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Arquivo de categoria: Notícia

Incorporadora desenvolve guarda-corpo que elimina risco de queda em obra e contribui para a prevenção de acidentes na construção

Modernos processos construtivos e a adoção de novas tecnologias têm feito com que os canteiros de obras sejam espaços cada vez mais organizados e seguros, uma vez que reduzem significativamente o esforço físico e os riscos para os trabalhadores dessa área. Isso, segundo muitos especialistas, tem trazido reflexos diretos à prevenção de acidentes. Dados do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho (AEAT) do INSS demonstram um reflexo positivo dessa modernização nos canteiros. O setor da construção civil acumula quatro anos consecutivos de quedas no número de acidentes. Entre 2013 e 2016, a redução foi de mais de 50% no total de registros.

Muitas soluções adotadas nas obras de hoje partiram da expertise das próprias construtoras, que mais do que seguirem as Normas Regulamentadoras (NRs) aprimoram as rotinas de serviços conforme os desafios nos canteiros vão surgindo. Em Goiânia, por exemplo, a Queiroz Silveira Incorporadora, tendo como base as experiências e práticas vividas em suas obras, ao longo de quase 20 anos de mercado, criou o Sistema Rígido de Proteção QS. A estrutura desenvolvida pela empresa atende ao que preconiza a NR 18 em seu item 18.13.1 que estabelece: “é obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção de materiais”.

O equipamento consiste em um sistema de guarda-corpo coletivo, composto por suporte ou hastes metálicas de três metros de altura e telas metálicas de 1,20 metros de altura por dois de largura. Essas peças se encaixam e são montadas uma na outra, formando uma armação rente às áreas periféricas da obra (entorno da fachada) ainda sem alvenaria, junto a lajes técnicas e aos poços de elevadores, protegendo todos os lados e locais em que há risco de queda. “É um sistema que elimina o risco de alguém ou algum material cair. Também é prático pois sua estrutura é de fácil e aplicação, dispensando mão de obra especializada na montagem e manutenção”, detalha o supervisor de segurança do trabalho da Queiroz Silveira, Daniel Augusto de Souza, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da estrutura.

“O sistema permite que diversos serviços em altura, tais como, marcação e levantamento de alvenaria nas periferias; marcação e levantamento de alvenaria de poços de elevadores; serviços na área/ laje técnica; execução de reboco em varandas ou sacadas, sejam realizados sem a expor os funcionários ao risco de queda, que podem ocasionar sérias lesões ou até morte”, acrescenta o supervisor de segurança do trabalho. Ele explica que o sistema usado pela Queiroz Silveira foi um aprimoramento das estruturas de proteção coletiva que se usavam antes.  “Por meio da experiências e práticas vividas nos canteiros de obra ao longo dos anos, percebemos que as proteções de madeira, que são as mais usadas atualmente, têm boa resistência e segurança, mas com a chuva e os efeitos do sol logo se perdia a garantia dessa firmeza”, conta o Supervisor de segurança do trabalho da Queiroz Silveira.

Daniel Augusto explica que também foi adotada, em certa época, a proteção de cabo de aço, mas que também não teve uma resposta satisfatória, pois o vento soltava todas as telas, assim nos momentos mais importantes, como a marcação da alvenaria, estas telas tinham que ser removidas. “Depois tentamos proteção com uso de escoras metálicas, que também não foi eficiente, pois traziam uma falsa segurança: ao mesmo tempo que eram rígidas e firmes, aumentavam a chance de queda de materiais, tais como, as próprias escoras”, afirma o técnico. Como a maioria dos guarda-corpo disponíveis no mercado é feita de madeira, um grande diferencial do Sistema Rígido de Proteção QS é o fato de ser feito em estrutura de aço. “Dessa forma, ao contrário dos outros modelos feitos de madeira, não há a necessidade de diversas revisões e manutenções ao longo da obra, o que produtividade e elevam os custos”, frisa Daniel.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Bolsonaro muda campanha por votos do Nordeste

Em busca dos votos do último bastião do petismo, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) direcionou a estratégia de sua campanha no segundo turno para o Nordeste e prometeu pagar um 13º salário aos beneficiários do Bolsa Família. A região foi a única em que o candidato não superou o oponente Fernando Haddad (PT) no 1º turno e concentra mais da metade das famílias atendidas pelo programa.

Além do aceno aos nove Estados que concentram um quarto do eleitorado, Bolsonaro fez a proposta para minimizar as críticas de seu vice, general Hamilton Mourão (PRTB), ao 13º salário e o abono de férias. Líder na disputa pela Presidência e com 46% dos votos válidos no primeiro turno, o presidenciável ajustou propostas apresentadas na campanha para conquistar mais votos.

Assim como Haddad, o candidato do PSL rejeitou a possibilidade de fazer uma nova Constituição, como havia proposto o vice na chapa, general Hamilton Mourão (PRTB), no primeiro turno.

No tema privatizações, atenuou a promessa de vender estatais “aceleradamente”. Agora, a ideia é não desestatizar a geração de energia nem alienar empresas para chineses. O veto, segundo apurou o Valor, preocupa autoridades da China, cujas estatais são donas hoje de mais de 30% dos ativos de energia do país. Segundo o presidenciável é possível negociar a privatização do setor apenas na distribuição de eletricidade. No caso da Petrobras, o candidato disse que preservará o “miolo” da estatal.

As duas mensagens frustram parte dos apoiadores de Bolsonaro – principalmente no mercado financeiro -, mas têm a simpatia de empregados das estatais, sindicalistas e setores da classe média que defendem a presença do Estado na economia.

Nos primeiros dias do segundo turno, o candidato voltou a afastar a possibilidade de recriação do CPMF, desmentindo o economista Paulo Guedes, coordenador do programa de governo. O candidato reforçou o aceno à classe média e aos mais ricos, ao prometer isenção de Imposto de Renda a quem ganha até cinco salários mínimos e defendeu a cobrança de uma alíquota única, de 20%, acima desse valor. Não foi explicado, no entanto, como um futuro governo do PSL poderá compensar a perda de arrecadação. “Espero que a União arrecade menos”, disse Bolsonaro, às vésperas do primeiro turno.

Ausente dos debates e com declarações feitas sobretudo em transmissões pelas redes sociais, Bolsonaro tem anunciado suas propostas de governo a conta-gotas, com poucas metas e sem detalhes. Integrantes da campanha, como o economista Paulo Guedes, continuam proibidos de se aprofundar em medidas de um eventual governo. Até mesmo na área de segurança, principal bandeira da candidatura, não há informações sobre recursos para financiar os projetos ou prazos.

O programa de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral é pouco aprofundado e o plano mais detalhado é o econômico.

Uma das medidas anunciadas é a de zerar o déficit primário em 2019 e convertê-lo em superávit no segundo ano de governo. A análise dessa promessa, no entanto, mostra que a proposta é irrealista, a julgar pelas estimativas da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 e pelas projeções da Instituição Fiscal Independente (IFI) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). A LDO prevê um déficit de R$ 132 bilhões, ou 1,8% do PIB, para o setor público consolidado, que reúne a União, Estados e municípios e estatais federais, excluindo Petrobras e Eletrobras. Para o governo federal, o rombo projetado é de R$ 139 bilhões. O programa de Bolsonaro não detalha como seria possível zerar esse buraco. Segundo o documento, o candidato dará “especial atenção ao controle dos custos associados à folha de pagamento do governo” e “os cortes de despesas e a redução das renúncias fiscais constituem peças fundamentais ao ajuste das contas públicas”.

O candidato não planeja aumentos de impostos para zerar o déficit e tem dito, de forma genérica, que o governo terá mais recursos “com o fim do aparelhamento dos ministérios” e com a fraudes.

Favorável à flexibilização da lei trabalhista como forma de reduzir o desemprego, Bolsonaro disse que a população deve entender que “é melhor menos direitos e emprego do que todos os direitos e desemprego”.

O programa de governo prevê a criação de nova carteira de trabalho, verde e amarela, voluntária, para novos trabalhadores. Quem ingressar no mercado de trabalho poderá escolher entre o vínculo empregatício baseado na carteira de trabalho tradicional, mantendo o ordenamento jurídico atual, ou uma carteira de trabalho verde e amarela, onde o contrato individual prevalece sobre a CLT, com direitos constitucionais.

No debate sobre a Previdência, Bolsonaro disse que o funcionalismo público é o “grande problema”. Se eleito, afirmou que vai acabar com as incorporações salariais no setor público e elevar a idade mínima de aposentadoria para homens deste grupo para 61 anos. Capitão da reserva do Exército, o presidenciável fez uma ressalva e disse que os militares não devem entrar nessa regra. O candidato propõe que idade mínima para se aposentar seja de 61 anos para homens, com 36 anos de contribuição, e 56 anos para mulher, com 31 anos de contribuição.

A prioridade no início da gestão de um eventual governo do PSL será a aprovação no Congresso de propostas na área da segurança, como a redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos, a mudança no Estatuto do Desarmamento e a criação de uma lei para dar retaguarda jurídica a quem matar por legítima defesa.

O candidato pretende dar retaguarda jurídica, por meio do excludente de ilicitude, a agentes de segurança que matarem durante o trabalho. Também propõe não levar à Auditoria Militar os agentes que participarem de operações em favelas. Bolsonaro prometeu retaguarda jurídica a quem reagir a assaltou ou à invasão de propriedade e disse que, nesses casos, a pessoa não será “condenada, mas sim condecorada”.

O presidenciável quer flexibilizar as regras para o porte de armas, para torná-lo mais acessível à população, e disse que permitirá a posse de fuzis por proprietários rurais. Bolsonaro tem defendido o fim das audiências de custódia, da progressão de penas e as saídas temporárias de detentos. Não há propostas para acabar coma superlotação de penitenciárias no país. A superlotação, disse o candidato, é um problema de quem cometeu o crime. Ainda na área de segurança, o programa de governo prevê que ocupações e invasões de grupos como MST e MTST sejam tipificadas como terrorismo.

Em educação e saúde também faltam metas e propostas para superar os problemas. O candidato defende educação a distância e tem dito que o governo precisa investir em educação fundamental e no ensino médio, e não no ensino superior. A equipe do presidenciável estuda a cobrança de mensalidades em universidades federais para alunos de maior renda. Contrário à política de cotas, Bolsonaro tem criticado também a “ideologia de gênero” nas escolas.

Para a saúde, a principal proposta é a criação de um Prontuário Eletrônico Nacional, com o cadastro dos pacientes atendidos em postos, ambulatórios e hospitais. O candidato não garante a manutenção do Mais Médicos e disse que os médicos cubanos serão “libertados”. Se passarem no Revalida, receberão o valor integral do salário, sem o repasse ao governo cubano.

Na área ambiental, disse que pode retirar o Brasil do Acordo de Paris, que trata de compromissos para redução de emissões. Conselheiro de Bolsonaro, o ruralista Nabhan Garcia comparou o acordo a “papel higiênico” e criticou a limitação do desmatamento na Amazônia.

 

Fonte e Imagens: Valor

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Drones chegam à construção civil para otimizar obras

Empresas da Rede Construção Digital discutem viabilidade de novos projetos e aplicações da tecnologia no setor.

Criados inicialmente para auxiliarem exércitos em missões de espionagem, os drones vêm ganhando novas utilizações em diversos setores da sociedade. Na construção civil, as pequenas aeronaves não-tripuladas já são consideradas soluções viáveis para reduzir o tempo de obras e auxiliar os softwares na modelagem de edificações.

“Equipados com sensores, os drones podem ser usados para capturar uma enorme gama de dados, tornando mais eficientes vários processos da construção”, explica Roberto de Souza, idealizador da Rede Construção Digital, iniciativa que reúne 32 empresas do setor, entre construtoras, incorporadoras, projetistas e fabricantes, para debater como novas tecnologias podem otimizar processos e solucionar fluxos defasados do setor.

“Os trabalhos de inspeção, que costumam demorar semanas, agora serão realizados em apenas alguns dias. O mapeamento da área a ser construída é outro processo da construção que pode se apropriar de análises dos drones, através de modelos em 3D ou simulações em realidade virtual gerados pelas imagens aéreas”, considera o engenheiro.

Obras já recebem drones em processos

Para a EmDrones, empresa especializada nestes veículos autônomos, os drones já são realidade dentro de obras. Um dos usos mais recentes foi em estádios de futebol, onde os aparelhos foram equipados com sensores específicos para estudar ‘buracos’ na transmissão de wi-fi nas arquibancadas.

“Com a câmera terrestre, registramos as áreas internas das estruturas, as lajes já sobrepostas e seus acabamentos e pontos de passagens. Já com a câmera aérea, dos drones, registramos as áreas externas, lajes em construção, telhados e fachadas. São registros complementares e que são escolhidos de acordo com a necessidade e possibilidade de manejo de dados de cada empresa”, conta Eduardo Machado, sócio-fundador da EmDrones

Nas rotinas da construção, caberão aos drones auxiliarem desde processos de segurança do trabalho, inspeção de obras a lançamentos de empreendimentos. Neste último caso, empresas poderão produzir vídeos e fotos com dados captados pelos veículos, gerando simulações e permitindo aos clientes visualizarem todas as áreas de um projeto antes que ele seja finalizado.

Para Machado, os drones permitem múltiplos usos no mercado: “É quase imensurável o universo de economia que o setor da construção pode obter ao usar drones e captura de realidade. Mas temos que ter em vista que cada empresa e segmento terão suas particularidades e níveis de aproveitamento das informações”.

 

Empresas discutem viabilidade de novos projetos

Após a análise do uso de drones pela Rede Construção Digital, foi criado um grupo específico para estudar a viabilidade de novos projetos com essa tecnologia. AutoDoc, Gafisa, França & Associados, Saint-Gobain, CTE, Alphaville Urbanismo, Maply e EmDrone, que compõem este coletivo, discutirão três iniciativas sugeridas e selecionadas pela RCD: integração de dados coletados por drones com dados de softwares para modelagem de informações (BIM); aferição da qualidade entre o planejado e o executado em obras; integração entre softwares e drones para gerarem ‘as built’ – controle do que foi construído – e revisões de projetos.

Para Roberto de Souza, a união de empresas da construção civil é necessária num processo de reciclagem do setor. “Cada período necessitou de questionamentos. Nos anos 1990, o debate dentro da construção civil girava em torno da qualidade, as certificações. Já no começo dos anos 2000, veio a questão da sustentabilidade. Agora, é hora de pensarmos na transformação digital”

 

Fonte e Imagem: IpNews

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Indústria da construção e IPHAN promovem encontro sobre licenciamento ambiental

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) vão realizar o seminário “O Iphan no licenciamento ambiental: diálogos e perspectivas jurídicas”. O evento tem o objetivo de debater a importância da preservação do patrimônio cultural protegido por lei e promover discussões a respeito da participação do Iphan no Licenciamento Ambiental. Iniciativa inédita correalizada com o Senai Nacional, o seminário tem o apoio da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e mobilizará autoridades, empresários e profissionais da construção civil para discutir temas como a importância do meio ambiente cultural no processo de licenciamento ambiental, o papel do Iphan e as medidas necessárias para estabelecer segurança jurídica para o empreendedor. O seminário será realizado em Brasília, nos dias 22 e 23 de outubro, das 9h às 18h, no auditório da CNC – SBN Quadra 01, Bloco B, Lote 14, 1º subsolo. O Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, participará da abertura.

Conheça a programação completa aqui.

Faça a sua inscrição, aqui.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Calvin Kam participa do Seminário Internacional BIM no próximo mês de novembro em São Paulo

São Paulo sediará no próximo mês de novembro o Seminário Internacional BIM: uma agenda para o Brasil, com a participação de Calvin Kam, diretor de Programas Industriais da Universidade de Stanford e co-fundador e especialista sênior do Programa Nacional 3D-4D-BIM do General Services Administration (GSA) Public Buildings Service dos Estados Unidos. Com a publicação do Decreto Federal 9.377/2018, que estabelece a Estratégia Nacional para a Disseminação do BIM, ou Estratégia BIM-BR, o Brasil passa a contar com diretrizes e metas para a adoção da Metodologia da Informação da Construção. Entre outras metas, a Estratégia propõe que, em 10 anos, o BIM esteja disseminado nas obras públicas.

No Seminário, que será realizado no dia 6 de novembro, das 8h às 17h30, no Teatro Hotel Jaraguá, o sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) propõe uma análise sobre os desafios da implementação da Agenda BIM no Brasil, considerando a expectativa de, em 10 anos, a metodologia estar disseminada nas obras públicas. Já a partir de 2021, alguns órgãos de governo federal devem exigir o BIM na elaboração de modelos em disciplinas de arquitetura e de engenharia.

Sendo o BIM um novo paradigma da construção mundial, o evento destaca também a experiência de países que vêm impulsionando, via estratégias públicas, o uso das tecnologias em planejamento, projetos e obras, como Chile e Estados Unidos.

Além da participação do especialista Calvin Kam (Universidade de Stanford), também estão confirmadas as presenças da coordenadora do Comitê Gestor da Estratégia BIM-BR, Talita Saito, e da coordenadora de Setor Privado no PlanBim, do Chile, Carolina Briones.

Os debates contarão ainda com a participação de membros da academia e de representantes de estatais e órgãos públicos. O programa do Seminário inclui palestras, mesas-redondas e a apresentação de cases de empreendimentos públicos desenvolvidos em plataformas BIM.

Os associados da CBIC que efetuarem suas inscrições até o próximo dia 21 de outubro poderão aproveitar o preço do primeiro lote de ingressos, que pode ser feito pelo código promocional bimapoio70. Para acessar os ingressos, clique aqui.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Apeop e Santander promovem debate sobre o papel dos novos atores no setor de infraestrutura

Para quem tem interesse em atuar no setor de infraestrutura, o seminário “O papel de novos atores no setor de infraestrutura”, ganha uma importância ainda maior. De caráter exclusivo, o evento que será realizado no próximo dia 7 de novembro, em São Paulo, discutirá temas relacionados ao setor, como: saneamento, logística, parceria público-privada e suas estruturas de financiamento.

Com realização pela Associação para o Progresso de Empresas de Infraestrutura Social e Logística (Apeop) e pelo Santander, no auditório sede do banco, o evento contemplará duas agendas. Os participantes poderão optar por uma das duas ou pelas duas no momento da inscrição. A Agenda da manhã contará com os painéis “Setorial de Saneamento” e “Desafios das Parcerias Público-Privadas (PPPs)”. Já a da tarde, com os painéis “Setorial Rodovias” e “Estruturas de Financiamento”. A abertura do seminário, às 8h30, será feita pelo vice-presidente executivo Corporate, Mário Roberto Opice Leao, e pelo Head de Globl Debt Financing, Sandro Marcondes. O encerramento, às 17h, ficará a cargo da Apeop.

Confira a programação, clicando aqui. Presenças podem ser confirmadas para manhã, tarde ou o dia todo, pelo e-mail eventosantander@tlvmail.com.br ou pelo telefone (11) 3198-4538. Lembrando que as vagas são limitadas.

Fonte e Imagem: CBIC

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Em audiência na justiça, DNIT se compromete a propor solução para contratos rodoviários em 31/10

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) vai apresentar em 31/10 uma proposta para realinhar os contratos que atendem a malha rodoviária federal e corrigir o descasamento provocado pela alta continuada dos preços do asfalto. A decisão foi tomada durante audiência de conciliação provocada pela 9ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, onde entidades da construção civil entraram com pedido de liminar para dar uma solução ao problema. Desencadeado pela Petrobras em novembro de 2017, o aumento sistemático nos preços do asfalto já acumula 65%, impondo prejuízo às empresas e colocando em risco a continuidade e conclusão de milhares de obras de recuperação, manutenção e construção de rodovias em todo o país.

Uma das entidades proponentes da ação, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) avalia como positivo o resultado da audiência e espera que, após nove meses de negociação, o órgão federal finalmente apresente uma solução.
A ação é assinada também pela pela Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor) e pelo Sindicato nacional da Indústria da Contrução Pesada (Sinicon), cujos presidentes também participaram da audiência.

“Trata-se de um grande avanço, pois estamos desde janeiro conversando com o governo federal sobre o assunto e não houve solução”, afirmou José Carlos Martins, presidente da CBIC. O insumo asfáltico representa 40% dos custos das obras no segmento rodoviário. “Não foi fácil. Convergimos que há necessidade absoluta do reequilíbrio [financeiro dos contratos] no menor tempo possível. Acreditamos agora que, sob a égide da Justiça, vamos conseguir isso no menor prazo possível”, afirmou Carlos Eduardo Lima Jorge, presidente da Comissão de Infraestrutura (COP) da CBIC.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Alterações implementadas na NR-18 passam a valer a partir de hoje (19/10)

As novas disposições referentes à Portaria 261/2018, do Ministério do Trabalho, que alterou o item 18.21 da Norma Regulamentadora NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – entram em vigor a partir de hoje, 19 de outubro. O referido item, que dispõe sobre instalações elétricas, passou a estabelecer que as execuções das instalações elétricas temporárias e definitivas devem atender ao disposto na Norma Regulamentadora – NR-10, que trata da Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.

Das principais alterações introduzidas pela Portaria 261/2018, destacam-se a obrigatoriedade de instalações de dispositivo de segurança – Diferencial Residual (DR) e a instalação do Sistema de Proteção contra Descarga Atmosférica (SPDA) nos canteiros de obra.

“A alteração, aprovada pelo CPN, vai ajudar na questão da prevenção de acidentes no setor da construção”, destaca o líder do projeto de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Haruo Ishikawa, reforçando a importância das empresas cumprirem as normas técnicas, especialmente considerando as alterações implementadas, com foco na segurança e saúde do trabalhador.

Acesse aqui, a íntegra da Portaria.

 

Fonte e Imagem: CBIC

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Alterações da NR-18 entram em vigor neste mês

As mudanças foram publicadas por meio de Portaria do Ministério do Trabalho e começam a valer na segunda quinzena de outubro

A partir do dia 18 de outubro, entra em vigor as alterações da Norma Regulamentadora 18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, do Ministério do Trabalho. As alterações foram publicadas na Portaria 261/2018, do mesmo Ministério, e versa sobre as alterações do item 18.21: Instalações Elétricas.

Entre as alterações, está o disposto que diz que as execuções das instalações elétricas temporárias e definitivas devem atender à Norma Regulamentadora 10 (NR-10) – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade – do Ministério do Trabalho. Além disso, a execução deste tipo de trabalho deve ser feita por profissionais capacitados e legalmente habilitados, de acordo com a NR10. Outro ponto que merece atenção, é a obrigatoriedade de instalações de dispositivo de segurança – Diferencial Residual (DR) e a instalação do Sistema de Proteção contra Descarga Atmosférica (SPDA) nos canteiros de obra.

A engenheira e gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira, ressalta a importância do cumprimento das alterações pelas empresas, além da adequação das novas exigências, a fim de tornar o ambiente de trabalho um local mais seguro, menos propício a acidentes e livre de penalidades por parte da fiscalização. “Essas mudanças reforçam a preocupação de todos os envolvidos com a segurança nos canteiros e o trabalho feito pelas equipes de segurança para evitar o risco de acidentes com instalações elétricas”, fala Juliana.

Os choques elétricos estão entre as principais causas de acidentes na construção civil, à sua frente: queda de materiais e dermatoses (alergias causadas por poeira, ácaros e afins). Portanto, a prevenção e o cuidado podem salvar vidas e melhorar a qualidade do ambiente onde os trabalhadores desempenham suas funções.

Conte com o Seconci-DF na prevenção de acidentes: a segurança do trabalho é um dos carros-chefes da entidade que oferece treinamentos e capacitação de profissionais para atuar nos canteiros do DF. Os técnicos da área ministram treinamentos (admissional, para membros da CIPA, trabalho em altura, entre outros), palestras (temas diversos), distribuição de material informativo e de sinalização para obras (cartazes e cartilhas), peças teatrais e realiza programas exigidos por Lei como O Programa de Condições e meio Ambiente de Trabalho na Indústria de Construção (PCMAT), o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), este, em parceria com a Medicina do Trabalho da entidade.

Conheça os serviços do Seconci-DF e promova a segurança do trabalho na sua empresa. Ligue (61) 3399-1888 ramal 247 e fale conosco.

 

Fonte e Imagem: SECONCI/DF

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Ética, um compromisso pessoal

Finalmente! Sobreviventes que somos, todos, das crises no País, chegamos a outubro, mês das Eleições, período decisivo para o futuro dos brasileiros. Em meio aos debates sobre política, bastante polarizados – por vezes gritarias – ouvem-se, de todos os lados, clamores por “Ética”.

Desgastada, usada à exaustão até e especialmente pelos políticos ficha-suja, por vezes reduzida exclusivamente ao papel de ‘antídoto para a corrupção’, essa pequena palavra de origem grega (éthos) resume preceitos universais, que uma vez apropriados por nós, revelam nosso caráter e nossa natureza, e norteiam nosso modo de ser, pensar e agir em sociedade.

É com base na Ética que constantemente analisamos – uns mais, outros menos – o nosso comportamento e o dos outros em relação ao que é certo e errado, justo e injusto. Juízes de valor que somos, e desde que mentalmente saudáveis, esforçamo-nos para tomar decisões que nos conduzam por um caminho virtuoso, tanto para o nosso bem como para o dos demais.

As profissões da área tecnológica são caracterizadas pelas “realizações de interesse social e humano”, como bem estabelece, logo no primeiro artigo, a lei reguladora do nosso exercício profissional (Lei 5.194/66). Na prática, significa que devemos buscar, em tudo que fazemos, o que é relevante para o desenvolvimento da sociedade, a despeito de qualquer outro interesse menor. E isso exige que tenhamos a Ética como baliza de nossas ações.

Se fazemos escolhas a todo instante, desde que acordamos, não seria diferente durante as horas de nosso exercício profissional. Escolhemos a qualidade dos materiais para a execução dos nossos projetos. Emitimos pareceres técnicos. Decidimos a acessibilidade de uma edificação. Determinamos o conforto térmico e acústico. A segurança. O aproveitamento racional dos recursos naturais. O uso maior ou menor de agrotóxicos. A destinação de resíduos. O atendimento às legislações trabalhista, sanitária, ambiental.

Entramos em discordância com eventuais práticas ilícitas de colegas ou patrões. Nessa rápida lista, é fácil perceber a dimensão do poder que nós, profissionais da tecnologia, temos – e a inerente e inescapável responsabilidade pelas consequências de cada decisão tomada. Para cada ação, uma reação. Ou várias…

Não há como isolar nosso conhecimento técnico e nossa postura profissional da vida em comunidade. Por isso, é imperativo pensar nossas profissões não apenas pelo viés da técnica, mas também pelo da integridade moral, da honestidade e da preocupação real com as pessoas e o planeta.

As árvores que derrubamos sem pensar no impacto e/ou no replantio são as mesmas que deixarão de ajudar na redução da temperatura, na economia de energia dos prédios, na redução ou remoção dos poluentes do ar. A conivência com qualquer tipo de irregularidade em uma obra pode significar a futura exposição de pessoas ao risco de morte.

Em primeira ou em última instância, a decisão por ser um profissional ético é sempre pessoal. As consequências de nossos atos, no entanto, serão sempre coletivas, globais, e, quando equivocadas, passíveis de punição. Porque tudo e todos estamos conectados.

Por isso, finalizadas as eleições de outubro, qualquer que seja o resultado nas urnas, não será coerente cobrarmos rigor ético dos futuros governantes se, no dia a dia, nossas atitudes correrem no sentido oposto. Precisamos, conscientes e de maneira comprometida, fazer a nossa parte, firmes naquilo que é bom para todos. Também não é tempo de esperar por exemplos. ‘Nós’ podemos e temos de dar o exemplo. Esse é o meu convite a você.

A ética começa em nós, e repousa na tranquilidade da nossa consciência.

Engª. Fátima Có

Presidente

 

Fonte e Imagem: CREA/DF

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