquisa acadêmica recente lança um alerta específico sobre a habitação popular. A arquiteta Beatriz Mélo, em seu trabalho de conclusão na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, simulou o desempenho térmico de apartamentos típicos do programa Minha Casa, Minha Vida em São Paulo — unidades de 32 metros quadrados com dois quartos — sob os cenários futuros de aquecimento projetados pelo IPCC. Os resultados são preocupantes. Hoje, os quartos dessas unidades podem ser considerados termicamente confortáveis em 85% do tempo. Em 2050, esse índice cairia para 82%. Mas em 2090, despencaria para apenas 67%. A situação da sala é ainda mais crítica: o conforto térmico atual de 62% do tempo recuaria para 30% em meados do século e chegaria a míseros 12,5% ao final dele. A pesquisadora aponta causas estruturais para esse cenário, como as dimensões reduzidas das unidades e a ausência de ventilação cruzada. Em apartamentos com varandas fechadas com vidro — prática comum entre os moradores — a situação tende a ser ainda pior. A conclusão é provocadora: esses imóveis já nascem, nas palavras da autora, com uma espécie de “data de validade” embutida, quase como bens de consumo descartáveis. O próximo passo Especialistas do setor imobiliário projetam que investidores e proprietários passarão a dar cada vez mais peso à resiliência climática na hora de avaliar e precificar seus ativos. Avaliações de risco climático deverão se tornar componentes obrigatórios da análise imobiliária, não apenas para proteger investimentos, mas para garantir que os edifícios continuem cumprindo sua função mais básica: abrigar pessoas com segurança e conforto em um planeta que se aquece.

Edifícios contra o clima: como a construção civil precisa se reinventar diante do aquecimento global Read More »

Governo prepara novo leilão do Aeroporto de Brasília com pacote de 10 terminais regionais

O Governo chegou a um acordo para colocar em leilão a concessão do Aeroporto de Brasília ainda este ano, em um pacote com outros dez terminais menores. A medida foi autorizada pelo Tribunal de Contas da União após um acordo entre o governo, a atual concessionária e órgãos reguladores para repactuar o contrato do terminal brasiliense. A nova concessão terá validade até 2037 e prevê investimentos significativos em infraestrutura aeroportuária. (Serviços e Informações do Brasil) O Governo Federal aprovou um acordo para realizar um novo leilão do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek, que deverá ocorrer ainda este ano. A concessão será ofertada em um bloco que inclui também dez aeroportos regionais, com o objetivo de ampliar investimentos e fortalecer a conectividade aérea em diferentes regiões do país. (Passageiro de Primeira) Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a empresa vencedora do leilão deverá investir cerca de R$ 1,2 bilhão no aeroporto de Brasília ao longo do período de concessão. Entre as melhorias previstas estão a construção de um novo terminal internacional, um edifício-garagem, novas vias de acesso e a modernização de equipamentos de segurança e inspeção de passageiros e bagagens. (Serviços e Informações do Brasil) Além do principal terminal da capital, a concessionária também assumirá a administração de dez aeroportos regionais, em estados do Centro-Oeste, além de unidades no Paraná e na Bahia. A proposta faz parte do programa federal que busca fortalecer aeroportos menores ao vinculá-los a concessões maiores, garantindo investimentos e melhoria na operação desses terminais. (Passageiro de Primeira) Atualmente, o aeroporto da capital federal é administrado pelo consórcio privado Inframerica, que deverá participar obrigatoriamente da nova disputa. Caso vença novamente o processo, continuará responsável pela gestão do terminal. (Passageiro de Primeira) Com o novo modelo, o governo espera aumentar a eficiência da gestão aeroportuária, ampliar a infraestrutura e melhorar a conectividade aérea em diversas regiões do Brasil, fortalecendo o papel estratégico de Brasília como um dos principais hubs de aviação do país. (Passageiro de Primeira)

Governo prepara novo leilão do Aeroporto de Brasília com pacote de 10 terminais regionais Read More »

Construção civil opera em compasso de espera, mas dados indicam estabilização

Setor registrou quase 29 mil obras iniciadas em janeiro e mais de 18 milhões de metros quadrados em atividade; juros altos seguem como principal obstáculo O setor da construção civil brasileiro atravessa um momento de cautela. Os primeiros meses de 2026 revelam um mercado em processo de acomodação — nem em queda livre, nem em recuperação plena — enquanto a taxa básica de juros em patamar elevado continua a frear novos investimentos e tornar o crédito inacessível para boa parte dos projetos. Os números, porém, mostram que a atividade não parou. Segundo levantamento da plataforma StartObras, desenvolvida pela Hoff Analytics em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT), foram registradas 28.972 obras iniciadas apenas em janeiro, distribuídas entre edificações residenciais, comerciais, galpões e reformas. No acumulado dos últimos 12 meses, somando obras residenciais e comerciais de todos os portes, o número ultrapassa 490 mil canteiros ativos no país. Além da quantidade, chama atenção a dimensão física dos projetos: somente em janeiro, as obras iniciadas totalizaram mais de 18 milhões de metros quadrados — um indicador que amplia a leitura do potencial econômico envolvido e ajuda a estimar a demanda por materiais, mão de obra e serviços. Expectativa de melhora gradual Paulo Engler, presidente-executivo da ABRAMAT, reconhece o momento delicado, mas vê sinais de virada. “Já observamos sinais de estabilização do faturamento, e a expectativa é que a queda gradual da Selic ao longo do ano contribua para uma recuperação progressiva da atividade”, afirmou. A entidade havia publicado, em março, um indicador que apontava para essa possível retomada ao longo do ano. O otimismo, no entanto, é temperado por fatores de risco: tensões geopolíticas com reflexos nos preços de commodities, pressões inflacionárias e um ambiente doméstico ainda marcado pelo crédito caro. Para projetos de maior porte, esses elementos seguem funcionando como travão. Dados viram vantagem competitiva Em meio a esse cenário, cresce a importância de decisões embasadas em informação qualificada. Empresas do setor passam a enxergar na análise estruturada de dados — como localização das obras, tipologia, metragem e estágio de execução — uma ferramenta para direcionar esforços comerciais com mais precisão. Para os especialistas da Hoff Analytics, o desafio não é a falta de dados, mas a transformação desse volume de informações em inteligência prática para o dia a dia dos negócios. Saber onde estão as obras e qual o seu potencial de consumo é cada vez mais determinante para quem precisa operar com orçamentos mais apertados. FEICON como termômetro É nesse contexto que a Feira Internacional da Indústria da Construção (FEICON) ganha relevância especial neste ano. O evento promete concentrar justamente as discussões sobre eficiência operacional, uso estratégico de dados e novos modelos de inteligência comercial — temas que saíram das margens do setor para ocupar o centro do debate, à medida que construtoras, fornecedores e prestadores de serviço buscam formas de crescer mesmo diante de um ambiente econômico ainda desafiador.

Construção civil opera em compasso de espera, mas dados indicam estabilização Read More »

Asbraco marca presença na inauguração do Cepi Uruçu no Riacho Fundo

O presidente da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), Afonso Assad, esteve presente nesta quarta-feira (1º) na cerimônia de inauguração do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Uruçu, localizado na QN 9 do Riacho Fundo 1, no Distrito Federal. A ocasião celebra não apenas um avanço expressivo para a comunidade local, mas também uma conquista direta de uma das empresas associadas à entidade: a Elshaday, responsável pela execução do empreendimento. A presença de Afonso Assad no evento reforça o compromisso da Asbraco em acompanhar e valorizar as entregas realizadas por suas associadas no Distrito Federal. “Ver a Elshaday concluir uma obra dessa magnitude, que transforma a realidade de tantas famílias do Riacho Fundo, é motivo de muito orgulho para toda a nossa associação. Este é exatamente o tipo de empreendimento que representa o compromisso das nossas empresas com a qualidade construtiva e com o desenvolvimento social do DF”, destacou o presidente Afonso Assad. O Cepi Uruçu é a primeira creche pública da história do Riacho Fundo 1 e foi construído com investimento superior a R$ 7,2 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Com capacidade para atender 188 crianças de até 5 anos em período integral, a unidade segue o padrão Proinfância Tipo 1 e conta com infraestrutura completa: dez salas de atividades, área recreativa, refeitório, solários, fraldários, lactário e sala de amamentação, entre outros espaços voltados ao pleno desenvolvimento na primeira infância. A cerimônia foi presidida pela governadora Celina Leão e contou com a participação da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Para a Asbraco, o momento evidencia como a atuação técnica e responsável de suas associadas contribui para a execução de obras públicas de alto impacto social — devolvendo à população serviços essenciais e promovendo transformação concreta no cotidiano das comunidades do Distrito Federal.

Asbraco marca presença na inauguração do Cepi Uruçu no Riacho Fundo Read More »

Jornada de 40 horas pode encarecer construção civil em R$ 20 bilhões ao ano, aponta estudo

Levantamento da CBIC projeta três cenários para o setor e alerta para riscos ao déficit habitacional e à habitação popular Brasília, 23 de março de 2026 A proposta de reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais — associada ao fim da escala 6×1 — pode gerar uma pressão adicional de até R$ 20,3 bilhões por ano nos custos da construção civil brasileira. Os números são de um estudo inédito divulgado nesta sexta-feira pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), elaborado com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2024. A pesquisa, desenvolvida pela economista-chefe da entidade, Ieda Vasconcelos, aponta que a mudança tornaria a hora trabalhada 10% mais cara, elevando a remuneração média de R$ 15,01 para R$ 16,51. CBIC O efeito mais severo seria sentido pelas micro e pequenas empresas, que representam a esmagadora maioria do setor. Três caminhos, todos custosos Para compensar a perda de aproximadamente 600 mil horas de trabalho anuais decorrente da redução da jornada, o estudo mapeia três possíveis cenários. Acessa O primeiro é simplesmente desacelerar. Sem reposição das horas perdidas, o ritmo das obras cairia, projetos em andamento seriam atrasados e a oferta de imóveis, reduzida — agravando um déficit habitacional que já preocupa o país. A segunda saída seria contratar novos trabalhadores. Para manter o volume atual de produção, o setor precisaria admitir 288 mil profissionais, sendo 111 mil na construção de edifícios, 98 mil em serviços especializados e 79 mil em obras de infraestrutura, com custo adicional estimado em R$ 13,5 bilhões anuais. Conexão Política Já o terceiro caminho passa pelas horas extras. Com o adicional legal de 50%, o custo extra chegaria a R$ 14,8 bilhões por ano, ou R$ 20,3 bilhões quando incluídos os encargos trabalhistas básicos, elevando o total da folha do setor para R$ 155,6 bilhões — acréscimo de 15% sobre o patamar atual. CNN Brasil Habitação popular na linha de fogo O impacto não seria uniforme. A CBIC aponta que os efeitos tendem a ser mais intensos na habitação popular, segmento em que a mão de obra responde por quase 60% do custo total das obras, o que pode pressionar preços e dificultar o acesso à casa própria, sobretudo para famílias de menor renda. Poder360 A preocupação ganha contornos ainda mais graves considerando o momento do setor. O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), da FGV, acumulou alta de 5,81% nos doze meses encerrados em janeiro de 2026, com a mão de obra subindo 8,93% — bem acima do IPCA, que registrou 4,44% no mesmo intervalo. CNN Brasil Setor pede debate técnico Renato Correia, presidente da CBIC, criticou o que chamou de discussão precipitada. Para ele, o tema precisa ser avaliado com base em dados confiáveis e levar em conta questões estruturais, como a baixa produtividade do trabalhador brasileiro e a já existente dificuldade de contratação em diversas regiões do país. CBIC A posição do setor produtivo contrasta com a do governo. O ministro do Trabalho defende que a jornada de 40 horas é viável e que os impactos financeiros já foram parcialmente absorvidos ao longo dos anos, argumentando ainda que trabalhadores menos exaustos tendem a ser mais produtivos e engajados. CBIC Efeito em cadeia pela economia O debate vai além da construção. Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a redução da jornada pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com trabalhadores formais em toda a economia brasileira, representando acréscimo de até 7% na folha de pagamentos. Seu Dinheiro Em um universo de 32 setores analisados pela CNI, a construção civil lidera em impacto proporcional, com projeção de alta de 13,2% nos custos. São Paulo registraria o maior impacto em valores absolutos, com estimativa de R$ 95,83 bilhões em custos adicionais para empresas do estado.

Jornada de 40 horas pode encarecer construção civil em R$ 20 bilhões ao ano, aponta estudo Read More »

🚨É HOJE ! 🚨  A Reforma Tributária já é realidade, mas o que ela muda de verdade ?

Colocaremos tudo na mesa: Imposto de Renda, Lucro Presumido e Patrimônio, com a clareza e profundidade que você precisa para tomar decisões. Confira a programação imperdível, 18 de março (Quarta-feira): 16h | O Impacto da Reforma Tributária: Os especialistas da CLRD respondem às principais dúvidas do setor de forma direta e estratégica. 17h | Reunião de Diretoria da ASBRACO: A tarde segue com as discussões e pautas fundamentais para a nossa diretoria. 📍 Onde: Edifício Salvador Aversa — SIA, Trecho 04, Lote 2000. Não fique de fora das discussões que vão ditar o ritmo da construção civil neste ano!

🚨É HOJE ! 🚨  A Reforma Tributária já é realidade, mas o que ela muda de verdade ? Read More »

COMUNICADO OFICIAL – EVENTO ASBRACO | DIA 18

A ASSOCIAÇÃO BRASILIENSE DE CONSTRUTORES — ASBRACOtem a honra de convidar Vossa Senhoria para participar da seguinte programação institucional: PALESTRA — 16h CLRD | Especialistas em Tributação Tema: Reforma Tributária: Atualizações, Impactos e Perspectivas para a Construção Civil A palestra abordará as principais mudanças decorrentes da Reforma Tributária, analisando seus impactos e perspectivas para o setor da construção civil, com enfoque em temas como Imposto de Renda, Patrimônio e Lucro Presumido, destacando os reflexos mais relevantes para empresas e profissionais da área. REUNIÃO DE DIRETORIA — 17h Com a presença honrosa doSr. Nelson Antônio de SouzaPresidente do Banco de Brasília — BRB 📅 Data: 18 de março de 2026 (quarta-feira)📍 Local: SIA, Trecho 04, Lote 2000Edifício Salvador Aversa — Cobertura 📍 Acesse a localização pelo QR Code Confirmação de presença:📞 (61) 99124-9250 | (61) 3361-6595 A sua presença será uma honra para todos nós. Sandra BarbosaAssessoria Institucional | ASBRACO

COMUNICADO OFICIAL – EVENTO ASBRACO | DIA 18 Read More »

Empresas associadas ao ASBRACO têm 50% de desconto no ENIC 2026

Se a sua empresa é associada ao ASBRACO, o Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) é a oportunidade ideal para ampliar conexões, fortalecer a atuação institucional e acompanhar de perto as principais transformações do setor. Promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção, o ENIC 2026 é o maior encontro da indústria da construção brasileira e reúne lideranças, empresários, especialistas e autoridades para debater inovação, mercado, políticas públicas e o futuro da construção no país. Garanta a participação da sua empresa com condições exclusivas para associados. 🔗 Acesse o link e faça sua inscrição: https://link.cbic.org.br/gonZ

Empresas associadas ao ASBRACO têm 50% de desconto no ENIC 2026 Read More »

Déficit de trabalhadores especializados ameaça crescimento de setores estratégicos no Brasil

Energia e construção civil são os segmentos mais afetados pela carência de profissionais capacitados, segundo o comando da maior siderúrgica do país O Brasil enfrenta um gargalo silencioso que pode comprometer o ritmo de expansão de setores fundamentais para a economia nacional: a falta de mão de obra qualificada. O alerta foi dado por Gustavo Werneck, presidente-executivo da Gerdau, durante o fórum Rumos 2026, realizado nesta segunda-feira (2) em São Paulo e promovido pelo Valor Econômico. Para o executivo, a escassez de profissionais capacitados já se traduz em perdas concretas para as empresas. “Muitas vezes não conseguimos aprovar investimentos que recuperem o capital”, declarou Werneck, sinalizando que o problema vai além da contratação — ele impede que projetos saiam do papel mesmo quando há demanda no mercado. Os setores de energia e construção civil foram apontados como os mais vulneráveis a esse cenário. Ambos vivem um momento de forte aquecimento no país, impulsionados pela transição energética e pelo crescimento do crédito imobiliário, mas dependem de uma base técnica que o mercado de trabalho ainda não consegue suprir em volume suficiente. Tecnologia como questão de sobrevivência Além do desafio humano, Werneck colocou a transformação digital no centro do debate sobre competitividade. Para ele, o uso de inteligência artificial deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica de existência no mercado corporativo. “Virou uma questão de sobrevivência”, afirmou. A declaração reflete uma mudança de postura no setor industrial brasileiro, que por anos tratou a digitalização como investimento opcional. Agora, com margens pressionadas e concorrência global acirrada, empresas como a Gerdau passam a encarar a automação e a IA como ferramentas essenciais para ganhar produtividade e manter a sustentabilidade dos negócios. Um diagnóstico que vai além da siderurgia Embora a fala parta do líder de uma das maiores siderúrgicas do mundo, o diagnóstico ressoa em toda a cadeia produtiva brasileira. A combinação entre demanda aquecida, escassez de talentos e pressão por modernização tecnológica traça um retrato desafiador para o empresariado nacional em 2026 — e coloca na pauta a urgência de políticas públicas e investimentos privados voltados à formação profissional. Matéria elaborada com base em declarações públicas do CEO da Gerdau no evento Rumos 2026.

Déficit de trabalhadores especializados ameaça crescimento de setores estratégicos no Brasil Read More »