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Arquivo de categoria: Notícia

Confiança do empresário industrial se mantêm acima da média histórica

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu para 64,5 pontos neste mês. Mesmo assim, o indicador está 10,1 pontos acima da média histórica, que é de 54,4 pontos. Os dados são de pesquisa divulgada nessa quarta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando estão acima de 50 pontos mostram que os empresários estão otimistas. A queda de 0,2 ponto em relação a janeiro interrompe uma sequência de quatro meses consecutivos de aumento da confiança, mas ainda aponta uma percepção positiva do setor.

Até o último levantamento, o Índice de Confiança do Empresário estava em alta há 4 meses. Fonte: CNI

O índice de condições atuais subiu 1,5 ponto em relação a janeiro e alcançou 55,6 pontos neste mês, o maior nível desde dezembro de 2010. O indicador de expectativas recuou 0,9 ponto frente a janeiro e ficou em 69 pontos, mostrando que os empresários estão muito otimistas em relação ao desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses.

A confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI alcançou 65,2 pontos. Nas médias empresas, o indicador foi de 64,2 pontos e, nas pequenas, de 63,3 pontos.

A pesquisa mostra ainda que os empresários do Sul estão mais otimistas. Naquela região, o Icei alcançou 66,6 pontos. No Nordeste, a confiança foi de 62,7 pontos, no Norte, de 64,5 pontos, no Sudeste, de 64,3 pontos, e, no Centro-Oeste, de 63,8 pontos.

Esta edição do ICEI foi feita entre entre 1º e 13 de fevereiro com 2.407 empresas. Dessas, 974 são pequenas, 891 são médias e 542 são de grande porte.

 

Fonte e imagem do corpo do texto: CBIC

Imagem Capa: Internet

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Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana divulga pré-selecionados

A lista dos projetos pré-selecionados para o Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana foi divulgada nessa quarta-feira (20) pelo Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR). Foram contemplados 21 municípios e propostas, para investimentos de aproximadamente R$ 119 milhões.

Os recursos serão destinados para diversas melhorias, como:

  • obras de pavimentação de vias;
  • implantação de abrigos para sistemas de transporte público coletivo;
  • calçadas com acessibilidade;
  • ciclovias e ciclofaixas;
  • paraciclos e bicicletários;
  • sinalização viária;
  • iluminação;
  • drenagem;
  • arborização e paisagismo;
  • pontes com calçadas acessíveis.

A verba também custeará a elaboração de estudos, projetos e planos de mobilidade urbana.

Essa é a 13ª lista do programa que, desde 2017, já pré-selecionou 870 projetos que somam cerca de R$ 5,8 bilhões para financiar obras de mobilidade urbana em todo o Brasil.

A divulgação das propostas pré-selecionadas é a terceira etapa do processo. Não há prazo limite para inscrição, que pode ser feita pelo site do MDR. À medida em que novas cartas-consulta forem encaminhadas por municípios e pré-enquadradas pelos agentes financeiros, serão publicadas no site do ministério.

As cidades na lista de pré-seleção deverão apresentar às instituições financeiras o projeto básico do empreendimento e toda a documentação necessária às análises de risco e de engenharia. Após a seleção final pelo MDR, os municípios terão até um ano para contratar a proposta com o agente financeiro.

Os recursos disponibilizados para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana são de financiamento, oriundos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Convite – Seminário Técnico de Revisão – Sinapi

Convite: Seminário Técnico de Revisão – Sinapi
Data: 03/04/2019
Local: Sinduscon-DF

 

Fonte e Imagem: Sinduscon/DF

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A hora e a vez das startups de Construção

Só em 2018, mais de US$ 2 bilhões foram investidos nas ConstruTechs

 

A mercado da construção civil representa algo em torno de 10% do PIB global. Porém, é um dos setores que menos se desenvolveu tecnologicamente nos últimos anos.

E isso pode ser visto como um grande problema ou como uma oportunidade gigantesca. Segundo a Boston Consulting Group, a simples adoção de tecnologias já existentes fará o setor de Construção Civil economizar US$ 1,2 trilhão nas fases de projeto e US$ 500 bilhões na fase de operações, em custos anuais para projetos não residenciais.

Ou seja, há um oceano azul de oportunidades para empresas e empreendedores de ConstruTechs que se abrirem para novos modelos de negócio, baseados nas tecnologias já existentes e outras ainda em desenvolvimento.

Para se ter uma ideia, em 2018, foram investimentos mais de US$ 2 bilhões em startups ligadas a área da construção civil. São empresas que trabalham com drones, impressão 3D, realidade virtual e aumentada, big data, robótica e outras tecnologias.

A empresa de maior destaque hoje, no mundo, é a startup Katerra, avaliada em alguns bilhões de dólares, que trabalha com a produção em massa de “construções pré-fabricadas” e apenas monta as edificações no local da obra, utilizando no seu processo produtivo praticamente todas as tecnologias citadas acima.

A revolução no setor da construção civil também atinge os fornecedores de serviços. A Komatsu, uma das maiores fornecedoras de equipamentos para a construção, investe em empresas que desenvolvem caminhões e guindastes autônomos.

Por fim, o McKinsey Global Institute estima que o mundo precisará gastar US$ 57 trilhões em infraestrutura até 2030 para acompanhar o crescimento global do PIB.

As empresas que estiverem mais preparadas tecnologicamente serão as que mais participarão desse volume enorme de oportunidades que surgirão na próxima década.

E o melhor lugar para conhecer mais sobre essa “nova era” das ConstruTechs é no evento ConstruTech Conference, da StartSe, que vai reunir quase 2 mil pessoas para falar sobre estas oportunidades e mostrar o impacto das novas tecnologias no mercado.

Para se inscrever, acesse o site oficial do evento e garanta o quanto antes a sua vaga.

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Governadores se reúnem em Brasília nesta quarta-feira (20)

Economia será uma das pautas centrais do encontro, o primeiro desde que os chefes do Executivo foram empossados para o mandato 2019-2022

Os 27 governadores eleitos para o mandato 2019-2022 se reunirão em Brasília nesta quarta-feira (20). O governador do DF, Ibaneis Rocha, será, novamente, o anfitrião do encontro, que terá como pautas centrais a economia e demandas específicas dos estados.

O Fórum dos Governadores está marcado para as 8h30, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Além dos chefes de Estado, também está prevista a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes. Devem comparecer, ainda, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

“Certamente os nossos colegas [governadores] agora têm a oportunidade de conhecer bem melhor as suas economias e necessidades”, avalia Ibaneis Rocha.

No encontro, os governadores vão discutir pautas específicas dos estados e falar sobre dificuldades enfrentadas nos municípios. “Também tem o objetivo econômico, a recuperação da economia do Brasil, apoiando o governo federal no que for bom para o país, mas cobrando aquilo que os estados entendem [ser] uma retirada de recursos nos últimos anos, mais precisamente a partir da Constituição de 1988”, adianta Ibaneis.

Previdência

Esse será o terceiro encontro dos governadores. O primeiro ocorreu em novembro de 2018 e o segundo, no mês seguinte, antes da posse. Nas reuniões anteriores, o pacto federativo, a Previdência e questões de segurança pública foram alguns dos temas discutidos.

A exemplo de Ibaneis Rocha, o governador de São Paulo, João Dória, também se manifesta com boa expectativa sobre a nova rodada de conversas, principalmente acerca da Previdência.

“Os governadores possuem um grau de influência grande sobre suas respectivas bancadas e, na sua expressiva maioria, estão comprometidos com o voto favorável à reforma da Previdência na forma que o governo está apresentando ao Congresso Nacional”, resume Dória. “Poderão fazer aqui, acolá, alguma recomendação, mas a visão majoritária dos governadores é recomendar à sua bancada a aprovação [da reforma]. ”

Fonte e Imagem: Agência Brasília

 

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Ibaneis promete ajuda a empresários para alavancar o DF

Governador participou de almoço com o Grupo de Líderes Empresariais e falou sobre medidas para destravar a economia da capital

Nesta terça (19), o governador Ibaneis Rocha participou de almoço com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no Brasília Palace Hotel. Durante o encontro, o chefe do Executivo lançou uma luz para o setor empresarial e expôs suas ideias para fazer a capital avançar nas mais diversas áreas.

“Assumi o governo com o desafio de destravar essa cidade”, lembrou. “Eu, como a grande maioria de vocês [empresários], mesmo sendo da área jurídica, passei minha vida toda empreendendo nesta cidade.”

Durante a reunião, o governador também apontou as dificuldades que o setor empresarial tem enfrentado nos últimos anos para investir no DF e prometeu ajudar com medidas de desburocratização. O andamento de licitações, obras e parcerias público-privadas são algumas das medidas citadas por Ibaneis.

“Brasília tem tudo, só precisa ser colocada em uma marcha de desenvolvimento que mostre aos empresários que essa cidade tem [condições] para se desenvolver, que eles podem ganhar dinheiro aqui e empregar nossa sociedade que está desempregada”, destacou Ibaneis.  “Recomendei a todos os secretários tratarem o empresariado com respeito, tratarem a população com respeito, porque só assim conseguimos readquirir o respeito que a sociedade nos cobra”.

Anfitrião do evento e presidente do Lide Brasília, o empresário Paulo Octavio reforçou apoio ao governo local. “Esse encontro no Lide vem num momento oportuno: o começo de novo governo, um governo legal, totalmente legítimo, que teve maciça votação em Brasília e, diria que é o mais importante, parece ser eficaz”, disse. “Brasília quer liberdade de ação. Brasília quer prosperidade. ”

Participaram do encontro empresários de diferentes ramos do DF, além de parlamentares, secretários de governo e convidados da imprensa.

Fonte e Imagem: Agência Brasília

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Grupos Regionais de Acompanhamento de Normas se reúnem com a CBIC

O balanço com as movimentações das normas técnicas da construção civil de 2018, o “Top 10” das normas do setor que foram para consulta nacional em 2018, as principais normas em consulta nacional no mês de fevereiro de 2019 e o status das normas em revisão acompanhadas pelo Gant/Comat/CBIC, foram alguns dos assuntos da reunião do Grupo de Acompanhamento de Normas Técnicas da Bahia na última sexta-feira (15/02).

O líder do Grupo de Acompanhamento de Normas Técnicas (Gant) da Comat/CBIC, Roberto Matozinhos, convidado pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA) para palestrar via webconferência para o Grupo Regional, continuou sua apresentação abordando as novas Fichas de Avaliação de Desempenho (FADs) do Sinat/PBQP-H.

Por último, foi abordado o plano de ação para estruturação de grupos regionais de acompanhamento de normas. A CBIC realizou dois seminários em 2018 de sensibilização, que abordaram o Processo de Normalização. Os seminários foram transmitidos ao vivo pelo Faceboock da CBIC, e estão disponíveis na íntegra no YouTube da entidade. O terceiro e último seminário acontecerá em abril e abordará a “Gestão da Normalização em Empresas Construtoras”, além da “Proposta de Estruturação de Grupos Regionais – Diretrizes e Fluxo”. Aguardem!

“Essa primeira reunião do Grupo, em 2019, demonstrou a importância das discussões, dentro do sindicato, de temas alinhados com as demandas do mercado. Os grupos técnicos têm esta função de fortalecimento da relação com os associados”, ressaltou  Priscila Freitas, coordenadora do Grupo da Bahia, ao final do encontro.

Participaram da reunião membros dos Grupos de Acompanhamento de Normas do Distrito Federal, de Mato Grosso, da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte. Representante do Sinduscon de Joinville, em Santa Catarina, também esteve presente à reunião, interessado nos temas tratados e na formação de um grupo na região.

Para acompanhar as normas do setor da construção em revisão e em consulta nacional acesse o Portal de Normas Técnicas da CBIC. As ações do Gant estão contidas no Projeto Gestão das Normas Técnicas do setor, uma iniciativa da CBIC e do Senai Nacional.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Falta de saneamento básico prejudica uso das águas subterrâneas no País

No Brasil ainda há cerca de 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada, mais de 100 milhões sem coleta de esgoto e apenas 44,9% dos esgotos são tratados. Além disso, 38% da água potável é perdida nos sistemas de distribuição, segundo dados de 2016 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Somado a esses dados, ainda há a questão da falta de segurança hídrica nos aquíferos, onde está cerca de 97% da água potável do planeta.

O estudo “A Revolução das águas subterrâneas no Brasil: Importância do recurso e os riscos pela falta de saneamento básico”, divulgado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com o Centro de Pesquisa de Águas Subterrâneas da Universidade de São Paulo (CEPAS|USP), além de mostrar o grande potencial dessas águas, destaca os riscos ao recurso hídrico pelo déficit sanitário ainda preocupante em razão das sucessivas crises hídricas ocorridas no País.

“O potencial de uso dessas águas é muito grande, mas antes de perfurar um poço deve-se verificar as obrigações legais com o órgão responsável no Estado. É importante contratar estudo técnico para avaliar o custo, a viabilidade do poço, a qualidade da água, as questões geológicas e jurídicas. O desrespeito às exigências legais pode gerar a responsabilidade do usuário, implicando em multas ou até no fechamento do poço”, destaca o professor doutor Ricardo Hirata, um dos autores do estudo.

Fonte e Imagem: CBIC

 

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CBIC e TCU renovam diálogo em prol de transparência e desenvolvimento

“Não queremos mais ficar procurando culpados, mas aqueles que não querem errar”, disse o presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro, ao iniciar audiência com o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, e outros representantes de entidades do setor, na terça-feira (13), em Brasília. A afirmação resume a direção que o ministro pretende imprimir ao órgão em suas ações de controladoria, incluindo a renovação da parceria desenvolvida por meio dos eventos Diálogo TCU|CBIC.

Além de Martins, o encontro contou com o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Joel Krüger, o vice-presidente da área de Infraestrutura da CBIC, Carlos Eduardo Lima Jorge, a vice-presidente regional da entidade para o Nordeste, Betinha Nascimento, e o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE), José Antonio Simón. Também participou do encontro o coordenador geral de Controle Externo de Infraestrutura (Coinfra) do TCU, Nicola Espinheira da Costa Khoury.

José Carlos Martins destacou os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pela CBIC e que devem se alinhar com as diretrizes do TCU:

– Apoio ao desenvolvimento de programas de concessões municipais em diversas áreas;

– Necessária revisão do modelo concentrador que foi implantado na infraestrutura, alijando pequenas e médias empresas; e

– Transparência e a lisura nas contratações públicas.

Baseado em projeto já implantado com sucesso pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), o presidente do Confea ofereceu a estrutura do órgão para eventuais levantamentos técnicos regionais que se fizerem necessários em empreendimentos, o que foi bem acolhido pelo ministro José Múcio.

Além dos presidentes do TCU e da CBIC, encontro contou com presidentes do Confea do presidente do Sinduscon-PE. Foto: Divulgação

Durante a audiência, também foram discutidos temas como:

– Preocupações com a geração de empregos formais, com a segurança jurídica para contratantes e contratados;

– Resgate da confiança do gestor público e foco na funcionalidade dos projetos.

Lima Jorge apresentou o trabalho dos Riscos para Corrupção, elaborado dentro do projeto Ética e Compliance da CBIC, destacando princípios que, se acolhidos em legislação, reduzem ou mesmo vedam as possibilidades de ocorrência de atos ilícitos.

Ao final da reunião, foi reafirmado o trabalho em parceria que vem se desenvolvendo no programa Diálogo TCU|CBIC e que novas edições serão agendadas em breve.

 

Fonte e Imagens: CBIC

 

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Construção Sustentável

Opinião CBIC

A escassez de recursos naturais não renováveis e as mudanças climáticas têm impulsionado diferentes setores da economia global a buscarem alternativas sustentáveis em seus processos de produção, bem como dos serviços ou produtos ofertados. Além de uma crescente preocupação ecológica, há uma sensibilidade cada vez maior do mercado quanto à necessidade de redução do consumo de energia, uso adequado da água, tratamento correto dos resíduos sólidos, uma menor utilização dos insumos naturais e com o desenvolvimento urbano planejado, focado no bem-estar e qualidade de vida.

Neste sentido, a cadeia produtiva da construção tem papel estratégico. A adoção de técnicas construtivas sustentáveis pode representar um significativo reforço ao movimento mundial pela redução da emissão de gases de efeito estufa, aumento da eficiência energética, reuso da água, racionalização do consumo de matérias primas e desenvolvimento de produtos feitos a partir da reciclagem de resíduos. Esses ganhos de qualidade e eficiência se traduzem em melhoria da qualidade de vida da população, qualificação da mão de obra e redução significativa dos custos de manutenção dos equipamentos construídos ao longo da sua vida útil. Além disso, essa evolução representa também a consciência do setor para com a sua responsabilidade, no contexto da economia e do desenvolvimento humano.

A CBIC vem desenvolvendo, nos últimos anos, uma série de ações (dentre elas, a valorização da formalidade na construção) que têm como meta estimular as empresas do país, os diferentes níveis de governo e a própria sociedade a incorporarem o conceito da sustentabilidade na construção.

Neste sentido, a Câmara, por meio do seu Programa Construção Sustentável, trabalha com diversos parceiros para subsidiar a elaboração de políticas públicas que façam da Construção Sustentável uma realidade no país. Para isso, o Programa trabalha com seis objetivos principais:

• Redução de Emissões na Cadeia Produtiva
• Eficiência Energética das Edificações
• Uso Racional da Água
• Utilização de Materiais e Sistemas Sustentáveis
• Gestão de Resíduos Sólidos
• Viabilização do Desenvolvimento Sustentável no Espaço Urbano
• Valorização do Ser Humano

A conquista desses objetivos passa pelo estímulo ao desenvolvimento de pesquisas, por mudanças na legislação, estímulos tributários, entre outras iniciativas, que irão demandar intenso debate junto aos três níveis do Executivo e do Legislativo.

 

Fonte: CBIC

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