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Category Archives: Notícia

Entenda os impactos da reforma tributária para a indústria da construção

Você quer entender quais são os impactos da reforma tributária para a indústria da construção? Nesta quinta-feira (8), a partir das 17h30, o ‘Quintas da CBIC’ reunirá advogados e representantes do governo e do Congresso para um debate sobre os impactos jurídicos da reforma. A conversa será mediada pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. Garanta sua vaga.

O ‘Quintas da CBIC’ é uma série especial de webinars e recebe um convidado diferente a cada quinta-feira, para tratar sobre assuntos de interesse da indústria da construção.

Fonte e Imagem: CBIC

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Morre, aos 84 anos, Sebastião Valadares, pioneiro em Brasília

Empresário lutava contra um câncer. Ele chegou ao DF em 1956, determinado a participar da construção da nova capital

Faleceu, na noite desta terça-feira (6/10), o empresário Sebastião Valadares de Castro, 84 anos. Há 10 anos, ele lutava contra um câncer no fígado, tendo passado por diversas cirurgias e intervenções. Pioneiro em Brasília, ele deixa três filhos e a esposa, com quem foi casado por 64 anos.

“Quando meu irmão mais velho nasceu, nem hospital tinha aqui. Eles precisaram ir para Goiânia”, detalha Karla. Aqui, ele formou família e fez amigos. “Meu pai teve uma vida maravilhosa, não tenho dúvida. E foi embora sem sofrer, graças a Deus.”

Para a filha, ficam, para sempre, as lembranças no coração e na memória. “Dele, guardo o espírito aventureiro, amor ao próximo e a obra que construiu”, emociona-se Karla. Amor esse que motivou, em 2000, a fundação do Instituto Nair Valadares.

A instituição, localizada no Riacho Fundo, atende a crianças e famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade, promovendo a educação, a cultura, o esporte, a saúde e o lazer.

Em 1992, mostrou ao país que era bom de jogo, quando ganhou, sozinho, a Mega-Sena. A história, cercada de anedotas, ganhou as páginas do Correio Braziliense:

Por três dias, Tião como é conhecido, concedeu entrevistas para a mídia, sem sair do bar. Sobre ele há muitos relatos engraçados, como a vez em que perdeu no pôquer e preencheu um cheque universal (era aceito por todas as instituições bancárias) com o nome do Banco da Província da Paraíba, que nunca existiu. Surpreso, o credor comentou: “Já vi cheque sem fundo, mas sem banco, este é o primeiro”.

 

Fonte e Imagem: Correio Braziliense

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Reforma de quadras e vestiários no Parque da Cidade custará R$ 1,4 milhão

GDF lançou licitação para escolher empresa que fará reparos em 27 quadras esportivas e na área para troca de roupas na Piscina de Ondas

O Parque da Cidade entrará em obras. O Governo do Distrito Federal lançou edital para escolher a empresa responsável pela reforma de 27 quadras poliesportivas e dos vestiários da Piscina de Ondas. O investimento previsto é de R$ 1,4 milhão.

 

Ao todo, além do vestuário da Piscina com Ondas, serão reformadas cinco quadras de tênis e 20 poliesportivas próximas ao estacionamento 6, além de duas quadras de beach tennis, localizadas nas imediações do estacionamento 12. Os principais trabalhos incluem adequação de acessibilidade, pintura, substituição de alambrados, pisos e iluminação.

Confira, abaixo, o que será feito na reforma:

  • Pintura dos alambrados
  • Novo revestimento
  • Três novos portões de acesso
  • Instalação de sete postes e 30 luminárias
  • Pintura
  • Recuperação da calçada de acesso às quadras, com instalação de piso tátil
  • Plantio de grama nos jardins que dividem as quadras
  • Quadras de beach tennis
  • Novo sistema de drenagem
  • Realinhamento de meios-fios de contenção de areia
  • Novos alambrados
  • Instalação de piso tátil na calçada ao redor das quadras
  • Troca da iluminação, com instalação de dois postes e seis luminárias

Quadras poliesportivas próximas ao estacionamento 6

  • Pintura do piso das quadras
  • Troca das luminárias
  • Reparos nos alambrados

Vestiários da Piscina com Ondas

  • Impermeabilização da laje
  • Troca das instalações hidráulicas
  • Troca das instalações elétricas (quadros, fiações, interruptores, tomadas e luminárias)
  • Troca de piso
  • Troca dos azulejos das áreas molhadas
  • Limpeza das paredes em tijolo aparente
  • Troca das portas
  • Troca das divisórias de banheiros e trocadores
  • Troca das esquadrias de iluminação e ventilação
  • Troca do forro de gesso do teto

Fonte e imagem: Metrópoles com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF

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Asbraco colabora mais uma vez com a campanha do GDF “Vem brincar comigo 2020”

A campanha é liderada pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, e segue para reta final na Semana do dia das Crianças

Ano passado cerca de 30 mil presentes, entre brinquedos e livros infantis foram arrecadados e distribuídos a crianças que vivem em situação de vulnerabilidade no DF, trata-se de uma iniciativa do Governo do Distrito Federal, idealizada e comandada por Mayara, que também é secretária de Desenvolvimento Social.

Lançada no dia 25 de agosto de 2020, teve período de arrecadação prorrogado até hoje (7). As doações ainda podem ser realizadas até o fim da tarde nas administrações regionais, em batalhões da Polícia Militar e em unidades do Corpo de Bombeiros, em pontos driver-thru.

Para a primeira-dama as brincadeiras estimulam as crianças a se autoconhecer e atuam na formação da personalidade e criação de caráter, tanto para as crianças que estão doando os brinques, tanto para às que estão recebendo. “O ato de brincar é essencial na vida de uma criança, pois ajuda no desenvolvimento da criatividade e estimula a concentração e a memória”, enfatizou Mayara.

Neste ano, a expectativa é muito maior, somente no dia 30 de setembro, foram arrecadados 15.750 itens entre brinquedos e livros infantis em seis horas. Para a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), poder participar desta campanha é mais do que um ato de solidariedade, é um ato de amor, uma oportunidade de poder levar esperanças e sonhos para àqueles que são o futuro da cidade. “Este é o segundo ano consecutivo que nossa entidade participa da campanha, vem sendo um ano difícil para todos, porém, sempre é possível de fazer o bem, levar algo de bom para os corações dessas crianças, um sorriso pode mudar tudo e neste momento precisamos nos voltar para a humanidade, reavaliar o que é importante, pontou Afonso Assad, presidente da Asbraco.

Devido a pandemia, este ano não será possível ter a festa de entrega dos presentes à crianças, a programação será inteiramente virtual, entre os dias 5 e 12 de outubro iniciou-se a campanha Vem Brincar Comigo Digital, que contará com atividades de entretenimento voltadas para as crianças e transmitidas ao vivo no canal do YouTube da Secretaria de Economia e demais plataformas digitais do Governo do Distrito Federal. A entrega dos presentes será anunciada em breve.

Segundo a subchefe de Políticas Sociais e Primeira Infância, Anucha Soares, este foi um ano atípico, mas foi das dificuldades é plausível encontrar o combustível para inovar e fazer um dia das crianças mais feliz.

 

 

Fonte: Texto com base em matérias do Agência Brasília

Imagens: Acervo Asbraco

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É HOJE – MESA REDONDA – A Integridade no setor da Construção Civil

DATA: HOJE, 7 de outubro
Horário: 16h
Plataforma: Zoom

📌 Inscreva-se gratuitamente:
https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZArcemrqD4sGNaGam435iZint-19nz1hD5N

Dúvidas: 3234-8310 ramal 234
Gilmar

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Mesmo com pandemia, 22 mil negócios foram criados no DF

Especialistas avaliam que o movimento pode ter impacto positivo na economia local

Entre maio e agosto de 2020, mesmo em meio a pandemia de covid-19, 22.136 novas empresas foram abertas no Distrito Federal, cerca de 11,30% a mais que o registrado nos primeiros quatro meses do ano. Os dados são do Mapa das Empresas, divulgado pelo Ministério da Economia. Segundo especialistas, esse movimento é consequência da grande demanda que a população da capital federal gera para, principalmente, o setor de bens e serviços. Para os novos empreendedores, a crise sanitária assustou, mas não suficiente para desanimá-los.

Maria Aparecida Mesquita, 29, percebeu que a demanda para certos tipos de serviços não parou durante a crise sanitária. Por isso, ela não abandonou o sonho de ser dona do próprio empreendimento. Em 7 de julho, ela inaugurou uma franquia de um centro de estética em um shopping no centro da capital. “Sempre temos medo de começar algo novo e a pandemia com certeza intensificou isso. Porém, eu sabia que a demanda era grande e por isso não desanimei”, afirma. Hoje, quase três meses após a abertura, Maria considera que o retorno é positivo.

A única dificuldade de Maria foi em relação à divulgação. “Para começar a atrair os primeiros clientes foi complicado. No entanto, depois das primeiras semanas, o marketing boca a boca começou a movimentar mais o negócio”, declara. Até a burocracia, que assustava a empresária iniciante, a surpreendeu positivamente. “O registro foi muito rápido, até a equipe jurídica e financeira ficou surpresa. Acredito que isso seja reflexo da pandemia, pois tudo foi transferido para plataformas on-line e o atendimento ficou mais ágil”, considera.

Outro que encontrou oportunidade em meio à crise, foi Maurício Santos, 29. Morador do Lago Oeste, ele percebeu que os serviços de entrega de comida não costumam entregar no local. Por isso, em julho, ele criou um delivery de cachorro-quente voltado para a região. “Como eu fiz um curso de gastronomia no Senac e trabalhei em restaurante, antes dele fechar devido a pandemia, tinha experiência no ramo”, conta. Dois meses depois do início do investimento, o jovem afirma que os resultados são positivos. “Considera que o produto está fazendo bastante sucesso”, declara. Ele ainda diz que a burocracia foi a parte mais rápida de todo o processo. “Consegui registrar o nome do negócio em menos de um dia. Fiz tudo pela internet e foi bem ágil”, explica.

Ainda de acordo com o Mapa das Empresas, a capital federal é a segunda unidade da Federação mais rápida para se registrar um negócio. Em média, o processo demora apenas 11 horas e fica atrás apenas do Goiás, onde o tempo é de 10 horas. De acordo com o diretor-superintendente do Sebrae DF, Valdir Oliveira, a posição da cidade no ranking é extremamente positiva. “Certamente isso está ajudando os novos empresários a abrirem e registrarem as empresas no DF. Antigamente, o processo era muito burocrático e isso pode ter desmotivado muita gente”, explica.

Apesar de analisar positivamente os dados, o superintendente considera importante ressaltar que o grande número de empresas abertas é um movimento natural da crise. “Os empreendedores ou microempreendedores surgem como uma maneira de as pessoas buscarem por estabilidade”, afirma. Por isso, é preciso ter cuidado antes de se animar com o cenário. “Muitas empresas estão fechando e outras abrindo no lugar. Antes de iniciar um investimento, é preciso analisar a situação econômica e a demanda do DF e, assim, se planejar”, completa.

Expectativas

Coordenador do curso de economia do Iesb, Riezo Almeida considera que essa movimentação no mercado é positiva para o cenário econômico do DF. “O dinheiro começa a girar mais, pois, a partir do momento que a empresa está aberta, ela precisa dos produtos, que gera mais renda e demanda para os fabricantes e assim por diante na linha de produção”, esclarece. Ele ainda diz que as novas empresas começam a pagar impostos, o que beneficia a arrecadação do governo local. “Os empresários pagam mais tributos como o ICMS. É a circulação de dinheiro que faz falta, ainda mais durante a pandemia”, completa.

Em relação às expectativas para o terceiro quadrimestre do ano, Riezo acredita que a situação deve se manter. “A tendência é que o 3º quadrimestre seja bem positivo ainda mais com as reaberturas de vários setores da economia. Assim, as demandas começam a ressurgir”, afirma. Apesar do bom quadro geral, ele ressalta que é importante que cada empresário analise e planeje os próximos passos do negócio. “Ainda assim, há, infelizmente, empresas que fecharão. É importante estar atento às demandas para, assim, se adequar ao novo normal do mercado”, conclui.

Empresas abertas por mês no DF

Janeiro 5.250
Fevereiro 4.737
Março 5.205
Abril 3.503
Maio 4.177
Junho 4.990
Julho 6.207
Agosto 5.936

Fique de olho

O que avaliar no cenário econômico antes de investir em um negócio

Taxa de juros
• Para iniciar um investimento, é mais vantajoso se as taxas estiverem baixas (como o caso da Selic que está há 2%, taxa mais baixa da série histórica), pois os investimentos imediatos acabam valendo mais do que deixar o dinheiro em poupança. Além disso, o empréstimo também fica mais “barato”.

Inflação
• É importante que a inflação esteja controlada, pois facilita o planejamento de gastos com produtos ou matérias primas. E para garantir um bom retorno dos negócios, em geral, o planejamento é uma parte essencial.

Burocracia
• Ter facilidade e rapidez na hora de iniciar um negócio anima o novo empreendedor. Com a pandemia, esse processo se tornou mais rápido, pois foi transferido para plataformas online.

Efeitos do desemprego

Outro fator que pode explicar o grande número de novos negócios no DF é o desemprego. De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego, divulgada pela Companhia de Planejamento (Codeplan), no início da pandemia, em maio, 333 mil moradores da capital federal estava à procura de um emprego. O número era 0,9% maior que o mesmo período de 2019. Já em agosto, a taxa se estabilizou e 243 mil brasilienses estavam desempregados.

Para Roberto Ellery, professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), essa troca é um movimento comum durante crises. “Primeiro, as pessoas ficam desempregadas. Com a necessidade de ter alguma renda, umas partem para a informalidade e outras investem em microempresas”, explica.

Tendência

Mas o professor considera importante ressaltar que, além da crise, há uma tendência de aumento de microempresários e de autônomos no DF. “Logicamente, o desequilíbrio econômico intensifica esse fenômeno, mas, há alguns anos, que o mercado registra um aumento de Microempreendedores Individuais (MEIs) e autônomos”, diz Roberto. Ele afirma que é uma saída natural para quem deseja completar a renda. “Acredito que esse movimento se manterá nos próximos anos”, considera.

Roberto Ellery, no entanto, faz um alerta. “Apesar do processo para abertura de uma empresa estar mais ágil, é preciso ter cuidado”, diz. Ele explica que os aspirantes a novos empresários devem se planejar bem e não agir no calor do momento. “Pode parecer que está fácil, mas não é bem assim. A crise sanitária ainda existe e afeta a economia local. Por isso, recomendo que as pessoas pensem bem antes de investirem dinheiro em um negócio e tenham uma reserva”, conclui.

 

Fonte e Imagem: Correio Braziliense

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CBIC lança hoje ‘Transformação Digital na Indústria da Construção’

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio do Grupo CBIC Jovem, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) lança hoje, segunda-feira (5), pesquisa inédita sobre ‘Transformação Digital na Indústria da Construção’, que busca entender o grau de digitalização de construtoras e incorporadoras no Brasil.

Direcionada a empresas construtoras e incorporadoras brasileiras de todos os portes e empresas de solução tecnológica para o setor, o objetivo é mensurar o nível de digitalização das empresas participantes com base nas atividades executadas no ciclo de incorporação e construção, e conectar a demanda por digitalização com soluções disponíveis no mercado.

“Quanto maior o nível de digitalização de uma empresa, maior o potencial de geração de valor, mas, como todo investimento, a transformação digital precisa ser planejada para automatizar e integrar os processos certos. Elencar prioridades de digitalização é um dos objetivos da nossa pesquisa”, destaca Andrew Nóbrega Baptista de Araújo, analista de Desenvolvimento Tecnológico na Cyrela e membro do Grupo CBIC Jovem da CRS/CBIC.

O pré-lançamento da pesquisa ocorreu no 3 de setembro, durante o ‘Quintas da CBIC: Inovação e Digitalização na Construção: o papel das StarUps’.

Integram o grupo de elaboração da pesquisa:

Comissão de Responsabilidade Social da CBIC

  • Ana Cláudia Pontes Gomes, presidente da CRS/CBIC
  • Cláudia Rodrigues da Silva, gestora da CRS/CBIC

CBIC Jovem

  • Andrew Araújo – Natal (RN)
  • Bruno Cardoso – Belém (PA)
  • Daniele Ramos – Brasília (DF)
  • Edgar Veggi – Cuiabá (MT)
  • Eduardo Damião – São Paulo (SP)
  • Felipe Lima – Porto Alegre (SP)
  • Heloísa Resende – Brasília (DF)
  • Jeferson Spiering Böes – Fortaleza (CE)
  • Mariana Novaes – Rio de Janeiro (RJ)
  • Matheus Martins – Campo Grande (MS)
  • Paula Lunardelli – Florianópolis (SC)
  • Ramom Valente – Macapá (AP)
  • Solon Souza Filho – São Carlos (SP)
  • Tatiane Kelm – Porto Velho (RO)
  • Thais Siqueira – Salvador (BA)

Consultor

  • Luiz Henrique Ceotto

A pesquisa integra o projeto ‘Desenvolvimento de Lideranças’ da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da CBIC, com a correalização do Sesi Nacional.

Aguarde!

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 2,12%

A informação foi divulgada hoje pelo BC

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) deste ano subiu de 2,05% para 2,12%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (5), publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação varia de 3,01% para 3%. A previsão para 2022 e 2023 não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,5% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,5% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

PIB e dólar

As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para a queda da economia brasileira este ano de 5,04% para 5,02%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 19 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

 

 

Fonte e Imagem: Agência Brasil

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Começa hoje registro de chaves digitais do Pix

Cliente poderá cadastrar e-mail, telefone ou CPF e CNPJ

Novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC), previsto para começar a funcionar em novembro, o Pix entrará oficialmente em teste nesta segunda-feira (5). A partir de hoje, os clientes poderão registrar as chaves digitais de endereçamento para enviar ou receber recursos em 644 instituições financeiras.

Segundo o BC, as chaves são o “método fácil e ágil” de identificação do recebedor. Desta forma, o pagador não precisará de dados como número da instituição, agência e conta para fazer uma transferência.

Para cadastrar a chave, basta acessar o aplicativo da instituição em que tem conta e fazer o registro, vinculando a uma conta específica uma das três informações: número de telefone celular, e-mail ou CPF/CNPJ. As informações serão armazenadas em uma plataforma tecnológica desenvolvida e operada pelo BC, chamada Diretório Identificador de Contas Transacionais (DICT), um dos componentes do Pix.

Anteriormente previsto para iniciar em 3 de novembro, o registro das Chaves Pix foi antecipado para que os clientes e as instituições tenham mais tempo para se familiarizar com o novo sistema. Estarão disponíveis antecipadamente todas as funcionalidades para a gestão das chaves, como registro, exclusão, alteração, reivindicação de posse e portabilidade. As regras específicas constam de regulamento publicado pelo BC em agosto.

Neste período antecipado, a participação das instituições financeiras e de pagamentos no registro das chaves ocorre de forma facultativa. O único pré-requisito exigido é a conclusão bem-sucedida da etapa de homologação.

Operação

O Pix funcionará 24 horas por dia e reduzirá para 10 segundos o tempo de liquidação de pagamentos entre estabelecimentos com conta em bancos e instituições diferentes. As transações poderão ser feitas por meio de QR Code (versão avançada do código de barras lida pela câmera do celular) ou com base na chave cadastrada.

A nova ferramenta trará agilidade em relação a sistemas atuais de pagamento, como a transferência eletrônica disponível (TED), que leva até duas horas para ser compensada, e o documento de ordem de crédito (DOC), liquidado apenas no dia útil seguinte.

No caso de empresas, a plataforma traz vantagens em relação ao pagamento por cartão de débito. Isso porque o consumidor pagante não precisará ter conta em banco, como ocorre com os cartões. Bastará abastecer a carteira digital do Pix para enviar e receber dinheiro.

Cronograma

5 de outubro: Início do processo de registro de chaves de endereçamento

3 de novembro: Início da operação restrita do Pix

16 de novembro: Lançamento do Pix para toda a população

Fonte e Imagem: Agência Brasil

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Saiba como funciona a reciclagem de resíduo eletrônico feita pelo GDF

O caminho percorrido pelos materiais desde o descarte nos Pontos de Entrega Voluntária até a doação para quem precisa

É em um armazém no Gama onde a mágica do Reciclotech acontece. Resíduos eletrônicos entregues por órgãos públicos ou coletados nos pontos de entrega voluntária (PEV) passam por triagem e seguem um fluxo até serem recondicionados, encaminhados para reciclagem ou descartados corretamente. O projeto inovador do Governo do Distrito Federal é mais um passo para tornar a capital inteligente.

Idealizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o projeto é gerido pela Programando o Futuro, Organização da Sociedade Civil (OSC) com mais de 20 anos de experiência no ramo. A entidade foi selecionada e habilitada a partir de processo de chamamento público junto à Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). A Agência Brasília conta, agora, como o programa funciona antes mesmo do lançamento oficial (veja arte).

Todos os dias, Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE) encaminhados por órgãos públicos ou dispensados nos pontos de entrega voluntária chegam ao armazém. São itens como celulares, tablets, TVs, pilhas, geladeiras e, principalmente, computadores. Isso porque a instituição é um Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC), iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Gerente de operações da entidade, Kelly Cristina Reis explica que todos os itens são catalogados por tipo em um sistema que permite acompanhar todo o fluxo, até a destinação final. Computadores com potencial de reutilização são separados, reparados, limpos, testados e têm peças substituídas, quando necessário. Em tempos normais, 60% dos cerca de cinco mil computadores recebidos podem ser reutilizados.

Antes da parceria, os equipamentos recondicionados eram leiloados. Agora, novamente prontos para uso, eles são doados aos órgãos públicos que direcionam a quem mais precisam. Assim, por exemplo, é promovida a inclusão digital de estudantes que precisam de acesso à tecnologia para acompanhar o ano letivo que segue pela internet por causa da pandemia de coronavírus.

Outros materiais

Os outros materiais são separados por tipo, peça por peça, e vendidos para indústrias cadastradas que os reciclam. A exceção é o plástico, que pode passar por transformação ali mesmo. Quem cuida do processo é Leonardo Loureiro, supervisor desse tipo de operação pela instituição. Ele conta que os plásticos que compõem os eletrônicos têm duas destinações.

Novos PEVs feitos de material reciclado| Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Aqueles que podem ser completamente limpos são triturados. Parte é vendida para indústrias, parte vira filamento para impressora 3D. São, em média, 10 quilos por dia. Os materiais abastecem os 12 laboratórios de robótica Include do DF com a matéria prima para impressão. Os materiais contaminados, por sua vez, são derretidos a 180 ºC, viram massa e podem se transformar em qualquer coisa. Ali, por exemplo, eles são transformados em pisos ecológicos e são feitos 50 blocos de pisos por dia.

Também é na Programando o Futuro que são feitos os novos PEV a serem instalados pelo DF. Nesta semana, 30 já estavam prontos, um foi instalado na sede da Administração Regional do Guará e outro está programado pra chegar ao Parque Ecológico de Águas Claras. Os locais de destinação são indicados pelos órgãos do GDF, focando em pontos de maior circulação. A previsão é que o programa dobre a quantidade de pontos.

Capacitação

O edital que tirou o projeto do papel prevê capacitação de jovens da capital pela instituição. Por causa da pandemia, o início dos cursos precisou ser adiado e a previsão é dar andamento no início de 2021, para garantir a segurança de todos. Segundo a Secti, a forma de ingresso será divulgada mais para frente, mas a capacitação será destinada a alunos de escolas públicas da comunidade, integrantes do Cadastro Único (CadÚnico).

Estudantes de 16 a 24 anos terão oportunidade de passar por estágio na entidade, onde aprenderão na prática as funções de reciclagem e recondicionamento. A bolsa-auxílio é de R$ 400 pagos com recursos do MCTIC como parte do CRC.

Além de salas de aula, a sede da Programando o Futuro no Gama ainda abriga um dos 12 laboratórios de robótica Include do DF, que vai funcionar com equipamentos recondicionados ali mesmo.

Anderson Freire, coordenador pela Secti | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

“É a tecnologia chegando onde dificilmente chegaria. Levando oportunidade para pessoas que precisam, capacitando para gerar emprego e renda. A ideia é expandir e levar núcleos pelas cidades do DF, facilitando triagem, coleta e formação”, valoriza Anderson Freire, idealizador do projeto e coordenador pela Secti.

Conscientização

“Sabemos que muitos equipamentos eletroeletrônicos têm componentes como chumbo e mercúrio, prejudiciais ao meio ambiente e à vida humana. É de vital importância que esses resíduos tenham descarte adequado”, avisa o coordenador de Implementação da Política de Resíduos Sólidos da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Glauco Amorim. Para ele, a conscientização da população e a ampliação de pontos de entrega voluntária devem fazer parte de toda a rotina do programa.

No plano de trabalho do Reciclotech é previsto o trabalho educativo em escolas da capital, mas a pandemia mudou os planos. ”Pegamos parte do que seria feito em caravanas escolares e transformamos em drive-thru de recolhimento”, conta Anderson Freire, da Secti. No fim de semana, quando teve início a ação itinerante, mais de uma tonelada de equipamentos foi colhida e já entrou no fluxo da entidade.

Coordenador do projeto na Programando o Futuro, Alexandre Mesquita valoriza a parceria firmada. “Para nós, como instituição, é motivo de satisfação e crescimento participar de um programa inédito graças ao pioneirismo do GDF”, diz. “Estamos prestando um serviço necessário e essencial para o Estado. Além de trabalhar a questão ambiental, fornecemos equipamentos para a população vulnerável do DF e tem um processo de formação”, elenca.

 

Fonte e Imagens: Agência Brasilia

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