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Arquivo de categoria: Notícia

Edital da SPU oferece 21 imóveis no DF para permutas

A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, está oferecendo 21 imóveis em Brasília (DF) para trocar por edifícios que abrigarão as sedes da Advocacia Geral da União (AGU), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O objetivo da SPU é reduzir o gasto da União com aluguéis, substituindo imóveis locados por imóveis próprios. A economia anual com essas permutas será de, aproximadamente, R$ 32,4 milhões.

O edital de chamamento nº 3 foi publicado na última quarta-feira (28), no Diário Oficial da União, e visa identificar interessados em permutar imóveis da União por edifícios comerciais que sirvam de sede para AGU, Ipea e Iphan. Os terrenos e apartamentos que compõem a cesta de bens oferecidos a pessoas físicas e jurídicas estão avaliados em R$ 431,2 milhões. O edital e seus anexos, com as informações sobre as permutas, estão disponíveis online.

A AGU ocupa atualmente dois imóveis, um próprio e outro alugado, a um custo de R$ 18,6 milhões anuais. O órgão precisa de um edifício com área útil mínima de 13,7 mil metros quadrados que abrigará cerca de 1,3 mil pessoas.

Já o Iphan precisa trocar o edifício comercial de 13,7 mil metros quadrados que ocupa na 713/913 Sul, cujo aluguel é de R$ 6,6 milhões anuais, por outro edifício com área útil mínima de 13,7 mil metros quadrados, suficientes para acomodar 473 servidores.

Por fim, o Ipea – que ocupa atualmente um imóvel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Setor Bancário Sul – oferece duas projeções na Asa Sul em troca de um edifício de, no mínimo, 10 mil metros quadrados de área útil para acomodar seus 815 servidores.

Os interessados deverão se manifestar até o dia 20 de dezembro pelo site do Ministério do Planejamento, com arquivos de até 30 MB. É necessário informar o valor do imóvel ofertado, acompanhado de documentos constantes do edital e anexos.

A solicitação da cópia, bem como esclarecimentos adicionais, deverão ser encaminhadas ao e-mail ao vendaspu@planejamento.gov.br ou por escrito, à Secretaria do Patrimônio da União – Unidade Central, localizada no Bloco C – 9º andar, sala 972, Esplanada do Ministérios, Brasília-DF.

Os 13 apartamentos que constam do edital poderão ser visitados em dias úteis, das 9h às 16h. As visitas devem ser agendadas pelo e-mail acima ou pelo telefone (61) 2020-1904.

As ofertas apresentadas serão encaminhadas aos órgãos destinatários das permutas que analisarão a mais vantajosa para a Administração Pública. Os valores apresentados serão avaliados pela Caixa Econômica Federal. A autorização para alienação de imóveis da União por permuta está prevista na Lei 9.636 de 15 de maio de 1998.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Venda de imóveis novos cresceu 12,16% em setembro

No último mês de setembro, foram vendidas 212 unidades novas em Porto Alegre, o que significa um acréscimo de 12,16% em relação a agosto, quando foram negociadas 189 unidades. Já em comparação com setembro de 2017, quando foram comercializadas 226 unidades, registrou-se uma queda de 6,19%, conforme resultados da Pesquisa do Mercado Imobiliário realizada mensalmente pelo Departamento de Economia e Estatística do Sinduscon-RS. Em termos acumulados nos últimos 12 meses (out/2017 a set/2018) foram negociadas 2.956 unidades numa redução de 11,18% na comparação com os 12 meses anteriores, quando foram vendidas 3.328 unidades.

Os apartamentos de dois dormitórios mantêm a liderança, participando com 49,53 do total das vendas de setembro, seguidos pelos de três dormitórios, com 24,53% e salas e conjuntos com 14,15%. No acumulado de 12 meses (out/2017 a set/2018), os apartamentos de dois dormitórios participaram com 46,65% das vendas, os de três dormitórios com 25,88% e salas e conjuntos com 13,53%.

A pesquisa apontou, ainda, que das unidades comercializadas em setembro 16,04% estão na planta, 59,43% em obra e 24,53% concluídas.

A velocidade de vendas ficou em 4,86% em setembro último contra 4,25% em agosto. Em setembro de 2017 foi de 5,52% e, nos últimos 12 meses encontra-se em 5,78% (6,79% no mesmo período anterior).

Em setembro houve o lançamento de 231 unidades. Nos últimos 12 meses (out/2017 a set/2018) o acumulado de lançamentos é de 2.740 unidades, ou seja, um incremento de 9,08% se comparado com o mesmo período anterior quando foram lançadas 2.512 unidades.

Os bairros que apresentaram maior volume de vendas em setembro foram: Jardim Lindóia (43 unidades), Praia de Belas (22 unidades) e Humaitá (17 unidades).

Por fim, o estoque atual de imóveis está em 4.436 unidades distribuídas em 168 empreendimentos. Do estoque atual, 21,87% estão na planta, 47,09% em obra e 31,04% concluídos.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Construção deve crescer 1,3% em 2019, afirma SindusCon-SP

O SindusCon-SP (Sindicato da Construção) estima que o Produto Interno Bruto (PIB) da Construção se elevará em 1,3% em 2019. Este resultado, porém, dependerá do crescimento de 2,5% do PIB nacional no próximo ano. Os dados foram calculados pela Fundação Getulio Vargas a pedido do SindusCon-SP.

Para o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, “esta projeção leva em consideração o início de uma retomada neste segundo semestre e a expectativa de uma política econômica reequilíbrio das contas públicas, reforma da Previdência e desburocratização para empreender”.

Com base nos dados do PIB do terceiro trimestre divulgados pelo IBGE recentemente e alta de 0,7% na construção, o SindusCon-SP estima que o PIB da construção em 2018 deve fechar em -2,4%. Ainda segundo o IBGE, a taxa acumulada até setembro do PIB da construção é de -2,6%.

Apesar do cenário negativo, o ano indica uma leve melhora, com aumento nos lançamentos e vendas, redução de distratos, crescimento do crédito imobiliário e redução no número de demissões. “A retomada tem sido lenta, mas estamos progredindo”, acrescenta Romeu Ferraz.

Para 2019, a economista elencou os fatores positivos para a expansão do setor: inflação dentro da meta, baixa taxa de juros real, empresas com capacidade ociosa, o efeito “lua de mel” que marca os primeiros anos de um novo governo e a elevação das expectativas. Contudo, também elencou a persistência de aspectos negativos: incertezas sobre a capacidade de aprovação das reformas, a crítica situação fiscal da União e dos Estados e um cenário externo com perspectiva de desaceleração do crescimento econômico.

Para o professor Robson Gonçalves, com a mudança do governo federal eleito no modo de fazer política e seu desconhecimento em relação a determinados temas, abre-se o caminho para que a construção civil se organize e apresente propostas. Segundo ele, ou a sociedade civil contribui com subsídios para o governo ou 2019 acabará sendo mais um ano perdido.

Segundo ele, deverá haver empenho governamental na área das concessões e abertura para propostas em relação ao fomento da política habitacional. Quanto à possibilidade de sucesso, só o tempo dirá se a condução da política resultará em aquecimento da economia e, consequentemente, da atividade da construção, completou.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Gerente da ABNT apresenta diretrizes e uso de ferramentas para normatização

Você sabia que sistematizar o conhecimento sobre a construção civil pode desenvolvê-la cientifica e tecnologicamente e torná-la mais competitiva e sustentável, além de contribuir para o aumento da qualidade do produto e satisfação do consumidor? Para ajudar empreendedores a buscarem esses objetivos, a gerente de planejamento e projetos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Márcia Cristina de Oliveira, foi convidada para apresentar, na quinta-feira (29), em Brasília, o seminário ‘Diretrizes e uso de ferramentas para participação no processo de normatização’, uma realização da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em correalização com o Senai Nacional.

O evento foi transmitido via perfil da CBIC no Youtube. A apresentação segue disponível, na íntegra.

A gerente da ABNT falou sobre o histórico da ABNT nos últimos 45 anos e o cenário internacional nesse período. Ela detalhou o fluxo do processo brasileiro da normalização, as regras para estrutura e redação de documentos técnicos e explicou como o empreendedor pode participar do desenvolvimento da normalização.

“Qualquer pessoa pode consultar as normas vigentes no site da ABNT, e pode, também, demandar a criação de uma nova norma ou a revisão de uma norma existente, para melhor prover a sociedade brasileira de conhecimento sistematizado sobre uma determinada atividade, por meio de documentos normativos”, informou Márcia Cristina.

Segundo a gerente, para alcançar a normalização é preciso trabalhar alguns critérios e exigências. “Aqui no Brasil nós seguimos um padrão: ao recebermos a demanda ela é tratada por um grupo de especialistas, que elaboram um texto, que vai para consultas, o resultado disso é analisado e só então se publica a norma”, resumiu. “Isso é assim no mundo todo”, reforçou, defendendo a participação do máximo de interessados em prol da qualidade.

Márcia Cristina também explicou o papel e o funcionamento da Consulta Nacional, um mecanismo de participação da sociedade na melhoria da qualidade dos documentos normativos; apresentou o ambiente de trabalho on-line ABNT Livelink, plataforma utilizada pelos envolvidos na normalização; e da Conexão DT, um portal de comunicação e integração dos participantes do processo.

O seminário foi o segundo realizado pelo Grupo de Acompanhamento de Normas Técnicas (Gant) da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da CBIC e faz parte do projeto Gestão das Normas Técnicas do Setor, uma iniciativa da CBIC e do Senai Nacional.

O público-alvo do evento são engenheiros, arquitetos e profissionais que façam parte de grupos de acompanhamento de normas técnicas existentes ou interessados em formar grupos regionais nas entidades, instituições e empresas, para discutir e participar do processo de normalização. O fomento à criação de grupos regionais tem o objetivo de ampliar o acompanhamento do processo de normalização aplicável ao setor da construção, disseminar a discussão técnica de Normas e garantir o posicionamento dos profissionais em matérias de relevância para a coletividade do setor da construção do Estado/Região.

“O objetivo é sensibilizar o setor sobre a importância da discussão de normas técnicas e participação no processo de normalização”, destacou Raquel Ribeiro, gestora dos Projetos de Inovação & Tecnologia da CBIC.

Fonte e Imagem: CBIC

 

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CUB-DF/m² fecha o mês de outubro em R$ 1.308,57

Variação positiva de 1,95% reflete reajuste salarial, conforme negociações da Convenção Coletiva entre Sinduscon-DF e Sindicato dos Trabalhadores

O mês de outubro registrou um Custo Unitário Básico (CUB) no valor de R$ 1.308,57, com variação positiva de 1,95%. “O aumento na variação, que se mantém positiva no comparativo dos meses anteriores, é reflexo das negociações do Termo Aditivo da Convenção Coletiva de Trabalho entre o sindicato patronal e o Sindicato dos Trabalhadores, encerradas em setembro. As tratativas resultaram em um aumento salarial de 2%, que está refletido no cálculo do CUB”, explica a gerente técnica do Sinduscon-DF, Janaína de Oliveira, acrescentando que também houve um aumento no valor de determinados insumos representativos na composição do custo.

O número é um importante indicador da construção civil. Ele é calculado, mensalmente, pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscons) de todo o país. O cálculo do Distrito Federal fica por conta do Sinduscon-DF, com base em dados fornecidos por empresas do setor.

O índice pode servir como mecanismo de reajuste de preços em contratos de compra de apartamentos em construção e como indicador macroeconômico da evolução de custos no setor. Por meio dele, é possível realizar o registro das incorporações imobiliárias. O CUB também é considerado, pela Receita Federal do Brasil, em Brasília, como base de cálculo para a emissão da Certidão Negativa de Debito (CND) de obras da construção civil, bem como é utilizado pela Caixa Econômica Federal e demais bancos atuantes no sistema de financiamento imobiliário.

O Sinduscon-DF reforça que, quanto mais empresas participarem, informando os dados para cálculo do resultado mensal do CUB/m², mais forte o indicador se torna, colaborando, inclusive, indiretamente, com a regulação de preços do mercado.

Em outubro, tanto o Custo Unitário Básico quanto o Desonerado apresentaram uma variação positiva. Confira:

CUB-DF/m² de outubro (R8-N): R$ 1.308,57 (variação positiva de 1,95%)
 
CUB-DF/m² Desonerado de outubro (R8-N): R$ 1.228,97 (variação positiva de 1,95%)

A metodologia usada no CUB-DF/m² Desonerado é a mesma do CUB-DF/m², com a ressalva de que o desonerado não considera a incidência dos 20% referentes à Previdência Social.

Vale ressaltar que, para se ter o valor real do metro quadrado de uma obra, além do CUB-DF/m², deve-se considerar os demais custos como, por exemplo: projetos, fundações, elevadores, instalações de ar-condicionado, impostos, taxas, entre outros.

Para obter este resultado mensal, o CUB-DF/m² inclui a avaliação de um grupo de materiais com 25 itens, além de mão de obra de servente e pedreiro; despesas administrativas referentes ao salário mais encargos sociais pagos ao engenheiro; e equipamento, representado pelo aluguel de betoneira.

O cálculo considera o padrão normal R8-N, referente à Residência Multifamiliar. Clique aqui e confira os demais projetos-padrões do mês.

Fonte: Sinduscon

Imagem: Internet

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Barragens estão cheias, mas falta um plano para evitar nova crise hídrica



Cinco meses após o fim do racionamento de água, o Distrito Federal ainda convive com o fantasma do racionamento. A capital desperdiça 30% do recurso, por causa da falta de consciência dos consumidores e, principalmente, da precariedade de instalações antigas. Os investimentos feitos recentemente garantem o abastecimento pelos próximos 10 anos, segundo a atual gestão. Não há projetos definidos para o fornecimento de 2029 em diante. O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) promete terminar a obra de Corumbá IV e fala em construir uma barragem, mas não anunciou o local nem os prazos.
O cenário atual é bem melhor do que o de um ano atrás. Em 7 de novembro, o reservatório do Descoberto, que abastece mais de 60%  do DF, atingiu o menor volume da sua história: 5,3%. Ontem, ele marcava 62,6%, quase 12 vezes mais. A barragem de Santa Maria, a segunda maior da capital, que há um ano estava com 21,9% da sua capacidade, ontem tinha 51%. No entanto, para especialistas, não há o que comemorar. Eles alertam que Brasília não pode fica à mercê do clima.
“Não podemos contar que as precipitações sempre virão para dar um alívio. Este ano, tivemos irregularidades no tempo e não sabemos como serão os comportamentos futuros. Estamos dependendo da boa disposição do tempo e isso não pode acontecer”, afirma o ecossociólogo Eugênio Giovenardi, do Instituto Histórico e Geográfico do DF.  Para ele, as medidas tomadas para sanar o problema de abastecimento no DF não são as mais recomendadas. “Não conseguimos detalhar o real volume de água das barragens. O Lago Paranoá perdeu um terço da capacidade total por causa do assoreamento”, aponta. O especialista considera ideal a preservação de nascentes, além do plantio de árvores nas cidades. “ Temos de cuidar das nossas árvores hoje, porque amanhã, elas cuidarão da gente”, frisa Giovenardi.

Investimentos

No período de escassez, o GDF investiu mais de R$ 500 milhões em captação, sob a promessa de que as cidades não precisariam se preocupar com o abastecimento de água pelos próximos 10 anos. Grande parte do dinheiro foi para as obras da barragem de Corumbá IV. A previsão para conclusão do ponto de captação era dezembro. No entanto, de acordo com a Caesb, 88% da obra está concluída. Faltam a captação e a elevatório de água bruta, junto ao lago, e a elevatória da água tratada, em Valparaíso (GO). Por isso, no prazo anunciado, o sistema será colocado apenas em pré-operação.
O GDF inaugurou duas obras de captação. A do Lago Paranoá custou R$ 42 milhões e é destinada ao abastecimento do Lago Norte, Paranoá, Itapoã e Taquari. Ao custo de R$ 20 milhões, o Subsistema de Captação de Água do Ribeirão Bananal, na Granja do Torto serve para ampliar o abastecimento das regiões regidas pela barragem de Santa Maria. Ibaneis Rocha garante a finalização de Corumbá IV, mas diz que vai investir em manutenção. “Faremos a substituição da rede de distribuição de água tratada para diminuir o desperdício (hoje em torno de 30%) e iniciaremos as obras para criar o Sistema Norte, incluindo uma nova barragem”, informou o emedebista, por meio de nota, sem detalhar o projeto da barragem.
Especialista em saneamento do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da UnB, Marco Antônio de Souza considera o sistema Corumbá um investimento equivocado. “O sistema fica muito distante do DF e, para realizar o transporte de água gastará, bastante energia. Teremos custos elevados e tínhamos opções melhores para combater o problema”, critica. Outra saída, segundo ele, é o investimento em tecnologia. “Coisas simples, como a descarga da bacia sanitária, podem ser modernizadas para reduzir os gastos. Além disso, podemos fazer o reúso de água, pouco investido no Brasil. Esse tipo de modalidade pode ser considerado até mesmo econômica, pois o valor do investimento na tecnologia se paga em pouco tempo.”
Fonte e Imagem: Correio Braziliense
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BRB abre taxa reduzida para financiamento de veículos até dezembro

Condições especiais oferecidas pelo Banco de Brasília para compra de carros e motos incluem juros a partir de 1,33% ao mês. Taxas são exclusivas para servidores efetivos e empregados da instituição

O Banco de Brasília (BRB) está com taxas promocionais, exclusivas para servidores públicos efetivos e empregados da instituição, para o financiamento de veículos.

As condições são válidas até 31 de dezembro e variam de acordo com as condições do crédito e do prazo para pagamento:

Carros e motos
Data de fabricação Taxa de juros Prazo máximo para pagamento
De 0 km a 3 anos de uso 1,44% a.m 36 meses (sem entrada)
De 0 km a 3 anos de uso 1,33% a.m De 37 a 58 meses (sem entrada)
Carros
Data de fabricação Taxa de juros Prazo máximo para pagamento
De 4 a 10 anos de uso 1,44% a.m 36 meses, com entrada mínima de 30%
De 4 a 10 anos de uso 1,33% a.m De 37 a 58 meses, com entrada mínima de 30%

O crédito pode ser contratado em qualquer agência do BRB ou em uma das unidades da Financeira BRB, que conta com três agências de atendimento: duas em Brasília, na Asa Sul e em Taguatinga, e uma em Goiânia.

Agências da Financeira BRB

Asa Sul: Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco E, sobreloja do Edifício Brasília
Telefone: (61) 3412-8787

Taguatinga: C 8, 2º andar, próximo à Praça do Relógio, Taguatinga Centro
Telefone: (61) 3451-4563 e 3451-4534

Goiânia: Avenida Goiás nº 840, esquina com Rua 5, 2º andar – Goiânia (GO)
Telefone: (62) 3213-1792

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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Codeplan doa acervo histórico ao Arquivo Público do DF

Entre os documentos estão estudos geográficos, mapas e livros. São 11,08 metros lineares de materiais que constavam do acervo da companhia

Como forma de preservar a memória da capital do País, a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) repassou documentos históricos ao Arquivo Público do DF. São 11,08 metros lineares de livros, mapas e caixas de arquivos que constavam do acervo da companhia.

A medida segue a iniciativa de envio do Relatório Cruls — que faz parte do acervo e já está no Arquivo Público. O documento é uma das obras mais significativas da história de Brasília e resultado de expedição homônima que definiu limites e fronteiras do que viria a ser o território do DF.

O mapeamento das obras foi feito por uma comissão, que resgatou publicações distribuídas em salas e diretorias da Codeplan. A equipe, formada por quatro servidores da companhia, também fez a limpeza do material, com volume de 90 caixas-arquivo.

“Nós tínhamos, na Codeplan, a história da empresa e do DF. São estudos socioeconômicos, cartográficos, geodésicos, ambientais e urbanos que, agora, ficam disponíveis para toda a população”, explicou a analista de organização e método da Codeplan, Elizabeth Alfinito.

Também constam do acervo materiais e documentos referentes à Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

A entrega do material ao Arquivo Público foi formalizada por meio de assinatura do Termo de Recolhimento do Acervo Historiográfico do Distrito Federal e Região Metropolitana ao Arquivo Público do Distrito Federal.

Agora, a segunda etapa do projeto prevê o repasse de documentos à Biblioteca Nacional de Brasília. Uma equipe permanente trabalha no levantamento das obras que podem ser destinadas ao órgão. A expectativa é que o material seja transferido até dezembro.

Fonte: Agência Brasília 

Imagem: Internet

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ASBRACO apoia e é homenageada no “I Encontro Anual de Integridade Pública” promovida pela CGDF

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) promove desde ontem (06), um encontro para debater sobre integridade pública no DF. Esse é mais um importante passo para o fortalecimento e a sedimentação da cultura de integridade no âmbito do órgão e de Brasília.

O evento, por meio de oficinas inovadoras e dinâmicas, além de um talk show com autoridades de notório conhecimento sobre o tema, discutiu sobre a inserção do Programa de Integridade no Distrito Federal e Entorno.

Hoje (07), período da tarde, serão apresentadas as iniciativas participantes do prêmio “Boas Práticas da CGDF e a Associação Brasiliense de Construtores (ASBRACO), que está representada pelo nosso 2º secretário, Higino Fabiano, receberá às 17:30 uma homenagem por suas ações  de incentivo à disseminação do Programa de Integridade.

Imagem: Higino Fabiano

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Primeiro Feirão de Imóveis do BRB reúne 400 unidades para venda

Há espaços em locais como Águas Claras e Plano Piloto, e também fora do DF. Evento ocorrerá de 6 a 10 de novembro na Agência Samambaia

Nesta terça-feira (6/11), será aberto o primeiro Feirão de Imóveis do Banco de Brasília (BRB). Com 400 unidades à venda em regiões administrativas — como Águas Claras, Plano Piloto, Samambaia e Taguatinga — e em cidades de Goiás, Minas Gerais, Piauí e São Paulo, o evento ocorrerá, até sábado (10), na Agência Samambaia (QN 206, Lote 01, Conjunto A).

Nos dias úteis, o atendimento ocorrerá das 10h30 às 16h30. No sábado, das 9h às 15h. Entre as unidades disponíveis, há imóveis residenciais, comerciais e rurais. A lista completa está no portal do BRB e no site do feirão.

“A ação é uma ótima oportunidade para adquirir um imóvel. Teremos serviço de transporte à disposição dos clientes, para que os corretores os levem até o imóvel de interesse”, afirma o gerente de operações imobiliárias do BRB, Antônio Carlos Possati.

Condições e financiamento
O banco oferece facilidades para compra. Há, por exemplo, desconto de 10% a 20% na taxa de financiamento imobiliário e porcentual de financiamento mais alto, de até 95% em alguns casos. O prazo para pagar pode somar 360 parcelas.

Ainda de acordo com a instituição, as contas de condomínio e do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) vencidas até a data de venda dos imóveis serão pagas pelo banco. Todas as unidades disponíveis possuem escritura e estão registradas em nome do Banco de Brasília.

Acompanhe o Feirão de Imóveis BRB 2018 AQUI

 

De 6 a 10 de novembro
Das 10h30 às 16h30 de terça a sexta-feira
Das 9h às 15h no sábado
Na Agência Samambaia (QN 206, Lote 01, Conjunto A)

Fonte: Metrópoles

Imagem: Site BRB

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