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Arquivo de categoria: Notícia

Cobrança sobre resíduo da construção civil começa HOJE

Valores variam de acordo com a modalidade escolhida pelo transportador do resíduo: por tonelada ou caçamba

Começa a vigorar a partir desta sexta-feira (15/6) a cobrança sobre os resíduos da construção civil descartados na Unidade de Recebimento de Entulhos, antigo lixão da Estrutural. Os valores variam de acordo com a modalidade escolhida pelo transportador do resíduo: por tonelada ou caçamba.

Os preços foram estabelecidos pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), sendo R$ 26,91 pela tonelada do resíduo misto e R$ 14,68 para material reciclável puro.

Materiais com mais de 20% de orgânicos misturados não serão aceitos na unidade.

De acordo com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o pagamento será sempre referente ao mês anterior e o boleto da cobrança ficará disponível na primeira semana de cada mês.

O acesso à Unidade de Recebimento de Entulhos será permitido somente a veículos devidamente cadastrados no Sistema de Gestão dos Resíduos da Construção Civil, disponível no site do SLU, e acompanhados do Controle de Transporte de Resíduos.

Fonte e Imagem: SECONCI

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Construção civil cresceu 8,1%, no 1º trimestre de 2018

A produção na construção civil aumentou 8,1%, no 1º trimestre de 2018, face ao mesmo período de 2017, conforme os dados publicados esta quinta-feira, 14, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com os dados do índice de produção na construção civil, contribuíram para esse aumento da produção os grupos de materiais de pintura (12,9%), de materiais de base tais como betume emulsões, brita, areia, ferro e cimento, cujo aumento foi 9,2%, e materiais de esquadria (porta de ferro, janela de madeira e janela de alumínio) que aumentou 1,0%.

Entretanto, esse aumento da produção na construção civil foi atenuado pelos grupos de materiais de eletricidade” (-1,9%). O INE adianta ainda que a diminuição da produção, nesta categoria, justifica-se, principalmente com a diminuição da produção de fio 1,5 mm (-18,9%), de pomada monofásica (-20,9%) e de fio 6 mm (-40,0%).

Os materiais de instalação e canalização sanitária (mármore, granito, mosaico, azulejos e cimento cola), bem como os materiais de revestimento (tubo de PVC, tubo de PPR, sanita, lavatório e banheira) são outros grupos cujas evoluções foram negativas no 1º trimestre face ao mesmo período ano passado, com (-1,4%) e (-1,1%), respectivamente.

No que se refere à variação trimestral, que compara os dados face ao trimestre mediamente anterior, neste caso  o 4º trimestre de 2017, a taxa do índice de produção na construção civil fixou-se, em 1,8%, valor superior em 11,0 pontos percentuais (p.p.) face ao registo no trimestre anterior.

Entretanto, ao contrário da variação homóloga, na variação trimestral, os aumentos de produção de maior relevância foram registados nos grupos de materiais de revestimento (11,5%), de esquadria (10,4%), dos materiais   de canalização e instalação sanitária” 6,7%) e materiais de base (3,9%).

Por outro lado, registou-se a diminuição na produção, de materiais de pintura (-13,1%), de materiais de eletricidade (-9,4%) e de outros materiais de construção (-6,0%).

O inquérito índice de produção na construção civil (IPCC) é uma investigação estatística periódica que se realiza com o propósito de avaliar e analisar a evolução das principais variáveis econômicas das empresas que se dedicam, principalmente, a atividade de construção.

Fonte e Imagem: Jornal Econômico

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STJ valida cláusula que transfere ao comprador a obrigação de pagar a comissão de corretagem nos contratos de promessa de compra e venda no MCMV

A 2ª seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por maioria, decidiu nesta última quarta-feira, 13/06, que, “ressalvada a denominada faixa 1 em que não há intermediação imobiliária, é válida a cláusula contratual que transfere ao promitente comprador a obrigação de pagar a comissão de corretagem nos contrato de promessa de compra e venda no Programa Minha Casa Minha Vida, desde que previamente informado o preço total da unidade autônima com destaque do valor da comissão de corretagem”.

O julgamento do processo, que reclamava a possibilidade ou não de transferir ao adquirente a obrigação pelo pagamento da comissão de corretagem, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), foi retomado nesta quarta-feira (13/06), no STJ. Até a presente data, tinham votado o relator do processo, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, e os ministros Ricardo Villas Boas Cueva, Marco Aurélio Belizze, Nancy Andrighi, Moura Ribeiro e Lázaro Guimarães.

Segundo o relator da demanda, ministro Sanseverino, a cláusula que transfere ao adquirente a comissão de corretagem se apresenta como obstáculo para a consecução finalística do programa social subsidiado pelo Governo e vai de encontro com os próprios princípios elencados na lei de regência do PMCMV. Em seu voto, o ministro Villas Boas Cueva abriu a divergência para assentar a validade dessa cláusula desde que haja informação clara do preço total da unidade imobiliária autônoma com destaque da comissão, ressalvada a denominada faixa 1 em que não há intermediação imobiliária.

No julgamento de hoje votaram, no sentido do voto divergente do ministro Cueva, os ministros Luís Felipe Salomão e Marco Buzzi. Segundo o ministro Salomão, não há, na lei de regência, impedimento para essa cobrança e, inviabilizá-la, impediria o desenvolvimento de negócios e acabaria, no fim e ao cabo, sendo transferido de um jeito ou de outro o valor da comissão ao adquirente.

Com esse resultado, o recurso especial repetitivo 1.601.149 valerá para todo o território nacional para fixar a tese favorável ao setor da construção civil e do imobiliário.

Fonte e Imagem: Assessoria Jurídica da CBIC

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Indústria 4.0 e o futuro da construção são discutidos em reunião da Comat/CBIC

“O futuro passa por novas tecnologias que tenham menor impacto ambiental, custo viável, atendam aos requisitos de desempenho e aumentem a produtividade”, afirma Vanderley M. John, da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP).

Nesta quinta-feira (14), durante reunião da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em Brasília, o especialista apresentou a unidade em que trabalha, cujo foco é promover a inovação, e discorreu sobre a Indústria da Construção 4.0. A palestra foi transmitida online pela página da CBIC Brasil no Facebook e pode ser assistida por este link.

Segundo o professor, a quarta revolução industrial vai gerar um enorme crescimento econômico e reorganizar o setor da construção.

“Ninguém sabe muito bem como classificar as tecnologias que estão surgindo, mas elas vão mudar a indústria”, assegurou.

Como exemplos dessas mudanças, estão o compartilhamento digital de informações, a produção digital (impressoras 3D e customização em massa), a automatização de processos mentais e a coleta de dados por sensores. Já entre as tecnologias emergentes, temos a internet das coisas (IoT), a inteligência artificial (AI), a manufatura aditivada, a realidade aumentada, a análise de Big Data e o Building Information Modeling (BIM) – sendo que, diz um estudo do Fórum Econômico Mundial, esta última é a nova tecnologia com maior probabilidade de aplicação e impacto futuro na construção. Como resultado, toda essa revolução traduz-se em maiores flexibilidade, velocidade de produção, qualidade do produto, produtividade, participação do cliente, além do surgimento de novos modelos de negócio.

“Como em qualquer revolução industrial, surge um design dominante. Não sabemos qual será o da Indústria 4.0 na construção, mas vai surgir um. Estamos nesse estágio de definição. E o que podemos fazer?”, questionou. De acordo com Vanderley John, o setor tem a oportunidade de ajudar a formatar o futuro. Para isso, ele sugere, por exemplo, participação na Agenda Brasileira para a Indústria 4.0, do governo federal; melhoria nas aprovações técnicas, o que ajudaria a qualificar o mercado; e medição de resultados, como a da satisfação dos clientes. “Temos que passar a medir as coisas. Informação é tudo”, resumiu.

Ainda na reunião, Dionyzio Klavdianos, presidente da Comat/CBIC, fez um balanço do trabalho da comissão no 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), realizado no mês de maio em Florianópolis/SC, e destacou o lançamento do Portal CBIC de Normas Técnicas da Indústria da Construção e o debate em torno da revisão da Norma de Desempenho. “O Enic teve um padrão técnico de discussão muito elevado e o setor só tem a ganhar”, comentou. Também lançado no encontro nacional, a 22ª edição do Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade está com as inscrições até 31 de agosto.

Quanto à Norma de Desempenho (ABNT NBR 15.575), foi apresentado o planejamento proposto para a revisão da norma. Klavdianos reforçou que o pedido de abertura da comissão de estudos já foi feito à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) durante o 90º Enic, com previsão de início para setembro. Até lá, a CBIC pretende refinar a proposta dos textos-base para subsidiar as comissões de estudo da ABNT na revisão.

Fonte e Imagem: CBIC

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Entidades que realizarão o DNCS em agosto têm até hoje, 15 de junho, para enviar as marcas dos realizadores e patrocinadores locais para a CBIC

Estão a todo vapor os preparativos para o Dia Nacional da Indústria da Construção Social (DNCS) de 2018, que será realizado no dia 18 de agosto em 26 localidades do País. Para a confecção dos materiais de comunicação visual que serão utilizados nos eventos locais, as entidades associadas têm até hoje(15/06) para enviar, via site, as marcas dos realizadores e patrocinadores locais que deverão constar nas peças.

Além de estarem disponíveis no site www.cbic.org.br/dianacional/, as orientações foram enviadas via e-mail pelo Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Em caso de dúvidas e/ou esclarecimentos, os associados que realizarão o DNCS 2018 deverão entrar em contato pelo email social@cbic.org.br ou pelo telefone (61) 3327-1013.

Voltado à promoção da responsabilidade social empresarial, o tema escolhido para a campanha deste ano é “O Futuro dos Nossos Filhos”, pela qual a CBIC convida o setor a participar de uma grande corrente para falar sobre a importância da educação das crianças. “O evento aproveita seu alcance e capilaridade para mandar uma mensagem que pode fazer a diferença na construção do nosso país. O Futuro dos nossos filhos é também nosso futuro como nação”, destaca a presidente do Fasc/CBIC, Ana Claudia Gomes.

Promovido desde 2007 pela CBIC e Sesi Nacional, o DNCS já alcançou números expressivos. Desde a sua implantação, até a edição de 2017, foram registrados 3.920.630 atendimentos a 788.225 pessoas. A iniciativa reúne empresas, entidades, líderes setoriais, trabalhadores e seus familiares em um grande evento que promove qualidade de vida por meio de ações em saúde, educação, lazer e cidadania. Conheça essa importante ação do setor, clicando aqui.

Fonte e Imagem: CBIC

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Fazenda divulga relatório com preço de combustíveis

Como anunciado na semana passada, o governo de Brasília começou a divulgar os preços dos combustíveis nas refinarias e distribuidoras. Todas as informações estão disponíveis no site da Secretaria de Fazenda.

O litro da gasolina está a R$ 3,45 na refinaria e a R$ 4,22 na distribuidora; o do diesel, a R$ 2,82 a 3,30, respectivamente. O preço do  etanol está a R$ 2,86 na distribuidora.

A base de cálculo para a tributação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é de R$ 4,291 para a gasolina, R$ 3,464 para o etanol e R$ 3,688 para o diesel — este tem alíquota de 15% e aqueles, de 28%.

Para calcular o imposto, multiplica-se a base de cálculo pela alíquota e divide-se o resultado por cem. Isso dá R$ 1,20 para a gasolina, R$ 0,96 para o etanol e R$ 0,55 para o diesel, quantia que o governo recolhe a cada litro independentemente do preço na bomba. Os valores são para todo o mês de junho.

“Será divulgada, toda segunda-feira, a base de referência da semana anterior. Queremos isolar os efeitos da crise dos caminhoneiros, manter esse preço de junho. Por isso demos esse tempo, para avaliar a normalidade por completo”, afirma o secretário de Fazenda, Wilson de Paula.

Ainda segundo ele, até o fim desta semana, será divulgada no site da Secretaria de Fazenda uma aplicação interativa para o cidadão digitar quanto pagou no posto e saber qual é a margem de lucro do empresário. Junto a isso, estará o preço do etanol na destilaria, indisponível no primeiro relatório.

O monitoramento é constante pela Gerência de Monitoramento da Secretaria de Fazenda. Nela, há uma unidade especializada em combustíveis, o Núcleo de Monitoramento de Combustíveis.

A pesquisa dos produtos será feita na segunda quinzena de junho. Isso deve servir de parâmetro para definição da nova base de cálculo, em julho.

Fonte e Imagem: Agência Brasília

 

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Participe da pesquisa de satisfação do 90º Enic

Com o objetivo de aprimorar a realização do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) solicita que os participantes do 90º Enic preencham a ficha de avaliação do evento, constante no site www.cbic.org.br/enic. A pesquisa de satisfação é importante para que, em 2019, todos sejam ainda melhor recebidos no Rio de Janeiro, cidade anfitriã do 91º Enic.

Cerca de 1.600 pessoas se inscreveram na última edição do encontro, que aconteceu em Florianópolis/SC, de 16 a 18 de maio, e contou com a realização da Associação dos Sindicatos da Indústria da Construção Civil do Estado de Santa Catarina (Asicc-SC).

O DF foi a segunda maior delegação no Enic Florianópolis

 

Perdendo apenas para a anfitriã CBIC, a segunda maior comitiva do setor da Construção Civil foi representada pelo Distrito Federal.

“Inovar e crescer, construindo um país melhor”

Esse foi o lema do 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), realizado na capital catarinense mês passado, de 16 a 18 de maio, norteou as inúmeras discussões nos painéis das comissões técnicas e fóruns, nas plenárias e nas conversas informais. Ao final de três dias intensos, os resultados do evento foram diversos: anúncios de interesse para o setor feitos pelo governo, lançamentos de portais e estudos, propagação de informações e conhecimento – os quais renderão muitos frutos ao longo dos próximos meses. O balanço é extremamente positivo, tendo o 90º Enic conseguido cumprir sua função de mostrar aos empresários a importância da inovação, com um olhar sobre o futuro do Brasil e dos negócios na construção.

Promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e realizado pela Associação dos Sindicatos da Indústria da Construção Civil do Estado de Santa Catarina (Asicc-SC), o encontro reuniu cerca de 1.600 participantes no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira e em várias atividades por Florianópolis.

“Foi um Enic maravilhoso, com muito conteúdo, network, discussões e, principalmente, pensando sobre como será a construção do futuro. A recepção dos catarinenses foi fantástica e o evento, mais do que tudo, mostrou uma união, uma competência do nosso setor, que está cada vez mais presente nos assuntos nacionais”, afirmou José Carlos Martins, presidente da Cbic.

A solenidade de abertura do tradicional evento da construção civil contou com a presença do presidente da República, Michel Temer, e reuniu mais de 144 empresários do Distrito Federal, a segunda maior delegação do evento, ficando atrás apenas dos anfitriões.

Para o presidente da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), Afonso Assad, o evento foi bastante positivo e extremamente importante para que o setor possa reavaliar.

“O Enic foi um evento muito bem organizado e altamente qualificado, voltado para as inovações, Compliance e melhorias das ações dentro da construção civil, fugindo um pouco das dependências das áreas públicas”, completou Afonso Assad, presidente da ASBRACO.

O Enic foi prestigiado pelos presidentes do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, presidente da Asbraco, Afonso Assad; presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa; presidente do Clube de Engenharia de Brasília, Hélio Fausto e vários outros.

A delegação de empresários brasilienses participou do evento com o apoio do Sebrae-DF.

Clique aqui e veja todas as fotos do evento.

Fonte e Imagem: Cbic

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Frente Parlamentar de Apoio à Construção será lançada na Câmara dos Deputados

Na próxima quarta-feira, 13 de junho, será lançada a Frente Parlamentar de Apoio à Indústria da Construção Civil e do Mercado Imobiliário, sob a presidência do deputado federal Edmar Arruda (PSD/PR). A cerimônia será realizada, às 9h, no café do Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília.

Composta por mais de 220 deputados membros, a Frente tem por objetivo, dentre outros, popularizar e ampliar os debates sobre políticas públicas para a indústria da construção civil e para os corretores de imóveis, criando-se também frentes parlamentares com os mesmos objetivos nos estados e municípios; promover o aprimoramento da legislação federal que tange sobre a indústria da construção civil e o mercado imobiliário; e criar espaços de debates amplos culminando com seminários nacionais.

Fonte e Imagem: CBIC

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Aço longo e cimento estão mais caros, apontam construtores

Na última sexta-feira (8), as empresas Gerdau e Arcelor Mittal subiram o preço do aço longo em 3%, enquanto a Votorantim Cimentos elevou em R$ 1 o valor do saco de cimento. A majoração foi informada pelos associados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e divulgada pelo presidente da entidade, José Carlos Martins, ao jornal Valor Econômico. O motivo seria o encarecimento de custos dos fornecedores de insumos decorrente do tabelamento do frete.

“Com o aumento do frete, é justo que Gerdau, Arcelor Mittal e Votoratim Cimentos elevem os preços. Mas como as obras só podem ser ajustadas a cada 12 meses, o setor terá de assumir o ônus”, disse Martins ao veículo.

Defendendo a regulamentação da política de preços da Petrobras, o presidente da CBIC afirmou que o setor arca com o ônus “só porque a Petrobras precisa ter lucro”.

Fonte e Imagem: Valor Econômico

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