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Arquivo de categoria: Notícia

Seconci-DF é beneficiado com o Programa de Eficiência Energética da CEB

Com a instalação de módulos fotovoltaicos, toda a energia utilizada na sede, Núcleo Bandeirante, será produzida pela própria entidade

Há dois anos, o Seconci-DF pleiteou junto a Companhia Energética de Brasília (CEB) a Cooperação Técnica para instalação e produção de energia solar por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Concessionária. Sendo assim, após ter seu projeto aprovado, a entidade, enfim, se tornou autossuficiente na produção da eletricidade que consome. Este fato aconteceu em julho, após a instalação de 156 módulos fotovoltaicos no telhado da sede, com potência instalada de 56,28 KWp. Outra medida importante foi a substituição de todas as lâmpadas por LED, além da troca de três sistemas de acondicionamento ineficientes por outros mais econômicos.

Vale ressaltar que a intenção é zerar o valor da conta de energia, uma vez que a produção na entidade será suficiente para atender à demanda do imóvel. “Teremos condições de gerar a energia para nosso consumo, sem a necessidade de utilizar o sistema da CEB. Além disso, o excedente será revertido para a rede pública”, explica Leonardo Milazzo, gerente geral do Seconci-DF.

Por ser o Seconci uma entidade sem fins lucrativos, o PEE prevê que todo o investimento feito pela CEB será a fundo perdido. Ele está embasado pela Resolução nº 556, de 02 de julho de 2013, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que visa a aplicação de parcela da sua receita em desenvolvimento tecnológico do setor elétrico e redistribuição da matriz energética, com uma maior participação de fontes alternativas de energia.

ECONOMIA PREVISTA: a expectativa é de que o Seconci tenha uma redução de 100% do consumo da energia vinda da rede da CEB. Ou seja, 72,13 MWh/ano.

Fonte e Imagem: SECONCI/DF

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DF, um mapa que poderia ser cortado por movimentadas ferrovias

A construção de Brasília, um sonho acalentado durante muitas décadas por visionários que preconizavam a interiorização do desenvolvimento no país, tendo a nova capital como grande vetor para o crescimento populacional e econômico do planalto central, aconteceu. O País, mais populoso no interior, desenvolveu-se sustentado pelo agronegócio, tornando-se um grande fornecedor de produtos dessa indústria para exportação. Mas, ao longo dos anos os pilares da Capital foram sendo derrubados.

A proposta de ser o elo entre a região desenvolvida costeira e a rural, dada a série de óbices enfrentados, resultou em uma Brasília sinônimo de problemas de todas as ordens. Brasileiros que acreditaram no sonho proposto terminaram vivendo em cidades dormitórios de seu entorno inchado em que esta população de subempregados é martirizada todos os dias ao utilizar meios de transporte inapropriados, insuficientes e sofríveis. Foi assim abandonada entre dois mundos, dos quais está cada vez mais distante no que se refere a desenvolvimento.

Há muitos anos é discutida a implementação de políticas públicas que viabilizem o desenvolvimento de Brasília e das cidades do Entorno. O Codese, uma entidade da sociedade civil engendrada pelo empresariado local prepara já a um ano para apresentar aos candidatos ao GDF, em agosto, propostas de longo prazo que visam superar as tensões decorrentes da não concretização do elo que sustentaria a região o “quadradinho”.

Muitas das soluções a serem propostas apontarão projetos de descompressão de Brasília com a melhoria de condições de emprego e renda no Entorno. Entre tantas, a necessidade de criação de uma infraestrutura logística capaz de recolocar o DF na rota de atração de investimentos, e inverter o estrangulamento econômico atual.

Brasília nos trilhos

A Câmara de Logística do Codese/DF, entende que, já é passada a hora de mudar e colocar Brasília de volta aos trilhos. É preciso destinação nobre à pequena área que não chega a 0,5% do território nacional: um enclave de 5.779.999 quilômetros quadrados em Goiás, muito inferior às primeiras indicações para a área da nova capital dadas pela missão Cruls, que alcançava os municípios de Planaltina, Corumbá e Formosa. Um retângulo de 160 por 90 quilômetros (14,4 mil quilômetros quadrados).

Brasília é ligada por ferrovia a Sumaré (São Paulo) linha que se direciona ao porto de Santos em trajeto que serpenteia partes de Goiás e Minas, rota fundamental para fluidez no transporte da região. Sua utilização para cargas e futuros usuários, exigiria algum reforço em sua estrutura e a construção de linha auxiliar, transformando-a em bitola mista. Essa ferrovia integra o corredor logístico Centro-Sudeste e tem como principais cargas transportadas minérios, coque (obtido a partir da destilação do carvão mineral), areia, brita e derivados do petróleo. Aproveitar e interligar esta linha com a Ferrovia norte sul é permitir a inclusão do Distrito Federal e entorno, tirando-os do apagão e isolamento da matriz ferroviária.

O trecho entre Brasília e Goiânia ao fazer intercessão com a Norte-Sul permite ligação com o Porto de Itaqui (Maranhão), que deverá se tornar um dos mais importantes portos brasileiros por ser o mais próximo do Canal do Panamá, dos portos dos EUA e da Europa. Não se pode desprezar a produção do agronegócio do Distrito Federal e de sua área de influencia econômica (RIDE). Tal integração com as diversas regiões do país, alia-se à sábia decisão de dar ao Distrito Federal sua primeira vocação, a de vetor do desenvolvimento.

A Câmara ressalta ainda que a interligação do trecho Brasília /Sumaré com o Brasília/Goiânia, que cruzará a Norte/SUL, permitirá que o transporte de cargas e de passageiros do Brasil continental tenha maior mobilidade e economicidade particularmente nas operações de exportação, o que acarretará mais emprego e renda ao fomentar a implantação de indústrias e o crescimento do comércio e do agronegócio. O uso deste modal de transporte tão pouco utilizado no Brasil, abrirá espaços a novos surtos de desenvolvimento em regiões ainda hoje pouco habitadas e desenvolvidas devido à falta de transporte.

União Brasília-Goiania

O trecho Goiânia-Brasília, muito falado, esperado e engavetado, propõe iniciar a operação com o transporte de passageiros e agregação futura de cargas.  Da mesma forma que o respectivo traçado recentemente divulgado na mídia local, exige análise bastante criteriosa voltada também às necessidades do DF. O projeto prevê, ainda, dois tipos de transporte: o regional, para o trecho Brasília a Goiânia, e o integração ou semiurbano, com as linhas DF/Águas Lindas/Santo Antônio do Descoberto e Anápolis/Goiânia.

Nessa questão devem ser consideradas as outras alternativas apresentadas em estudo elaborado no passado recente pela VALEC, que são mais econômicas, a exemplo do traçado que passa pelo Polo JK, e produzirem menores impactos socioambientais. Esta ligação  ferroviária, entre as duas capitais e ramificações, atenderia a uma população estimada de 6,3 milhões de pessoas com previsão de 23,5 mil usuários por dia e 7,3 milhões no ano. As estações seriam integradas ao metrô e ao BRT.

Por sua vez, a ligação ferroviária Regional é apontada como a solução de transporte para os moradores do Entorno Sul, onde se encontra a maior concentração demográfica da região, dada a necessidade de deslocamento até à Capital Federal. Para a Câmara de Logística, o trecho Luziânia-Brasília, (via Polo JK) pode atender o deslocamento de moradores e trabalhadores do entorno e do DF. Para a CT de Logística o trecho que melhor atende às necessidades de transporte, carga e passageiros, é o definido no citado estudo da Vale: Goiânia-Anápolis-Alexânia-Cidade Ocidental-Brasília (Polo JK) -Rodoferroviária. A revitalização e reestruturação desse trecho, tem potencial para reduzir em 50% o tempo gasto no deslocamento em horário de pico. Mais de um milhão de pessoas que perdem até mais de duas horas por dia poderão ser beneficiadas. O desenvolvimento do Distrito Federal só será pleno e justo quando o produto de seu PIB for gerado em grande parte não no centro metropolitano e, sim, em sua periferia.

Fonte e Imagem: CODESE

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Como o uso de drones pode mudar a construção civil

Com os avanços tecnológicos e as novidades do mundo digital, o setor de construção civil tem passado por grandes mudanças. Hoje, com o uso de novas ferramentas, já é possível reduzir os custos das empresas, aumentar a agilidade no planejamento e execução de projetos, diminuir desperdícios e, até mesmo, melhorar a experiência do consumidor. Neste cenário, os drones se tornam aliados para as companhias que desejam inovar ainda mais.

A tecnologia já auxilia os profissionais de construção civil em diversas tarefas. Funções que antes dependiam de um grande esforço já podem ser desempenhadas mais facilmente. Com a utilização de drones, já é possível, por exemplo, obter imagens georreferenciadas em tempo real do projeto, que após serem processadas com softwares específicos, podem  gerar um modelo 3D da construção e/ou do terreno (topografia).

Porém, ainda há muito o que fazer. Segundo André Luiz Siqueira Marques, gerente de obras da Camargo Corrêa Infra, a construção civil ainda enfrenta algumas dificuldades que podem ser resolvidas pela ferramenta. “Um grande desafio do setor é ter, durante os projetos, uma boa logística em distribuição dos insumos e movimentação entre as frentes de serviço”, explica. Assim, o uso de drones pode ir além da topografia. A solução pode auxiliar no mapeamento de áreas a serem construídas, facilitando a elaboração de rotas adequadas para locomoção de equipes e insumos – o que aumentaria a agilidade de execução dos projetos.

Pesando nisso e em busca de soluções inovadoras, a Camargo Corrêa Infra lançou o Infra i9, seu programa de conexão com startups. A iniciativa tem como objetivo selecionar empresas que possam se tornar fornecedoras ou parceiras da companhia, assim como fortalecer a aproximação do ecossistema brasileiro de inovação nesse setor.

As startups podem apresentar soluções relacionadas a três desafios: modernização em obras, eficiência energética e gestão de resíduos. Empresas que estejam no estágio de MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e/ou validado podem se inscrever para estes e outros desafios até o dia 29 de julho de 2018. Para saber mais sobre o Programa de Conexão com Startups da Camargo Corrêa Infra e fazer sua inscrição, acesse o site!

 

Fonte e Imagem: StartSe

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Startup de impressão 3D começa projeto de construção civil

InovaHouse3D ainda tem desafios a vencer, mas consegue produzir artigos de decoração e ajudar na construção de casas.

Como uma alternativa interessante para os problemas de moradia que afetam diversas partes do Brasil, uma startup nacional enxerga na impressão 3D uma alternativa de melhorar –ou amenizar– essa situação. A InovaHouse3D acaba de anunciar um projeto na área da construção civil paras a impressão de casas em microconcreto de manufatura.

Tido como desafio, a principal dificuldade hoje é imprimir uma parede inteira dessa forma. Até o momento, a máquina que a empresa dispõe tem a capacidade de reproduzir apenas artigos de decoração, podendo auxiliar na construção civil, mas para construir uma casa inteira é preciso que a máquina, atualmente com dois metros de altura, seja aumentada.

Não há uma estimativa do quanto custaria uma reformulação desse tipo, mas já é comprovado pela empresa que a tecnologia já tem potencial de ser 20% menos custosa do que a construção civil tradicional, e que em médio prazo poderá reduzir custos em até 40%.

Ainda há obstáculos diante da novidade, como a competitividade de empresas gringas e a segurança dessas casas, uma vez que elas ainda não foram comercializadas, mas ainda assim a startup parece ter grandes chances em território nacional e pretende possibilitar a impressão de uma moradia completa até 2019.

Fonte e Imagem: EXAME

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Odontologia fecha primeiro semestre com 10 mil atendimentos

O Seconci-DF, que atua no setor há 30 anos, oferece serviço de primeira qualidade e reconhecimento pelos empresários e trabalhadores. Nessas três décadas, a entidade já soma mais de 1.240.000 atendimentos. Neste primeiro semestre de 2018, os números já somam 10mil atendimentos.
A Gerência Odontológica possui profissionais atendendo na sede, Setor Placa da Mercedes/Núcleo Bandeirante; na unidade localizada no Sindicato dos Trabalhadores da Construção (Sticombe), 706/707 Norte e nas unidades móveis, que podem ser solicitadas pelas empresas. No caso dos trailers, os profissionais ficam nas dependências da empresa tempo suficiente para que todos possam ser atendidos.
Atualmente, além das orientações básicas sobre como conservar e manter a saúde bucal, há atendimentos nas seguintes áreas: profilaxia; aplicação de flúor; dentística (restaurações); exodontia (extração); endodontia (canal) e prótese Dental.

Fonte e Imagem: SECONCI

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Getrin10 realiza evento no Dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho

O Grupo Interinstitucional do Programa Trabalho Seguro da 10ª Região (Getrin10) promoverá no dia 27 de julho uma série de debates sobre “Violências no trabalho: enfrentamento e superação”, tema do Programa Trabalho Seguro dos próximos dois anos. A data escolhida, 27 de julho, é o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, e o evento tem por objetivo promover reflexão, troca de informações e divulgar ações das instituições participantes, entre elas, o Seconci-DF.

Durante o dia, haverá palestras abordando temas sobre segurança e saúde no trabalho, experiências bem-sucedidas nas áreas de prevenção de acidentes e também será discutido temas como doenças relacionadas ao trabalho. O evento acontecerá no auditório da Fiocruz, avenida L3 Norte, Campus Darcy Ribeiro, Gleba A, UnB, das 9h às 12h. Para participar, é necessário fazer inscrição no site da Fundacentro: http://www.fundacentro.gov.br/cursos-e-eventos/detalhe-do-evento/2018/7/dia-nacional-de-prevencao-de-acidentes-do-trabalho

O Getrin10 é composto pelo Seconci-DF, Tribunal Regional do Trabalho (TRT/DF 10ª Região), FUNDACENTRO/CRDF; Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 10ª Região (AMATRA 10), Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF); Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília e do Entorno (Sticombe), Ministério Público do Trabalho (MPT/PRT 10), Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no DF (SRTE); Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest-DF); Ordem dos Advogados do Brasil-DF (OAB-DF); Organização das Cooperativas do DF (OCDF); Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do DF (Sintest-DF); Defensoria Pública da União (DPU); Procuradoria Geral Federal (PGF/INSS); MedMais e Associação Brasiliense de Engenharia e Segurança do Trabalho (Abraest).

Serviço: Dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho

Onde: auditório Fiocruz, avenida L3 Norte, Campus Darcy Ribeiro, Gleba A, UnB.

Quando: 27 de julho, das 9h às 12h

Inscrição: http://www.fundacentro.gov.br/cursos-e-eventos/detalhe-do-evento/2018/7/dia-nacional-de-prevencao-de-acidentes-do-trabalho

Informações: crdf@fundacentro.gov.br

 

Fonte e Imagem : SECONCI

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Curso capacita mulheres para a construção civil no Rio Grande do Sul

Estimular a entrada das mulheres no mercado de construção civil como forma de renda e também dar autonomia para reparos na casa é o objetivo da parceria entre a rede de lojas taQi e a ONG Mulher em Construção, que realiza nos próximos dias 20 e 21 de julho oficinas gratuitas sobre reparos na casa, hidráulica, cerâmica, alvenaria e curso de pintura.

Na sexta-feira, as participantes receberão dicas sobre soluções rápidas, eficientes e baratas para resolver problemas como canos furados, entupimento do ralo, azulejo quebrado e buraco na parede. A turma também vai aprender assentamento de cerâmica, colocação de rejunte e argamassa. Além disso, será realizada uma conversa sobre a posição e os desafios das mulheres no mercado de trabalho da construção civil e os projetos desenvolvidos pelo poder municipal para a inserção e defesa das mulheres, a Roda de Conversa, que ocorre às 14h, junto com a Secretaria Municipal de Cidadania e Condim de Erechim,  no Rio Grande do Sul.

No sábado, ocorrerá uma aula prática de pintura para 25 alunas inscritas na sexta-feira. Como acontece em todas as edições, uma instituição é escolhida para receber as alunas e a prática por meio de uma pintura beneficente. Em Erechim, a escolhida foi o Centro de Referência em Assistência Social/CRAS.

A ONG Mulher em Construção tem 10 anos de atividades. O carro-chefe dessa organização é o público feminino em situação de risco social e econômico, com mais de 4000 mulheres beneficiadas pelo programa, formando-as para o mercado da construção civil. As oficinas e cursos oferecidos para mulheres, gratuitos, são nas especialidades de pedreira, pintora, azulejista, ceramista, alvenaria, eletricista e hidráulica. Ministradas por profissionais qualificados e as aulas têm por base o aprendizado empírico, focado na prática.

Fonte e Imagem: CBIC

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O PRAZO PARA A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE INTEGRIDADE MUDOU

Após grande empenho dedicado ao assunto “Programa de Integridade”, seguido de diversas reuniões entre o setor produtivo, ASBRACO, SINDUSCON, Controladoria Geral do Distrito Federal, Casa Civil e Deputados, foi aprovado no dia 28 de junho a noite, o PL 2062/2018 em 1º e 2º turno, que concede a prorrogação do prazo da implantação da lei de Integridade por 12 meses.

O Programa é uma realidade Nacional e será incorporado no cotidiano de todas as empresas. Por esse motivo, o prazo extra se faz tão importante, pois trará às empresas a possibilidade de se prepararem melhor.

CLDF/Plenário: O PL 2062/18 (amplia prazo de implantação do Programa de Integridade) foi aprovado em segundo turno com 14 votos favoráveis.

Esse foi mais um importantíssimo trabalho da ASBRACO realizado de forma conjunta com o Sinduscon e diversos outros órgãos.

Clique AQUI para ter acesso ao texto sancionado pelo Governador.

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Entidades realizam campanha de doação de livros para funcionários de construtoras em Minas Gerais

Sabe aquele livro cuja história você amou, mas agora está apenas decorando a sua estante? Que tal doá-lo para que outras pessoas também tenham o prazer de lê-lo? Com objetivo de incentivar a leitura entre os funcionários de suas empresas associadas, o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) e  o Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Seconci-MG) iniciaram uma campanha de arrecadação de livros doados.

A ideia é montar uma biblioteca durante o Dia Nacional da Construção Social (DNCS), que será realizado no dia 18 de agosto em Betim/MG, para que os funcionários de construtoras, assim como seus familiares possam, entre outras atividades de lazer, saúde e cultura, levar para casa livros de diferentes temas e autores.

No ano passado, as famílias presentes no DNCS tiveram acesso a uma biblioteca com cerca de 400 livros doados e puderam levar para casa, gratuitamente, qualquer obra que escolhessem. A jovem Isabel Reis escolheu 20 livros. Todos os anos ela participa da iniciativa e doa as publicações que já leu e leva novos exemplares. “Eu adoro o evento! É muito divertido e traz muita informação! É bom para quem vem pela primeira vez e também para quem vem sempre, já que aprendemos coisas novas!”, comenta.

Promovido nacionalmente pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio do seu Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc), e pelo Sesi Nacional, com apoio especial do Seconci Brasil, o DNCS deste ano aproveitará seu alcance para tratar do tema “O futuro dos nossos filhos”. A ideia é mostrar a importância da educação das crianças, transmitindo a mensagem de que elas podem fazer a diferença na construção do País: O Futuro dos nossos filhos é também nosso futuro como nação.

De 2007 a 2017, o mais importante evento do setor da construção – voltado à promoção da responsabilidade social empresarial – já alcançou relevantes números. Foram realizados aproximadamente 4 mil atendimentos a quase 790 mil trabalhadores do setor da construção e seus familiares. Realizado anualmente em todo o País, o DNCS reúne empresas, entidades, líderes setoriais, trabalhadores e seus familiares em um grande evento que promove qualidade de vida por meio de ações em saúde, educação, lazer e cidadania.

Acesse mais informações sobre essa importante iniciativa do setor da construção, clicando aqui.

 

Fonte: CBIC

Imagem: Internet

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Startup cria plataforma de gerenciamento de resíduos

Destinar corretamente o lixo gerado em obras, indústrias e hospitais não é só responsabilidade ambiental das empresas, mas também é lei. E foi com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos que uma startup de Belo Horizonte desenvolveu um software para facilitar todo este processo para as empresas e ainda ajudar a economizar em média R$ 40 mil. Trata-se da NetResíduos, que realiza o gerenciamento de resíduos para obras de construção civil, indústrias e hospitais.

Fundada em 2016, a startup foi acelerada pela Seed, do governo estadual, pela Fiemg, por meio do programa FiemgLab, pela Inovativa Brasil, do Ministério de Ciência e Tecnologia, e pelo Sebrae. Dessa forma, foi possível viabilizar o projeto, inicialmente pensado para atender apenas as obras e depois ampliado para as áreas da indústria e da saúde.

“Com o sistema de controle e gestão de dados e documentos relacionados aos resíduos gerados, a empresa tem total controle de tudo o que gerou, para onde foram os resíduos, quais eram estes resíduos, quem transportou, quanto custou, e toda a documentação referente ao processo. É um sistema 100% on-line que pode ser acessado por computador, celular e tablet”, explica um dos fundadores, Henrique Ribeiro.

Hoje, a empresa atende cerca de 50 clientes não só em Minas, mas em outros dez estados, e uma obra na República Dominicana. Para utilizar o software, o empresário aluga o sistema, no qual ele paga uma mensalidade a partir de R$ 199 para utilizá-lo, uma espécie de “Netflix” dos resíduos sólidos.

“Em uma obra que utiliza o sistema registramos uma economia média de R$ 40 mil, que pode ser sentida na redução do tempo de elaboração de relatórios, na análise, na melhoria do processo produtivo, na destinação dos resíduos”, conta Ribeiro.

Parceria – Firmada no início do ano, a parceria entre a NetResíduos e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), tem como objetivo oferecer às empresas associadas condições especiais para a aquisição do software, o que deve atingir as cerca de 300 construtoras e aproximadamente 1000 obras em andamento. “Nossa objetivo é, segundo o diretor técnico ambiental do sindicato, a entidade conta com cerca de 300 construtoras associadas. “Nosso objetivo é chegar a 100% das empresas associadas e filiadas ao Sinduscon”, comenta Ribeiro.

Segundo o diretor técnico ambiental do sindicato, Fernando Fogli, a entidade vê a entrada da NetResíduos com bons olhos. “Além de a destinação correta dos resíduos ser uma exigência legal, é importante também para minimizar os impactos ambientais e gerar redução de custos nas obras. Hoje, o setor da construção civil é responsável por uma parcela significativa dos resíduos gerados, variando de 50% a 70% deste volume”, conclui.

Funcionamento – Para utilizar o sistema, o primeiro passo é realizar os cadastros incluindo a construtora (ou empresa de outro segmento), obras, transportadores e receptores, e todos os documentos relacionados. Sempre que algum documento estiver prestes a vencer, o usuário é alertado. A cada destinação de resíduo realizada pela obra, o registro é feito no sistema em menos de 30 segundos, eliminando o registro manual, planilha de Excel e geração de relatórios.

Após estes registros, o painel de controle é atualizado em tempo real, agrupando os dados em indicadores estratégicos automaticamente. Para alterar a abordagem ou o período de análise pode ser feita a qualquer momento e o sistema apresentará os dados agrupados em gráficos, tabela ou em uma listagem completa. Desta forma, reuniões de planejamento ou análise de desempenho, auditorias e fiscalização podem ser atendidas plenamente, evitando surpresas.

 

Fonte e Imagem: Diário do Comércio

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