Skip to Content

Arquivo de categoria: Notícia

Ministro da Infraestrutura expõe planos para obras públicas e concessões

O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, apresentou nesta terça-feira (26) os planos da pasta para rodovias, aeroportos e obras públicas, durante audiência pública na Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado Federal.

Segundo Freitas, o ministério tem como meta otimizar os recursos públicos e ampliar os investimentos privados em infraestrutura, destravar obras e repactuar contratos de concessão desequilibrados. Outra meta é aumentar a participação de ferrovias e hidrovias no transporte nacional.

O ministério buscará também modernizar e aperfeiçoar o licenciamento ambiental e a Lei de Licitações, além de fortalecer e capacitar o corpo técnico da pasta e de órgãos vinculados.

A reunião durou mais de três horas e diversos parlamentares questionaram o ministro sobre demandas de seus respectivos estados, como a pavimentação, duplicação e restauração de rodovias federais.

Freitas informou, ainda, que está previsto para 15 de março o leilão de concessão, por 30 anos, de 12 aeroportos. Segundo o ministro, até o fim da gestão Bolsonaro todos os aeroportos atualmente sob controle da Infraero serão concedidos.

No mesmo mês, o governo pretende leiloar a concessão, por 25 anos, de três portos em Cabedelo (PB) e um em Vitória (ES). Haverá ainda, também em março, leilão para a concessão, por 30 anos, da Ferrovia Norte-Sul. Em abril, haverá leilão de seis terminais portuários paraenses.

Até 2020, serão feitos leilões para concessão de trechos de rodovias em Rondônia, Mato Grosso, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. O ministro também elencou diversas obras públicas em todo o país que o governo pretende entregar nos próximos anos.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

 

LEIA MAIS

#MeuEnic: encontro une experiências da construção em todo o Brasil

Após participar de mais de 10 edições do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), o líder de Saúde e Segurança do Trabalho da Comissão de Política e Relações Trabalhistas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Haruo Ishikawa, destaca um aspecto em especial: o contato com experiências do setor em todo o país. “No Enic, podemos observar o que acontece no Brasil inteiro, e assim tentar absorver o máximo de informações para levar para o próprio estado e município”, diz.

Este ano, Ishikawa confirma presença no evento, que ocorre no Windsor Expo Convention Center, no Rio de Janeiro, de 15 a 17 de maio, promovido pela CBIC. Participarão empresários da construção civil e da incorporação imobiliária, além de representantes do governo, especialistas brasileiros e internacionais. As inscrições estão abertas.

Como vice-presidente de Capital-Trabalho e Responsabilidade Social do Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP) e presidente do Serviço Social da Construção de São Paulo (Seconci-SP), Ishikawa enxerga o Enic como um importante espaço de troca. “É ótimo porque podemos levar a experiência de São Paulo para o Brasil e também ouvir as dificuldades de outras regiões”, comenta.

Em sua 91º edição, o Enic trará mudanças no formato, como painéis temáticos e eventos paralelos. Para Ishikawa, a renovação é fundamental este ano. “Com o novo governo, o Brasil está mudando e a CBIC está no caminho certo. Temos que atrair cada vez mais gente e as modificações são uma motivação a mais para os empresários participarem do processo”, pontua.

Outra das prioridades do encontro é proporcionar um espaço de networking para toda a cadeia produtiva do setor. Ishikawa enfatiza a importância da negociação e diz que o Enic é uma grande oportunidade para isso. “Fazemos algo parecido em São Paulo. Acho que a nível nacional a iniciativa poderá dar grande visibilidade aos fornecedores de produtos, o que facilita aos empresários para escolher a melhor opção”, acrescenta.

Segundo Ishikawa, o novo governo trouxe muitas mudanças, com renovação de 50% do legislativo, então é importante também discutir propostas a serem apresentadas. “A reforma previdenciária, por exemplo, é algo que tem que ser 100% apoiado pelo setor da construção civil, por exemplo”, defende.

Entre os outros temas que espera debater no evento, Ishikawa menciona a nova Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) e a reconfiguração do executivo após a separação do Ministério de Trabalho.

O Enic é realizado pelo Sindicato da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), com correalização da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ) e do Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Seconci-Rio).

91º Encontro Nacional da Indústria da Construção
De 15 a 17 de Janeiro
No Windsor Expo Convention Center
Faça sua inscrição.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

LEIA MAIS

Aluguel de equipamentos para construção civil traz economia e aumento de produtividade

Locação de equipamentos para obras é prático, seguro e muito vantajoso, tanto para profissionais que atuam como autônomos quanto para as construtoras

A locação de equipamentos para obras é uma tendência na construção civil. Isso porque o aluguel é prático, seguro e muito vantajoso, tanto para profissionais que atuam como autônomos quanto para as construtoras. Até mesmo quem deseja fazer pequenas reformas em casa pode se beneficiar do aluguel de equipamentos. Tem dúvidas se essa é a melhor opção para a sua obra? Confira as dicas da Casa do Construtor.

1. Economia

Comprar todas as ferramentas e máquinas necessárias para a obra pode demandar um alto investimento. Além dos custos de aquisição, manutenção, armazenamento e depreciação de cada um dos produtos, eles podem ficar sem uso por longos períodos.

Ao alugar os equipamentos, é possível reduzir os custos, pois o valor da locação costuma ser menor que o de um empréstimo para a compra destes materiais, por exemplo.

Outro ponto que torna o aluguel mais econômico é o fato de que ao adquirir os equipamentos, eles passam a fazer parte do patrimônio da empresa, e consequentemente o pagamento de impostos é impactado. Em contrapartida, os gastos da locação podem ser deduzidos do imposto de renda.

É possível reduzir os custos ao alugar equipamentos para obras, como as betoneiras — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

É possível reduzir os custos ao alugar equipamentos para obras, como as betoneiras — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

2. Equipamentos novos e modernos

O profissional ou empresa que deseja alugar equipamentos para construção civil têm à disposição grande variedade de ferramentas e equipamentos, de diversas marcas, preços e modelos, que atenderão a necessidade de diversos perfis de obras.

3. Produtividade

Ter as ferramentas certas em mãos é essencial para alcançar a produtividade desejada e otimizar o cronograma da obra, sem pôr em risco a segurança dos funcionários.

Ter as ferramentas certas em mãos é essencial para aumentar a produtividade na obra — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

Ter as ferramentas certas em mãos é essencial para aumentar a produtividade na obra — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

4. Garantia

Além de contar com tecnologias de ponta, quem aluga pode solicitar a troca do maquinário, caso não se adeque à obra ou apresente problemas técnicos, evitando atrasos no cronograma.

Quem aluga na Casa do Construtor pode solicitar a troca imediata do equipamento caso apresente problemas técnicos — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

Quem aluga na Casa do Construtor pode solicitar a troca imediata do equipamento caso apresente problemas técnicos — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

Onde alugar equipamentos

Trabalhando com os melhores equipamentos e fornecedores do mercado, a Casa do Construtor faz a locação de equipamentos para construção civil para todas as fases de uma obra. A Casa do Construtor é a empresa certa para fornecer o maquinário para sua reforma ou construção. Ela oferece assessoria especializada e realiza a troca do item em caso de problemas técnicos. Além disso, suas lojas disponibilizam para aluguel uma grande variedade de equipamentos e máquinas modernos e seguros, como:

Casa do Construtor faz a locação de equipamentos para construção civil para todas as fases de uma obra — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

Casa do Construtor faz a locação de equipamentos para construção civil para todas as fases de uma obra — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

Locação garantida

A Casa do Construtor inaugurou recentemente uma unidade em Ourinhos (SP), especializada em aluguel de equipamentos para construção civil, jardinagem e limpeza, na rua do Expedicionário, 1701, no Jardim Matilde. Na Casa do Construtor Ourinhos você encontra aluguel de peças para andaime, aluguel de betoneira, aluguel de martelete e muito mais.

Só a Casa do Construtor tem locação garantida e oferece o equipamento que você precisa:

  • Na hora e prazo que você precisa, para a obra não parar;
  • Dentro das normas de segurança e utilização;
  • Da melhor marca, funcionando perfeitamente;
  • Com atendimento especializado, ágil e confiável.

Acesse o site da Casa do Construtor para conhecer os equipamentos e fazer um orçamento ou entre em contato com uma de nossas lojas. No site você ainda encontra o Almanaque da Construção, com dicas para a sua obra, e e-books gratuitos.

Aluguel de andaimes e outros equipamentos e ferramentas pode ser feito na Casa do Construtor — Foto: Casa do Construtor/Divulgação

Fonte e Imagens: G1
LEIA MAIS

Em engenharia, o barato sai caro

Por Diego Baptista de Souza

A tragédia de Brumadinho (MG) colocou, mais uma vez, a engenharia brasileira em xeque e levantou dúvidas sobre a qualidade dos serviços nacionalmente. Mas há outra fissura, aberta no âmago dos processos de contratação de serviços de engenharia no Brasil, amplificadora dos riscos e potencial causadora de falhas: a contratação de consultorias de engenharia pelo critério do menor preço.

Não entremos aqui nos deméritos das barragens de rejeito com alteamento por montante, verdadeira anomalia que deve ser extinta. Mas é fato que, em setores e áreas específicas, temos uma das melhores engenharias do mundo, como é o caso da engenharia de barragens. O Brasil é referência mundial, destacando-se as hidrelétricas desenvolvidas em sua totalidade com tecnologia nacional.

As grandes obras são de interesse coletivo e, por isso, devem continuar existindo. Isso desde que implantadas de maneira sustentável. É claro que devem ser feitas investigações para determinar as causas da tragédia que ocorreu em Minas Gerais e as consequentes correções de curso, principalmente em processos de fiscalização e manutenção. Nesse contexto, é importante discutir a contratação de serviços de engenharia consultiva com foco na contratação pela Administração Pública direta e indireta, mas com efeitos estendíveis a contratações no setor privado.

As principais leis que regem as contratações de serviços de engenharia no Brasil pela Administração Pública são: a Lei 8.666, a Lei 10.520 e a Lei 13.303. As Leis 8.666 e 13.303 pregam que as contratações podem ser realizadas em algumas modalidades distintas. Dentre elas, menor preço, melhor técnica, ou melhor combinação técnica e preço. O artigo 46 da Lei 8.666 é claro ao dispor que as supracitadas modalidades devem ser utilizadas “em especial na elaboração de projetos, cálculos, fiscalização, supervisão e gerenciamento e de engenharia consultiva em geral e, em particular, para a elaboração de estudos técnicos preliminares e projetos básicos e executivos”.

Muito embora haja uma aparente clareza legal com relação à modalidade pela qual devem ser licitados serviços de engenharia, com frequência a prática de mercado mostra uma realidade contrária. Com exceções que apenas comprovam a regra, os serviços de engenharia consultiva têm sido predominantemente licitados pelo menor preço ou por pregão (ancorados pela Lei 10.520), inclusive serviços relacionados à segurança de barragens, mesmo após a tragédia de Brumadinho. O que está por trás dessa prática é a presunção ou admissão de que serviços de engenharia não têm natureza intelectual nem especificidade, são padronizados, comuns, uniformes e/ou homogêneos.
É preciso entender, porém, que os serviços de engenharia não seguem, necessariamente, essa lógica. Pelo contrário. Serviço de engenharia é serviço intelectual, de natureza técnica. A adoção do julgamento pelo menor preço implica fazer, salvo raras exceções, a escolha da pior proposta. Em face do alcance dos riscos e particularidades de alguns projetos, caberia de fato contratar apenas por melhor técnica.

É justo dizer que os órgãos que adotam o julgamento pelo menor preço buscam qualificá-lo por meio da exigência de atendimento de critérios técnicos mínimos pela empresa. Nesses casos, a Administração não diminui seu risco. Um exame das licitações mostra que, ao se estabelecer critérios mínimos, reduz-se drasticamente o rigor da exigência de entrada, nivelando “por baixo” o certame. Nesses casos, a mensagem passada pela Administração Pública, ao não diferenciar a experiência da empresa e de sua equipe, é que tal experiência não importa.

Há o entendimento obtuso de que o serviço de engenharia é “comum” e pode ser “padronizado” e que, portanto, a adoção de critérios mínimos aos entrantes associados à contratação por menor preço é a melhor opção para a Administração Pública. Os órgãos, ancorados pela jurisdição – reitera-se: com raras exceções -, reverberam esse entendimento. A doutrina é rica nessa discussão, tendo entendimento oposto muitas vezes.

O tema é polêmico, mas não há momento melhor para tratar dele. É preciso valorizar a nossa engenharia, característica de países desenvolvidos. É inadmissível a contratação de projetos por pregão. A segurança de uma barragem, por exemplo, inicia-se com um bom projeto de engenharia. À boa engenharia interessa o menor preço ao longo da vida útil do empreendimento e não apenas na sua contratação, levando-se em conta, na formação desse preço, a qualidade e segurança.

Há que se retomar as discussões acerca das modalidades de contratação de serviços de engenharia pela Administração Pública. As entidades de classe devem se manifestar. As empresas de consultoria de engenharia devem formalizar seus entendimentos durante os processos licitatórios e para seus clientes. Deve-se cristalizar o entendimento, perante os setores da sociedade, de que a máxima de que “o barato sai caro” é absolutamente verdadeira para serviços intelectuais e técnicos.

*Diego Baptista de Souza, engenheiro civil, diretor da Nova Engevix e mestre em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental pela Universidade Federal do Paraná

 

Fonte e Imagem: ESTADÃO

 

LEIA MAIS

A mutação dinâmica das propostas nas licitações na modalidade pregão

 

Fonte e Apresentação: Rafael Mota da Mota Kalume Advogados

LEIA MAIS

Cadastro Nacional de Obras pode ser acessado no Portal eSocial

Cadastro Nacional de Obras, sistema que registra informações das obras de construção civil no país e seus responsáveis, pode agora ser acessado pelo Portal eSocial da Receita Federal.

O órgão disponibilizou um roteiro online com o passo a passo para usar a ferramente.

O acesso foi disponibilizado para atender ao responsáveis pela inscrição de obras de construção civil que não contam com certificado digital ou código de acesso e que, portanto, não podem acessar o cadastro por meio do Portal e-Cac da Receita Federal.

O Cadastro Nacional de Obras (CNO) foi criado para substituir o Cadastro Específico do INSS de Obras, conhecido como Matrícula CEI de Obras.

fonte e Imagem: CBIC

LEIA MAIS

Comissão de Infraestrutura traz novidades do setor para o 91º Enic

Segurança, mercado, inovação e financiamento. Estas foram as quatro áreas de trabalho definidas pela Comissão de Infraestrutura (Coinfra) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para nortear o debate durante os painéis previstos para o 91º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic). O evento ocorrerá de 15 a 17 de maio, no Rio de Janeiro, e reunirá representantes de empresas, governo, academia e entidades do setor.

O primeiro painel da Coinfra será em 16 de maio, com o tema segurança. Será discutido o desenvolvimento de PPPs em presídios, com a apresentação do case de Ribeirão das Neves. O município abriga a primeira unidade penitenciária construída e administrada por uma empresa privada.

No mesmo dia, também ocorrerá um painel sobre mercado, onde será apresentada a pesquisa elaborada pela Coinfra “Obras Paralisadas – Razões e Soluções”. “O objetivo do estudo é contribuir com a retomada de mais de 4 mil obras paralisadas no país”, explica o vice-presidente de Infraestrutura da CBIC e responsável pela comissão, Carlos Eduardo Lima Jorge.

Realizado em conjunto com a Comissão de Meio Ambiente (CMA) da CBIC, o terceiro painel será em 17 de maio, com foco em inovação. O tema escolhido foi saneamento. “O Brasil caminha a passos lentos para o atendimento dessa importante demanda social. Iremos discutir propostas concretas para expandir o serviço, com o olhar no futuro, através de tecnologias disponíveis para o setor”, adianta Lima.

Em seu último painel, no mesmo dia, a Coinfra tratará de uma das questões que tem trazido maior obstáculo ao financiamento de projetos de infraestrutura: seguros garantia do tipo completion bond. O produto visa mitigar o risco de término dos projetos para os bancos financiadores e assegurar a viabilidade da fase de implantação de empreendimentos.

Lima enfatiza a relevância dos assuntos selecionados para o Enic. “Com esses quatro painéis, queremos trazer o interesse e a contribuição para construtores, poder público, agentes financeiros, e principalmente para a sociedade, que demanda ações urgentes nos campos de geração de empregos, de saúde e de segurança”, afirma.

91º Encontro Nacional da Indústria da Construção
De 15 a 17 de maio
Windsor Expo Convention Center – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Faça sua inscrição.

 

Fonte e Imagem: CBIC

 

LEIA MAIS

Seminário aborda como investir em PPPs de iluminação pública

Conceitos básicos sobre Parcerias Público Privadas (PPPs), vantagens e oportunidades na área serão alguns dos assuntos abordados no Seminário “PPPs de Iluminação Pública – Experiências e Caminhos para Investir”, que ocorre nesta quarta-feira (27) em São Paulo. Organizada pela Associação para o Progresso das Empresas de Infraestrutura (Apeop), a capacitação visa reunir operadores, investidores e empresários do setor.

A abertura do evento contará com um painel com o tema “Por que investir em PPPs de Iluminação Pública”, que abordará as visões do poder público e do setor privado. Um dos participantes será o vice-presidente de Infraestrutura da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e presidente da Apeop, Carlos Eduardo Lima Jorge.

“Sem dúvida os projetos de PPPs de Iluminação Pública representam uma boa oportunidade para empreendedores pois contam com a segurança de um fundo garantidor constituído com recursos da  Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública (Cosip)”, explica.

A seguir o assessor jurídico da CBIC Fernando Vernalha ministrará palestra sobre os conceitos fundamentais para investir em PPPs de Iluminação Pública e as regras para modelar projetos na área.
A programação conta, ainda, com mais uma palestra sobre oportunidades de investimentos em projetos de iluminação pública nas cidades brasileiras e uma apresentação de estudo de caso.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio de formulário online.

Veja a programação completa e outras informações.

Seminário PPPs de Iluminação Pública Experiências e Caminhos para investir
27 de março (quarta-feira)
Das 14 às 18 horas
No Auditório da APEOP – Rua Avanhandava, 126 – 11º andar – São Paulo

Fonte e Imagem: CBIC

LEIA MAIS

Estudantes mexicanos criam concreto fotovoltaico que gera energia elétrica

Estudantes de doutorado do Instituto Politécnico Nacional (IPN), no México, desenvolveram um concreto fotovoltaico que tem a capacidade de gerar eletricidade quando irradiado com energia solar.

O projeto surgiu da necessidade de usar materiais de construção mais inteligentes e ecologicamente corretos, informou o IPN em um comunicado.

Na radiação solar, o México está localizado em uma posição privilegiada, assim que estados como Chihuahua, Sonora, Durango e Baja California tem mais radiação solar do que à média internacional.

Tal situação, no futuro, poderia facilitar o uso desta tecnologia na área de concreto inteligente.

Orlando Gutiérrez e Euxis Kismet Sierra Márquez trabalharam no projeto de um concreto que atende a todos os critérios estruturais para uso na construção de calçadas, pontes, lajes e muito mais.

Orlando Gutiérrez e Euxis Kismet

Mas, ao mesmo tempo, esse material tem a capacidade de utilizar energia elétrica armazenada de forma ecológica e sustentável para eletrodomésticos, carregamento de dispositivos móveis, iluminação arquitetônica, entre outros.

O protótipo é um pedaço sólido de concreto misturado com elementos orgânicos, que permite a captação da radiação solar e gera corrente elétrica.

Orlando Gutiérrez explicou que a obtenção de nanopartículas de concreto é obtida por uma técnica chamada “moagem de alta energia”, que busca atingir partículas abaixo de 100 nanômetros.

O cimento foi misturado com outros óxidos e compostos orgânicos (perovskita) para geração fotovoltaica.

Enquanto isso, Kismet Serra materiais sintetizados para criar perovskita, subsequentemente, juntou-se com óxido de titânio usados ​​na fabricação de células Grätzel, que o utilizou como uma matriz para absorver a radiação solar.

Nesse sentido, o pesquisador e orientador dos alunos, Felipe de Jesús Carrillo Romo, afirmou que os materiais fotovoltaicos têm a capacidade de absorver energia solar e transformá-la em eletricidade.

Fonte e Imagens: Engenharia É

LEIA MAIS

Advogado Rafael Moreira Mota da Mota Kalume Advogados fala sobre licitação na modalidade Pregão

Entrevista com o advogado Rafael Moreira Mota da Mota Kalume Advogados, sobre a licitação realizada pelo Crea-SP para contratação por pregão eletrônico de serviços de Engenharia e Arquitetura.

 

OUÇA A ENTREVISTA AQUI

 

LEIA MAIS