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Arquivo de categoria: Notícia

Governo disponibiliza central de atendimento telefônico para o eSocial

O governo federal disponibilizou no dia 1º de agosto a central de atendimento telefônico para o eSocial – sistema informatizado que concentra informações de trabalhadores, inclusive domésticos – 0800 730 0888, que aceitará ligações a partir de telefones fixos e esclarecerá dúvidas operacionais relacionadas ao envio, consulta e edição de eventos transmitidos para o eSocial, além da utilização dos módulos Web do eSocial (Web Empresas, MEI e Web Doméstico). O horário de funcionamento será das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira.

A central telefônica se destina ao atendimento exclusivo de questões técnicas do sistema e, portanto, não esclarecerá dúvidas de direito material (aplicação ou interpretação da lei, no caso concreto). Nessas situações, o empregador deverá procurar atendimento diretamente nos órgãos integrantes do eSocial – de acordo com o tema, ou, em se tratando de empresas, a sua consultoria contábil ou advocatícia.

Além do atendimento telefônico, o eSocial também disponibiliza atendimento por e-mail. Os empregadores podem enviar suas dúvidas na área de Contato do Portal e receberão as respostas no e-mail informado no formulário.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Um dia para falar sobre prevenção de acidentes e trabalho seguro

Várias entidades se reuniram na manhã desta última sexta-feira, 27 de julho, para comemorar o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho no Distrito Federal. O evento, realizado pelo Grupo de Trabalho Interinstitucional (Getrin10), recebeu os participantes para falar sobre ação regressiva acidentária e os impactos do assédio moral na saúde dos trabalhadores.

A data foi instituída em 1972 quando as estatísticas da época apontavam cerca de 1,7 milhão de acidentes anualmente. Durante a abertura do evento, o desembargador Grijalbo Fernandes Coutinho fez um retrospecto sobre a relação empresas X trabalhadores ao longo dos últimos séculos.

O Seconci-DF e o Sinduscon-DF, que fazem parte do Getrin10, foram representados pela diretora Mirele Corrêa. “Para os empresários, esses eventos reforçam a importância do seu bem mais valioso, que é o trabalhador. Sabemos da necessidade de proporcionar condições e segurança para evitar acidentes nos locais de trabalho”, disse Mirelle. Além dela, representando o Seconci-DF, participou do evento a gerente de segurança do trabalho do Seconci, Juliana Moreira.

Também durante a abertura do evento, uma das coordenadoras do Getrin10, a juíza do trabalho Ana Beatriz do Amaral Cid Ornelas ressaltou a importância de práticas que visem a segurança e saúde no ambiente de trabalho. “Desde 2011, a justiça de trabalho atua em busca de um ambiente seguro por meio da campanha Trabalho Seguro. São ações que buscam a conscientização de toda a sociedade para práticas saudáveis, sem acidentes. O trabalho deve ser um recurso que promova uma sociedade justa, democrática e organizada”, lembrou.

NA CONSTRUÇÃO CIVIL: O Seconci-DF atua na construção civil do DF desde 1988. São 30 anos de serviços prestados às empresas, além de trabalhar a conscientização de todos que estão nos canteiros. São diversos serviços oferecidos, como palestras, apresentações teatrais, realização dos programas ocupacionais exigidos por Lei, elaboração de CIPA, treinamentos admissionais, trabalho em altura, entre outros. Para conhecer mais sobre a segurança do trabalho da entidade, entre em contato: (61) 3399-1888 ramal 247.

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Fonte e Imagens: SECONCI/DF

 

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Evento promete capacitar mercado para uso da tecnologia BIM – 30 e 31 de AGOSTO

A conferência BIM Experience 2018 chega a São Paulo com atrações exclusivas e palestrantes que são referência no Brasil e no exterior, reunindo profissionais de engenharia e arquitetura para uma oportunidade de imersão em conhecimento. O evento, que acontece nos dias 30 e 31 de agosto, será organizado pelas empresas AltoQi e Graphisoft, atuantes na indústria de softwares BIM, e tratará de temas que estão em alta no mercado, tais como: as iniciativas BIM no governo brasileiro, revolução BIM em um segmento convencional e tendências para o setor da construção civil

Ao todo, serão mais de 20 especialistas e 40 palestras divididas em diferentes frentes: projetos arquitetônicos, estruturais, instalações e obras públicas. Tudo isso será realizado no Maksoud Plaza, ícone da hotelaria paulistana.

BIM Experience é uma das maiores conferências do segmento no país e acontece em um momento de transformação para o mercado, tendo em vista o decreto assinado pelo Governo Federal no dia 16 de maio, que institui a Estratégia de Disseminação do BIM no Brasil.

A programação completa do evento e o perfil dos especialistas convidados está disponível através do site http://www.bimexperience.com.br

Fonte e Imagem: CBIC

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Norma de portas de madeira é atualizada

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a nova versão da NBR 15930-2 – Portas de madeira para edificações – Requisitos. Essa parte da norma, que define os requisitos para o perfil de desempenho de portas de madeira e a sua respectiva classificação de acordo com o nível de desempenho de ocupação e uso, foi readequada para atender à norma de desempenho da construção civil (NBR 15575), que foi publicada dois anos depois da norma de portas já existente.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), gestora do Comitê Brasileiro da Madeira da ABNT (ABNT/CB-31), um dos objetivos da revisão foi definir novas tolerâncias dimensionais para o marco da porta, para poder contemplar o uso de novas matérias-primas como pinus e eucalipto, que apresentam características diferentes quando comparado a madeiras tropicais, mas sem afetar o desempenho da porta.

Além disso, foi introduzido na norma de portas de madeira um requisito que considera o uso da porta ao longo do tempo, considerando a exigência de durabilidade. Esse requisito, que contempla ciclos de abertura e fechamento de portas e esforços de manuseio, visa saber qual o comportamento da porta ao longo de sua vida útil. O ensaio permitirá ao fabricante avaliar o uso da porta, nas condições normais de uso, ao longo da vida útil de projeto da porta, como prevista na norma ABNT NBR 15575:2013 – Edificações habitacionais – Desempenho, parte 1, Durabilidade, dando maior segurança e respaldo ao fabricante e aos usuários. Os componentes também serão avaliados em escala real (folha de porta, marco, dobradiças com suas fixações, fechadura, gaxetas ou amortecedores, vedações).

Com a publicação da revisão da parte 2, a Comissão de Estudos da ABNT passará agora para uma fase de desenvolvimento dos textos das partes 3 (Requisitos de desempenhos adicionais) e 4 (Instalação e manutenção).

Fonte e Imagem: CBIC

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FGV/IBRE divulga Índice de Confiança da Construção

Dados da Sondagem Indústria da Construção revela que o Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 1,7 ponto em julho, passando para 81,0 pontos, recuperando parte da perda de 3,1 pontos em junho. Em médias móveis trimestrais, o índice se mantém relativamente estável com variação de 0,3 ponto. “A Sondagem mostra que a queda da confiança observada no mês passado foi exagerada, um efeito do ambiente conturbado pela greve dos caminhoneiros. Mas o indicador não retornou ao patamar anterior, o que decorre de outro fator apontado pelos empresários em junho: o ritmo lento de retomada da economia. A frustração com o crescimento está levando a um ajuste de expectativas. A própria atividade do setor segue avançando muito devagar, corroborando o sentimento mais pessimista dos empresários”, comenta Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre.

A alta do ICST em julho foi influenciada principalmente pelas perspectivas de curto prazo dos empresários do setor. O Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 2,7 pontos, atingindo 91,0 pontos, o segundo menor nível do ano – mantendo-se abaixo do patamar do início do ano. O indicador que mais contribuiu para alta do ICST foi o que mede a tendência dos negócios para os próximos seis meses, que cresceu 3,3 pontos, passando a 91,4 pontos.

O Índice de Situação Atual (ISA-CST) subiu 0,6 ponto em julho, chegando aos 71,4 pontos. A alta do ISA-CST foi exclusivamente influenciada por indicador que mede a percepção sobre a situação atual da carteira de contratos, que avançou 1,4 ponto, atingindo 69,8 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor se manteve estável ao variar -0,1 ponto percentual, para 65,5%. Em relação aos NUCIs para Mão de Obra e Máquinas e Equipamentos, as variações foram opostas: – 0,2 e 0,6 ponto percentual, respectivamente.

Diante da alta incerteza gerada pelos acontecimentos recentes, os empresários do setor calibraram suas perspectivas de curto prazo em relação às contratações. O indicador que mede o ímpeto de contratação das empresas para os próximos três meses variou -0,1 ponto, mantendo a tendência negativa pelo segundo mês consecutivo. A proporção de empresas projetando redução no quadro de pessoal nos próximos três meses passou de 24,5% em junho para 23,4%, em julho, enquanto que aquelas que esperam contratar mais caiu de 18% para 15,7% no mesmo período de comparação.

Vale notar que em junho a construção registrou redução do número de empregados, quebrando a série de resultados positivos registrada desde março, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). “A piora pelo segundo mês consecutivo do indicador de contratação reflete o desânimo empresarial com o ritmo de retomada da atividade”, observou Ana Maria.

Confira o estudo completo aqui.

Fonte e Imagem: CBIC

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A Importância das Convenções Coletivas com a Reforma Trabalhista

Com a correta valorização das negociações coletivas, a Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017 (a chamada “reforma trabalhista”), ao acrescentar os artigos 611-A e 611-B à CLT, confere às convenções e acordos coletivos força normativa que se sobrepõe à legislação, naquilo que não contrariar os direitos fundamentais do trabalhador.

No caso dos acordos coletivos, firmados diretamente entre empresas e sindicatos laborais, a legislação vai além e a eles garante poder regulatório superior até mesmo ao das convenções coletivas, conforme a redação dada ao artigo 620 da CLT.

Diante disso, muito tem se questionado sobre qual será o papel das convenções coletivas nesse novo tempo. Nos últimos meses, diversas análises trazem conclusões precipitadas sobre os dados que indicam uma diminuição no número de convenções firmadas. Muitos veem o seu fim, já que a elas estaria reservado um lugar periférico nas relações de trabalho.

Certamente não é essa a realidade.

Se há uma diminuição do número de convenções coletivas, esta é momentânea e ocorre porque as entidades, especialmente as dos trabalhadores, estão em adaptação ao novo momento trazido pela Reforma Trabalhista, buscando soluções para o seu funcionamento e financiamento das suas atividades. A indefinição sobre a questão temporal da aplicação das regras, a ultratividade e outras normas trazidas pela Reforma Trabalhista também geram dúvidas nos negociadores.

Não obstante os problemas de ajuste às novas regras, a Reforma Trabalhista não retirou dos sindicatos, profissionais e empresariais, a prerrogativa de firmar convenções coletivas de trabalho, com abrangência para toda a categoria, na base territorial das entidades. Nem poderia fazê-lo, uma vez que se trata de uma determinação constitucional.

Em setores estratificados, como o comércio e a construção civil, as convenções coletivas têm e terão, mais do que nunca, importância singular na vida de empresas e trabalhadores.

De fato, nesses setores há uma forte participação de pequenas e médias empresas, com a utilização intensiva de mão de obra. Para essas empresas, poderá ser difícil a formatação de um acordo coletivo específico para a sua atividade, seja pela falta de estrutura para tanto, seja por estarem em uma situação de inferioridade perante o sindicato laboral, considerando sua atuação isoladamente.

Daí vem a importância das convenções coletivas. Organizados em sindicatos empresariais, os empregadores podem negociar, com a força da união, a uniformização de condições de trabalho que atendam a toda a categoria econômica e à profissional. Dessa forma, garante a paz social, uma vez que:

a) Permite a equalização de salários e benefícios praticados na região;

b) Facilita a definição de preços e elaboração de orçamentos de serviços, uma vez que os parâmetros são previstos em um instrumento comum. Na mesma linha, permite negociação de ajustes contratuais com base em critérios objetivos;

c) Uniformiza a atuação do tratamento que os subcontratados dão a seus empregados, garantindo estabilidade e segurança nos contratos;

d) “Despersonaliza” as negociações, pela participação do sindicato empresarial.

Além disso, a convenção coletiva garante a aplicação das regras em um universo muito maior de empresas e trabalhadores, por ter abrangência em toda a base territorial dos sindicatos empresarial e profissional. Assim, é vantajosa para os sindicatos de trabalhadores, uma vez que se verifica maior efetividade do que a celebração de acordos com centenas, ou até milhares de empresas envolvidas, para a determinação de regras que são comuns a todos.

A existência de convenção coletiva não impede que a empresa, naquilo que é particular a ela e a seus trabalhadores, procure o sindicato profissional para firmar acordo coletivo específico. Os dois instrumentos não são excludentes. Ao contrário, são complementares. A convenção coletiva é um parâmetro para a celebração dos acordos, quando for o caso. As partes terão um balizamento normativo mínimo para pautar as negociações, o que dará segurança e um melhor direcionamento para as deliberações.

Quanto ao conteúdo dos acordos coletivos, já existem manifestações de que terá que ser harmonizado com a convenção coletiva, caso existente, e com o arcabouço legal trabalhista. Seguramente o Judiciário se manifestará, quando se terá maior clareza acerca dessa situação. Até lá serão as convenções coletivas que garantirão o necessário equilíbrio nas relações de trabalho dos setores envolvidos.

Fonte e Imagem: CBIC

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Caixa Econômica Federal lança editais para inscrição de projetos de iluminação pública e esgotamento sanitário no FEP

O lançamento dos editais para seleção de projetos municipais e estaduais para realização de concessões nos setores de iluminação pública e esgotamento sanitário, nesta sexta-feira (27/07) pela Caixa Econômica Federal, marca uma segunda etapa do Programa Federal de Apoio às PPPs e Concessões. Em 2014, o PAC desembolsou R$ 64 bilhões. A previsão orçamentária para 2019 está em torno de R$ 17 bilhões. Como a necessidade da população continua crescente e o setor público perdeu a capacidade de investimento, essa diferença só tem uma forma de ser atendida que é via parceria do setor público com o setor privado. “A notícia foi recebida com bons olhos, pois essas primeiras ações começam a materializar uma demanda de mais de dois anos da CBIC”, menciona Martins.

“Essa etapa é de vital importância para o programa”, menciona o presidente da Comissão de Infraestrutura – COP da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Carlos Eduardo Lima Jorge. Na primeira etapa, foram selecionados apenas seis projetos-pilotos municipais, que já estão em andamento e que serviram como base para a ampliação do programa.

Os editais de Iluminação Pública (link) e de Esgotamento Sanitário (link) apresentam os critérios de seleção e de priorização das propostas, incluindo cronograma de atividades, conforme diretrizes definidas pelo Conselho Gestor do Fundo de Estruturação de Projetos (FEP), integrado por representantes dos Ministérios da Casa Civil, do Planejamento, da Fazenda e das Cidades.

“Nessa nova etapa, poderão se habilitar cerca de 310 municípios (com mais de 100 mil habitantes). As duas áreas escolhidas (Iluminação Pública e Esgotamento Sanitário) além da importância social e econômica, apresentam a facilidade de já disporem de tarifas e taxas, o que sem dúvida facilita a estruturação de projetos”, menciona Lima Jorge.

A previsão de aporte do FEP, a curto prazo, é de cerca de 100 milhões, porém esse valor pode aumentar bastante através da participação de bancos e organismos multilaterais de investimento, que já têm manifestado interesse ao governo federal.

As prefeituras municipais, empresas regionais e governos estaduais poderão encaminhar propostas no período de 1 a 22 de agosto, por meio do sistema eletrônico de seleção – Selecon, disponível no endereço http://www.planejamento.gov.br/apoioasconcessoes.

O resultado da seleção deve ser anunciado no dia 12 de setembro, com previsão de contratação dos estudos ainda para este ano.

 “Com a grave retração de investimentos públicos – que deve perdurar até 2020 – essa iniciativa deve representar importantes oportunidades para as construtoras, sobretudo as de pequeno e médio portes, tendo em vista a perspectiva de estruturação de vários projetos de médio porte”, destaca Lima Jorge.

SOBRE O FEP

O apoio federal às concessões busca viabilizar a realização dos investimentos em infraestrutura nos municípios, principalmente nos setores de saneamento, resíduos sólidos, iluminação pública e mobilidade urbana.

Para implementar a política, foi formulado um novo aparato legal, com a edição da Medida Provisória nº 786/2017, convertida na Lei nº 13.529/2017 e regulamentada pelo Decreto nº 9.217/2017.

Por tais normativos, fica a União autorizada a participar do Fundo de Apoio à Estruturação e ao Desenvolvimento de Projetos de Concessão e Parcerias Público-Privadas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (FEP), no limite de até R$ 180 milhões.

Nesse sentido, O FEP, cujos recursos poderão advir do Orçamento Geral da União, é administrado pela Caixa Econômica Federal e deverá apoiar entes subnacionais na estruturação de projetos de concessões.

Nos termos do artigo 5º da Lei 13.529/2017, a contratação do agente administrador do Fundo – Caixa – poderá se dar por meio de dispensa de licitação, por entidades da Administração Pública federal, estadual, distrital e municipal, direta e indireta, para desenvolver, com recursos do fundo, as atividades e os serviços técnicos necessários para viabilizar a licitação de projetos de concessão e de parceria público-privada.

Até o momento já foram empenhados R$ 50 milhões no FEP e, para iniciar as atividades do Fundo e permitir a estruturação de suas rotinas operacionais, foram contratados projetos pilotos nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário e de resíduos sólidos urbanos, em 16 municípios.

Clique aqui para acessar as íntegras dos editais, publicados pela Caixa, agente operadora do Fundo Federal de Apoio à estruturação ao desenvolvimento de projetos de concessões e Parcerias Público Privadas (PPP) – FEP, no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira.

Fonte e Imagem: CBIC

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Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade, um convite às empresas, instituições e academia a projetarem e construírem o amanhã. INSCRIÇÕES ATÉ 31/08/2018

De iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, por meio da sua Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat), e com a correalização do Senai Nacional, o Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade está com inscrições abertas até o dia 31 de agosto. A edição 2018 da premiação visa reconhecer, premiar e divulgar soluções inovadoras que contribuam para a modernização da indústria da construção brasileira. Os interessados podem concorrer às categorias Materiais e Componentes; Sistemas Construtivos; Gestão da Produção e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D); Pesquisa Acadêmica, e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Em qualquer uma das cinco categorias também poderá ser apresentado trabalho que consista de estudo de caso.

A cerimônia de premiação será no dia 11 de dezembro, em Brasília. Além do troféu, o vencedor de cada categoria participará de missão técnica internacional em 2019 para Paris/França; terá registro em vídeo para disseminação da iniciativa e divulgação da inovação no site da CBIC, e anúncio na Revista Techné, da Editora PINI.

As inscrições para o Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade são gratuitas e devem ser realizadas, exclusivamente, no sistema de inscrição online disponível no endereço eletrônico http://www.cbic.org.br/premioinovacaoesustentabilidade. Para acessar o regulamento do 22º Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade, clique aqui.

Compartilhe as informações do Prêmio entre os associados da sua entidade. Todo o material de divulgação está disponível neste link: http://bit.ly/2Lv5cMc

 

Fonte e Imagem: CBIC

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‘Precisamos criar mais empregos’, afirma presidente do Sinduscon-DF

Empresário assume o Sinduscon após a morte de Luiz Carlos Botelho Ferreira. A missão agora é turbinar o setor da construção civil

Reaquecer o setor de construção civil no Distrito Federal é a prioridade do novo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), o empresário João Carlos Pimenta, 69 anos. Ele assume a direção da entidade para terminar o mandato do pioneiro Luiz Carlos Botelho Ferreira, que morreu em decorrência de complicações cardíacas em 5 de julho.

Em entrevista ao Correio, Pimenta, que fica no cargo até maio de 2019, aponta como necessidades primordiais recuperar empregos no setor e repensar a forma como as obras públicas são tocadas no país e no DF.
Às vésperas das eleições deste ano, ele afirma que o Sinduscon quer dialogar com os candidatos e vai participar do processo eleitoral de maneira apartidária. “O que a gente mais precisa é ser ouvido”, diz.

O senhor assume no lugar de Luiz Carlos Botelho Ferreira por uma fatalidade. O que ele representou para o Sinduscon?

O Luiz Carlos levava esse trabalho com uma seriedade impressionante. Ele deu abrangência, desde 2014, à presidência do Sinduscon em todos os aspectos. Sempre foi muito acessível. É um trabalho que todos nós temos que reconhecer que foi excepcional, mesmo sendo interrompido. Ele deixa um legado incrível.

Quais são os principais desafios que o Sinduscon precisa enfrentar?

A construção civil já teve no DF 90 mil empregos formais diretos. Hoje, a estimativa é de que esteja entre 15 mil e 20 mil. A gente não consegue nem ter noção da quantidade de engenheiros hoje que estão em outras áreas, em subempregos. Precisamos reverter isso. A nossa bandeira é a reativação do setor de construção civil de forma saudável.

Estamos às vésperas das eleições, qual será a participação da entidade e do setor no pleito?

O Sinduscon, enquanto entidade, tem de ser apartidário. Agora, por outro lado, a gente considera que a nossa participação no processo, de forma isenta e abrangente, é essencial. Então, vamos levar as nossas reivindicações e deixar as nossas demandas para quem quer que seja eleito já conhecê-las.

O que é prioridade hoje para a construção civil?

O país hoje tem gente controlando, apurando, julgando, condenando e defendendo. Não tiro os méritos disso, acho até que muita coisa é para melhorar. Mas, se você somar tudo, tem muito mais gente fazendo isso do que executando. Então, precisamos dar prioridade a começar a trabalhar e a executar.

Como fazer isso?

Da maneira como o país tratava a construção civil, os grandes grupos ficavam com os contratos de megaobras. E está provado de que muita coisa inconveniente aconteceu por causa disso. Os governantes devem definir suas metas e ser assessorados por empresas de engenharia consultiva. Em vez de já contratarem megaempresas para megaobras, deveriam ouvir esses consultores para que possam licitar de forma mais pulverizada e com base em projetos de melhor qualidade.

O Brasil enfrentou uma crise muito intensa, que afetou muito a construção civil… No DF, já se pode falar em recuperação?

Eu diria que ainda não. Existem duas vertentes maiores da construção: a incorporação imobiliária e as obras públicas. A área imobiliária vem se recuperando bem, os indicadores e estudos mostram que ela vinha reagindo. Houve um baque agora com a greve dos caminhoneiros, mas há um otimismo que a recuperação retome depois disso. Já nas obras públicas, houve uma diminuição muito grande dos investimentos por causa dessa crise, que afetou muito os governos. Ainda há muitos reflexos disso.

Houve, no início deste ano, o desabamento do viaduto da Galeria dos Estados. De que maneira o Sinduscon avalia a infraestrutura e a manutenção das obras da cidade?

No desabamento do viaduto, as obras estão completando 60 anos e a verdade é que nunca se fez manutenção. Não é uma questão de agora. Essas obras em Brasília foram feitas a toque de caixa e, além disso, a tecnologia e as normas mudaram muito. Então, há uma série de fatores que levaram ao que aconteceu. A manutenção de obras precisa ser constante. E não é em lugar nenhum do Brasil. Esse é um grande erro.
Fonte e Imagem: Correio Braziliense
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Sete das dez profissões que mais destruíram vagas são da construção

Matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo revela que sete das dez profissões que mais fecharam postos de trabalho em 2017 e permanecem cavando o fundo poço em 2018 estão relacionadas à construção civil. O estudo foi realizado a partir de levantamento exclusivo ao Estadão/Broadcast solicitado à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

De acordo com o estudo, entre os dez piores desempenhos, a profissão que proporcionalmente fechou mais vagas dentro da construção nos 12 meses encerrados em junho foi a de supervisores de construção civil, com demissão de 8.566 trabalhadores e queda de 8,7% no pessoal ocupado com carteira nessa posição, após já ter dispensado 17.282 pessoas nos 12 meses anteriores. O total de trabalhadores formais atuando com montagem de estruturas de madeira, metal e compósitos em obras civis encolheu 5,2% nos 12 meses terminados em junho, 5.996 vagas a menos. A terceira maior queda no pessoal ocupado, de 4,9%, ocorreu na profissão de trabalhadores de estruturas de alvenaria, com 17.496 dispensados nos últimos 12 meses.

“A construção civil continua apanhando da baixa taxa de investimento, da falta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Um dos destaques foi a queda nas vagas para engenheiros civis. Ou seja, mesmo os trabalhadores mais qualificados não estão encontrando oportunidade de trabalho”, ressaltou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC e responsável pelo estudo.

Foram eliminadas 2.110 vagas formais de engenheiros civis no País nos 12 meses encerrados em junho, uma queda de 3,2% no total ocupado nessa profissão em relação aos 12 meses anteriores, terminados em junho de 2017, quando outras 6.189 vagas já tinham sido extintas. Em dois anos, mais de oito mil engenheiros civis perderam o emprego com carteira assinada.

Dados do Caged para o mês de junho, divulgados na semana passada pelo Ministério do Trabalho, mostram que o saldo entre geração e fechamento de vagas ficou negativo pela primeira vez no ano, após cinco altas consecutivas. Foram 661 postos de trabalho destruídos. Clique aqui para acessar a íntegra da matéria.

Fonte e Imagem: CBIC

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