Skip to Content

Arquivo de categoria: Notícia

CBIC busca solução para os efeitos da política de preços do petróleo no setor da construção

Em meio às discussões em torno da política de preços do petróleo aplicada pela Petrobras, o presidente da República, Michel Temer, recebeu o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, para tratar dos efeitos na construção civil dos reajustes diários feitos pela estatal, o que impede uma previsibilidade dos aumentos. O encontro aconteceu na tarde desta segunda-feira (11), no Palácio do Planalto, em Brasília.

“O Plano Real diz que o reajuste só pode ser feito uma vez ao ano, mas os nossos insumos estão sendo reajustados todos os dias. As empresas sem fôlego financeiro não vão aguentar”, explicou Martins após a reunião, ressaltando que o objetivo do encontro foi apresentar o problema e demandar uma solução para que os reajustes não fiquem tão descompassados.

A criação de uma tabela com preços mínimos de fretes para o transporte rodoviário é outra questão que preocupa os empresários do setor. A discussão já vem impactando no preço de insumos, como o cimento (+5%) e o aço longo (+3%). “Com o tabelamento do frete, desequilibrou tudo e todos os materiais sofreram algum tipo de influência. É esse reequilíbrio que teremos que estudar como fazer”, comentou o presidente da CBIC. Os efeitos serão percebidos ao longo do tempo e variam de acordo com o tipo de material, sendo que muitos insumos são pesados, como a areia e a brita, o que tem impacto no cálculo do frete.

A atual política de preços da Petrobras tem consequências, inclusive, na geração de empregos na construção civil. “Estamos falando de uma realidade que pode criar um problema sistêmico em todo o setor, o qual já empregou 3,3 milhões de trabalhadores diretamente e hoje emprega 2,3 milhões”, afirmou Martins.

Segundo o dirigente da CBIC, Temer mostrou-se bastante sensibilizado com o problema que, até então, não tinha sido percebido. O presidente da República comprometeu-se em reunir sua equipe econômica, incluindo os ministros da Fazenda e do Planejamento, para estudar formas de minimizar os efeitos na construção.

Fonte: CBIC

Imagem: Agência Brasil

LEIA MAIS

Audiência Pública do Projeto de Lei Orçamentária de 2019 será em 5 de julho

Encontro ocorrerá na Escola de Governo (Egov), das 9 horas ao meio-dia. Também é possível enviar sugestões por e-mail até 20 de julho.

A Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do DF promoverá audiência pública sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2019. O encontro será em 5 de julho, das 9 horas ao meio-dia, na Escola de Governo (Egov).

As contribuições também poderão ser enviadas pelo e-mail orcamento@seplag.df.gov.br até 20 de julho. O objetivo é recolher sugestões sobre o exercício financeiro do Estado para o próximo ano.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) detalha as receitas (previsão de recursos) que o governo vai arrecadar e fixa os gastos e as despesas para o ano seguinte.

Depois de elaborado, o projeto de lei é votado e aprovado pela Câmara Legislativa para entrar em vigor no ano seguinte.

O cronograma com os prazos e as responsabilidades dos órgãos envolvidos na formulação do projeto de lei — como as datas de envio das previsões de recursos, projeções de receitas e também de despesas — foi publicado no Diário Oficial do DFdessa quinta-feira (7).

Audiência Pública sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual 2019

5 de julho (quinta-feira)

Das 9 horas ao meio-dia

Na Escola de Governo (Egov) — SGON Área Especial 1, Quadra1

Audiência on-line

Até 20 de julho (sexta-feira)

Pelo e-mail orcamento@seplag.df.gov.br

 

 

Fonte: Agencia Brasília

Imagem: Internet com adaptações

LEIA MAIS

SNIS inicia coleta de dados de Água e Esgotos e Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos

O Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) iniciou a coleta de dados de Água e Esgotos e Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos para o ano de referência 2017.

O prazo para preenchimento é 9 de julho de 2018.

Os prestadores de serviços de água e esgotos, assim como os órgãos gestores de manejo de resíduos sólidos urbanos deverão entrar no sistema pelo link http://app.cidades.gov.br/snisweb e efetuar o primeiro acesso.

Ressaltamos que a adimplência com o fornecimento dos dados ao SNIS é condição para acessar recursos de investimentos da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA) do Ministério das Cidades, conforme definido nos normativos dos Manuais dos Programas.
Para mais informações, acesse o site www.snis.gov.br ou entre em contato:

Água e Esgotos
Telefones: (61) 2108-1276/1231/1405/1402/1411
E-mail: snis.ae@cidades.gov.br

Resíduos Sólidos Urbanos
Telefones: (61) 2108-1403/1229/1396
E-mail: snis.rs@cidades.gov.br

 

Fonte e Imagem: Ministério das Cidades

LEIA MAIS

Infraestrutura do Trecho 1 do Sol Nascente é entregue à população

Investimento no trecho é de R$ 58,8 milhões. Obras tiveram início em fevereiro de 2015.

As obras de infraestrutura do Trecho 1 do Sol Nascente foram entregues à população na manhã deste domingo (10). As intervenções, que tiveram início em fevereiro de 2015, envolvem, entre outras benfeitorias, pavimentação e rede de drenagem. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da cerimônia.

O investimento nesse trecho é de R$ 58,8 milhões, provenientes da Caixa Econômica Federal e de contrapartida do governo de Brasília. As obras geraram 90 empregos diretos e 120 indiretos.

São 25,2 quilômetros de redes de drenagem, com três lagoas de retenção, e pavimentação de 304,9 mil metros quadrados de vias, correspondentes a 44 quilômetros de comprimento por 7 metros de largura. Ao todo, 243 ruas foram asfaltadas.

A área total do Trecho 1 é de 240 hectares, equivalentes a 2,4 milhões de metros quadrados (m²) ou 336 campos de futebol.

Estiveram presentes na entrega a colaboradora do governo Márcia Rollemberg; o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio; o secretário de Segurança Público e da Paz Social, Cristiano Sampaio; o secretário de Cidades, Hamilton Esteves; o secretário de Cultura, Guilherme Reis, secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Antônio Coimbra.

Obras no Sol Nascente beneficiarão 100 mil habitantes

Para as obras de regularização, o Sol Nascente foi dividido em três trechos. As intervenções totalizam investimento de R$ 220 milhões e beneficiarão aproximadamente 100 mil habitantes.

A maior parte dos recursos (75%) vem de financiamento com a Caixa Econômica Federal, e os 25% restantes, do governo de Brasília. Todos os trechos devem ser finalizados até o fim do ano.

No Trecho 2, as obras englobam 30,3 quilômetros de redes de drenagem, com três lagoas de retenção, e 493,5 mil metros quadrados de pavimentação — correspondentes a 70 quilômetros de via com 7 metros de largura.

Os serviços de drenagem estão 85% executados, e a pavimentação, 48%. A previsão é concluir esse trecho, cujo investimento é de R$ 95,5 milhões, até o início do segundo semestre.

No Trecho 3, o valor é de R$ 66 milhões. Nele serão executados 21,3 quilômetros de redes de drenagem, com três lagoas de retenção e 450,5 mil metros quadrados de pavimentação.

Até o momento, foram executados 45% das obras de drenagem e a pavimentação ainda não foi iniciada. A previsão de conclusão é dezembro de 2018.

O Setor Habitacional Sol Nascente foi criado em 2008. O projeto inicial foi mantido, mas precisou sofrer adequações por conta de modificações ao longo dos anos e do crescimento populacional na região.

Fonte e Imagem: Agência Brasília

LEIA MAIS

MCidades, RIDE e Codese discutem mobilidade urbana e desenvolvimento urbano

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, se reuniu nesta última terça-feira (05) com representantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal e Entorno (CODESE-DF) e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE). Na pauta, assuntos relacionados ao transporte ferroviário e desenvolvimento urbano.

“Está conversa é válida porque temas relacionados a mobilidade urbana e desenvolvimento urbano envolvem diretamente o ministério. Toda nossa equipe está à disposição, basta ter a diretriz com a atribuição para que a gente não perca o tempo e o foco”, afirmou o ministro. Ele frisou que é importante definir a diretriz e o tema “para saber qual a pessoa certa para dialogar”.

O presidente do CODESE-DF, Paulo Muniz, afirmou que o intuito da reunião é estreitar o diálogo com o Ministério das Cidades. “Nossa meta é fazer esse intercâmbio com o ministério porque nós temos na Câmera, no eixo Brasília-Goiânia, alguns projetos de desenvolvimento que precisam ser trabalhados, como o próprio transporte que é o trem que a gente não consegue tirar do papel”, enfatizou Muniz.

O ministro das Cidades disse que o trem que liga Brasília a Goiânia está pronto, tendo a empresa responsável uns 90 dias para fazer o edital de concessão, e que fará o que estiver ao alcance para tirar o projeto do papel. “O trem Brasília-Goiânia está pronto. Nós vamos entrar com a parte do orçamento de OGU necessária para viabilizar para os próximos sete anos”, disse.

A modalidade de contrato é uma Parceria Público-Privada (PPP). O projeto prevê que a viagem de Brasília a Goiânia seja de aproximadamente 70 minutos com seis estações de passageiros: Brasília, Samambaia, Alexânia, Abadiânia, Anápolis e Goiânia.

A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE) é composta pelo Distrito Federal, os municípios goianos de Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Valparaíso de Goiás e Vila Boa. Bem como os municípios mineiros Buritis e Unaí.

Fonte e Imagem: Ministério das Cidades

LEIA MAIS

Caravana FCO tira dúvidas de empresários da construção civil

Depois da Associação Comercial do DF, da Cidade do Automóvel e da Federação de Indústrias do DF (Fibra), foi a vez de empresários da  Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) receberem a Caravana FCO. O evento realizado no dia 04 de junho e foi uma importante oportunidade para cerca de 20 micro e pequenos empresários tirarem dúvidas sobre as linhas de crédito disponíveis para o setor, principalmente as oferecidas pelo Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), verba que pode ser usada para o desenvolvimento econômico dos estados do centro-oeste e do Distrito Federal.

Tanto a caravana quanto o Fundo, que é mantido com recursos da União, são administrados pelo Banco do Brasil. O superintendente regional do BB no DF, Pablo Ricoldy, lembra que o FCO é voltado a empresários de todos os setores. “Dentre os critérios avaliados para aprovação do crédito está a apresentação de garantias, de um projeto bem estruturado e de um cadastro atualizado”, destaca.

O assessor especial da subsecretaria de Relação com o Setor Produtivo da SEDICT, Daniel Brito D’Almeida, explicou que o objetivo do FCO é fomentar o crédito, gerar emprego e renda e estimular a economia local.

“Essas reuniões servem justamente para alinhar e identificar as carências e dúvidas que o empresário possui em relação a linha de crédito”, completou.

Para o presidente da Asbraco, Afonso Assad, toda a aproximação do setor produtivo com o financeiro é extremamente importante.

“Esse tipo de ação beneficia, principalmente, o pequeno empresário. É preciso ter um mecanismo de facilitação para as empresas terem acesso ao crédito”, acrescentou Assad.

Foto: Ascom SEDICT

A SEDICT está elaborando um convênio junto ao Banco do Brasil e o sistema Fibra para a disponibilizar um interlocutor entre as associações que representam o setor produtivo no DF e a instituição financeira. “Nossa intenção é fazer com que esse empresário possa ser assessorado e dessa forma identifique pequenos gargalos no processo aquisição do FCO. Tudo visando a otimização e a liberação do crédito”, antecipou Daniel D’Almeida.

A próxima Caravana FCO deve ser realizada no instituto Fecomércio ainda na primeira quinzena de junho.

 

LEIA MAIS

Por que empresas devem utilizar EPIs para garantir a segurança do trabalhador?

Importantes para a diminuição e prevenção dos acidentes de trabalho, os EPIs (Equipamento de Proteção Individual), são dispositivos valiosos e indispensáveis no cotidiano do trabalhador brasileiro e responsável por um mercado relevante na economia do país. Tanto que de acordo com dados da Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG), o mercado nacional de EPI faturou R$ 4,64 bilhões em 2015. Sendo que os segmentos de maior destaque são os calçados (33%); seguido das luvas (27%) e vestimentas de segurança (20%). No mercado global, com faturamento de US$29 bilhões, o Brasil teve participação de 5%.

Fundamental no papel de protetor, a função dos EPIs é gerar segurança e garantir a plena integridade da saúde de funcionários que exerçam funções de risco dentro de empresas, independente do grau que as mesmas apresentem.

Sobre o fornecimento desses equipamentos, o EPI devem ser entregues de forma gratuita ao trabalhador para que ele consiga desempenhar suas funções sempre de forma segura e adequada. O que certamente garantirá a tranquilidade tanto do empregado quanto do empregador.

Dentre os EPIs mais conhecidos, podemos destacar as luvas, capacetes, roupas térmicas, cintos de segurança e outros. Sendo assim, é claro, o seu uso dependerá do tipo de atividade que o trabalhador deverá exercer junto à empresa.

Números mostram que parte considerável dos acidentes de trabalho que temos atualmente nas empresas são gerados principalmente pelo uso inadequado dos EPIs ou até mesmo pela total ausência desses equipamentos. E é justamente por isso que as companhias têm a obrigação, de acordo com as normas, de supervisionar e garantir a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual ao longo de todo o tempo de trabalho do prestador de serviço. É preciso que todos na empresa entendam a real importância dos EPIs através de palestras e treinamentos.

Por fim, torna-se relevante evidenciar que o EPIs não servem para evitar apenas os acidentes graves, mas eles também ajudam na prevenção daquelas doenças que são geradas pela repetição errônea de ações negativas no trabalho. Problemas que somente no futuro poderão ser notados pelo trabalhador.

Fonte e Imagem: SECONCI

LEIA MAIS

Crise fez o número de empregados na construção civil retroceder seis anos

RIO – A recessão fez o número de trabalhadores empregados na construção civil retroceder ao nível de 2009, segundo dados apresentados pela Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), divulgada na manhã de quinta-feira pelo IBGE. Em 2016, eram em torno de 2 milhões de pessoas empregadas nesse setor, mesmo volume de seis anos antes. Em 2013, chegou a 2,9 milhões, pico desta década.

Os salários médios pagos a esses trabalhadores também caíram. Em 2016, voltaram para o nível de 2013 em 2016, em torno de R$ 2,2 mil mensais. O número de empresas do setor, que crescia anualmente desde 2008, também caiu em 2016, para 127,3 mil firmas, frente às 131,3 mil que estavam ativas no ano anterior.

VEJA TAMBÉMMesmo com três anos de crise, carioca ainda paga caro para viver na cidade

A pesquisa também mostra que houve uma mudança estrutural no setor nesse período (entre 2007 e 2016), com as obras de infraestrutura perdendo e a construção de edifícios e os serviços especializados ganhando participação no total da atividade.

Em 2016, a atividade que mais contribuiu para a geração de valor foi a construção de edifícios, com 48,5%, já em 2007 as obras de infraestrutura apresentavam maior parcela no valor da atividade, com 45,6%. Por sua vez, o setor de serviços especializados, apesar do ganho de participação manteve o terceiro lugar no total do valor das incorporações, obras e serviços, saindo de 15,6% em 2007 para 20,4% em 2016.

Em 2016, segundo a PAIC, a atividade de construção totalizou R$ 318,7 bilhões em incorporações, obras e serviços da construção. Esse montante também retrocedeu a 2009, depois de atingir o pico de R$ 445 bilhões em 2014. Em 2016, dado mais recente, o valor das obras e serviços da construção atingiu R$ 299,1 bilhões, sendo que 31,5% deste montante foram provenientes das obras contratadas por entidades públicas (R$ 94,1 bilhões) e o restante por pessoas físicas e/ou entidades privadas.

Fonte e Imagem: O GLOBO RIO

LEIA MAIS

Em dois anos, construção perde 601 empresas e mais de R$ 120 bi em receita, aponta IBGE

Entre 2014 e 2016, obras de infraestrutura puxaram queda na receita bruta do setor. No período, número de empregados foi reduzido em 880 mil e salário médio encolheu.

A indústria da construção, uma das mais afetadas pela crise econômica no Brasil, fechou 600 empresas e viu sua receita encolher em mais de R$ 120 bilhões em dois anos. É o que aponta uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, em 2016 a atividade de construção faturou R$ 318,7 bilhões no país – R$ 126,2 bilhões a menos que em 2014, quando a receita bruta foi de R$ 444,9 bilhões.

No mesmo período, o total de empresas ativas no setor caiu de 127,9 mil para 127,3 mil. O número de empregados no setor também caiu nestes dois anos, passando de 2,89 milhões em 2014 para 2,01 milhões em 2016, o que representa uma redução de 880 mil vagas.

Embora tenha diminuído o número de empregados, o setor passou a pagar salários menores, segundo a pesquisa. O salário médio mensal, já descontada a inflação do período, era de R$ 2.354 em 2014 e caiu para R$ 2.235,16 em 2016 – uma redução de 5,05%.

Redução de obras de infraestrutura

A pesquisa do IBGE mostrou que dentre as três categorias que a atividade de construção engloba, a de obras de infraestrutura foi a única que perdeu participação na composição da receita bruta do setor nestes dois anos de crise.

Em 2014, as obras de infraestrutura respondiam por 38,3% do faturamento do setor. Em 2016, esse percentual caiu para 31,1%. Em contrapartida, no mesmo período a participação da atividade de construção de edifícios passou de 43,9% para 48,4%, e a de serviços especializados, de 17,8% para 20,5%.

Valor adicionado à receita bruta da construção por cada ramo do setor (Foto: Alexandre Mauro/ Editoria de Arte G1)

Valor adicionado à receita bruta da construção por cada ramo do setor (Foto: Alexandre Mauro/ Editoria de Arte G1)

Essa redução de obras de infraestrutura impactou diretamente no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2016, quando recuou 3,6%, marcando a pior recessão da história do país. Naquele ano, a indústria geral recuou 3,8%, refletindo o corte de gastos dos governos federal, estaduais e municipais na realização de obras públicas.

Fonte e Imagem: G1

LEIA MAIS

Energias renováveis irão compor 85% da matriz energética global até 2050, segundo relatório

A Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) divulgou o estudo Transformação Energética Global no qual um roteiro com prognóstico até o ano de 2050 aborda rumos do desenvolvimento do mercado energético global para os próximos 32 anos. No relatório em questão, também são avaliadas possíveis soluções para o setor em relação à redução das emissões de carbono previstas pelo Acordo de Paris que devem frear o aumento da temperatura global em dois graus.

Segundo o relatório internacional, será preciso aumentar em pelo menos seis vezes a agilidade na adesão das fontes limpas para reduzir emissões e evitar a escalada de ativos ociosos. O crescimento será de 60%, com destaque para geração solar e eólica. No estudo, o Diretor Geral da IRENA destacou que estes dois fatores são os principais impulsionadores descritos, podendo atuar em mais de 90% das reduções necessárias de emissão de CO2 relacionadas à energia.

O relatório apresenta eficiência energética em edificações, veículos e indústria como fatores-chave para aumentar a demanda mundial por energia limpa, além disso, uma geração de energia elétrica renovável, fornecida por meio de smart grids (redes inteligentes), também seria um impulso importante para difundir e viabilizar a fonte.

A IRENA também concluiu que 30% a mais de investimentos em energia limpa e eficiência energética até 2050 são capazes de criar mais de 19 milhões de empregos na área, sendo assim, existiria um saldo positivo de 11,6 milhões de novos empregos em energia renovável, eficiência energética e melhoria da rede energética.

De acordo com o Diretor da Agência Internacional de Energias Renováveis, é hora de aproveitar e mudar a geração de energia, passando de escassez, desigualdade e competição para a prosperidade compartilhada. Para isso, é necessário adotar políticas fortes, mobilizar capitais e impulsionar a inovação em todo o sistema energético.

Os dados mostram que no final de 2017, a capacidade de geração renovável global aumentou em 167 GW e atingiu 2.179 GW em todo o mundo, um crescimento anual de 8,3%. As energias renováveis são favoráveis em relação ao compromisso ambiental, além de serem economicamente viáveis, pois se configuram como uma tecnologia segura, confiável, acessível e disponível de forma abundante.

O coordenador do programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil destaca que os custos das energias renováveis modernas estão em queda, enquanto que os do petróleo estão em ascensão. Segundo ele, o mundo está cada vez mais atento e preocupado em relação aos gases de efeito estufa lançados na atmosfera e seus impactos no aquecimento global. Os responsáveis pelo relatório afirmam que é possível fornecer energia a todos, sem colocar nosso planeta em risco.

O Portal Solar divulga todos os acontecimentos, notícias e curiosidades do setor de energia solar fotovoltaica, acesse o site e saiba mais sobre baterias de lítio, placa solar e como é possível se beneficiar das fontes renováveis em sua empresa ou residência.

Fonte: www.portalsolar.com.br

Imagem: Internet

LEIA MAIS