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Arquivo de categoria: Notícia

Firjan debate caminhos para a retomada na construção civil em 2019

Indicadores já sinalizam a retomada econômica do país, refletindo na construção civil. No entanto, ainda não é possível prever o tamanho dessa recuperação. Essa é a análise dos palestrantes do evento Panoramas e Perspectivas 2019 – Construção Civil, promovido no último dia 19 de fevereiro pela Firjan. Realizado na sede da federação, o evento contou com apoio da CBIC, Abramat, Abecip, Ademi-RJ, Secovi Rio e Sebrae.

Segundo Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan, a taxa de juros em queda, cobrada pelas instituições financeiras, já mostra os sinais do crescimento interno. A perspectiva também é positiva com a continuidade da redução da taxa de desemprego. “A recuperação já chegou, mas a velocidade e intensidade estão diretamente ligadas às aprovações das reformas estruturais”, disse Goulart, destacando a reforma da Previdência como fundamental, acompanhada da contenção das despesas públicas e de privatizações, entre outras medidas.

Mauro Campos, presidente do Sinduscon Sul Fluminense, também vislumbra essa recuperação. “Nós temos um mercado gigantesco, mas precisamos adequar o tipo de imóvel de acordo com a renda da população e então caminharmos para um processo de desenvolvimento, considerando que existe demanda crescente, sendo o déficit habitacional na ordem de 7,8 milhões”, destacou Campos.

Mercado imobiliário em 2018

Segundo Filipe Pontual, diretor executivo da Abecip, apesar da queda de 26% no lançamento de unidades imobiliárias no estado do Rio, em relação a 2017, enquanto o Brasil aumentou 20%, os financiamentos para aquisição e construção pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) subiram 15%, acompanhando o crescimento do país, de 33%. “O financiamento tem mostrado uma recuperação após três anos de queda”, ressaltou Pontual.

Rodrigo Navarro, presidente da Abramat, enfatiza que a renovação do setor, a recuperação da competitividade e o aumento da produtividade virão também através da adoção de iniciativas de inovação, destacando de que maneiras a indústria 4.0 se apresenta no segmento: pela construção industrializada, fintechs, construtechs, smart cities e, fundamentalmente, o BIM.

Na análise de Claudio Hermolin, presidente da Ademi-RJ, quando se observa o mercado da cidade do Rio de Janeiro com mais detalhe, se tem um cenário mais positivo. Segundo Hermolin, 34% têm intenção de investir com o imóvel adquirido. “O retorno do investidor de imóveis é um sinal positivo”, disse. A redução dos distratos dos empreendimentos residenciais é outro indicador favorável, ficando em 0,5% no quarto trimestre de 2018. “Houve épocas em que 50% dos imóveis comerciais e 30% dos residenciais eram distratados”, lembrou.

Os sistemas de financiamento de habitação, que incluem o SBPE e o FGTS, se mostraram resistentes à crise econômica, na análise do Celso Petrucci, presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC e economista chefe do Secovi-SP. “Passamos pela pior crise, mas o sistema se mostrou resiliente. Nós temos que tirar o chapéu pela qualidade das nossas operações, com baixo índice de inadimplência”, frisou.

Quanto à proposta da carteira verde e amarela do governo federal, que deverá trazer a possibilidade do não recolhimento do FGTS, Petrucci considera que foi o dinheiro do fundo e o da poupança que possibilitaram a construção de mais de 15 milhões de unidades habitacionais no país. “Não é o recolhimento dos 8% que está pesando para nós empresários, mas outros encargos trabalhistas. Acho importante manter o recolhimento do FGTS”, opinou.

Mauro Campos acha importante mostrar ao governo e presidentes dos bancos que o subsídio do FGTS não é apenas para cadeia da construção. “Ele é o subsídio mais inteligente que já teve no Brasil porque o dinheiro não vai nem para a construtora e nem para o mutuário. Ele vai para o desconto na prestação ou entrada do financiamento. É altamente social, não existe desvio”, ressaltou.

Fortalecimento da construção civil

Para fortalecer o setor, o Grupo Setorial da Construção Civil da Firjan, realizador do seminário, vem desenvolvendo iniciativas de apoio à elevação da produtividade e competitividade do setor, destacando-se: a construção do Laboratório da Construção Civil em Três Rios, que apoiará as empresas no atendimento à Norma de Desempenho; a construção do Espaço da Construção Civil da Firjan Senai, com foco em digitalização da construção e ênfase em BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção), em Modernos Métodos Construtivos e Sustentabilidade; e a criação da CooperCon Rio – Cooperativa de Compras para o Rio de Janeiro.

Segundo Campos, isso mostra a maturidade de toda a cadeia produtiva do setor. “Hoje conversamos com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil porque tanto os bancos quanto nós queremos melhorar os processos. É muito bom chegar a esse ponto de amadurecimento em que você tem a possibilidade de trabalhar numa direção só”, frisou.

 

fonte e Imagem: CBIC

 

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Sesi Viva+ é lançado no DF e vai ajudar empresas com o eSocial

O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) promoveu na noite desta última quinta-feira, 21 de fevereiro, o lançamento oficial da plataforma Sesi Viva+ na cidade. Empresários e gestores das áreas de recursos humanos e de contabilidade compareceram ao recém-inaugurado Centro Integrado Sesi e Senai, no Edifício Central Park, no Setor Comercial Norte, para conhecer a solução que simplifica o gerenciamento de informações sobre saúde e segurança dos trabalhadores.

O Sesi Viva+ é voltado a empresas de todos os portes e áreas de atuação, privadas ou públicas. Por meio de inteligência artificial, ajuda na gestão dos serviços de saúde e segurança do trabalho (SST) e facilita o envio de informações ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial. A plataforma é o maior investimento privado em gestão de SST do Brasil.

Qualquer empresa que contrate o Sesi para realizar serviços de SST tem acesso à plataforma Sesi Viva +, que oferece ao empregador um sistema para gestão dos programas legais com o cadastro dos seus trabalhadores e todas as informações de absenteísmo, produtividade e outros tópicos relacionados à saúde e à segurança do empregado. “O Sesi Viva+ é uma revolução no que a gente pode ter de gestão de SST. Quem tiver essa plataforma na empresa vai facilitar o repasse de informação [ao eSocial]”, afirmou o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Pedro Henrique Verano, na abertura do evento.

Para esclarecer a relação entre o eSocial e a área de SST, o lançamento contou com uma palestra de Cláudio Patrús de Campos Bello, médico especialista do Departamento Nacional do Sesi. Patrús tem falado do tema nos eventos de lançamento da plataforma em diferentes regiões do País e analisa de forma positiva a recepção das empresas. “A gente está dando foco especialmente ao eSocial, que é a dor do momento, mas a plataforma é muito maior e mais ampla do que isso. É uma solução que diminui custo, aumenta a velocidade dos processos internos e dá uma garantia de redução dos riscos de passivos na área de saúde e segurança”, explica.

sesi viva mais ademir

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), estatal do DF que presta serviço industrial de utilidade pública, já aderiu ao eSocial, embora a obrigatoriedade para esse tipo de empresa comece apenas em janeiro de 2020. Ademir Nunes, chefe da Divisão de Medicina e Segurança do Trabalho da Novacap, participou do evento para entender as vantagens do Sesi Viva+. “Para nós, é tudo muito novo. A nossa expectativa é que essa iniciativa pioneira do Sesi nos ajude a saber o que devemos fazer e de que forma.”

O eSocial vem sendo gradativamente implementado e estabelece uma nova era nas relações entre empregadores, empregados e governo. Permite a fiscalização online de informações de folha de pagamento, previdenciárias, do FGTS e de SST. Com essa mudança, atividades antes realizadas apenas pelo departamento de contabilidade da empresa vão precisar de apoio em sua execução. Quando o eSocial estiver em pleno funcionamento, 25% das informações a ser enviadas pelos empregadores serão referentes a SST.

sesi viva mais rute

Pensando nisso, Rute Coutinho Macedo Marinho, administradora do escritório Inteligente Contabilidade, foi ao evento e ficou aliviada ao ver que o Sesi está preparado para atender a todas as demandas que afligem os empresários. “O volume de informações de SST a ser inserido no eSocial preocupa quem cuida da contabilidade das empresas, porque a gente não tem conhecimento profundo no assunto. Há muitos escritórios perdidos nisso, então a gente veio em busca de uma parceria com o Sesi para que nossos clientes sejam atendidos pela instituição nessa área, auxiliando no eSocial”, diz.

Vantagens

O Sesi-DF oferece um combo mínimo para atendimento ao eSocial, que contempla o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), mapeamento ergonômico, levantamento de riscos de acidentes, monitoramento técnico e consultas ocupacionais. Outros serviços, como consultorias das normas regulamentadoras de insalubridade e periculosidade, podem ser contratados de forma complementar.

Entre as vantagens do Sesi Viva+ estão a gestão do eSocial com alertas de não conformidades, fluxos e processos dos programas de SST; business intelligence em SST, com painéis de indicadores de gestão de riscos, de perfil e de processos; gestão do Fator Acidentário de Prevenção (FAP); gestão de conteúdos técnicos, com procedimentos de SST, vídeos de capacitação e sensibilização, informações da política da empresa e análises técnicas sobre normas regulamentadoras do setor; gestão de SST para fornecedores da empresa; e promoção e prevenção da saúde, com ações educativas e ginástica laboral, por exemplo.

Os interessados em conhecer o Sesi Viva+ podem acessar sesivivamais.com.br e preencher o formulário ou entrar em contato com o SAC do Sistema Fibra: (61) 4042-6565.

Centro Integrado Sesi e Senai

Além do lançamento do Sesi Viva+, o evento de quinta-feira marcou a inauguração do Centro Integrado Sesi e Senai, no térreo do Edifício Central Park, onde antes funcionava um posto de atendimento do Instituto Euvaldo Lodi do Distrito Federal (IEL-DF).

A partir de março, o espaço vai receber atividades e serviços das instituições que integram o Sistema Fibra ­– Federação das Indústrias, IEL, Sesi e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Assim, empresários, estudantes e a comunidade em geral terão acesso facilitado a cursos, capacitações e outros serviços.

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Artigo: A importância da cultura prevencionista – A Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes na Indústria da Construção

Fernando Guedes Ferreira Filho, vice-presidente de área da CBIC e presidente da CPRT/CBIC

O setor da construção é o que – mesmo depois de sofrer tanto com a crise econômica – ainda emprega mais de dois milhões de pessoas. São duas milhões de famílias brasileiras que têm no segmento uma importante fonte de renda, senão a única, decorrente da sua atuação diária.

O primeiro e o mais importante direito desses trabalhadores é, após um dia de trabalho, voltar para casa bem e sadios. Para tanto, é necessário que os empregadores apliquem corretamente os procedimentos e normas de segurança previstos na legislação e que eles, empregados, os conheçam e tenham a consciência de que devem segui-los à risca

O tema segurança do trabalho é caro demais para que as partes envolvidas não dêem a importância devida. Caro para o empregador que, após um acidente, perde produtividade, paga tratamentos e indenizações, vê sua equipe entristecida e desmotivada. Caro para o empregado, que pode ver restrita a sua capacidade de trabalho e sua convivência com amigos e familiares, que tem sua saúde debilitada e perde qualidade de vida.

Por essas e outras relevantes razões, todos – trabalhadores e empregadores – devem agir para que a cultura prevencionista faça parte de sua vida. Nessa linha, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes na Indústria da Construção, a CANPAT Construção foi idealizada pela CBIC e realizada juntamente com o SESI Nacional e com a Fiscalização do Trabalho, pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho e conta, ainda, com o apoio do Seconci Brasil. A CANPAT Construção visa criar um ambiente de discussão perene no setor sobre saúde e segurança do trabalho, por meio da divulgação e debate sobre as melhores práticas e os temas que devem ser observados na busca de maior qualidade de vida do trabalhador. Nos eventos da CANPAT Construção são divulgados materiais técnicos, realizados debates entre especialistas, apresentadas estatísticas e demais informações do interesse de nossa indústria.

A CANPAT Construção mostra os esforços e a responsabilidade dos empregadores da Construção na condução do tema saúde e segurança no trabalho. Tudo o que é feito pelo setor produtivo para garantir o bem estar de quem constrói o Brasil. Acesse o site da CANPAT Construção https://cbic.org.br/canpatconstrucao/ e saiba mais sobre os eventos realizados e que estão para acontecer.

Fonte e Imagem: CBIC

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GDF e empreendedores se unem pela criação de empregos

Vice-governador reafirma compromisso do GDF com a desburocratização e a segurança jurídica dos empresários

O vice-governador Paco Britto participou, na manhã desta segunda-feira, (25), do lançamento da Frente Parlamentar de Combate ao Desemprego e Incentivo ao Empreendedorismo da Câmara Legislativa. O evento aconteceu no auditório da Fecomércio e registrou a presença de secretários de governo, deputados distritais e presidentes das principais entidades representativas do empresariado.

“Estamos muito felizes porque essa união fortalece o trabalho do governo que tem focado em várias ações para estimular a geração de emprego e renda no DF”, afirmou Brito. “Ainda na transição, o governador Ibaneis Rocha conseguiu trazer a junta comercial para o governo. Trabalhamos para dar segurança jurídica aos empresários, lançamos o Destrava DF para ajudar a construção civil [e empreendemos] outras ações que estão sendo preparadas para que o DF volte a crescer e gente possa criar um bom ambiente de negócio, gerando emprego e renda”.

O vice-governador citou um levantamento de 2017 mostrando que Brasília está em 17º lugar no Brasil quando o assunto é empreendedorismo. “Precisamos tirar essa marca ruim”, lembrou. “Essa união de forças entre Executivo, Legislativo e empresários é fundamental para isso. ”

 Setor público

Presidente da Câmara Legislativa, o deputado Rafael Prudente (MDB) elogiou o empenho dos distritais em contribuir com políticas públicas voltadas ao setor. “Já votamos vários projetos importantes, como a Luos (Lei de Uso e Ocupação do Solo) e a ZEE (Zoneamento Ecológico-Econômico), e agora estamos analisando o projeto de lei da Agência de Fomento”, enumerou.

Prudente destacou o potencial capital federal para o comércio. “Brasília já deixou de ser a cidade do funcionalismo público há muito tempo; agora, precisa se tornar referência no empreendedorismo e geração de emprego”, disse.

“Não se combate desemprego sem se incentivar o empreendedorismo”, emendou o secretário-adjunto de Economia e Desenvolvimento do GDF, Espedito Henrique de Souza Junior, também presente à solenidade. “O setor público está esgotado. Não consegue mais absorver a mão de obra formada em nossas escolas. ” O secretário adjunto informou que o GDF está investindo mais de R$ 46 milhões em infraestrutura na Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Ceilândia e no Polo JK.

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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Atenção aos parques ecológicos

O Governo do Distrito Federal vai revitalizar os parques ecológicos do Distrito Federal. As primeiras ações foram iniciadas nesta segunda-feira (25), no parque ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga

O Governo do Distrito Federal vai revitalizar os parques ecológicos do Distrito Federal. As primeiras ações foram iniciadas nesta segunda-feira (25), no parque ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga. O parque vai receber intervenções emergenciais para aumentar a segurança e melhorar a visitação da comunidade, como poda de árvores, nova iluminação, aumento de policiamento e reforma dos banheiros.

Diversos órgãos do GDF formaram uma força-tarefa que inclui representantes das secretarias de Meio Ambiente (Sema), Obras, Segurança; Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Novacap, Subsecretaria das Cidades, SLU, Caesb, CEB, DF Legal, Caesb, Administração Regional de Taguatinga, além de lideranças comunitárias. O grupo se reuniu no parque para definição das tarefas a serem executadas.

A ideia é que o trabalho no Saburo Onoyama sirva como modelo para as ações nos outros parques do DF, um projeto coordenado pelo Conselho Permanente de Políticas Públicas e Gestão Governamental.

As melhorias no parque estão previstas para acabar depois do Carnaval. No dia 7 de março, será realizada nova reunião de trabalho para a avaliação das ações e, a partir disso, o projeto será estendido para outros parques que ainda serão definidos.

O DF tem 72 parques ecológicos. “Vamos fazer todas as ações emergenciais necessárias no Saburo Onyama, como arrumar os banheiros, que estão todos sem funcionar. Vamos ver os erros e acertos para replicar o modelo nos outros parques”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho.

O GDF vai definir ações que deverão ser implementadas nos parques a curto e médio prazos.

O Saburo Onoyama é o único parque do DF com uma piscina pública em funcionamento e chega a receber 7 mil pessoas aos sábados e domingos. A comunidade, porém, reclama que o local é frequentado por usuários de droga e há consumo de bebida alcóolica, o que é proibido. “Uma das pautas levantadas e que será realizada de imediato é a questão dos invasores que utilizam o parque e que acabam afastando a comunidade local. Essas pessoas, geralmente bêbadas ou drogadas, afrontam os encarregados que trabalham no parque”, contou José Humberto Pires, secretário-executivo do Conselho Permanente de Políticas Públicas e Gestão Governamental.

O policiamento no local será reforçado. Além disso, a subsecretaria de Gestão da Informação da Secretaria de Segurança Pública já fez o mapeamento da desordem e criminalidade no local e fará ações integradas entre as forças de segurança e outros órgãos do GDF para aumentar a segurança. A Novacap também vai interditar o local das churrasqueiras e definir como será o uso da área no futuro, o SLU vai fazer um trabalho de poda nas árvores e aumentar o número de lixeiras e a CEB vai revisar a parte elétrica e providenciar a iluminação do local.

*Com informações da Sema e do Ibram

Fonte: Agência Brasília

Imagem: Internet

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GDF discute projeto do Parque Audiovisual de Brasília

Intenção do governador Ibaneis Rocha é destinar área para fomentar o setor de comunicação com espaço para emissoras e pólo de produções artísticas

O governador Ibaneis Rocha se reuniu nesta segunda-feira (25/2) com secretários de governo, membros da diretoria da Agência de Desenvolvimento (Terracap) e representante do setor da Comunicação para discutir o projeto do Parque Audiovisual de Brasília.

A intenção é aproveitar uma área de 150 mil metros quadrados, em região privilegiada do DF, para fomentar o setor. As principais emissoras de televisão teriam a possibilidade de construir suas sedes no terreno, localizado no Setor de Clubes Sul, próximo ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

O espaço poderá abrigar as seis emissoras classe especial (EBC, TV Brasília, Rede Globo, TV Bandeirantes, Rede Record e SBT) e ter um ambiente para ações da Secretaria de Cultura. O local deverá servir de espaço para produção de filmes e novelas, salas de cinema e teatro. O terreno também teria lojas e restaurantes para atrair o público local e turistas.

“O objetivo é ter uma área cultural que ficasse disponível para toda a população e turistas, um ambiente importante, gerando desenvolvimento e emprego”, pontua Gilberto Occhi, presidente da Terracap.

Lugar estratégico
Assim que o projeto for concluído ele será submetido às emissoras para as mesmas confirmarem ou não interesse em se transferir para o local. “É um lugar estratégico de Brasília, inclusive porque algumas emissoras estão apertadas com a estrutura onde estão atualmente”, destaca Flávio Lara Resende, presidente da Associação dos Veículos de Comunicação do DF.

A parte destinada à produção audiovisual será conduzida pela Secretaria de Cultura. A intenção é oferecer incentivos tributários para atrair produtoras de filmes nacionais e internacionais para a cidade.

Um novo encontro foi agendado pelo governador para o mês de março a fim de definir objetivos e avançar com o projeto.

Fonte e Imagem: Agência Brasília

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Venda de imóveis sobe 19,2% em 2018, mas contratos do MCMV preocupam setor

O Brasil teve um crescimento de 19,2% na venda de imóveis novos em 2018, com 120.142 unidades negociadas, além de 3,1% a mais nos lançamentos, totalizando 98.562 unidades lançadas. O dado faz parte do estudo ‘Indicadores Imobiliários Nacionais’, divulgado nesta segunda-feira (25), em São Paulo (SP), com números do último trimestre do ano passado. “Este é o melhor trimestre da nossa série histórica. Mas nos preocupa a queda de mais de 80% nas contratações do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV)  – passando de 78 mil em janeiro de 2018 para 14 mil em janeiro de 2019, por diversos fatores”, afirmou José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

É a CBIC que coordena a pesquisa, por meio da sua Comissão de Indústria Imobiliária (CII), em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional), desde 2016, com divulgação a partir de março de 2017. O levantamento é realizado em 80 municípios do país, que representam um terço da população e 41% do PIB nacional, com as principais cidades brasileiras e suas regiões metropolitanas.

Veja a transmissão da coletiva na íntegra e a apresentação.

Além do acumulado do ano passado, ele também destaca os resultados de outubro, novembro e dezembro:

  • Os lançamentos apresentaram um aumento de 45,1% em relação ao trimestre anterior, no entanto houve uma queda de 9,0% em relação ao mesmo trimestre de 2017.
  • As vendas cresceram 23,3% em relação ao trimestre anterior, e tiveram um aumento de 4,4% em relação ao mesmo trimestre de 2017.
  • A oferta final apresentou um pequeno aumento, de 0,4% em relação ao trimestre anterior, e uma queda de 10,8% em relação ao mesmo trimestre de 2017.

Diante dos dados, Martins enfatizou o seu otimismo com relação ao mercado imobiliário. “Em 2018 os financiamentos com a poupança subiram 33% e os financiamento com FGTS cresceram 10%. São números que nos permitem inferir um crescimento muito bom, mas para voltarmos a índices de 2014 ainda é necessário que o país crie uma série de situações para destravar o investimento, principalmente na parte de concessão de crédito para as empresas menores, que ficaram muito fragilizadas com esse período de crise”, pontuou o presidente.

Impacto na oferta de unidades

Segundo o consultor da CBIC Fábio Tadeu Araújo, 2018 apresentou um aumento muito intenso das vendas, em relação aos lançamentos, impactando o estoque de imóveis novos. “Tivemos 21.580 unidades vendidas a mais do que as unidades que entraram no mercado, reduzindo, portanto, a oferta. Para comparar, em 2017, foram apenas 5.221 unidades vendidas a mais do que lançadas”, informou.

Para Martins, havia 13 meses de estoque e no final de 2018, o número diminuiu para 11 meses, o que é considerado baixo. “Como o ciclo de construção de um imóvel dura pelo menos 18 meses, isso significa que, em média, você vende todo um empreendimento em menos tempo do que leva para produzi-lo. Então tememos que, no futuro, a diminuição de oferta se torne mais significativa. Essa é uma realidade que começa a nos preocupar para o futuro em termos de falta de produtos na sequência”, analisou.

Minha Casa, Minha Vida

Outro aspecto que José Carlos Martins apontou durante a coletiva à imprensa é o programa Minha Casa, Minha Vida, que hoje representa a produção e a demanda de 2/3 do mercado imobiliário nacional.

“Nossa pesquisa detecta que 52% dos lançamentos do quarto trimestre de 2018 foram do programa, considerando as capitais e as regiões metropolitanas, mas quando a gente chega nas cidades menores essa participação chega a 75%. Então, como Brasil, nós temos dois terços do mercado com utilização do FGTS para a habitação”, definiu o dirigente.

Esse raciocínio, conforme explica o presidente da CBIC, eleva o grau de preocupação para os empresários do setor. “Em janeiro de 2019 nós tivemos, comparando com janeiro de 2018, uma queda de contratação do Minha Casa, Minha Vida da ordem de 80 por uma série de fatores, que fazem parte de transição de governo e coisas desse tipo. Mas nos preocupa como isso ficará na sequência e temos sinalizações de que isso será resolvido”, alerta.

“Isso tem impacto no emprego. Somente em Belo Horizonte (MG), dos empregos lá gerados em 2018, 40% são ligados ao mercado imobiliário, com grande participação do Minha Casa, Minha Vida. Então temos que ter muito cuidado com esse modelo”, ressaltou Martins.

 

fonte e Imagens: CBIC

 

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CBIC analisa mudanças jurídicas com a nova lei do distrato

As principais mudanças trazidas pela nova lei do distrato, aprovada no fim do ano passado, foram tema de reunião do Conselho Jurídico (Conjur) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), ocorrida nesta quarta-feira (20), em Brasília. A programação contou com duas palestras sobre o assunto e debate entre os participantes.

Os conselheiros Luiz Felipe Cunha e Ademir Izidoro abordaram as novidades trazidas pela legislação – como valores das multas em caso de desistência na compra de imóveis, inclusão de quadros-resumo nos contratos, e prazos para desistência da transação e para entrega dos imóveis. Também foram discutidos alguns dos pontos mais polêmicos do texto.

“Esta foi a primeira reunião do ano do Conjur e, entre as principais novidades de 2019, está justamente aprovação do distrato, que consolida entendimentos que a jurisprudência já vinha acatando, além de trazer medidas para dar mais transparência”, pontua Cunha.

Izidoro endossa a importância de debater o assunto para ajudar os empresários da construção a se familiarizarem. “Estamos num período de assimilação por parte de incorporadoras e compradores. Mas vejo a legislação como um avanço positivo, que responde a uma reivindicação antiga do setor”, diz.

A reunião contou ainda com outros destaques, como mais uma apresentação analisando a lei do distrato, ministrada pelo vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), João Paulo Matos.

Os temas das palestras tem interface com o projeto da CBIC “Melhorias do Mercado Imobiliário”, correalizado com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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Modernização do Sistema Nacional de Emprego é tema de audiência pública

Com o objetivo de discutir como aperfeiçoar o Sistema Nacional de Emprego (Sine), uma audiência pública ocorrerá nesta quarta-feira (27), em Brasília, promovida pela Secretaria de Políticas Públicas para o Emprego da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), do Ministério da Economia.

A medida visa ajudar a modernizar o sistema. Serão debatidas, entre outras as questões, a melhorias no compartilhamento do banco de dados dos trabalhadores inscritos e a padronização dos dados entre usuários de todos os estados.

A expectativa é que participem representantes empresas privadas de intermediação e locação de mão de obra e órgãos da administração pública, como o Ministério Público do Trabalho e o Tribunal de Contas da União. Os participantes poderão fazer manifestações orais de até 10 minutos.

A audiência pública será transmitida ao vivo nos canais do Ministério da Economia. Acesse aqui o edital de convocação da audiência pública

Audiência Pública SINE Aberto
27 de fevereiro (quarta-feira)
Às 9 horas
Na Esplanada dos Ministérios, Bloco F, Auditório – Brasília, DF

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

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GDF divulga calendário com 17 feriados e pontos facultativos para 2019

Os brasilienses terão dois feriados locais: aniversário de Brasília e Dia do Evangélico

 

O GDF divulgou nesta sexta-feira (22/2) a lista com os feriados nacionais, locais e os dias de ponto facultativo no Distrito Federal em 2019. Ao todo, são 17 datas no decorrer do ano.

A relação de feriados nacionais inclui 1º de janeiro, Paixão de Cristo, Dia Mundial do Trabalho, Independência do Brasil, Dia de Nossa Senhora Aparecida, Finados, Proclamação da República e Natal.

Os moradores do DF ainda terão dois feriados locais: aniversário de Brasília e Dia do Evangélico.

O Decreto nº 39.681 prevê que compete aos dirigentes dos órgãos governamentais a preservação e o funcionamento dos serviços essenciais referentes às suas áreas de competência. As escolas da rede pública de ensino devem seguir o previsto em seu calendário aprovado para 2019.

Confira a lista completa de feriados e pontos facultativos:

1º de janeiro: Confraternização Universal (feriado nacional);
4 de março: Carnaval (ponto facultativo);
5 de março: Carnaval (ponto facultativo);
6 de março: quarta-feira de cinzas (ponto facultativo);
19 de abril: Paixão de Cristo (feriado nacional);
21 de abril: Aniversário de Brasília (feriado local) e Tiradentes (feriado nacional);
1º de maio: Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);
20 de junho: Corpus Christi (ponto facultativo);
7 de setembro: Independência do Brasil (feriado nacional);
12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);
28 de outubro: Dia do Servidor Público (ponto facultativo);
2 de novembro: Finados (feriado nacional);
15 de novembro: Proclamação da República (feriado nacional);
30 de novembro: Dia do Evangélico (feriado local);
24 de dezembro: Véspera de Natal (ponto facultativo após as 14 horas);
25 de dezembro: Natal (feriado nacional);
31 de dezembro: Véspera de Ano Novo (ponto facultativo após as 14 horas).

 

Fonte e Imagem: Jornal Metrópoles

 

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