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Mato Grosso do Sul é o segundo estado do Brasil que mais emite alvarás para construção civil. 

Mato Grosso do Sul é o segundo estado que mais emite alvarás para construção civil

Relatório do Ranking do Doing Business Subnacional, que mede facilidade de se fazer negócios em 190 países, destacou Mato Grosso do Sul
15/08/2021 16:49 – Gabrielle Tavares


 

A informação foi divulgada no Relatório do Ranking do Doing Business Subnacional , elaborado pelo Banco Mundial, que mede a facilidade de fazer negócios em 190 países.

É a primeira vez que a entidade avalia todas as unidades federativas brasileiras. Até o ano passado, somente dados das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro foram utilizados.

Em Mato Grosso do Sul, as análises foram coordenadas pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

“O Doing Business é o indicador internacional de avaliação de ações inovadoras. No relatório apresentado, que trata especificamente de alvará de construção, revelado que nós temos um dos menores níveis de procedimentos e de burocracia do país ”, avaliou o último responsável pela pasta, Jaime Verruck.

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O indicador Obtenção de Alvará mede o número de procedimentos, tempo e custo que uma empresa (sociedade limitada) leva para obter as aprovações necessárias para construir um armazém comercial e conectá-lo às redes de água e esgoto.

Em todo o país, a média é de 25 procedimentos principais para obter o documento, que envolve mais de seis órgãos federais, estaduais e municipais. 

Já Mato Grosso do Sul apresentou média de 18 procedimentos, ficando atrás somente de Roraima, que teve 19.

Verruck avalia que a implantação do alvará digital, da prefeitura de Campo Grande, contribuiu para a agilidade das transmitidas.

“Isso tem propiciado rapidez na desburocratização e, quando falamos reduzir a burocracia e dar mais agilidade, estamos falando em obras sendo executadas mais rapidamente e mais empregos sendo gerados em nosso Estado”, ressaltou.

Relatório

O Doing Business mede cinco indicadores na versão subnacional, ou seja, nas capitais dos 27 estados brasileiros.

São eles: Abertura de Empresas, Obtenção de Alvará, Registro de Propriedades, Execução de Contratos e Pagamentos de Impostos.

O relatório com os indicadores subnacionais foi produzido após a coleta de informações realizada de março de setembro de 2020.

Em Mato Grosso do Sul, além da Semagro, a aplicação aplicada contou com a participação de órgãos estaduais como a Junta Comercial do Estado de Mato Grosso do Sul (Jucems) e a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MS).

Além do Corpo de Bombeiros Militar; Prefeitura de Campo Grande e órgãos municipais; Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS); e Receita Federal. 

Também foi considerada a opinião do setor privado do Estado. As respostas de contadores, empreendedores, advogados, etc., tiveram maior peso para o cálculo das pontuações e colocação.

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“Parabenizamos Associação Seconci Brasil Pelo 10 anos.”

“Parabenizamos essa Associação Seconci Brasil criada 2011 e conta hoje em 29 municípios em 10 estados ,incluindo @seconcidf !!!!!
“Trabalham para representar e regular as atuações dos Seconcis, fomentar e orientar a implantação de novos Seconcis, informar e divulgar serviços prestados e desenvolver oportunidades por eles identificadas, disseminando as melhores práticas e o conhecimento disponível, auditando o funcionamento e coordenando ações sinérgicas entre os Seconci’s, para garantir a sustentabilidade legal dos mesmos e o benefício do desenvolvimento humano na Construção Civil. .
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Pedreiro morre eletrocutado em obra no DF; segundo Polícia Civil construção era clandestina.

Por G1 DF

 

Um homem, de 26 anos, morreu eletrocutado, na manhã de segunda-feira (2), enquanto trabalhava em uma obra residencial em Sobradinho 2, no Distrito Federal. A Polícia Civil (PCDF), que investiga o caso, apurou que a obra era feita de forma clandestina, “sem atender as exigências técnicas da construção civil”.

Joaquim Lima era pedreiro autônomo. Segundo a investigação, ele estava sobre um andaime e fazia o reboco da área externa quando encostou na rede elétrica e morreu eletrocutado. O incidente ocorreu na Quadra 04 da vila Rabelo. O G1 tenta contato com o dono do imóvel.

A 35ª Delegacia de Polícia fez a perícia e ouviu testemunhas. Conforme os policiais, a obra é para a construção de um edifício de quatro pavimentos.

O andaime onde o pedreiro trabalhava foi montando na fachada principal do prédio, sem observar que a poucos centímetros passa uma rede de alta tensão, energizada com 10.000 Watts. Segundo a PCDF, enquanto Joaquim recolhia as ferramentas, para o intervalo do almoço, uma delas tocou nos cabos de alta tensão, provocando a morte imediata do trabalhador.

Andaime em obra clandestina no DF — Foto: PCDF/Divulgação

Andaime em obra clandestina no DF — Foto: PCDF/Divulgação

O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) foi acionado no momento do acidente, mas, quando chegou, o pedreiro já não apresentava sinais vitais.

“Nossas equipes ao chegarem ao local e o encontraram sem sinais vitais, iniciando de imediato o protocolo de reanimação cardiopulmonar (RPC). Após 25 minutos de manobras com todo empenho e esforços das equipes do CBMDF e Samu, foi constatado o óbito”, disseram os bombeiros.

Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

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Limite de obras públicas por construtora

Limite de obras públicas por construtora
A Associação Brasiliense das Construtoras (Asbraco) entrou com uma representação no
Tribunal de Contas do DF para que seja definido nas licitações para obras públicas um limite de lotes para que uma mesma empresa ganhe. O objetivo é evitar o que ocorreu na licitação da Secretaria de Saúde, no início de janeiro, para manutenção de hospitais públicos no valor de R$ 54 milhões. Dos 28 lotes abertos, uma empresa ganhou 19. Depois, foi inabilitada e outra levou, sozinha, nove. “É ruim para o mercado e para o erário público concentrar muitas obras nas mãos de uma única construtora, cuidando de 10 hospitais, por exemplo. Se ela não der conta do serviço, muita coisa vai parar numa área de serviço essencial à população”, aponta o presidente da entidade, Luiz Afonso Delgado Assad. O setor defende que uma construtora só possa ganhar até dois lotes por licitação.
Contra pregão eletrônico e registro de preços
“Defendemos uma distribuição mais ampla e racional das obras para que todos participem. Não
existe favorecimento hoje para a construção civil devidamente formalizada e entre nossas associadas. Somos o setor mais controlado, seguimos rigorosamente a tabela Sinapi”, afirma Assad. Segundo ele, os modelos de pregão eletrônico e registro de preços, cada vez mais usados pela administração pública, são inadequados para a realização de obras por darem margem a distorções orçamentárias. “Usando esses formatos e sem colocar um limitador de lotes por vencedor, o governo sempre terá dinheiro mal aplicado”, destaca. A Asbraco representa 80 pequenas e médias construtoras que atuam no setor público. Geram cerca de 10 mil empregos diretos no DF.
Fonte: @correio.braziliense

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As ações que perdem com a alta dos preços de materiais de construção Para especialista, o segundo semestre deve ser ainda mais desafiador.

A construção civil está entre os setores mais afetados pela pandemia da covid-19. (Foto: Alf Ribeiro/Shutterstock)
Em 12 meses, o custo de materiais e equipamentos de construção registrou alta de 32,92%
As consequências podem ser observadas na performance das construtoras e incorporadoras, especialmente após a pandemia do coronavírus
Das 24 empresas listadas na Bolsa que atuam no setor de construção civil, 16 estão com resultados negativos neste ano

O resultado do Índice Nacional de Custo de Construção, divulgado no dia 22 de julho, indicou o maior aumento recorde no custo de materiais do segmento desde o início do plano Real, em 1994. Para as empresas do setor de construção civil, a situação pode indicar um cenário pouco atrativo para investidores.

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Em 12 meses (até junho deste ano), o custo de materiais e equipamentos de construção registrou alta de 32,92%, segundo o índice apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

As consequências podem ser observadas na performance das construtoras e incorporadoras, especialmente após a pandemia do coronavírus. Das 24 empresas listadas na Bolsa que atuam no setor de construção civil, 16 estão com resultados negativos neste ano.

Em 2021, a Viver Incorporadora e Construtora (VIVR3), a Rossi Residencial (RSID3) e a Alphaville SA (AVLL3) alcançam altas de 249,56%, 89,74% e 14,45%, respectivamente. No mesmo período, Helbor (HBOR3), Eztec (EZTC3) e Mitre (MTRE3) registram quedas de 36,92%, 33,70% e 33,60%, respectivamente.

5 empresas da construção civil que mais subiram no ano
Ativo Nome Último fechamento O papel em 2/8/21 Variação no ano
VIVR3 Viver R$ 3,95 0,1416 249,56%
RSID3 Rossi R$ 12,58 -1,02% 89,74%
AVLL3 Alphaville R$ 27,01 -1,78% 14,45%
RDNI3 RNI R$ 12,35 -0,40% 6,19%
DIRR3 Direcional R$ 12,96 0,0197 4,01%
Fonte: Broadcast

Para analistas, a performance das ações já leva em conta o aumento dos custos, que devem subir ainda mais com a expectativa de alta da inflação para o final do ano e 2022.

5 empresas da construção civil que mais cairam no ano
Ativo Nome Último fechamento Variação em 2/8/21 Variação no ano
HBOR3 Helbor R$ 7,67 -1,16% -36,92%
EZTC3 Eztec R$ 28,08 2,11% -33,70%
MTRE3 Mitre R$ 10,87 -0,46% -33,60%
TCSA3 Tecnisa R$ 6,90 -2,13% -30,93%
PLPL3 Plano & Plano R$ 5,30 -2,57% -28,28%
Fonte: Broadcast

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