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Arquivo de categoria: Notícia

Artigo: Apego ao lugar e conservação de recursos naturais

Dionyzio A. M. Klavdianos é engenheiro civil formado pela UnB, diretor técnico da Construtora Itebra, vice-presidente da área de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade da CBIC e 1º vice-presidente do Sinduscon-DF.

Quando passou no vestibular de psicologia, contextualizei minha filha Natália usando como exemplo a efetivação, naqueles dias, de um psicólogo no cargo de CEO da filial brasileira de um supermercado multinacional que, no mundo de hoje, não cabe mais a reserva de cargos e funções a especialidades predeterminadas.

Passados mais de seis anos, o título de sua tese de mestrado, Apego ao lugar e conservação de recursos naturais: o racionamento de água em questão, demonstra que eu não estava equivocado.

Num dia em que chovia bastante em Brasília, julguei mais conveniente estacionar longe do hospital. Afinal, munido que estava de blazer e guarda-chuva não teria dificuldades para chegar a tempo no exame pré-agendado. Ledo engano, as más condições de conservação da calçada do bairro mais nobre da cidade, agravada pelos efeitos do temporal que caia, certamente inviabilizaria o caminhar de qualquer idoso ou portador de algum tipo de dificuldade física.

Enquanto não chega o carro voador, já tem até protótipo, como mostrou o consultor Silvio Barros à plateia do projeto Líder, iniciativa do Codese-DF & Sebrae, a solução será ainda encontrar uma vaga em meio ao caos que é o estacionamento daquele hospital, ou então sentarem juntos construtor, assistente social, psicólogo, idoso, arquiteto, governo, como estimula o projeto Projetando lugares com Idosos: Rumo às comunidades amigas do envelhecimento, desenvolvido em conjunto pela UnB e demais universidades do Brasil e do mundo, partindo do pressuposto de que calçada não é meramente obra de infraestrutura, mas caminho e, para muitos, redenção.

Seis anos seguidos frequentando quase que diuturnamente o bandejão da UnB nos primórdios da década de 1980 e só nesta semana me dei conta que o acesso aos seus seis refeitórios dá-se exclusivamente através de rampas.

Acessibilidade numa época em que o tema não era notícia.

Já não há mais o leite fresco servido em copo de plástico, única reserva de proteína que nos era permitido a repetição, já que do bife, mesmo que detetive (frio e com nervos de aço), nos era proibido filar uma segunda poção. No lugar, além de água e suco, um alambique de café, coletado em rombudas canecas azuis de plástico, depois lavadas e prontas para reuso, coletivo e sustentável.

Universidade, seja pública ou privada, acessível e mobilizadora, sustentabilizando, calçada, caminho, redenção… fosse o poeta Anand Rao faria com estas palavras uma música, para depois nos cantar num dos auditórios do minhocão, até a chegada do mestre da aula das duas.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Retomar obras paradas é uma das ações que podem fomentar 1 milhão de empregos

Indiscutível a importância da Indústria da Construção para a recuperação da economia nacional tanto por sua alta capacidade de geração de empregos quanto de renda. A retomada das atuais obras paralisadas é uma das propostas defendidas pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) que podem representar a geração imediata de 1 milhão de empregos formais no país.

A retomada das construções, como mencionado pela colunista Miriam Leitão (O Globo), ativaria as contratações, provocando um efeito em cadeia na economia. “O desemprego cai, o consumo aumenta e os investimentos aceleram. A indústria de materiais de construção cresce, os serviços relacionados às obras também. Sem a retomada da construção civil, a recuperação não será completa”.

Atualmente o setor é responsável pelo emprego de quase 2 milhões de trabalhadores formais no País, após anos consecutivos de perdas de vagas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Temas estratégicos para a retomada do setor e o consequente desenvolvimento do País serão destaques no próximo Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que reunirá cerca de 2 mil participantes em torno de debates sobre questões relacionadas à inovação, sustentabilidade, infraestrutura, relações trabalhistas e negócios.

Promovido pela CBIC e realizado pelo Sinduscon-Rio, com a correalização da Ademi-RJ e do Seconci-Rio, o 91º Enic será realizado de 15 a 17 de maio, no Rio de Janeiro.

O evento reunirá empresários, executivos e profissionais da construção civil e da incorporação imobiliária, dirigentes dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo em âmbito nacional, estadual e municipal, além de arquitetos, especialistas brasileiros e internacionais, acadêmicos, estudantes e profissionais da imprensa.

As inscrições para o 91º Enic podem ser feitas no site do evento www.enic.org.br. Participe!

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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TST define que atividade principal de uma empresa pode ser terceirizada

Recente decisão do Tribunal Superior do Trabalho, com base na Reforma Trabalhista, definiu que a atividade principal de uma empresa pode ser terceirizada, conforme matéria publicada no O Estado de S.Paulo.

Dada a importância do tema e para sanar dúvidas ainda existentes sobre a maneira mais adequada de contratação dentre os diversos institutos – Terceirização, MEI, Contrato por Obra Certa -, que garantam segurança jurídica às empresas do setor, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) promoverá durante o 91º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), no Rio de Janeiro, um amplo debate sobre a temática.

A expectativa é de que o painel Formas de Contratação na Indústria da Construção, conte com a presença de ministro do TST para expor sobre o assunto, esclarecendo dúvidas, especialmente dos empresários do setor, e ampliando conhecimentos e experiências a todos os participantes.

“No Enic discutiremos as formas alternativas de contratação no setor. Falaremos sobre terceirização, a questão do MEI, contratação de autônomos, contrato por obra certa e outros. Além de continuar disseminando o nosso Guia Orientativo Contrate Certo, já usado em todo o país”, destaca o vice-presidente de área de Relações Trabalhistas da CBIC, Fernando Guedes.

O debate será no dia 17 de maio, das 11h30 às 13h, durante painel realizado conjuntamente pela Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) e pelo Conselho Jurídico (Conjur) da CBIC, com a correalização do Sesi Nacional.

Os interessados em participar dessa e outras importantes discussões já podem efetuar suas inscrições no site do evento.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Ministro da Economia apoia estratégia da construção para gerar empregos

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reiterou hoje (28) a importância da Indústria da Construção para a geração de empregos no Brasil e sinalizou o interesse do governo federal em adotar as medidas necessárias para estimular a atividade do setor. Durante encontro com a delegação da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Guedes reafirmou a necessidade da aprovação da reforma da previdência para criar as condições de recuperação da economia e a retomada do investimento no país. “Foi uma conversa muito importante e positiva. Nós temos defendido, e concordamos com o ministro que a aprovação da Reforma da Previdência é essencial para o resgate da confiança do empreendedor”, disse José Carlos Martins, presidente da CBIC. “O ministro demonstrou sensibilidade para a importância do nosso setor”, frisou. Acompanhado por dirigentes e empresários do setor, Martins entregou ao ministro o documento ‘Construção: 1 Milhão de Empregos Já’ com um conjunto de temas e propostas cuja adoção levará à rápida geração de ao menos um milhão de novos postos de trabalho.

Guedes demonstrou apoio à agenda do setor e informou que a liberação de recursos suficientes para a regularização dos desembolsos do programa Minha Casa, Minha Vida. Participaram do encontro os empresários e dirigentes Adalberto Kleber Valadão, vice-presidente administrativo; Élson Ribeiro e Póvoa, vice-presidente financeiro; Alex Dias, vice-presidente da Região Norte; Renato de Sousa, vice-presidente da Região Centro Oeste; Marco Antônio Corsini, vice-presidente da Região Sul; Carlos Henrique Passos, vice-presidente da área de Habitação de Interesse Social; Ilso José de Oliveira, presidente da área de Obras Industriais e Corporativas; Dionysio Klavdianos, vice-presidente da área de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade; André Baía, vice-presidente; Fabiano Zica, vice-presidente da CBIC.

O diálogo com o ministro tranquilizou os empresários, que deixaram o encontro reconhecendo o esforço do governo para recolocar o país na direção do desenvolvimento. Eles também endossaram a importância das reformas, que terá impacto positivo no ambiente de negócios nacional.

Para empresários, a agenda do governo converge com a da construção

“Foi uma reunião muito positiva, o ministro está muito preocupado com a reforma da Previdência, mas também com a economia do país. E o ponto principal: ele está do lado de quem está organizado. Quem produz, e está fazendo da forma correta, vai ter a oportunidade de cada vez crescer mais”, afirmou Marco Corsini ao sair do encontro. “Ficou clara a objetividade, a determinação e o desprendimento do ministro, no sentido de construir efetivamente um novo país”, comentou Ilso de Oliveira. “Saí muito bem impressionado porque vi um ministro preocupado com o Brasil. Preocupado com emprego e enxergando que, na realidade do nosso país, quem gera emprego, em sua grande maioria, é a construção civil”, afirmou Renato de Souza.

Para Fabiano Zica, o empresariado deve atender ao apelo do ministro e apoiar a aprovação da reforma da Previdência, olhando para o futuro do país. “Cada um tem que ter isso como prioridade pessoal. Para o setor é mais importante ainda, porque nós só vamos ter competitividade se conseguirmos que toda nossa atenção seja destravada a partir da trava do orçamento, que é o endividamento, a questão fiscal, que depende da reforma da previdência. O setor depende muito disso”, disse. “O ministro abriu a reunião mostrando sensibilidade com o Minha Casa, Minha Vida. Ele informou que autorizou a liberação de recursos para pagamento dos atrasados e mostrou empenho para que os recursos do Minha Casa Minha vida sejam de fato destinados ao programa”, destacou Carlos Henrique Passos.

O empresário André Baía destacou a convergência da pauta econômica apresentada pelo ministro da Economia com os temas estratégicos da construção civil. “A reunião foi excelente. Uma sinergia muito grande entre a pauta que nosso presidente trouxe e o ministro do país, o que vai gerar benefícios para a nação. A lógica do ministro é preservar o que está bom e colocar mais dinheiro onde está funcionando”, disse. “Me chamou a atenção o fato dele valorizar o pequeno, de valorizar muitos em detrimento de poucos”, afirmou Dionyzio Klavdianos. “Foi impressionante como as pautas são coincidente, isso mostra como a CBIC está muito antenada e alinhada com os interesses do país, defende o setor com legitimidade”, avaliou Alex Carvalho.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Setor da construção acumula saldo positivo de 14.275 vagas de empregos formais em janeiro

setor da construção acumulou em janeiro deste ano saldo positivo de 14.275 trabalhadores formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (28/02) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. No mês de referência, o País gerou 34.313 novas vagas.

Foram 121.822 admissões e 107.547 desligamentos no setor da construção, resultando em uma alta de 0,72% em relação ao mês anterior.

Apesar do saldo final positivo em janeiro de 2019, as regiões Norte e Nordeste amargaram resultados negativos, sendo compensadas pelas demais regiões.

“A recuperação do mercado de trabalho no setor da construção ainda é lenta diante das perdas de vagas verificadas nos últimos anos e não se mostra uniforme ao longo do país”, Luís Fernando Melo Mendes, economista da CBIC.

As Classes com melhores índices foram a Construção de Edifícios (5.828 postos), Montagem de Instalações Industriais e de Estruturas Metálicas (3.884 postos) e Obras de Acabamento (1.862 postos).

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Programas ocupacionais para micro e pequenas empresas

Entidades se reúnem e oferecem subsidio para regularização junto à legislação vigente com valores bastante acessíveis e bem abaixo do cobrado pelo mercado

Os programas ocupacionais são obrigatórios a todas micro e pequenas empresas, inclusive da construção civil. O Seconci-DF, entidade que representa o setor no Distrito Federal, em parceria com o SESI e o SEBRAE, oferece às MPEs um preço diferenciado para a realização do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional).

De acordo com a legislação trabalhista, toda empresa que possui funcionários regidos pela Consolidação da Legislação Trabalhista (CLT) precisa realizar e manter os programas citados. Por isso, a importância de que todas contribuintes com o Seconci aproveitarem esta oportunidade. “Estamos fazendo este alerta porque, além do preço baixíssimo, é uma forma de atender às exigências legais e evitar os acidentes e doenças no ambiente de trabalho. Nossa preocupação é atender o empresário e garantir a saúde e segurança dos colaboradores e funcionários que atuam no setor”, explica a gerente de segurança do trabalho, Juliana Oliveira.

O Seconci-DF conta hoje com cerca de mil empresas que se enquadram na categoria de MPE. Sendo assim, todas elas estão aptas a realizar estes programas por meio da parceria. Juliana ressalta ainda que há uma data-limite para as interessadas se manifestem a fim de que haja agilidade na realização dos procedimentos.

Vagas limitadas: A parceria trabalha com um número fechado de empresas e, portanto, os interessados precisam entrar em contato o quanto antes a fim de garantirem o desconto na realização dos programas. Para mais informações, entre em contato com o setor de segurança do trabalho do Seconci-DF no telefone (61) 3399-1888 ramal 247.

 

Fonte e Imagem: SECONCI/DF

 

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As mulheres na construção civil do DF

Levantamento aponta que a atuação feminina no setor ainda está abaixo de 10% da folha de pessoal

O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) realizou um levantamento para saber como está a atuação feminina nos canteiros da Capital. Os números foram obtidos por meio das empresas que são contribuintes à entidade. No total, foram ouvidas 13 empresas, somando um total de 1.215 trabalhadores. Desse total, apenas 102 eram mulheres. Isso significa que, levando em consideração estes dados, as mulheres representam apenas 8,4% do setor.

Quem está nos canteiros ressalta que ainda há muito o que fazer e, apesar dos avanços, existe um caminho de conquistas pela frente. Irisleine Lopes, 34 anos, trabalha como rejuntadeira numa obra no Setor Noroeste e não consegue se ver longe da construção civil. “Eu comecei a trabalhar em 2010. No início foi bem difícil, mas hoje não me vejo em outro lugar. Ainda tem o preconceito, mas sabemos nos impor e somos respeitadas”, conta ela.

Outra operária que construiu sua história dentro de um canteiro foi Sula Miranda, 32 anos. A rejuntadeira se orgulha de dizer que, graças a construção civil, hoje tem sua casa própria e, mais do que isso, na construção civil, encontrou o amor da sua vida. “Foi um caso de ódio à primeira vista. Com o passar do tempo, fomos nos conhecendo e hoje estamos muito felizes juntos”, disse Sula.

DE ATENDENTE DE LANCHONETE A ENGENHEIRA CIVIL

Stefani é engenheira de segurança do trabalho e cuida de mais de 600 funcionários

Stefani Cardoso trabalha atualmente como engenharia de segurança do trabalho da Emplavi. Ela é responsável por mais de 600 funcionários, além de coordenar a equipe de segurança da empresa. Mais do que uma excelente profissional, ela mostra que é possível correr atrás dos seus ideais e, mais do que isso, servir de exemplo para outras mulheres. “Apareceu um curso de técnico de segurança do trabalho quando eu estava na lanchonete e, com a ajuda da empresa onde eu trabalhava, consegui uma bolsa. Já no primeiro semestre, comecei a estagiar. Dei preferência para a construção civil e nunca mais saí”, explica ela.

Depois do estágio, ela foi aprovada numa faculdade de engenharia civil, além de ter se especializado na área de segurança do trabalho. Questionada sobre a responsabilidade do cargo que ocupa e da relação com os demais trabalhadores, Stefani é enfática. “Tenho uma boa relação com os trabalhadores. Sempre fui muito bem tratada e respeitada por todos”, finaliza.

Além deste levantamento, outro estudo feito pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) mostra que, em 2017, a presença feminina na construção civil do DF era de cerca de 13% num universo aproximado de 45 mil trabalhadores.

O Seconci-DF parabeniza todas as mulheres pelo seu dia, em especial as que atuam na construção civil. Para conhecer mais sobre nossa entidade, acesse www.seconci-df.org.br ou ligue (61) 3399-1888.

 

Fonte e Imagens: SECONCI/DF

 

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Interpretação SiAC/PBQP-H:2018

A Inspeção, Certificação e Vistoria do Brasil – ICV Brasil, em correalização com a Associação Brasiliense de Construtores – ASBRACO, realizam, em Brasília, treinamento para discutir e reforçar sobre a Interpretação SiAC/PBQP-H:2018.

O evento será ministrado e certificado pela ICV Brasil com o objetivo de apresentar as alterações dos requisitos do PBQP-H para o público alvo, profissionais, consultores e gerentes responsáveis pela implementação do Sistema de Gestão da Qualidade, que precisam atender aos requisitos do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat e profissionais que precisam atualizar seus conhecimentos de acordo com a mudança do regimento do SiAC/ PBQP-H.

 

SERVIÇO:

28 de Março de 2019

INÍCIO: 9h00

ALMOÇO – 1h
12h30 às 13h30

TÉRMINO: 18h00

Local: Auditório da Associação Brasiliense de Construtores – ASBRACO | SIA/SUL trecho 04, quadra 03, lote 2000, bloco F, cobertura.

 

FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO

 

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Coalizão pela construção levará ao governo federal propostas conjuntas para reaquecer o setor

Empresários dirigentes da Coalizão pela Construção reuniram-se na terça-feira (26/02), em São Paulo, para avaliar o cenário nacional e definir uma pauta de atuação conjunta para fortalecer e fomentar a recuperação da indústria da construção. Dirigentes de entidades representativas do setor, os 26 executivos convergiram na necessidade da rápida adoção de medidas que levem à uma melhoria no ambiente de negócios nacional e à retomada do investimento, tendo como objetivo final uma forte geração de empregos. “Temos um governo que quer acertar e vamos levar propostas comuns para recuperar a construção”, comentou José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Empresários dirigentes da Coalizão pela Construção reúnem-se em São Paulo (Foto: Henrik)

Participaram da reunião dirigentes da Anamaco, Afeal, IBI Brasil, Drywall, Aço Brasil, ABCIC, ABIFER, ABRAMAT, ABRAVIDRO, ABECE, ABCEM, ANFACER, ANICER, CBCA, FENAPC, SINAENCO, SINTRACON, e das empresas Gerdau e Sherwin Willians.

“Nós temos um objetivo que converge, em busca da retomada do crescimento econômico. Vamos definir prioridades, apontar as dificuldades e trabalhar”, disse Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Aço Brasil.

“Do ponto de vista estratégico, é o momento de fomentar o emprego. O governo sabe que o nosso setor é porta de saída da crise”, avaliou Cláudio Conz, presidente executivo da Anamaco.

“Nós precisamos melhorar o ambiente de negócios”, destacou Antonio Carlos Kieling, presidente executivo da ANFACER.

“Precisamos encontrar uma saída para o país voltar a crescer. É importante mostrar para o governo que podemos contruir juntos saídas para a construção civil”, afirmou Antonio de Souza Ramalho Filho, presidente do Sintracon.

 Os empresários também discutiram temas que merecem prioridade na agenda estratégica da indústria da construção, como a valorização da Engenharia e a absorção de inovação e novas tecnologias. “É o momento de fazermos um trabalho conjunto e levar projetos”, destacou Sérgio Marques Assumpção, vice-presidente do SINAENCO.

 

“A  indústria da construção precisa quebrar paradigmas e tornar-se um setor reconhecido pela tecnologia”, disse Íria Lúcia Oliva Doniak, presidente executiva da ABCIC.

Para a Coalizāo pela Construçāo, é de grande importância dar soluçāo para as milhares de obras paralisadas em todo o país e reduzir a burocracia. “Os Ministérios podem ampliar o diálogo, pois a maioria das obras paradas estāo na infraestrutura”, comentou Vicente Abate, presidente da ABIFER. Segundo Marcos Monteiro, da ABECE, o setor deve propor medidas que tragam resultado rápido e tenham impacto positivo sobre a geraçāo de empregos. Diretor da FENAPC, Giovanio Gonçalves é importante priorizar medidas que nāo exijam recursos públicos.

Um novo encontro foi marcado para março, quando a Coalizāo pela Construçāo finalizará um conjunto de propostas a serem apresentadas ao governo federal.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Governo negocia normalização de repasses ao MCMV a partir de março

Em audiência pública nesta quarta-feira (27/02), na Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado Federal, em Brasília, sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, afirmou que está em fase final a negociação com o ministério da Economia e a Casa Civil para adiantamento de recursos (R$ 1,35 bilhão) ao MCMV.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, acompanhou a audiência, onde o ministro Canuto admitiu que o repasse para o programa nos dois primeiros meses deste ano ficou abaixo do necessário.

“A questão sobre os pequenos construtores e o MCMV passou da hora de ser resolvida. A demanda financeira do programa é muito grande. São R$ 300 milhões/mês, mas nesse ano só foram repassados R$ 150 milhões”, disse o ministro.

De acordo com Gustavo Canuto, com a antecipação de repasses do segundo semestre ano será possível regularizar a situação do Minha Casa, Minha Vida já no próximo mês de março.

Ele mencionou que recursos da União estão com déficit e quer evitar paralisação total de repasses, como ocorreu em 2015. Disse também que entende o problema das obras paradas e prevê solução com novos acordos.

Durante a sessão, presidida pelo senador Izalci Lucas, o ministro também falou sobre saneamento, segurança de barragens, transposição do Rio São Francisco e moradia em geral.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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