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Arquivo de categoria: Notícia

Cobrança para descarte de resíduos da construção civil começa em 15 de junho

Transportadores podem pagar por tonelada ou por caçamba. Empresas têm até esta quinta (7) para informar qual será o tipo de pagamento para despejo na Unidade de Recebimento de Entulhos

A partir de 15 de junho, todos os transportadores de resíduos da construção civil e volumosos terão de pagar pelo descarte na Unidade de Recebimento de Entulhos, que fica na área do antigo lixão da Estrutural. Os valores serão calculados de acordo com a quantidade de toneladas ou pelo unitário de cada caçamba – nesse caso, o preço será o de seis toneladas, independentemente do volume contido nela.

O preço estabelecido pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa-DF), por meio de resolução, segue como base R$ 26,91 pela tonelada de resíduos mistos e R$ 14,68 para materiais recicláveis puros.

As empresas poderão escolher, no sistema de cadastro do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o modelo de cobrança que mais se adéqua à logística do negócio e aos clientes.

Para garantir o valor fixo da caçamba estacionária de 5 metros cúbicos, nesta primeira cobrança, os transportadores terão até quinta (7) para informar ao SLU o tipo de pagamento que querem seguir. O modelo escolhido poderá ser alterado sem ônus para o transportador.

De acordo com o Serviço de Limpeza Urbana, o pagamento será referente ao mês anterior. Sendo assim, os transportadores pagarão no início de julho o equivalente aos 15 dias de junho.

O montante final será calculado de acordo com a quantidade de resíduos despejados na Unidade de Recebimento de Entulhos. O boleto da cobrança ficará disponível na primeira semana de cada mês.

Somente será permitido o acesso de veículos devidamente cadastrados no Sistema de Gestão dos Resíduos da Construção Civil, disponível no site do SLU, e acompanhados do Controle de Transporte de Resíduos.

Materiais com mais de 20% de orgânicos misturados não serão aceitos na unidade.

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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BRB promove campanha para coleta de resíduos eletroeletrônicos

Ação vai até 15 de junho. Descarte pode ser feito em agências do Banco de Brasília

O Banco de Brasília (BRB) promove até 15 de junho a Campanha de Coleta de Resíduos Eletroeletrônicos. O objetivo é conscientizar a população e oferecer a oportunidade de descarte desse tipo de material de forma adequada e cômoda.

A ação é feita em parceria com a organização não governamental Programando o Futuro e está na sétima edição.

Até sexta-feira (8), uma unidade móvel da Estação de Metarreciclagem ficará estacionada em frente ao Edifício Brasília, no Setor Bancário Sul.

Quem quiser participar da campanha também poderá entregar os objetos para descarte a partir de segunda (11) nas agências do BRB L2 Sul, Guará II, Gama, Ceilândia Sul, Buriti, Sobradinho e Lago Norte.

Segue a relação do que pode ser doado:

Categoria       Equipamentos
Computadores Microcomputadores, monitores (tubo, LCD, plasma), notebooks, servidor, teclado, mouse, modem, roteador, impressoras, estabilizadores, no-breaks, tonners e cartuchos de impressoras
Portáteis MP3 player, calculadora e agenda eletrônica
Câmeras Fotográfica e filmadora
Televisores Televisão de tubo de imagem, LED e plasma
Mídias de armazenamento CD, DVD e HDs interno e externo
Eletroeletrônicos Videocassete, DVD player, aparelho de som, controle remoto, forno micro-ondas, secador de cabelo, prancha de cabelo, liquidificador, batedeira e furadeira
Aparelhos telefônicos Celulares, acessórios, smartphones, tablets, aparelhos telefônicos com e sem fio, fax e secretária eletrônica
Resíduos eletrônicos

Baterias de notebooks, baterias de no-breaks, pilhas recarregáveis, chapas de raio-x, cabos de força, carregadores de celulares e adaptadores de energia

 

 

Fonte e imagem: Agência Brasília

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Felipe Montoro Jens reporta estudo que aponta falta de investimento das cidades em PPPs e concessões

Há uma necessidade dos municípios brasileiros em encontrar alternativas de investimento para minimizar a falta de recursos públicos. No entanto, há também “uma grande oportunidade sendo perdida”. Esta última afirmação é do sócio-fundador da consultoria Radar PPP, o advogado Bruno Pereira. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, explica que Pereira refere-se aos resultados de um levantamento, feito pela Radar PPP, que verificou que um terço das cidades brasileiras — com mais de 200 mil habitantes — não realizou um projeto de Concessão ou de Parceria Público-Privada (PPP) desde janeiro de 2015.

Conforme a lei federal que versa sobre o assunto, as prefeituras estão autorizadas a gastar até 5% de suas receitas anuais com contrapartidas públicas em PPPs, explica Felipe Montoro Jens. O estudo, entretanto, apontou que 49 das 149 cidades do Brasil de grande ou médio porte não deram “sequer o primeiro passo para alguma parceria com a iniciativa privada”, divulgou em reportagem o Valor Econômico, no último dia 24 de abril. A matéria ainda acrescentou que se trata de municípios que conjuntamente tiveram uma receita corrente líquida de R$ 35 bilhões em 2017, o que possibilitaria “um espaço fiscal para alocar imediatamente R$ 1,75 bilhão por ano em dezenas de projetos com a participação privada”.

De acordo com o estudo feito pela consultoria, a paralisia dos projetos de Concessões e PPPs afeta capitais como Recife (PE), Natal (RN) e João Pessoa (PB), além de cidades que possuem renda per capita elevada, como Anápolis (GO), Franca (SP), São José dos Pinhais (PR), Joinville (SC) e Santa Maria (RS). Ainda estão na lista do estudo da Radar PPP, os municípios de Vitória da Conquista (BA), Petrópolis (RJ), Santarém (PA) e Araraquara (SP).

Falta de conhecimento e capacidade técnica

Segundo o Valor, “há certo consenso entre especialistas de que a intensificação de projetos municipais de PPPs ou Concessões simples (sem aporte público) tem esbarrado na falta de conhecimento e capacidade técnica”. O sócio-fundador da consultoria Radar PPP, por sua vez, acentuou que nas “andanças [da Radar] pelo Brasil, muitas vezes é difícil encontrar três ou quatro pessoas nas prefeituras que possam ser deslocadas temporariamente para supervisionar a condução dos estudos”.

O diagnóstico acima apresentado é ratificado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Bem por isso, destaca Felipe Montoro Jens, a CBIC dedica-se ao desenvolvimento de uma espécie de “kit padrão” que envolve, por exemplo, uma minuta padronizada de projeto de lei municipal para instituir as parcerias e um modelo para os editais de concorrência.

A ideia é oferecer o material às prefeituras de cidades que tenham mais de 80 mil habitantes, compartilhando, desta forma, o conhecimento na estruturação básica de Concessões e PPPs
por meio de agentes municipais, finaliza o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Fonte: www.felipemontorojens.com.br

Imagem: Internet

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CUB-DF/m² fecha o mês de maio em R$ 1.266,63

Variação positiva foi de 0,40% em comparação ao período anterior

O Custo Unitário Básico (CUB), importante indicador da construção civil, é calculado mensalmente pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscons) de todo o país. O cálculo do Distrito Federal fica por conta do Sinduscon-DF, com base em dados fornecidos por empresas do setor.
O índice pode servir como mecanismo de reajuste de preços em contratos de compra de apartamentos em construção e como indicador macroeconômico da evolução de custos no setor. Por meio dele, é possível realizar o registro das incorporações imobiliárias. O CUB também é considerado, pela Receita Federal do Brasil, em Brasília, como base de cálculo para a emissão da Certidão Negativa de Debito (CND) de obras da construção civil, bem como é utilizado pela Caixa Econômica Federal e demais bancos atuantes no sistema de financiamento imobiliário.
O Sinduscon-DF reforça que, quanto mais empresas participarem, informando os dados para cálculo do resultado mensal do CUB/m², mais forte o indicador se torna, colaborando, inclusive, indiretamente, com a regulação de preços do mercado.
Em maio, tanto o Custo Unitário Básico quanto o Desonerado apresentaram uma variação positiva. Confira:
CUB-DF/m² de maio (R8-N): R$ 1.266,63 (variação positiva de 0,40%)
 
CUB-DF/m² Desonerado de maio (R8-N): R$ 1.188,60 (variação positiva de 0,42%)
A metodologia usada no CUB-DF/m² Desonerado é a mesma do CUB-DF/m², com a ressalva de que o desonerado não considera a incidência dos 20% referentes à Previdência Social.
Vale ressaltar que, para se ter o valor real do metro quadrado de uma obra, além do CUB-DF/m², deve-se considerar os demais custos como, por exemplo: projetos, fundações, elevadores, instalações de ar-condicionado, impostos, taxas, entre outros.
Para obter este resultado mensal, o CUB-DF/m² inclui a avaliação de um grupo de materiais com 29 itens, além de mão de obra de servente e pedreiro; despesas administrativas referentes ao salário mais encargos sociais pagos ao engenheiro; e equipamento, representado pelo aluguel de betoneira.
O R8-N refere-se à residência multifamiliar, padrão normal. Clique aqui e confira os demais projetos-padrões do mês.
Fonte: Sinduscon/DF
Imagem: Internet
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Ibradim realiza seu primeiro congresso de Direito Imobiliário

O Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário (Ibradim) realizará, no dia 7 de junho, o I Congresso Ibradim de Direito Imobiliário. O evento, que conta com o apoio institucional da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), acontecerá no Auditório FGV 9 de julho, em São Paulo/SP.
Os temas discutidos no evento serão: os atuais desafios do direito imobiliário; o condomínio de lotes e um panorama sobre o parcelamento do solo no Brasil; arbitragem no mercado imobiliário; as novas modalidades de locação e compartilhamento de espaço: locação diária, coworking e coliving; e temas polêmicos de condomínio edilício. Além disso, haverá uma mesa redonda sobre a Lei nº 13.465/17, abordando Reurb, alienação fiduciária, condomínio simples, usucapião extrajudicial, direito de laje e loteamento de acesso controlado.
Os ingressos presenciais já esgotaram, no entanto, a fim de democratizar o conhecimento, o Ibradim fará transmissão online do congresso. Para garantir acesso e obter mais informações, visite www.congressoibradim.com.br.
Fonte e Imagem: CBIC
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CBIC solicita imediata suspensão de novos aumentos de preços nos materiais asfálticos à Petrobras

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) solicitou no dia 22 de maio, ao presidente da Petrobras e membro do Conselho de Administração, Pedro Pullen Parente, a imediata suspensão de novos aumentos de preços nos materiais asfálticos, com a consequente revisão do cronograma definido pela companhia para alinhamento com as cotações internacionais, diluindo tais aumentos ao longo de um período de 24 meses a partir de janeiro de 2019.

Em janeiro deste ano, a Petrobras implementou uma nova política de preços de materiais asfálticos, precedida de um aumento médio de 12% em novembro de 2017. Tal política de preços teve impacto sobre todos os contratos de empreendimentos que se utilizam do insumo. “Falamos das obras rodoviárias, das pavimentações urbanas, das reposições de pavimentos em obras de saneamento, dos serviços complementares em loteamentos, das urbanizações do Minha Casa, Minha Vida, entre tantos outros”, aponta o presidente da CBIC, José Carlos Martins.
Esses aumentos, incidentes na celebração dos contratos em vigor e imprevisível à época dos ajustes iniciais entre as partes, caracterizam desequilíbrio econômico-financeiro. Concretamente, obras e empreendimentos estão sendo paralisados em todo o território nacional, contribuindo negativamente para a retomada da economia. Além disso, muitos trabalhadores estão sendo demitidos.
“A política da Petrobrás vem no sentido inverso das medidas estudadas pelo governo para reativar a construção civil e gerar empregos”, destaca o presidente da COP, Comissão de Infraestrutura da CBIC, Carlos Eduardo Lima Jorge, “Além do que, o material asfáltico não é significativo na composição das receitas da Petrobras, o que lhe permite diluir esses aumentos em período bem mais longo”, acrescenta.
A CBIC informou, sobre a solicitação à Petrobras, ao presidente da República, Michel Temer, e aos ministros Alexandre Baldy (Cidades), Eduardo Guardia (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil), Esteves Colnago (Planejamento, Desenvolvimento e Gestão), Moreira Franco (Minas e Energia) e Valter Casimiro (Transportes, Portos e Aviação Civil).
Fonte e Imagem: CBIC
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“Quem paga o custo da insegurança jurídica é o cidadão”, alerta o presidente da CBIC

A confiança custa e quem paga o alto custo da insegurança jurídica, ao final, é o cidadão. Essa é a síntese do alerta feito por José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), aos participantes do painel O novo ambiente regulatório, realizado hoje (29/05) durante o Fórum de Investimentos Brasil 2018. Segundo ele, a recuperação da economia e um novo ciclo de desenvolvimento sustentado do país terão como principal vetor uma maior participação da iniciativa privada e dependem de uma melhoria efetiva do ambiente de negócios. “O capital só aporta onde haja previsibilidade. Quanto maior o risco e a burocracia, maiores os entraves ao investimento”, afirmou.

Martins defendeu que os efeitos nocivos da insegurança jurídica recaem sobre o cidadão, que ou deixa de ter acesso a serviços ou paga mais caro por eles. “É preciso concluir marcos regulatórios e criar as condições para o investimento acontecer”, frisou. O tema tratado tem interface com o projeto Melhoria da Competitividade e Ampliação de Mercado na Infraestrutura, iniciativa da CBIC em correalização com o SENAI Nacional.

O presidente da CBIC criticou a imposição de vetos na sanção do Projeto de Lei 7448, conhecido como PL da segurança jurídica, e enfatizou que o país precisa trabalhar em um ambiente de maior previsibilidade. Citando o monopólio da Petrobras, Martins voltou a alertar para os impactos negativos do reajuste nos preços do insumo asfáltico, que tem imposto desequilíbrio aos contratos das empresas do setor. “Isso não estava posto no momento da assinatura dos contratos, como trabalhar assim?”.

Também participaram do painel o ministro do Planejamento, Esteves Colnago; Luiz Sérgio Vieira, CEO da Ernest Young no Brasil; José Pastore, professor da USP. “A melhoria do ambiente de negócios não é para o governo, mas para a sociedade”, disse o ministro do Planejamento. Segundo ele, o governo induziu diversas conquistas nessa direção, como a criação de um teto para os gastos públicos e a aprovação da reforma trabalhista. Esteves Colnago defendeu o resgate do planejamento de longo prazo e anunciou que a Pasta trabalha em um documento propondo ações estruturantes para o Brasil em um horizonte de 12 anos. “Vamos apresentar à sociedade em julho e colocar em discussão”, afirmou.

O CEO da Ernest Young informou que pesquisa encomendada pela empresa registrou o Brasil como o segundo destino mais atrativo na opinião de executivos espalhados em 40 países, atrás apenas dos Estados Unidos. “Esse viés otimista do investidor mostra o potencial que o país tem a realizar”, afirmou Luiz Sérgio Vieira. Ele apontou a infraestrutura como um dos principais desafios do país e defendeu que o país seja mais rápido na produção de avanços.

Realizado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Apex Brasil, o Fórum de Investimentos Brasil 2018 destina-se a apresentar a investidores e formadores de opinião oportunidades de investimento no país. Em dois dias de programação, o evento também discutirá temas de relevância em diversos setores e foi aberto pelo presidente da República, Michel Temer.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Caravana do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste na ASBRACO

O objetivo do FCO é contribuir para o desenvolvimento econômico e social, por meio do financiamento de empreendimentos ligados aos setores industrial, agropecuário, mineral, de turismo, de infraestrutura econômica, comercial e de serviços.

FCO Empresarial
Com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados, esta linha de crédito é destinada às empresas que se dedicam a atividade produtiva nos setores industrial, agroindustrial, mineral, de turismo, de infraestrutura econômica e de comércio e serviços na região.

Características
Financiamento de até 100% dos bens, a depender do porte e da região em que se encontra o empreendimento.

Prazos que podem chegar a até 20 anos (incluída carência de três meses até, no máximo, cinco anos), determinados em função do projeto do cliente, de sua capacidade de pagamento e da linha de financiamento utilizada.

Possibilidade de contratação de capital de giro associado ao investimento;

Encargos financeiros diferenciados.

Bônus de adimplência de 15% sobre os juros.

Taxa de juros
Definidas caso a caso.

Tarifas
Observada a Tabela de Tarifas de Pessoa Jurídica.

E muito mais…

Venha participar desse bate papo!

E lembre-se de confirma sua presença no e-mail:

asbracoimprensa@gmail.com

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Seconci estará na Ação Global deste sábado, 26 de maio

Atendimento odontológico oferecido pelo Seconci durante Ação Global

O Seconci-DF estará presente na 25ª Ação Global realizada pelo Sesi-DF e pela Rede Globo Brasília neste sábado, 26 de maio. A cidade escolhida para receber os atendimentos neste ano será Itapoã. Todos os serviços serão disponibilizados nas dependências do Senai Itapoã (Quadra 202, Bairro Del Lago). O evento é uma parceria dos realizadores com órgãos públicos e com voluntários. O tema é Educar para Transformar e a programação terá dezenas de serviços gratuitos.

Além dos trailers odontológicos que sempre são disponibilizados para este evento, em 2018, o Seconci levará profissionais de todas as áreas de atuação para serviços médicos (como aferição de pressão arterial, glicemia, peso e altura); contação de estórias, atividades sobre segurança do trabalho e técnicas de escovação.

A Ação Global ocorrerá simultaneamente em 27 unidades da Federação, buscando garantir direitos básicos a uma parcela desassistida da população. Dados do estudo Brasília Metropolitana (2015), da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), mostram que a população estimada no Itapoã é de 67.238 habitantes. A renda per capita mensal média dos moradores está entre as mais baixas do Distrito Federal – R$ 702. No ano passado, a Ação Global foi em Ceilândia (foto) e atendeu cerca de 8 mil pessoas.

É recomendado que os interessados cheguem cedo, uma vez que alguns atendimentos serão limitados e feitos conforme distribuição de senha.

Ação Global 2018

26 de maio

Senai Itapoã – Quadra 202, Bairro Del Lago (em frente ao Fórum do Itapoã)

Das 9h às 16h

Fonte e Imagem: Seconci-DF

 

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Faça os Exames Complementares de seus funcionários em um só dia no Seconci-DF

Desde o dia 1º de março, o Seconci-DF está disponibilizando para as empresas, em sua sede na Placa da Mercedes, a realização de todos os Exames Complementares em um só dia. São eles:

  • Acuidade visual;
  • Audiometria;
  • Eletrocardiograma (ECG);
  • Eletroencefalograma (EEG);
  • Espirometria;
  • Glicemia;
  • Hemograma Completo;
  • Raio-X de Tórax.

Além disso, você poderá marcar, também para o mesmo dia, o exame médico e o treinamento admissional.

Para mais informações, entre em contato com a Gerência Médica do Seconci:
61 3399-1888

Ramal 254 Nelma

Ramal 257 João Vitor

Endereço: Placa da Mercedes – Núcleo Bandeirante – Conjunto 3 lotes 11,13 e 15 – CEP:71732-030  
Horário de funcionamento – matutino: 8:00 às 12:00 – vespertino 13:00 às 17:00

Divulgação:

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