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Author name: Assessoria de Comunicação Asbraco

Setor produtivo do DF destaca relevância do BRB para fomento a projetos de infraestrutura e habitação

Em nota, entidades ressaltam importância do banco para realização do sonho da casa própria Entidades da indústria da construção civil e do mercado imobiliário do Distrito Federal emitiram nesta quarta-feira (28/1) nota pública manifestando apoio institucional ao Banco de Brasília. O documento ressalta a importância da instituição financeira, patrimônio do DF, para o setor produtivo local e para o fomento de políticas públicas habitacionais. Registra, ainda, confiança nos trabalhos de investigação séria, isenta e responsável, em meio ao grande fluxo de informações, muitas delas desencontradas. Assinam a nota o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF) e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco). A construção civil é responsável por 54% do PIB industrial do DF. “É nosso dever ressaltar o papel estratégico que esta instituição financeira desempenha como vetor de desenvolvimento”, diz a nota, ressaltando que o BRB figura entre os mais bem avaliados no país, fomentando projetos produtivos e de infraestrutura, além de garantir acesso ao crédito. “Sua presença contribui diretamente para a continuidade de investimentos que alavancam o ecossistema local”, acrescenta o documento. Para as entidades do setor produtivo, o BRB é o principal parceiro nas políticas de moradia, liderando com 62,8% de participação no mercado. A nota destaca, ainda, dados que mostram o banco na quinta posição no ranking nacional de financiamentos. “O banco é a força motriz que viabiliza o sonho da casa própria”. As entidades creem na capacidade da diretoria do banco para superar desafios momentâneos, mantendo o crescimento sustentável junto ao Governo Distrital. Segundo as signatárias do documento, preservar a imagem dessa estrutura importa à comunidade brasiliense. Elas esperam que a trajetória de modernização continue gerando resultados positivos para Brasília e o DF como um todo. “Estamos certos de que o progresso do BRB seguirá impulsionando nossa capital”, enfatiza a nota.

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Construção Civil inicia 2026 em alta: Confiança atinge maior nível em 10 meses

O setor da construção civil brasileira abriu o ano de 2026 com um fôlego renovado. Após encerrar o ano passado em trajetória de queda, o Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo FGV Ibre, registrou uma alta de 2,8 pontos em janeiro, atingindo a marca de 94,0 pontos. Este é o patamar mais elevado desde março de 2025, sinalizando uma retomada de otimismo entre os empresários do setor. Os Motores da Recuperação A melhora no sentimento do setor não é por acaso. Segundo o relatório da FGV, o crescimento foi impulsionado por uma combinação de fatores macroeconômicos e políticas habitacionais: “Tudo indica que o setor está reagindo a um cenário de maior previsibilidade e estímulos diretos”, afirma Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção do FGV Ibre. Radiografia dos Indicadores A alta de janeiro foi equilibrada, com avanços tanto na percepção do momento atual quanto nas projeções para o futuro próximo. Confira os detalhes técnicos na tabela abaixo: Indicador Pontuação (Jan/26) Variação (Pontos) Destaque ICST (Geral) 94,0 +2,8 Maior nível em 10 meses Situação Atual (ISA-CST) 93,4 +2,4 Volume de contratos cresceu 3,6 pts Expectativas (IE-CST) 94,6 +3,0 Demanda prevista saltou 5,1 pts O otimismo mais acentuado aparece no Índice de Expectativas (IE-CST), puxado pela forte demanda prevista para o próximo trimestre, o que sugere que as empresas estão se preparando para um aumento real no volume de obras. O Gargalo da Mão de Obra Apesar dos números positivos, o setor ainda enfrenta um “freio de mão” conhecido: a escassez de trabalhadores qualificados. Ana Maria Castelo alerta que esse problema não deve dar trégua ao longo do ano. Curiosamente, o Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da construção caiu 1,1 ponto percentual, fechando em 77,4%. Essa queda, que também atingiu o uso de máquinas e equipamentos, pode indicar que, embora haja otimismo e novos contratos, a execução física das obras ainda esbarra em limitações operacionais e na dificuldade de contratação imediata. O que esperar? O primeiro trimestre será o “teste de fogo” para validar se essa confiança se traduzirá em canteiros de obras mais movimentados ou se o custo e a falta de mão de obra limitarão o potencial de crescimento do PIB setorial em 2026.

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Eficiência blindada: Construção aposta em reformas e tecnologia para driblar juros em 2026

Setor busca na profissionalização e no mercado de franquias a saída para manter a atividade aquecida enquanto o crédito imobiliário permanece restrito. O ano de 2026 começa sob o signo da prudência para a construção civil brasileira. Se nos anos anteriores o “boom” imobiliário foi o protagonista, o cenário atual exige uma mudança de estratégia. Pressionado por uma taxa Selic que ainda encarece o crédito e limita novos lançamentos, o setor encontra fôlego em um nicho que exige menos capital intensivo e entrega resultados mais rápidos: as reformas e a manutenção de imóveis. A palavra de ordem nos canteiros de obra mudou. Sai a “expansão a todo custo” e entra a eficiência operacional. Com o dinheiro mais caro, o desperdício tornou-se o inimigo número um de construtoras e famílias que decidem renovar o lar. O paradoxo do crédito e a inflação da obra O cenário macroeconômico impõe desafios claros. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta os juros elevados como o principal freio de mão puxado para 2026. No entanto, o horizonte não é de estagnação, mas de ajuste. Existem dois fatores que sustentam o otimismo moderado do setor: Contudo, quem constrói sente no bolso a pressão dos insumos. O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo IBGE, encerrou 2025 com alta de 5,63%. Hoje, o custo médio nacional para se construir um metro quadrado beira os R$ 1.892,00, uma cifra que obriga o consumidor a fazer contas mais rigorosas. A ascensão do Franchising e a “Servitização” da obra Diante de custos altos e mão de obra escassa, o amadorismo perde espaço. É nesse vácuo que o modelo de franquias de construção ganha tração. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelam que o segmento de Casa e Construção cresceu mais de 8% nos últimos 12 meses, movimentando mais de R$ 20 bilhões. A lógica é simples: o consumidor prefere pagar por previsibilidade. A locação de equipamentos, por exemplo, surge como alternativa inteligente para evitar a compra de maquinário caro que ficará ocioso após a obra. “A expectativa é de um ano em que o consumidor e o profissional vão buscar mais planejamento, segurança e eficiência na execução. Quando cada dia de obra custa mais, ganhar produtividade e reduzir retrabalho vira o diferencial.” — Altino Cristofoletti Junior, fundador da Casa do Construtor. Tecnologia como redutor de custos Para 2026, a tendência é que a obra se torne cada vez mais “industrializada”. O mercado observa uma migração de métodos artesanais para processos mais técnicos, visando mitigar a falta de pedreiros qualificados e o custo dos materiais. As principais apostas para blindar o setor contra a crise incluem: O recado para 2026 é claro: o mercado imobiliário continuará forte, mas a rentabilidade migrará de quem apenas “levanta paredes” para quem oferece serviço, gestão e tecnologia. Em tempos de juros altos, a régua da qualidade subiu.

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Hoje é dia de celebrar a vida de quem cuida com tanta dedicação do Condomínio Salvador Aversa! 🎉

Parabéns, Flávia Santos! Que este novo ciclo traga ainda mais sucesso, saúde e realizações pessoais e profissionais. Agradecemos pelo seu empenho e profissionalismo. 👏🥂 Parabéns #FelizAniversário #ASBRACO #GestãoCondominial #Sucesso”

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Custo da construção registra alta em janeiro e pressiona primeira prévia da inflação de 2026

Impulsionado por reajustes salariais e alta no preço do cobre, INCC mais que dobra sua taxa de variação em relação a dezembro, sendo o principal destaque na aceleração do IGP-10. O ano de 2026 começou com sinal de alerta para o setor da construção civil. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,47% em janeiro, uma aceleração expressiva quando comparada à taxa de 0,22% observada em dezembro do ano passado. O avanço nos custos do setor foi determinante para a subida do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), divulgado nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). Enquanto o índice geral (IGP-10) avançou 0,29% no mês, revertendo a quase estabilidade do fim de 2025, foi dentro dos canteiros de obra que a pressão inflacionária se mostrou mais intensa, superando proporcionalmente as variações do varejo e do atacado. O peso da Mão de Obra A principal alavanca para a alta do INCC não veio dos materiais básicos como cimento ou aço, mas sim do custo humano. O grupo Mão de Obra saltou de uma variação de 0,28% em dezembro para 0,78% em janeiro. Segundo Matheus Dias, economista do FGV IBRE, esse movimento é característico do início de ano, mas veio com força. “A forte alta nos custos da construção em janeiro decorre dos reajustes salariais e dos acordos coletivos do setor”, explica o especialista. O impacto sazonal das negociações trabalhistas acaba sendo repassado diretamente para o custo do metro quadrado construído. O efeito do Cobre Além dos salários, os insumos também encareceram, embora em ritmo menor que a mão de obra. O grupo Materiais e Equipamentos acelerou de 0,18% para 0,26%. O destaque negativo ficou para a parte elétrica. Dias aponta que os condutores elétricos registraram um repasse significativo do aumento acumulado no preço do cobre, uma commodity que vem sofrendo oscilações no mercado internacional e impacta diretamente a cadeia de suprimentos da construção. Na contramão, o grupo de Serviços foi o único componente do INCC a apresentar alívio, recuando de 0,15% em dezembro para 0,09% em janeiro. Cenário Amplo: IGP-10 e outros índices A alta do INCC compõe um cenário de aceleração generalizada nos índices da FGV neste início de 2026: Apesar da aceleração mensal, o IGP-10 acumula uma deflação de 0,99% nos últimos 12 meses, desenhando um cenário ainda benigno no longo prazo, apesar das pressões pontuais de custo observadas neste início de ano. Resumo dos Indicadores (Janeiro/2026) Índice Variação Mensal Destaque INCC (Construção) +0,47% Forte alta em Mão de Obra (+0,78%) IPC (Consumidor) +0,39% Pressão de Educação e Vestuário IPA (Produtor) +0,24% Alta em Minério de Ferro e Etanol IGP-10 (Geral) +0,29% Aceleração frente a dez/25 (+0,04%)

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Parabéns Dr. Antônio Carlos!

Que o novo ciclo traga saúde, tranquilidade e um ano produtivo, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Que os desafios do próximo período sejam conduzidos com clareza e equilíbrio, e que possamos seguir avançando nas demandas da associação de forma responsável e organizada. Aproveite o dia ao lado das pessoas que são importantes para você e que seja um ano de boas oportunidades e decisões acertadas

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Custo da Construção Civil fecha 2025 com alta de 5,63%; Centro-Oeste registra maior acumulado do país

Dados do SINAPI apontam que a valorização da mão de obra foi o principal motor para o aumento do índice nacional. Região Centro-Oeste superou a média brasileira, acumulando alta de 6,27% no ano. O setor da construção civil encerrou o ano de 2025 com um avanço significativo nos custos. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou uma alta acumulada de 5,63% no último ano. O número representa uma aceleração em relação a 2024, superando em 1,65 ponto percentual o índice do ano anterior, que havia fechado em 3,98%. Apenas em dezembro de 2025, o índice variou 0,51%. Com esse resultado, o custo nacional da construção por metro quadrado alcançou a marca de R$ 1.891,63. Deste total, a parcela relativa aos materiais corresponde a R$ 1.078,39, enquanto a mão de obra passou a custar, em média, R$ 813,24 por metro quadrado. Mão de obra puxa a alta Ao analisar os componentes do índice, percebe-se uma disparidade entre o custo dos insumos e o da força de trabalho. Enquanto os materiais de construção tiveram uma variação acumulada de 4,20% em 2025, a mão de obra saltou 7,63%. De acordo com a gerência da pesquisa do Sinapi/IBGE, essa diferença acentuada de 2,73 pontos percentuais deve-se, em grande parte, a reajustes salariais e acordos coletivos firmados em estados com forte peso no setor, como Minas Gerais, que impactaram a média nacional especialmente na reta final do ano. Centro-Oeste lidera encarecimento no ano Para os construtores da nossa região, o cenário exige ainda mais atenção ao planejamento orçamentário. O Centro-Oeste foi a região que apresentou a maior alta acumulada do Brasil em 2025, registrando um aumento de 6,27% nos custos — bem acima da média nacional. Em contrapartida, a região Norte teve o menor acumulado (4,62%). No fechamento de dezembro, o custo do metro quadrado no Centro-Oeste ficou estabelecido em R$ 1.912,36, posicionando-se como o terceiro mais caro do país, atrás apenas do Sul (R$ 2.021,12) e Norte (R$ 1.943,65). Panorama Regional (Custo por m² em Dezembro/2025): O encerramento de 2025 reforça a tendência de valorização da mão de obra qualificada e a necessidade de as empresas do setor manterem um controle rigoroso sobre a gestão de custos para 2026, especialmente diante de um cenário onde a região Centro-Oeste desponta com a maior variação anual de custos do país.

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Confiança da Construção recua e fecha o ano de 2025 em queda

O paradoxo do mercado: enquanto canteiros de obras operam em alta capacidade, juros e falta de mão de obra derrubam o otimismo dos empresários para 2026. Por Redação 06 de janeiro de 2026 O ano de 2025 terminou com um gosto amargo para o planejamento estratégico das construtoras brasileiras. Dados divulgados recentemente pela Fundação Getulio Vargas (FGV) revelam que o Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou para 91,4 pontos em dezembro. Este número representa mais do que uma simples oscilação mensal; é o menor nível registrado desde maio de 2021, transportando o sentimento do setor de volta aos tempos de incerteza da pandemia. Se você atua na área, deve estar se perguntando: “Como a confiança caiu se vejo obras por todo lado?”. A resposta está em um descompasso entre a atividade atual e as expectativas futuras. O tripé que freou o otimismo Apesar dos investimentos em infraestrutura e do aquecimento provocado pelo programa Minha Casa, Minha Vida, o setor enfrentou uma “tempestade perfeita” de três fatores que impediram uma recuperação consistente da confiança ao longo do ano: Segundo a coordenação de Projetos da Construção do FGV IBRE, o setor passou 2025 inteiro sem conseguir engatar dois meses seguidos de melhora na confiança. A percepção dominante para 2026 é de que o mercado de trabalho continuará pressionado, mantendo o “sinal amarelo” ligado nos escritórios de engenharia. Juros altos: O inimigo do investimento Para economistas, a matemática é simples: juros altos funcionam como um freio de mão puxado. Carlos Eduardo Oliveira Júnior, do Conselho Regional de Economia de SP, alerta que o custo do dinheiro inibe o investimento. Sem crédito acessível, a demanda cai. E sem demanda garantida no horizonte, a confiança do empresário para iniciar novos empreendimentos despenca. O Lado Positivo: Máquinas a todo vapor Apesar do pessimismo quanto ao futuro, o presente mostra um setor resiliente e ativo. O dado positivo do relatório da FGV foi o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), que subiu para 78,5% em dezembro. O que isso significa na prática? Significa que as construtoras não estão paradas. Pelo contrário, estão usando intensamente seus equipamentos e equipes para entregar o que já foi vendido. O problema não é a falta de trabalho hoje, mas o medo de que o ambiente de negócios piore nos próximos meses. O que esperar de 2026? O cenário exige cautela e planejamento financeiro rigoroso. Com a previsão de continuidade na dificuldade de contratação e um cenário macroeconômico desafiador, as empresas que investirem em retenção de talentos e gestão eficiente de custos sairão na frente neste novo ciclo.

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Recesso – Férias Coletivas

Informamos que nos encontramos em férias coletivas no período de 23/12/2025 a 05/01/2026. Os trabalhos foram encerrados hoje, dia 23/12/2025, e serão retomados normalmente a partir do dia 06/01/2026. Agradecemos a compreensão e aproveitamos para desejar a todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo, com muita saúde, paz e realizações. Atenciosamente, Sandra BarbosaGerente Geral

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Novacap lança licitação para ampliar e recuperar calçadas em cinco regiões do DF

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) anunciou a abertura de uma licitação voltada à reconstrução e à implantação de calçadas em diferentes pontos do Distrito Federal. As intervenções estão previstas para as regiões do Park Way, Riacho Fundo, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). O certame será realizado na modalidade de pregão eletrônico, com julgamento pelo menor preço, e tem valor estimado em cerca de R$ 8,1 milhões. A sessão pública está marcada para o dia 5 de janeiro de 2026, às 14h, em ambiente virtual. Empresas interessadas poderão consultar o edital e seus anexos nas plataformas oficiais da Novacap e do sistema de licitações. De acordo com a estatal, o contrato prevê a execução de aproximadamente 31 mil metros quadrados de calçadas e cerca de 6 mil metros lineares de meios-fios. Além da construção e reconstrução dos passeios, os serviços incluem adequações de acessibilidade, correção de desníveis e pequenos ajustes no sistema de drenagem, sempre que identificada a necessidade. Segundo o diretor de Obras da Novacap, André Luiz Oliveira Vaz, a iniciativa busca padronizar e qualificar as rotas destinadas aos pedestres. “O objetivo é garantir mais segurança, conforto e acessibilidade, especialmente em áreas com grande circulação de pessoas. As calçadas precisam acompanhar o crescimento das cidades e receber manutenção contínua”, destacou. A definição dos trechos que receberão as melhorias será feita a partir das demandas encaminhadas pelas administrações regionais e pela própria comunidade. A ata de registro de preços terá validade de 12 meses, permitindo que as ordens de serviço sejam emitidas de forma gradual, conforme a disponibilidade orçamentária e as prioridades estabelecidas. Os projetos seguirão as diretrizes da norma técnica NBR 9050, que estabelece critérios de acessibilidade em espaços urbanos, incluindo a largura mínima de 1,20 metro para calçadas, assegurando condições adequadas de circulação para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Com a nova licitação, a Novacap reforça a estratégia de investir na mobilidade urbana e na melhoria da infraestrutura para pedestres em diferentes regiões do Distrito Federal.

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